I Hate Yuu!
1 Oneshot
Notas iniciais
Ok, aqui tá mais uma oneshot Aoiha cheia de lemon *_*
no more delongas (?)
enjoooy ♥
*POV's alternados, começando com o do Aoi ^^
- Filho da puta!
- Não coloca a minha mãe no meio, sua peste!
- Você vai ver quem é a peste!
- Separa, separa!!
Reita segurava os meus braços, enquanto que Kai procurava acalmar Uruha.
- O que diabos tá acontecendo aqui?? Eu mal saio pra ir ao banheiro, e vocês já tornam a brigar?! Só hoje, essa já é a QUARTA briga!
- Não é culpa minha, Taka! Ele falou que eu não toco bem!
- Eu só disse que você precisa reforçar esse solo! Mas, de fato, você não toca bem...
- Maldito!! Vem aqui, que eu vou te quebrar!
- Pode vir! Pode vir, loira barulhenta!
- Calem a boca, porra! A gente precisa terminar de gravar essa música! Se continuarem com essa merda, teremos de adiar o lançamento do single!
Ruki estava realmente irritado.
Lógico, brigávamos todo santo dia.
Eu e o Uruha.
Loiro imbecil.
Odeio aquele cara.
Ele é muito folgado e arrogante.
Juro que ainda vou estourar aquele nariz empinado dele.
- É a vez do Kou.
- Aki, me empresta o seu fone? O meu tá querendo quebrar...
- Ok!
- Tô precisando comprar um novo.
- Tá precisando ser comido, isso sim...
- Por acaso o senhor Maomé está se insinuando?
- Maomé é o caralho! Eu não sou velho!
- Lógico que é! Olha só! Tá precisando de um babador!
- Puta barata!
- Velho cor-de-rosa!
- É culpa sua, seu imbecil!
- Quem mandou usar o xampu que eu te dei? Não se deve confiar nem nas próprias calças, sabia?
É, foi um erro usar aquele xampu.
Eu tinha acabado de descolorir o cabelo pro visual do novo pv, daí esse filho da puta me vem com um suposto xampu.*
Voilà! Depois do banho, meu cabelo estava rosa!
Não mudei de cor, porque a cabeleireira disse que o cabelo ia cair.
Maldita química.
- Velho! Velho!
- Eu sou DOIS anos mais velho que você!
- Já tem idade pra ser meu pai!
- Hã?
- Tá, esquece!
- Vai gravar, Uruha, que merda!
- Tô indo, tô indo, Kai!
Cinco minutos depois, ele voltou, com aquela arrogância característica.
- Ok. Agora só falta gravar a voz do Ruki.
- Certo!
Uruha sentou-se na poltrona à frente do sofá em que estávamos, enquanto que Ruki dirigia-se à cabine de gravação.
- Essa música vai ficar foda!
Não sei porque, mas estou me irritando só de ouvir a voz desse babaca.
- Sim, sim!
- Curti a parte da bateria, Kai!
- Hum, obrigado, Uru!
- Já em compensação, a outra guitarra... Tá uma porcaria.
- Como é que é?!
- É isso aí, você ouviu bem! Ou será que tá perdendo a audição, vovô?
- Uruha, essa foi a gota d’água. Eu vou acabar com você.
Ele levantou, assustado.
- Duvido.
- Ah, é?
- É!
O covarde saiu correndo pelo corredor.
- Vem cá, seu bostinha! Vou quebrar a sua cara! Vou estourar esse seu nariz empinado!!
- KYAAH! O VOVÔ TÁ ATRÁS DE MIM!!
- VEADINHO MALDITO!!
Alcancei-o, puxando-o pela gola da blusa.
Prensei-o contra a parede.
Um braço de cada lado do seu rosto.
- Ai, caralho!
Cheguei muito perto dele, as respirações se chocavam violentamente.
- Admita, Uruha! Admita que eu sou melhor que você!
Ele mostrou o dedo do meio, e a língua.
Não me segurei.
Meti-lhe um soco no nariz, pintando meus dedos com o seu sangue.
- AAI, FILHO DA PUTA!!
Ele socou o meu estômago.
Segurei suas mãos, antes que ele me atingisse no rosto.
- Separa aí, Aki!!
- Calma, Uke! Tô tentando! Puta merda, ajuda aqui, Taka!!
- Pronto, pronto!
Os três apartaram a briga, arfando mais que nós dois.
- Ah, porra! O nariz do Kou tá sangrando!!
- Não tá parando de sangrar! Alguém tem que levá-lo pro hospital!
- Eu levo, Aki! Vocês fiquem aí, pra acalmar o Yuu!
Ruki pegou as chaves de seu carro e levou o loiro até o pronto-socorro.
Só pude sorrir.
Meu troféu foi seu sangue em meus dedos.
E ver aquela bela face sangrar.
Ah, eu estava em êxtase.
.
- Felizmente, a radiografia não indicou nada. Está tudo bem com você, só mantenha a cabeça tombada por mais uns minutos, até parar de sangrar. Então, assino a alta.
- Ok, obrigado, doutor.
- Me avise quando o nariz dele parar de sangrar.
- Pode deixar.
A porta se fechou, e já veio o Taka no meu encalço.
- Porra, Kou! O que tá acontecendo com vocês?!
- ...
- Eu sei que vocês nunca foram chegados, mas não estão mais agüentando ficar nem na mesma sala! Vocês sabem que isso tá afetando na banda?!
- ...Desculpa, Taka...
- NÃO! Estou cansado de desculpas! Vocês estão fora de controle!
- Mas ele me provoca toda hora!
- Não quero saber quem começa! Estou falando que vocês dois precisam pelo menos se suportar! Não agüento mais ver os meus amigos brigando!
- Calma, Ruki!
Uma lágrima rolou pela sua face.
- Vocês... Vocês são como irmãos pra mim...
Ele começou a chorar.
Levantei o rosto, abraçando-o.
- Calma... Eu vou... Eu vou falar com o Aoi.
- Por favor...
- ... Ok.
- Como tá o nariz?
Dei uma fungada. Me arrependi no exato momento em que senti o gosto do sangue.
- Argh!
Apesar disso, logo parou de sangrar.
A maior dor de cabeça foi esperar o médico me liberar, e assim que apareceu, me receitou um anestésico, em caso de dor, e assinou a alta.
Demoramos a chegar à gravadora, por culpa do trânsito.
O caminho foi silenciosamente constrangedor.
Taka ainda estava bravo comigo.
Eu parecia até um garoto briguento.
E ele, a mãe que fica puta toda vez que o filho se machuca.
Enfim, mais 30 minutos, e chegamos.
Os três já haviam saído.
- Hey, Taka, essa jaqueta é sua?
Ri no mesmo instante em que lhe fiz a pergunta.
Acontece que a jaqueta era muito grande para ser dele.
- Não, não é, baka! Eu vi alguém usando hoje. Quem foi mesmo? Ah! É do Yuu! Kou, será que você
- AH, NÃO! De forma alguma!! Faço o que quiser, menos isso!
- Por favor! Você mora mais perto dele, do que eu!
- Não! Eu não vou até a casa daquele flamingo!
- Que tal isso: Você vai até a casa dele e ponto final.
- Porra, Taka!
- Tchau, tchau!
Ele foi-se num pulo, me deixando com aquela jaqueta.
Tinha o cheiro dele.
Do Aoi.
Velho imbecil. Só não esquece a cabeça porque tá grudada.
Apaguei as luzes, peguei o meu carro e saí da gravadora, deixando alguns pensamentos sem conclusão.
Puta que pariu.
Estou prestes a ir até o apartamento do meu inimigo mortal.
E sob a promessa de me comportar.
Ah, tá bom!
Soltei um suspiro irônico, imaginando à que horas a ambulância passará por aquele prédio.
Maldito Shiroyama. Acabou com o meu nariz.
Passados alguns minutos, minutos divagando, cheguei até os portões do inferno.
Estacionei a uma quadra.
Sem pensar muito, vesti a tal jaqueta, esperando pela sua reação.
Subi as escadas e toquei a campainha.
Não demorou muito, a porta se abriu.
Ele estava com o cabelo pra trás.
Regata branca, justa.
Jeans rasgada.
Admito que a melhor coisa que eu fiz na vida foi dar a ele aquele xampu.
O cabelo rosa caiu bem nele.
Até demais.
Hã?
- O que tá fazendo aqui, peste?
- Sério mesmo que você não reparou? Como é lento!
- O que? FILHO DA PUTA! O que tá fazendo com a minha jaqueta??
Desatei a rir. Sua reação foi mais divertida que imaginei.
- Haaiai, você esqueceu lá na gravadora, idiota!
- Por que diabos tá usando ela?! Larga!! Tá contaminando com o seu cheiro!
- Sabe de uma coisa? Ela é minha, agora.
Deus, como é divertido provocá-lo!
- Devolve, caralho!
- Não.
.
Se o ocorrido na gravadora foi a gota d’água, essa porra foi um jato que transbordou todo o copo.
Segurei Uruha pelos ombros e ergui-o contra a parede, me aproximando de seu corpo.
Ele soltou um grito alto, que ecoou pelo corredor do meu andar.
- Cale a boca, sua putinha!
- Me larga, imbecil!
- Devolve a minha jaqueta!
- Não!
- DEVOLVE!
- NÃO!
Aproximei-me mais de seu corpo, com a intenção de tirar a jaqueta à força.
Segurei um de seus braços e abri o zíper.
Ele tentava me afastar com o outro braço.
Prensei-o com meu corpo, tentando imobilizá-lo.
- Devolve, Kouyou!
- Quem mandou esquecer lá na gravadora?
- Devolve, putinha!
Nesse instante, ele acertou o punho no meu queixo.
Num reflexo, soquei sua boca.
Um filete de sangue escorreu pelo canto.
Segurei-o pela gola da jaqueta, erguendo-o até poucos milímetros do meu rosto.
Um silêncio absurdo prevaleceu.
Nem as respirações, descompassadas, eram ouvidas.
Nossos olhos se encontraram, trocando mensagens de puro ódio.
Puro ódio.
Cada célula do meu corpo tremia.
Maldito loiro.
Puxei-o para mais perto, de modo que podia sentir o calor de sua respiração contra o meu queixo.
Num impulso repentino, ataquei seus lábios, sentindo o sangue que escorrera há pouco.
Maldito loiro.
Ele correspondeu ao beijo, atacando na mesma intensidade.
Nossas línguas batalhavam de forma desesperada.
Seus cabelos enroscavam em meus dedos, e eu os puxava, fazendo-o gemer alto em minha boca.
Ele arranhava meus ombros, deixando vergões na minha pele.
Filho da puta.
Naquela hora, só pensava em fodê-lo.
Espancar aquele corpo.
Ele prendeu o meu lábio inferior entre os dentes e começou a morder.
- Aah, caralho!
Numa brecha, ele segurou a minha regata e me empurrou para dentro do meu apartamento, fechando a porta atrás de si.
Me empurrou mais uma vez, fazendo com que eu caísse.
Jogou-se sobre o meu corpo, me beijando loucamente.
A saliva, misturada, escorria pelo meu queixo.
As respirações ricocheteavam.
Suas pernas se enroscavam nas minhas, de modo que os movimentos que realizávamos, faziam nossos membros roçar.
Ele arranhava os meus braços.
Eu puxava mais o seu cabelo.
Aquilo tudo me deixava cada vez mais excitado.
Segurei seu rosto, enlaçando nossas línguas.
Intercalava com mordidas em seus lábios.
Ele começou a arranhar o meu peito e puxar minha regata.
Rasgou-a tão fácil, que parecia estar abrindo um colete.
Feito isso, ele logo avançou no meu tórax, dando fortes mordidas, distribuindo-as pelo tronco.
Aquilo era tão bom.
Machucava pra caralho.
Mas era bom.
Ele ateve-se no meu umbigo, por um momento.
Penetrando-o com a língua, lambendo a borda.
- Hn!
Uruha rapidamente desceu a minha calça, me deixando apenas de bóxer.
Ele ficou olhando praquela área, por um tempo.
Assistindo aos nossos pesados ofegos.
Retirou a última peça, lentamente.
Engoliu em seco quando viu meu falo.
- E então?
- Pede.
- Você tá me zoando?
- Hah, hah! Nem um pouco.
Sua respiração chocava contra a minha glande, me deixando louco.
Ignorando totalmente a sua exigência, forcei-o contra a minha ereção.
Ele começou a mordiscá-la, puxando parte da pele com os dentes.
Me encarava, enquanto que eu gemia de dor, esperando meu pedido.
- Ah, me chupa, porra!
- Hum, o que pensa que vai conseguir, sendo mal-educado desse jeito?
- Uruha, eu juro por Satanás que, se você demorar mais com isso, eu vou te foder tão fundo, que você nunca mais vai sentar!
- Talvez eu demore mais...
Dei um tapa em seu rosto, calando-o.
- Chupa, vadia.
Seus olhos ferviam em ódio, seus lábios formavam um largo sorriso malicioso.
- AAAH!
Engoliu toda a minha extensão, fazendo a glande chocar-se contra a sua garganta.
Lentamente, começou a mover a boca, me sugando aos poucos.
Meu baixo ventre formigava a cada atrito com aquela língua deliciosa.
Ele raspava os dentes a cada investida, me fazendo tremer.
Enquanto isso, ele começou a se tocar.
Movendo as mãos na mesma velocidade, já alta.
Puta que pariu, aquilo era bom demais.
A imagem do loiro se masturbando era alucinante.
Ele, de quatro, me lambendo.
Puxei o seu cabelo interrompendo-o.
Ele também parou de se tocar, indo até a minha boca, me beijando desesperadamente.
Odeio admitir, mas aqueles lábios são o sétimo céu.
Ele veio até o meu colo, colocando uma perna de cada lado.
Apertei seu quadril, nádegas, coxas...
Ah, as coxas!
Adentrei sua camiseta, beliscando seus mamilos.
- Kyah!
Ele abriu o zíper da calça, puxando-a rapidamente.
- Apressado, huh?
- Vá à merda.
- Relaxa, só tô te preparando...
- AAAH!
Com a calça jogada em algum canto do corredor, eu apalpei sua ereção, ainda com a bóxer.
Sem avisar, ergui-o e joguei-o sobre o sofá.
- Aai, filho da puta!
- Isso, geme mais...
Por cima dele, distribuí lambidas e mordidas no pescoço.
Ele tirou a jaqueta e a camiseta que tinha por baixo, expondo o peito nu.
- Espera...
- O quê?
- Fica com a jaqueta...
- Por quê?
- Só coloca, porra!
- Hum, você gosta de me ver usando, é? Te deixa mais excitado?
– Cala a boca, putinha!
- Putinha é o caralho! A-AH!!
Mordi um de seus mamilos e comecei a chupar.
- Hum, não é o que os seus gemidos dizem...
- Haaah, vá se foder!
- Eu vou te foder.
- Então me fode logo!
- Hahah! Eu digo que é apressado!
- AH!
Adentrei a sua bóxer, atritando o seu falo.
- Haaah!
Acariciei a região da sua entrada, levando-o a contraí-la.
Penetrei-o, três dedos.
- Ah, maldito!!
Esperei até que ele se acostumasse, aproveitando o tempo para masturbá-lo.
Assim que ele começou a se mover, retirei os dígitos, posicionando meu membro contra sua entrada.
Sorri, pensando na probabilidade de provocá-lo.
Oh, sim!
- Hum, estou com dificuldade para lembrar... O que é que você quer, mesmo?
- Você é velho mesmo, hein?
- Pede, Kouyou!
- Ai, filho da puta!
Ele praguejou quando, repentinamente, abri suas pernas, deixando seu baixo ventre e entrada expostos.
- A-AAH!
Belisquei um de seus mamilos e, fortemente, ele cerrou os olhos.
- Pede.
Assim que os abriu, seu olhar era diferente.
Transbordava luxúria.
- Mete em mim, gostoso!
- Já que insiste...
- O que-HYAAH!
Penetrei-o, de uma só vez.
- Ah, Kouyou!
- Calma, calma!
Parei.
Pequenas lágrimas escorreram.
Puxei-o pela jaqueta, lambendo seus lábios, mordiscando o inferior.
Pouco depois, ele começou a mover o quadril.
- Nossa, já acostumou?
- Não. Mas, digamos que assim é mais gostoso.
- Masoquista, huh?
- Surpreenda-me.
- Pode deixar...
- AAAH!!
Retirei-me de seu interior e penetrei-o novamente.
- Parece uma puta a gemer.
- Uma puta que você adora, por sinal.
- Uma puta gostosa.
Seus lábios estavam entreabertos.
Ele procurava puxar o ar.
Ofegava rapidamente.
A jaqueta, aberta, mostrava os seus mamilos, eretos.
Seu corpo estava repleto de chupões e arranhões.
Não tão diferente do meu.
- Ah, como você é apertado, Kouyou!
- HN!
.
A visão de Aoi me excitava, cada vez mais.
O fato de nos odiarmos era apenas um fator, que nos enlouquecia mais.
E mais.
E mais.
Aqueles olhos, negros e brilhantes, davam-lhe um tom ainda mais sexy.
Suas investidas me deixavam zonzo.
Seu volume me preenchia por completo.
Poderia gozar a qualquer hora.
Sentei-o e fui ao seu colo.
Cavalgando.
- Ah! Puta que pariu, Aoi, como você é grande!
Ele sorriu, de canto, atacando meus lábios.
Sua língua, habilidosa, batalhava contra a minha.
Movíamos os quadris, intensamente.
Cravava minhas unhas em seus ombros, arranhando-o cada vez que eu descia o corpo.
Ele resmungava.
Retirou-me de seu colo, me posicionando de quatro, sobre o sofá.
Me penetrou fundo.
- AAAH!!
Com as mãos apoiadas no estofado cor creme, Aoi e eu nos debatíamos e gritávamos, sem dar a menor importância aos vizinhos.
Seu peito subia e descia rapidamente, contra as minhas costas.
Arfávamos, como se estivéssemos perto de nos afogar.
- PUTA QUE PARIU! AH! AÍ, AÍ!
Ele acertou em cheio a minha próstata.
- Ah, AH!
Passei a contrair a entrada, a cada investida.
- AH, AOI! EU VOU GOZAR!
Filho da puta.
Filho da puta.
Filho da puta.
Mil vezes filho da puta!
No momento em que o avisei, ele segurou a base do meu membro, impedindo que eu me desfizesse.
Latejava pra caralho.
- Aoi, pelo amor de Deus, me deixa gozar!
Sem prever, ele tomou meus lábios, me beijando de uma maneira sensual.
- Cale a boca!
Mais duas estocadas, seu sêmen me preencheu.
Tão quente, invadindo o meu corpo.
Transbordando.
Sentia o meu interior se rasgar.
- AAAH, AOOOI!!!
Ele me liberou, me fazendo jorrar como uma fonte.
Com os olhos fortemente cerrados, minha mente trabalhava, me deixando imaginar vários fogos de artifício, explodindo sob as minhas pálpebras.
Puta que pariu.
Podia dizer facilmente que aquela era a melhor foda da minha vida.
Desabei sobre o sofá.
Ele veio por cima de mim, respirando pesadamente.
Parecíamos ter passado por um furacão.
Nossos corpos tinham algumas manchas de sangue, vergões, chupões e mordidas, além de marcas no meu, que garanto que depois ficarão roxas.
Além de, também estarmos suados e melados de sêmen.
Ambos.
Ele tirou meu cabelo do rosto e olhou em meus olhos.
Nossas respirações pesadas nos impossibilitavam de fazer quase que tudo.
Inclusive de lembrar que nos odiávamos.
Só nos lembrávamos de nos beijar.
Ele me abraçou, puxando uma colcha, que estava no braço do sofá, jogando sobre nós dois.
- E então?
- Sem... Sem palavras...
- De nada.
- Convencido.
- Convencido, não. Habilidoso.
- Habilidoso, experiente, velho...
- Cale a boca!
Sorri, fazendo-o me acompanhar.
- A propósito, Aoi, o que foi tudo isso?
- Meu ódio por você...
Seu sorriso tornou-se levemente sádico.
- Hah!
- E isso aqui?!
Apontou para seu peito, todo arranhado e avermelhado.
Acompanhei seu sorriso, lambendo aquela área machucada.
- É o meu ódio por você.
Beijei-o novamente, roubando o pouco ar de seus pulmões.
Ódio, paixão distorcida... Foda-se, dá no mesmo.
.
Dia seguinte, na gravadora.
- Então essa vai ser a capa da versão “optical”, e essa a da “auditory”?
- Isso.
- Gostei. “Vortex”.
- Com “V” de Aoi...
- Não, não! É “V” de Uruha!
- Pára de ma chamar de vadia, porra!
- Pára de me chamar de velho!
- Mas você é!
- Assim como você é uma vadia!
- Peste!
- Peste é a mãe!
O loiro veio até mim, e, surpreendendo aos três, que já se preparavam para apartar a briga que viria, me beijou, de forma obscena.
Me colei ao seu quadril, correspondendo ao beijo.
Kai, Reita, Ruki, os três ficaram boquiabertos, sem entender nada.
- Filho da puta!! Devolve a minha palheta!!
- Vem pegar, veadinho!
Saímos os dois, correndo pela gravadora.
- Vem aqui, seu velho!
- Cale a boca, vadia!
Ódio, paixão distorcida... Foda-se, dá no mesmo.
Notas finais
--
gostaram, povo?
revieeews? *fazcarafofasuprema*
eu sei que tô meio atrasada pra uma fic sobre esse single (?), mas a intenção conta, e
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