I Have a Plan
1 I Have a Plan
Notas iniciais
Ele já estava trabalhando no departamento de integridade desde o rompimento com Benson. Mas as notícias sobre ela sempre encontravam um caminho de chegar até a ele. Principalmente as questões que envolveram o Noah e Cassidy, ele fez o possível para que mesmo de longe pudesse garantir que não iria acontecer nada com ela e com ele. Afinal ele adorava aquele garotinho, que agora já estava crescido e tinha se tornado um rapazinho.
Muitas vezes teve vontade de ligar para ela mais se manteve distante. Raras vezes ele a via de longe entrando no 1pp Plaza.
Havia chegado em seu departamento uma investigação supercomplexa pois envolvia muitos policiais e alguns figurões da cidade. Todos pendentes para que fosse exonerado da investigação. Até que um nome chamou a atenção de Tucker. Gary Wald.
Gary tinha sido seu parceiro no passado, quando ainda usava uniforme azul e faziam rondas, ele já havia se aposentado da NYPD e sabia que ele estava trabalhando em uma empresa de segurança privada. Aliás por isso veio parar nas mãos dele, pois uma das acusações que estavam pesando contra ele, era que estava corrompendo alguns oficiais da polícia para venderem algumas informações para ele. E ao abrir a pasta, Tucker lembrou de uma denúncia que ele investigou a uns anos atrás quando estava na AIB, quando um detetive o acusou de assedio e abuso sexual. Isso despertou algo nele, mas logo passou e começou a analisar o caso como o todo.
Ele começou a se sentir mal, sentir cansaço, mas não deu muita importância a isso. E junto com a sua equipe as investigações levaram a eles para um caso muito grave, e ele deveria primeiro pegar Wald. E como ele tinha um histórico eles deveriam fazer uma aproximação delicada para que Ed tivesse acesso a empresa e assim pegar todas as provas que eles precisavam para acabar com esse esquema que envolvia até trafico. Então se montou uma operação para que Ed se infiltrasse com sucesso.
A noite ele chegou em casa, uma casa vazia, isso o comprimia o peito. Ele tira a roupa e entra no chuveiro, e as vezes, muitas vezes na verdade, ele pensa... pensa nela. Neles, no que poderia ser agora, em Paris. Ele esfrega o rosto com água quente, tentando afastar os pensamentos, mais são insistentes. Ele se pergunta e se ela o ver? Qual será a reação dela? Só de pensar na possibilidade o coração batia acelerado.
Que coisa Ed a vida inteira sendo uma rocha, um bloco de gelo, deixou ela entrar, quem diria e se derreter assim... pensou ele.
Saiu do banho enrolado na toalha se sentou na cama e com as mãos no rosto respirou fundo e encontrou a coragem para fazer o que tinha que fazer.
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