I Just Cant Stop Loving You
15 Capítulo 16
Notas iniciais
Finalmente o//
Desculpem a demora, só deu para voltar agora :/ (Ahh, rimei! XD)
Eu voltei!, e quando digo "eu voltei", quero dizer que voltei mesmo!!! Com postagens, reviwes, respostas, TUDO!!!
Peço desculpa a todas as leitoras a quem eu leio fic's mas não tenho deixado review :((( Agora vocês sabem que... ->EU VOLTEI!<-
LOOOOL
Ok, agora sobre a fic:
Eu fiz uma trailer da fic ^-^ tá aqui o link -> http://www.youtube.com/watch?v=zs_PNG7S--s
O que acham?? já têm muuuuuuita informação do que vai acontecer :P
Já agora, a Juliana Paes é a Jéssica, e o Jared Leto de cabelo azul é o Mikael ;)
Entããoo... Quem é que teve saudades do Bill e do Tom??? ^-^ Neste capítulo vcs vão descobrir o nome da filha deles :P
E a Amanda também aparece aqui :)
Beem... as postagens não vão ser certas, mas não demorarei mais de duas semanas :)
Entãaoo... Aproveitem :D
[Bill]
Eu já estava com 6 meses de gravidez. A barriga já estava grande e eu estava cada vez mais feliz. Seria uma menina (sim, o Tom estava certo), e chamar-se ia Milly, diminutivo de Milla. Foi uma combinação do meu nome com o do Tom (TomMI e BiLLY). Milla Kaulitz Trümper. Que tal?
Estávamos em meados de Setembro, e a Milly estava prevista nascer em Dezembro.
No nosso aniversário de 4 anos de casados, tínhamos feito tudo exatamente como tinha acontecido quando Tom me tinha pedido em casamento. O tapete vermelho, as rosas e o jantar á luz das velas com uma vista lindíssima para Los Angeles. Só não transamos porque não podíamos, devido á minha gravidez. Mas tinha sido tudo muito lindo, e eu como estava cada vez mais sensível por causa das hormonas femininas e por causa da gravidez, tinha chorado um rio inteiro quando tínhamos chegado a casa, por causa da felicidade que estava a sentir.
Quando completou 7 anos que estávamos juntos, Tom me tinha levado ao café no qual nos encontrámos pela primeira vez, e depois passámos pela praia para vermos o pôr-do-sol, e depois a lua, que estava magnífica naquela noite.
Há duas semanas, quando fiz 23 anos e o Tom 28, simplesmente ficámos em casa a relaxar na piscina, e a tomar banhos de sol, trocámos juras de amor, fartámo-nos de beijar… Foi tudo maravilhoso.
Bem… enfim… A minha gravidez estava a correr às mil maravilhas. Estava tudo ótimo comigo e com a minha filha. No inicio eu tinha alguns enjoos, mas com o tempo eles foram passando. Tinha vários desejos de comida, que normalmente apareciam a meio da noite e eu, como fiquei muito preguiçoso com a gravidez, acordava Tom para me ir buscar comida, o que já o começava a irritar. Já discutimos feio por causa disso, mas nunca tinha sido muito sério, porque depois de algumas horas já estávamos outra vez bem…
Às vezes comprava roupas na secção de mulheres grávidas, já que eram roupas mesmo adaptadas, e como os meu mamilos aumentaram de tamanho por causa do leite que começava a aparecer para alimentar o bebé, as roupas eram perfeitas.
Agora pareço mesmo uma mulher.
Mudando de assunto.
Tom estava simplesmente apaixonado pela nossa filha. Todos os dias, ao acordar e antes de dormir, beijava a minha barriga e dizia coisas super fofas, daquelas que os pais dizem aos filhos, e eu nunca me fartava de assistir aquela cena. Adorava sentir os pontapés que a Milly dava dentro de mim, era mágico…
Estava tudo ótimo, mas como nem tudo são rosas, existe sempre uma coisa má.
A falta de sexo.
O médico disse que como eu estou grávido, é normal que eu tenha desejos, e não só de comida. Pois bem, eu tinha desejo de Tom. Quando tomávamos banho juntos, o meu corpo ficava arrepiado só de ver aqueles ombros largos e aquele abdómen tão bem definido, e o seu membro enorme, tão chamativo. Eu já me quis foder para aquela regra de “nada de relações sexuais”, mas parece que não será mesmo possível…
Uma vez, quando eu estava com 4 meses de gravidez e a barriga ainda não estava tão grande, eu não resisti, e ataquei Tom.
Sim, vocês leram bem, eu ataquei-o.
Quando ele saiu do banho, eu simplesmente não resisti ao vê-lo só de toalha, e corri abraçando-o, e começando a chupar o seu pescoço, a arranhá-lo, enfim… Ele tinha cedido aos meus beijos, e tinha começado a tirar as minhas roupas, mas ao fim de alguns beijos, percebemos que o meu Coelhinho (para quem não se lembra, era assim que o Tom costumava chamar o pénis do Bill) simplesmente não levantava… Tentámos várias coisas, provocações da parte do Tom, chupadas, mas simplesmente não dava, e sem ereção, eu não sentiria praticamente prazer nenhum… Deviam ser os efeitos da gravidez, portanto não tentámos mais nada, apesar de eu não resistir de dar alguns beijos, chupões e arranhadelas no corpo lindo e perfeito do meu marido…
Enfim… Tirando isso, estava tudo ótimo.
Bem… na verdade… ultimamente eu tenho andado um pouco mal-humorado, mas tão mal humorado, que simplesmente tudo me irritava. Ficava irritado com barulhos, cheiros, pessoas, enfim… Tudo! Para por um fim ao meu mau humor, eu e o Tom decidimos que seria melhor nos mudarmos para a nossa casa da floresta, longe de tudo e de todos que me metesse nervos ou raiva.
E quanto á reação da sociedade perante a minha gravidez, até que foi boa... Eu esperava um monte de gente nos acusando por sei lá o quê, mas não, as pessoas até que foram bastante compreensíveis com a nossa situação. Uma coisa que eu não gostava era que sempre que eu e o Tom saíamos para passear, havia sempre paparazzis há nossa volta, tirando-nos fotos, já que não é todos os dias que se vê um homem grávido, já que eu sou o primeiro…
Bem, parando com as novidades, e voltando á realidade.
Eu e Tom estávamos na nossa cama a ver um filme de comédia. Era de manhã, e estávamos num daqueles dias em que não apetece sair da cama. Eu estava com a cabeça encostada no ombro de Tom e com a Amanda, que agora já tinha 1 ano e 8 meses, entre nós.
Sim, a Amanda ficaria connosco por duas semanas porque ela quase que chorou aos pés da Anna, pedindo para vir connosco, e nós claro que não recusámos, assim também aproveitávamos para nos habituarmos a ter uma criança em casa.
Amanda fazia cócegas leves na minha barriga, e eu ria.
- Tio Bill, quando é que a Milly vai nascer? – Perguntou com o seu sotaque de bebé.
- Provavelmente em Dezembro. – Respondi, dando-lhe festinhas no seu cabelo.
- No dia de Natal? – Perguntou com os olhos a brilhar, e eu e o Tom rimos.
- Não sei, talvez… — Respondi sorrindo.
- Eu vou ter mais primos, além da Milly? – Perguntou esperançosa.
- Não Amanda… Provavelmente não linda… — Respondi um pouco triste. Eu até que gostaria ter mais filhos, mas seria demasiado arriscado ter uma segunda gravidez… Ao fim de algum tempo, a Amanda voltou a falar.
- Estou com sono… — Disse dando um bocejo. Olhei para Tom, que entendeu o que eu queria.
- Vem, eu vou deitar-te na cama. – Falou pegando a Amanda no colo, e saindo do quarto.
Quando o Tom saiu do meu campo de visão, um vazio preencheu o meu corpo. Era sempre assim ultimamente, sempre que não estava ao pé do Tom tinha vontade de chorar.
E foi exatamente isso que aconteceu. Eu tinha começado a chorar. Na minha cabeça vagavam vários pensamentos: O Tom tem sido tão compreensivo comigo… Tem feito todas as minhas vontades, apesar de eu saber que na maior parte das vezes só lhe apetece ignorar os meus pedidos, por serem tantos… Ele esforça-se tanto para me manter feliz, mas eu tenho medo que esse esforço todo seja em vão. O médico tinha dito que havia hipótese de tudo correr mal durante o parto… não quero que isto tudo seja uma ilusão…
Continuei a chorar abraçando a minha barriga num instinto de proteção, até o Tom aparecer, depois de alguns minutos. Entrou no quarto com o seu sorriso habitual, mas quando me viu a chorar, foi a correr para ao pé de mim, abraçando-me forte.
- Bill, o que aconteceu amor? – Perguntou olhando-me nos olhos, preocupado.
- Tom… — Tentei acalmar-me, mas foi impossível devido ao pensamento que me veio logo de seguida. — Eu tenho medo que corra tudo mal durante o parto… E se isto tudo for uma ilusão? E se a Milly nascer morta? E se ela não conseguir sobreviver? E se eu morrer? – Ele olhava para mim com os olhos arregalados, e exclamou:
- Bill! Tu nunca, ouvis-te, nunca digas uma coisa dessas! – Voltou a abraçar-me. — Não te preocupes… Vai correr tudo bem. – Falou acalmando-me, e acariciando a minha barriga. — A Milly vai nascer em perfeitas condições, vai ser linda como nós, vai crescer, vai casar, vai ter filhos, vai ser muito feliz, e vai morrer quando for muito velhinha.
- Mas Tom, e se…
- Esquece os “e se…”. – Falou interrompendo-me, e acariciando a minha face, limpando as minhas lágrimas. — Vai correr tudo bem, garanto-te. – Nesse momento, a Milly tinha-me dado um chute na barriga.
- A Milly acabou de dar um ponta pé! – Exclamei sorrindo. Tom pôs a mão na minha barriga, e a Milly chutou outra vez.
- Está tudo bem pequena. – Falou para a nossa filha. — A mamã só teve uma crise de tristeza, não te preocupes. – Disse, dando um beijo na minha barriga, e voltando a olhar para mim. — Estás a ver? Até a Milly está a dizer que vai ficar tudo bem. Nós, a tua família, vamos estar sempre contigo, e não queremos ver-te triste, não é lindinha? – Voltou a falar para a Milly, e ela tinha dado mais um pontapé. Eu ri da cena e abracei Tom pela cintura limpando as minhas lágrimas.
- Ai Tom… o quê que eu faria sem ti?? – Tom riu um pouco acariciando os meus cabelos, e continuámos a ver o filme num silêncio agradável.
No fim do filme, fomos juntos tomar um banho. Depois de levarmos o nosso corpo, decidimos descansar um pouco no jacuzzi. O Tom deitou-se encostando-se ao apoio do jacuzzi, e ajudou-me a deitar entre as suas pernas.
Estávamos num silêncio agradável. Eu brincava com uma das suas tranças que caía pelo meu ombro e ele acariciava a minha barriga, quando de repente, apeteceu-me perguntar:
- Tom, já ficaste com alguma rapariga? – Ele parou de acariciar a minha barriga e perguntou:
- O que queres dizer?
- Ah… sei lá… Apeteceu-me perguntar. – Soltei uma risada. – Mas diz lá, já dormiste com alguma mulher?
- Bill, para quê que queres saber isso? – Perguntou desconfiado.
- Queria saber se um cu era diferente de uma vagina. – Provoquei, olhando o de soslaio. Ele riu.
- Não te preocupes, o meu Tomzão só reage á tua bunda linda e redonda, e ao teu Coelhinho. – Mordeu a minha orelha e eu soltei um gemido baixo, e ele tocou o meu membro, só para provocar, sabendo que eu não iria ficar com ereção.
- Tom, eu nunca percebi porquê que chamas ao meu pénis de Coelhinho…
- É porque quando nós começámos a namorar, o teu membro ainda era pequeno, mas ao longo destes anos desenvolveu-se. – Ele riu e eu dei-lhe um tapa.
- Ele não era pequeno! Era normal ter um pénis daquele tamanho naquela idade…
- Ó Bill… Por favor! Com 16 anos, eu tinha o dobro do teu tamanho!
- Eii Tom… Também não exageremos… O que importa, é que agora, ele está grande o suficiente para ti não é?
- Está perfeito. – Revirei os olhos rindo…
- Tom, é melhor irmos… A água está a esfriar, está na hora do almoço, eu estou com fome, e a Amanda provavelmente já está acordada.
- Ok, senhor comilão.
- Ei! Eu não sou comilão. Eu tenho a nossa filha dentro do meu ventre, tenho que comer por ela também.
- Cá para mim, isso é só uma desculpa… — Dei-lhe mais um tapa e ele riu. Quando saímos da casa de banho enrolados nos roupões, vimos a Amanda deitada na nossa cama. Quando nos viu, veio logo a correr para mim, a pedir-me para ir para o meu colo, e eu assim o fiz.
- Tio Bill, to com fome…
- Vamos comer agora bebé. – Dei-lhe um beijo na bochecha. — Vamos. – Descemos os três, as escadas para a cozinha, e começámos a preparar o almoço. Eu fazia a sopa e a papa da Amanda, já que ela ainda não está acostumada com comida normal, e o Tom tratava do prato principal. Enquanto a comida aquecia, descascávamos frutas em cubinhos e fazíamos dois montes, um era para a salada fruta para a sobremesa, e o outro era para o sumo. A Amanda também descascava, mas com uma faca de brincar que fazia parte dum conjunto de cozinha que ela tinha trazido consigo, não podia correr o risco de fazê-la cortar-se.
Depois da salada e do sumo feito, o Tom foi dar um banho rápido á Amanda, e eu fui vestir uma roupa confortável. Voltei á cozinha, reparti a sopa em três pratos, e pu-los na mesa, esperando que os bebés descessem (sim, o Tom é o meu bebé grande).
Comecei a ouvir risos das escadas, e logo se seguida, vi um pequeno ser a correr e a esconder-se atrás de mim, e logo depois o Tom fingindo estar cansado de correr atrás da Amanda. Peguei-a no meu colo, e reparei que ela estava muito bonita e bem vestida.
- Estás tão linda amor! – Elogiei-a. — Foste tu que escolheste a roupa?
- Não, foi o Tio Tom.
- Tom, não sabia que agora te tornaste profissional em escolher roupas para bebés. – Ironizei.
- AHAH! Que piada. Pois fica sabendo que eu sou bom em tudo. – Sorriu orgulhoso e eu revirei os olhos. A Amanda já se tinha sentado na mesa, e Tom continuava a olhar para mim sorrindo, e aproximando-se. – Já te disse que és lindo, hoje?
- Uhm… — Fiz uma cara pensativa, e depois respondi. – Não, ainda não.
- Pois bem, tu és lindo. O mais lindo do mundo. – Olhei para ele sorrindo e com os olhos a brilhar. – Ele não é lindo, Amanda? – Perguntou á nossa sobrinha e ela assentiu. – Eu concordo com ela. – E assim beijou-me. Foi um beijo de língua calmo, e não durou muito tempo, pois a Amanda estava a presenciar a cena.
Comemos tranquilamente, rimos de algumas piadas que o Tom contava, de algumas coisas fofas que a Amanda dizia, e das minhas reclamações em relação ao tempo, pois fazia muito calor nesse dia.
Depois do almoço, pusemos a Amanda a dormir, e eu também tive sono. Tom deitou-se comigo, mas quando acordei, ele não estava do meu lado.
Podia ouvir a sua voz do outro lado da porta, e apercebi-me que ele estava a falar com alguém no telemóvel. Tentei chamá-lo:
- Tooom… — Falei baixo, com a voz sonolenta. Ele entrou depois de alguns minutos, e sorriu ao ver-me acordado.
- Oi Bill. – Aproximou-se de mim, dando me um beijo rápido, sentando-se na cama logo de seguida.
- Com quem é que estavas a falar ao telemóvel? – O seu sorriso apagou-se logo no momento em que eu pronunciei essa frase. Ele suspirou e falou:
- Bill… erm… Bem… Aconteceu que houve um problema na Universal, e eles querem que eu acabe o meu filme o mais rápido possível, já que faz uns 4 meses que eu não trabalho… — Os meus olhos arregalaram-se quando ele falou aquilo, nós não íamos voltar para Los Angeles, não é? Eu não queria! – E portanto, eu vou ter que voltar para L.A., aproveito, e levo a Amanda para casa… — Ele esperava pela minha reação, o que demorou um pouco a vir, já eu estava estático.
- Mas… tu queres dizer, que me vais deixar aqui?! – Eu não estava a acreditar no que tinha acabado de ouvir. – Vais me deixar aqui sozinho, enquanto tu vais para L.A. acabar a porra de um filme?! – Eu estava tão fora de mim, que disse a última frase a gritar.
- Bill… Calma… Primeiro, tu sabes que é o meu trabalho e eu gosto do que faço, e segundo, tu não vais ficar sozinho, pedi ao Georg para ficar aqui contigo, enquanto eu não estiver cá…
- Ah! Ótimo! Melhor ainda! Eu vou ter um babysiter para tomar conta de mim! Perfeito! – Gritei.
- Bill, acalma-te por favor, tu não te podes enervar! – Falou calmo, mas deu para perceber que a sua paciência já se estava a esgotar.
- Não me posso enervar… — Repeti e ri-me. — Não me posso enervar! Eu não estaria nervoso se tu não tivesses de ir para L.A. acabar de gravar o teu filme! – Gritei mais uma vez.
- Ah! Então agora a culpa é minha! – Começou a gritar também.
- Claro que é! É por causa de ti que estou assim!
- Mas o quê que tu queres que eu faça, se eu tenho que fazer o meu trabalho?! – Calei-me, sem nenhuma resposta para lhe dar. – Queres vir comigo para Los Angeles?
- Não… — Falei baixo, emburrado.
- Queres ficar aqui sozinho?
- Não… — Respondi no mesmo tom de voz de á um bocado.
- Então pronto… — Falou agora mais calmo. – Eu também não queria te deixar agora, mas é o meu dever… Tudo bem? – Falou olhando para mim carinhosamente. Apenas assenti com a cabeça derrotado, agora mais calmo também. Eu estiquei os braços, como uma criança pede colo, em sua direção, e ele riu, aproximando-se e abraçando-me.
- Desculpa Tommy… — Sussurrei contra o seu peito.
- Está tudo bem. – Falou acariciando os meus cabelos. Ficamos assim por uns minutos, quando o Tom voltou a falar. – Vamos descer, o Georg já deve estar aí a chegar, ok? – Assenti, e levantámos da cama. Fui todo o caminho abraçado a Tom, se ele iria embora, o melhor é aproveitar eu os meus últimos momentos que vou ter com ele…
Notas finais
Sugestões?? Review??? Recomendação????
Vocês seriam capazes de deixar uma autora feliz com apenas 8 reviews?? *-* Seria muito fofo da vossa parte, assim saberei se alguém continua lendo a fic ou não :)
Kusse Aliens ♥
Fale com o autor