Notas iniciais
CASAMENTO!

3 de Agosto de 2011

[Bill]

Mal abri os olhos, dei logo um pulo na cama.

É hoje.

Sorri, e fui a correr para a casa de banho tomar banho, lavar os dentes e vestir-me. Desci aos saltinhos pela escada para tomar o pequeno-almoço.

[Tom]

Acordei, e senti um nervosismo a passar pela minha pele. Hoje seria o nosso dia. Uma data que nos iremos lembrar para sempre. Mas e se ele disser não? O meu mundo vai por água abaixo. Eu sei como às vezes ele é bipolar, e isso assusta-me. Levantei devagar da cama. O casamento só seria às 5 da tarde, portanto ainda teria tempo. Tomei um banho bem relaxado e desci para tomar o pequeno-almoço.

[Bill]

— Bom dia filho! – Exclamou a minha mãe. – Dormis-te bem?

— Quase não dormi pelo nervosismo, mas tirando isso, foi uma noite ótima! – Sorri e dei-lhe um beijo na cara, ao qual ela retribuiu.

— E como te sentes?

— Melhor impossível! – Bati palmas. Sentei me na mesa e comecei a comer os waffles que a minha mãe tinha preparado.

— Estão bons? – Perguntou referindo-se aos waffles.

— Estão, mas os do Tom superam. – Sorri e ela riu.

— Tenho que lhe pedir a receita então.

— Nem penses, aquela receita é só dele, e eu orgulho-me de dizer que o meu marido faz os melhores waffles do mundo. – Ri orgulhoso e ela sorriu abanando a cabeça negativamente, achando piada à minha afirmação anterior. Nesse momento, o meu pai tinha entrado na cozinha.

— Bom dia, amores da minha vida. – Aproximou-se da minha mãe e deu-lhe um selinho.

— Bom dia amor. – Respondeu a minha mãe.

— Bom dia pai. – Sorri e ele deu-me um beijo na testa.

— Bom dia Bill. Ansioso? – Perguntou-me com um sorriso no rosto ao sentar-se na cadeira para começar a comer.

— Nervoso, aterrorizado, feliz, apreensivo, e só depois, ansioso. – Ele riu.

— Pergunto-me como é que o Tom aguentará uma criança como tu. – Disse a minha mãe rindo.

— Então?! – Perguntei falsamente indignado, porque ela tinha razão, ás vezes eu agia como uma criança.

— Vai ser fácil. – Começou o meu pai. – O Bill é igualzinho a ti quando eras mais jovem. – Direccionou-se à minha mãe. – Tu também eras assim nos nossos primeiros anos de casados, e eu amava isso, e olha só, continuamos aqui, apaixonados como no início da nossa relação. – Pude ver os olhos da minha mãe a brilharem com aquelas palavras, e logo eles já se estavam a beijar. Eu assistia a cena, um tanto sonhador, com a minha cabeça apoiada na minha mão. Não é todos os dias que se pode ver um casal de meia-idade tão apaixonado como eles são. Comecei a pensar como eu e o Tom seriamos daqui a alguns anos… Eu gostaria que fossemos como os meus pais.

De repente, a porta da frente abre-se, fazendo os meus pais pararem o beijo, e olharem para a mesma. Era a Anna, que veio toda sorridente cumprimentar os nossos pais e a mim.

— E então Bill, preparado para logo à tarde? – Perguntou-me.

— É… acho que sim. – Sorri.

— Então despacha-te a comer, porque temos que dar uma última olhada no local a festa.

Arrumei-me, e fomos para o salão dum Hotel que tínhamos alugado.

[Tom]

Tinha dormido em casa dos meus pais nessa noite. Entrei na cozinha e vi os mesmos a tomarem pequeno-almoço.

— Bom dia. – Cumprimentei-os com um beijo na bochecha.

— Bom dia amor. – Sorriu a minha mãe.

— Bom dia filho. – Desta vez foi o meu pai que falou. Sentei-me na mesa, e ele continuou. – Estás nervoso?

— Muito. – Suspirei. – Se vocês soubessem como o Bill consegue ser bipolar, assustavam-se…

— Querido, não te preocupes… — Começou a minha mãe, segurando a minha mão, acariciando-a. – Vocês namoram há praticamente 4 anos, e achas que é agora que ele vai dizer não? Aliás, não acho que o Bill iria ter um dos seus momentos bipolares numa ocasião tão importante. – Aquelas palavras fizeram me sentir muito melhor. Sorri para a minha mãe.

— Obrigada mãe. Só mesmo a senhora para me fazer sentir melhor num momento assim.

— Ora… Não é nada. Eu sou a tua mãe e tenho que te apoiar. – Sorriu e beijou a minha face.

— Pronto… — Começou o meu pai. – Tenho duas ‘mulheres’ em casa… — Revirou os olhos e eu ri.

— Olha pai, eu posso não ser hétero, mas no meu casamento, EU é que sou o homem. – Sorri orgulhoso e a minha mãe pareceu chocada com a minha afirmação.

— É assim mesmo filho! – Exclamou o meu pai. Fizemos um comprimento com as mãos, já ensaiado por nós há alguns anos. – Mas também, coitado do Bill… Deve ficar incapacitado de sentar por dias… — Riu e eu acompanhei-o na risada.

— Bem, no início sim… Mas depois ele começou-se a habituar. – Sorri malicioso.

— Eu não acredito que presenciei esta conversa! – Exclamou a minha mãe.

— Ah… Que foi mãe? Até parece que nunca te perguntas-te quem era o passivo e o activo na nossa relação.

— Bem… Erm… Quer dizer… Essas coisas não se dizem assim sem mais nem menos! Achas que o Bill iria ficar contente se soubesse o que nos acabas-te de dizer?

— Ah mãe! Não acho que ele iria ficar tão zangado, porque a situação é meio óbvio … E tu não lhe vais contar pois não?

— Claro que não! A questão é… Essas coisas são íntimas de um casal, e ninguém precisa de saber disso…

— Ah… então não é comigo que tens que falar. – Direccionei o olhar para o meu pai. A minha mãe percebeu, e perguntou:

— Gordon… — Começou a minha mãe num tom de voz ameaçador. – O quê que tu lhe contas-te??

— Erm… Nada de mais… Só umas brincadeiras que fizemos jovens antes de engravidares… — Ele parecia um pouco apreensivo pela reacção da minha mãe, e com muita razão, pois ela desatou aos gritos.

— COMO É QUE TE ATREVES-TE A CONTAR ESSAS COISAS!? AQUILO ERAM COISAS MUITO ÍNTIMAS, PARA ESTAREM GUARDADAS APENAS ANTRE NÓS!!!

— Mas Alda… Eu apenas limitei-me ao essencial, nada de detalhes! – Eu assistia á cena com uma vontade de rir enorme, quando o meu telemóvel tocou. Deixei a cozinha com os meus pais ainda a discutirem, e fui atender na sala.

Tou? – Era o Georg.

— Oi Ge, tudo bem?

Sim, e contigo Tom? – Suspirei.

— Eu estou super nervoso…

Isso é normal. – Ele riu no outro lado da linha. – Olha, apenas telefonei para avisar que estou aqui com a Anna e o Bill a dar os últimos retoques ao salão. – Georg seria o padrinho do casamento e a Anna a madrinha, portanto não achei estranho que eles estivessem no salão, mas o que o Bill estaria ali a fazer?

— O Bill? Mas o que ele faz aí convosco??

Ah Tom, tu não sabes como ele é? Um perfeccionista! Tem que estar tudo do seu agrado. E tenho que dizer que vocês fizeram um óptimo trabalho para a decoração! – Exclamou e eu ri.

— Obrigado.

Já viste o salão?

— Não, prefiro ficar surpreendido. – Ri.

Uhum… Ok. Daqui a um bocado vamos também passar pela igreja, ok?

— Tudo bem. Vou ter se relaxo até a tarde.

Ok. Xau Tom. Até logo.

— Xau.

[Bill]

Depois de me certificar que estava tudo do meu agrado no salão e na igreja, voltámos para casa.

Almocei com os meus pais apenas, pois a Anna teve que ir buscar o seu vestido, já que ela iria ser a madrinha.

Depois do almoço, fiz a minha digestão, e às 3 da tarde fui tomar um outro banho. Saímos de casa, e fomos para o salão da minha costureira Jéssica, para fazer a minha maquilhagem, o meu cabelo, e vestir o meu smoking.

(“Smoking” do Bill — http://justjared.buzznet.com/photo-gallery/2428955/tokio-hotel-sanremo-music-festival-06/)

Eu sei que não é a roupa mais apropriada para se vestir num casamento, nem de estar na igreja. Mas eu sou Bill Kaulitz e em poucas horas Trümper. Eu sou eu, e essa é a minha roupa! (AHAH)

Enfim… cheguei lá, e encontrei a Jess sorridente á minha espera. Retribuí o sorriso e cumprimentei-a.

— Olá Jess.

— Oi Bill, e então, preparado para o casamento??

— Preparadíssimo.

— Então vamos começar.

Vesti o meu ‘smoking’, e enquanto ela arranjava o meu cabelo e maquilhagem, falávamos sobre coisas aleatórias. Quando ela acabou, disse:

— Prontinho. – Olhei-me no espelho e sorri.

— Obrigada Jéssica! – Abracei-a. – Estou perfeito!

— De nada meu amor, tu mereces!

— E então, vamos? Já estamos um pouco atrasados…

— Olha Bill… Eu não vou puder ir… Tenho muito trabalho a fazer…

— Ohhh… — Disse triste. – Não podes deixar para outra altura?? – Pedi-lhe com carinha de cachorro abandonado.

— Oh amor, não faças essa cara. Eu até deixava o trabalho para outra hora, mas os clientes querem as roupas ainda hoje…

— Ohh… Que pena… Queria mesmo que conhecesses o Tom…

— Deixa estar amor. Acredito que um dia isso acontecerá, e quando acontecer, tenho a certeza de que vamos ser grandes amigos.

— Ok então. Vou embora, já são 5 da tarde… estou atrasado. Beijos. – Despedi-me dela e fui embora, a caminho da igreja.

[Tom]

Depois da ligação do Georg, eu tinha ido á praia onde tinha pedido Bill em casamento. A ideia de ele poder dizer ‘não’, não me saía da cabeça…

Sentei-me naquela pequena colina com a vista para o mar e comecei a pensar em como a minha vida tinha mudado, desde que o Bill apareceu nela. Fiquei naquele estado até às 4, tinha acordado tarde, portanto não estava com fome. Podia ter continuado naquela posição, se não fosse o telemóvel. A minha mãe estava-me a ligar.

Tom, onde estás? Já devias estar aqui!

— Desculpa mãe, perdi a noção do tempo…

Vem rápido.

— Estou a caminho.

Quando cheguei a casa, vi que a minha mãe estava furiosa comigo. Não liguei muito…

Vesti o meu terno, e meti-me no carro com os meus pais a caminho da igreja, em silêncio.

(Terno do Tom — http://1.bp.blogspot.com/_M33NCWhEug4/TF7HyMe0VvI/AAAAAAAAA9I/EnVkO1186i4/s1600/45_1435-ueba+2.jpg)

Haviam uns paparazzi á porta da igreja, sorri para eles, mas nenhuma pergunta foi respondida da minha parte, apenas os meus pais a dizerem que estavam muito felizes por mim.

(Igreja — http://1.bp.blogspot.com/_0mvWz0TZJ3c/TPfIW5IjZYI/AAAAAAAAAq4/4eDyn1qVKAA/s1600/igreja_dourada_RJ.jpg)

Entrei, e vi que eram 5 menos 10. Suspirei e subi para o altar, onde já se encontrava o padre. Sorriu para mim, e eu retribuí o sorriso.

— Nervoso?

— Muito. – Ele riu, suponho que já tenha ouvido aquilo, inúmeras vezes em outros casamentos.

Aos poucos, o local foi enchendo de pessoas que me acenavam, cumprimentando-me. O Georg e a Anna já estavam comigo no altar a tentar acalmar-me, pelo meu nervosismo, que já não era pouco…

Quando deram 5 em ponto, o Bill ainda não tinha chegado.

Queres ver que desisiu? – Perguntei a mim mesmo. Depois de 10 minutos, o padre disse-me:

— Acalme-se, e viva o momento. – Quando o padre tinha acabado de pronunciar a sua frase, Georg e Anna ocuparam os seu devidos lugares no altar, e aquela musica que tantos conhecem, começou a tocar.

(Abram uma nova janela, e ouçam a música enquanto lêem: http://www.youtube.com/watch?v=lgh9XTkQTDI)

As portas da igreja tinham sido abertas. Os nossos olhares cruzaram-se e o meu nervosismo tinha desaparecido.

O Bill entrou acompanhado pela sua mãe, estava lindo como sempre. Abri um sorriso cheio de felicidade e de saudade, ao qual ele retribuiu da mesma forma. Eu segurava-me para não sair do lugar e ir a correr abraçá-lo.

Quando dei por mim, já estava a esticar-lhe a mão, para ele subir no altar. Quando já estávamos lado a lado, murmurei-lhe para que só ele ouvisse:

— Estás lindo. Tive saudades.

— Tu também, e também tive saudades. – Apertei ainda mais a mão dele, e olhámos ambos para o padre que estava á nossa frente a sorrir.

Não conseguia prestar nenhuma atenção ao que o padre dizia. Apenas observava Bill que, ao contrário de mim, estava muito atento ao discurso. Quando percebeu que o observava, olhou para mim pelo canto de olho e riu, voltando a prestar atenção. Fiz a mesma coisa, e quando dei por mim, o padre já estava naquela parte que mais me interessava no momento:

— Bill Kaulitz, aceita Tom Trümper como seu legítimo esposo para amar e respeitar na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte vos separe? – Olhei para ele ansioso pela sua resposta.

— Aceito. – Olhou para mim, e eu abri um sorriso de rasgar a cara.

— Tom Trümper, aceita Bill Kaulitz como seu legítimo esposo, para amar e respeitar, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte vos separe?

— Aceito.

— Se houver alguém contra este casamento, que fale agora, ou cale-se para sempre.

Silêncio.

— Então declaro-vos marido e… — olhou para nós, e rimo-nos os três. – Declaro-vos marido e marido. Podem-se beijar.

Pusemo-nos de frente um para o outro, e fomo-nos aproximando, selando os nossos lábios. Era o nosso primeiro beijo de casados, era mágico. Ouvimos palmas, e abraçámo-nos, tornando o beijo mais intenso e cheio de saudade. Ahh… como eu tinha saudades de beijar os seus lábios. Aproveitámos cada segundo do beijo, e só parámos quando o ar foi realmente necessário.

— Amo-te. – Sorri e ele retribuiu.

— Também te amo. – Abraçamo-nos logo após de trocarmos as nossas primeiras palavras como marido e marido. Separámo-nos, demos as mãos, e praticamente corremos para fora da igreja, para a limusina que estava á nossa espera para irmos para o Hotel, onde decorreria a festa.

Já dentro do carro, trocava-mos beijos, carícias e abraços de saudade.

— Nunca mais voltes a fugir de mim. – Disse abraçando-o.

— Nunca mais, quase que me matei por ter tido aquela ideia.

— Está tudo bem Bill, ambos sabemos que não tens um cérebro muito grande. – Ri e ele bateu-me levemente, indignado.

— Olha quem fala, tu choras-te por não me teres por perto. – Calei-me e olhei para ele.

— Isso é diferente…

— Pois claro… — Rimo-nos.

Quando a limusina parou, saí da mesma e estiquei o braço para Bill, para ajudá-lo a sair.

Ma dame.

— Tolo. – Riu e eu acompanhei-o na risada. Olhámos ambos para o Hotel, e depois um para o outro. – Vamos?

— Vamos. – Entrelaçámos os braços, e entrámos no Hotel, dirigindo-nos para o salão.

(Hotel — http://www.lasvegasgateway.com/images/Bellagio-Hotel-Las-Vegas.jpg)

Entramos no salão, que ainda estava vazio, e admirei-me com a sua apresentação.

(Salão — http://www.sabrinalauton.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/151.jpg)

— Wow! – Exclamei. – Fizemos mesmo um ótimo trabalho na decoração.

— Claro que fizemos. – Sorri convencido. – Os Kaulitz Trümper têm um ótimo gosto! – Ri e ele acompanhou-me.

Aos poucos, os convidados foram chegando, e nós fomos cumprimentando os mesmos. Às vezes o Bill apresentava-me os seus amigos ou familiares que eu não conhecia, e eu fazia o mesmo. Conheci o Mikael… Não fui muito com a cara dele, e disse isso ao Bill. Ele ficou um pouco chateado com a minha atitude, mas ele tem razão, o Mikael é só um amigo, e eu não posso impedir que o Bill tenha amigos.

Depois de termos recebido todos os convidados, fomos comer. Ficámos sentados na mesa com os nossos pais, Georg, Gustav, Andreas, Anna, Clara e Adriana. Num momento, a mãe do Bill perguntou:

— E como é que foi ficarem separados por duas semanas?

— Foi muito complicado. – Respondi. – O meu coelhinho teve muitas saudades minhas, não é amor? – Sorri malicioso para Bill, que estava vermelho como um tomate, devido ao que eu tinha acabado de dizer, que era uma coisa só nossa, e ninguém tinha percebido.

O resto da festa correu bem. Fizemos vários brindes, rimos, e também dançámos. Já praticamente no fim, os convidados começaram a ir embora, o meu pai veio ter comigo e entregou-me uma caixa.

— Este é o meu presente de casamento para vocês. Pequeno, mas muito útil. – Abri a caixa, e sorri malicioso quando vi o que a mesma continha. Algemas.

— Obrigada pai, é mesmo muito útil. – Continuei com o sorriso malicioso na minha cara, enquanto o meu pai se afastava de mim, dando-me uma piscadela.

— Então amor? – Bill tinha-se aproximado de mim, abraçando o meu braço e colocando a sua cabeça na curva do meu pescoço. – O que é essa caixa?

— E que tal subirmos para a suite que alugámos, para descobrires? – Olhei para ele e ele sorriu malicioso.

— Tudo bem, espera só um bocadinho, já volto. – Afastou-se e foi ter com a Anna. Ele pareceu-lhe dizer alguma coisa, e só vi a mesma a abanar a cabeça num sinal positivo, entregando-lhe uma mochila. Ele pegou a mesma, e veio até mim sorrindo. – Vamos?

— Vamos.

Fim…

Da primeira parte da fic :P

Leiam as notas finais!!! É importante!!!

Notas finais
E assim acabou a primeira parte da fic :D
Gostaram??? No capítulo passado eu pedi 9 reviews, mas só tive 6 tive 6 reviews, e tenho 22 leitores!!! Se pelo menos metade deixa-se reviews, eu ficaria muito contente, agora 6 de 22??!
Se neste capítulo, os reviews estiverem próximos ao número de leitores, eu posto a segunda parte da fic, ou seja, a noite de núpcias, se não, a fic acabará aqui Sorry fiquei mesmo muito triste
Concluindo: quero 15 reviews, se não, não há continuação para ninguém. Quem não comentou até agora, poderia deixar um review a dizer o que achou desta primeira parte, nem que seja só um gostei. Por favor.... *-*
Kusse ♥