I Hate You Too!

33 XXXIII- Está em suas mãos


Notas iniciais
Mais um capítulo aqui, guys! — Eu tô me dedicando viu, já é a quarta atualização em um mês, reconheçam meu esforço!! CONSEGUIMOS CHEGAR AOS 500 REVIEWS! Pra alguns esse número pode ser bem básico, mas pra mim é um número especial. Fiquei bem feliz que essa fic com 30 e alguns capítulos tenha chegado num número que pra mim é alto de reviews! — Falando em Reviews, Obrigado aos lindões: Patty, Mione, Adam, October e Rike! Obrigadão mesmo, amores! — COMENTEM E RECOMENDEM.

(POV: Hassan)

A semana tinha sido tranquila e caótica ao mesmo tempo. Tranquila pela falta de Yuri na minha vida. Yuri não havia sequer me parado ou dito alguma coisa para mim, meus intervalos com Camila e Luck haviam sido abençoados com a falta daquela coisa loira importunando. O que era muito surpreendente. Até João tinha tomado um chá de sumiço naquela história.

O que deixava a semana caótica eram os frequentes estudos e o final da época de vestibulares. Eu já havia feito alguns vestibulares e a maioria ainda não havia dado nenhuma resposta definitiva. Aquele negócio assustava. Fazer uma prova que vai definir muitas coisas na sua vida e esperar o resultado deixava qualquer um nervoso.

Já estávamos na sexta. Eu, Luck e Camila assistíamos a última aula do dia, História. Eu gostava de História e nós três estávamos concentrados naquele final.

—Então galera! -Falou o professor concluindo. -A nossa aula termina agora, próxima aula vamos ter uma pequena avaliação nos moldes do vestibular, para que vocês possam se preparar melhor. Bom dia e até semana que vem!

Levantamos e nos encaminhamos para a saída da sala, lá fora Mid já esperava Luck e o casal caminhou junto, acompanhado de Camila e eu.

—Então, qual o plano do fim de semana? -Perguntou Camila para o casal.

—Acho que eu e o Mid vamos para alguma praia. Faz quase dois meses que todo fim de semana tem alguma prova de vestibular ou algum treino ou jogo de vôlei e nesse não tem nada disso, acho que vamos aproveitar juntos, né amor? -O namorado de Luck apenas confirmou com a cabeça.

—E você, Has?

—Talvez eu fique em casa para estudar, Camila… Eu não me senti bem em nenhuma das provas que fiz até agora e Medicina é muito concorrido em todo lugar.

—Entendo.

Camila e eu sentamos num dos bancos da entrada da escola, enquanto Luck e Midas ficaram na nossa frente.

O assunto havia mudado. Luck e Midas começaram a contar como estava o campeonato estadual de vôlei e como estavam felizes por estarem perto das finais. Apesar de jogar esportes parecem não ajudar no período de vestibular, Luck e Midas sabiam que algum olheiro de universidades privadas poderiam estar olhando e algumas universidades ofereciam bolsas de até cinquenta por cento para bons atletas. Camila também não se sentia bem com os vestibulares.

A ruiva havia parado de pintar o cabelo desde a ida de Jonathan e agora todo o seu cabelo estava pintado de castanho claro, que naturalmente era a cor original de seu cabelo. Luck e Midas acabaram decidindo ir embora, Me deixando a sós com Camila.

—Has… -Olhei para a garota. -O que você sabe sobre o Jonathan? Tem alguma ideia de quando ele vai voltar.

—Não, Cams… -Baixei o olhar e olhei para minhas pernas. A garota parecia bastante desolada desde a ida de Jonathan.

Camila poderia ser só mais uma patricinha que gostava do namorado com carro que tinha, porém ela realmente gostava de Jonathan, ele era especial para ela e Camila era a única amiga próxima que eu tinha, além de João. Luck e Midas andavam sempre juntos e isso dificultava qualquer amizade minha e de Luck, até pelo nosso rápido passado junto.

—A avó dele continua doente lá e ele está fazendo companhia ao avô dele no tratamento dela, mas eu não se tem nenhuma novidade na melhora ou na piora dela.

—Eu sinto falta do Jonathan, sabe?

Eu também.

Era o que eu poderia dizer, mas não era o momento e nem a pessoa certa, por mais que Camila fosse uma grande amiga, ela saber que eu também era apaixonado pelo cara que ela gostava e namorava e claro… Que nós tínhamos ficado juntos algumas vezes. Nem deveria ser sobre isso que deveríamos estar falando. Porém, antes que eu pudesse mudar de assunto, algo inusitado aconteceu.

Yuri estava saindo do prédio da escola. O loiro mexia num celular novo, recém-lançado e apenas caminhava pelos degraus e passou por nós, sem falar absolutamente nada. Nem um leve insulto ou indireta. Apenas caminhou na nossa frente e seguiu até o carro preto que esperava ali próximo.

—Você viu isso? -Camila perguntou colocando uma mecha do cabelo atrás da orelha.

—Sim… Parece que a gente nem estava aqui!

—Será que isso é sinal de que ele está aprontando?

Na verdade, era sinal de que eu estava aprontando. Será que Yuri havia descoberto algo? Era até provável. Seu telefone sumir é algo muito difícil e eu não conseguia pensar num motivo claro que o fizesse passar por nós sem dizer nada.

—Pode ser… -Respondi Camila tentando tirar o meu da reta e logo meu telefone tocou. -Espera…

Levantei-me e me afastei da garota. O número eu não conhecia, o que poderia significar ser João e logo atendi.

—Alô?

—Has?

—Quem é?

—Vinícius… Fiz o que você pediu.—Meu coração tremeu.

Vinícius havia feito a varredura no telefone de Yuri e deve ter descoberto algo. Será que seria o fim? Será que conseguiria agora desmascarar Yuri e fazer com que ele parasse de me importunar?

—O que você conseguiu?

—Vai estar em casa? Preciso te entregar isso e pegar minhas coisas…

—Ahh… Sim! -Lembrei que já havia dado o tempo… Três semanas, Vini agora levaria as drogas dele para um lugar que não me interessaria e eu iria me ver livre daquela droga, literalmente. -Eu vou para casa agora! Você pode ir daqui umas duas horas?

—Posso…

—Ok, valeu Vini. Segurei minha bolsa nas costas e me encaminhei até Camila, que permanecia sentada no mesmo banco. -Cams, eu tenho que ir!

—Mas já? Achei que iámos ficar por aqui, mas uns trinta minutos, como sempre ficamos.

—Minha mãe ligou, parece que vamos receber visitas dos meus avós e ela pediu pra que eu estivesse em casa para recebê-los.

—Entendo…

—Depois a gente conversa, ok? -Me abaixei e dei um abraço e um beijo na garota, que retribuiu sorrindo. -Até mais!

[...]

Já havia chegado em casa. Mamãe e Paulo estavam nos seus respectivos trabalhos, o que deixaria eu e Vini a sós e tranquilos. Eu havia pedido duas horas de tempo para que eu pudesse comer e tomar banho, sem me preocupar com a chegada dele naquele meio tempo.

Também ficava pensando em que tipo de informações Vinícius havia conseguido. Ele havia confirmado que tinha conseguido algo, mas será que era algo realmente útil ou revelador? Poderia nem ser e novamente voltaríamos à estaca zero.

As duas horas passaram até rápido. Estava na sala mexendo no celular deitado no sofá. Já havia tomado banho e comido, agora estava usando uma bermuda de tecido leve e uma camiseta branca. O dia nem estava tão quente quanto os anteriores.

A campainha foi tocada logo e eu levantei e abri para Vinícius. O moreno estava com o cabelo raspado, algo diferente do que ele costumava usar. Foi logo entrando e sentando no sofá.

—Oi, Hassanzito!

—Eai, Vini. -Perguntei já sentando ao lado dele. -Cadê o telefone?

—Eu destruí né garoto? -Assustei, como assim ele havia destruído o telefone do Yuri? -Como você é iniciante!

Vinícius basicamente me chutou do sofá e deitou-se nele. Colocando as duas mãos atrás da cabeça e suspirando.

—Rastrear um telefone como aquele é muito simples, Hassan! Bastava um pouco de esforço do Yuri para que ele desandasse com toda a sua história aí. -Vini tirou um pen-drive do bolso e segurou como ouro. -Aqui está tudo que precisa!

Caminhei até o moreno para pegar o pen-drive que logo escondeu na bermuda que usava novamente.

—Não é tão simples assim!

—Não inventa, Vinícius! -O moreno riu.

—Certo… Vai lá pegar minha mala!

Óbvio que ele ia me fazer de idiota antes de me entregar qualquer coisa, clássico Vinícius.

Subi as escadas e logo entrei naquele quarto. Sempre as mesmas lembranças…

Não quis me alongar ali, apenas me abaixei pegando a bolsa de Vinícius. O moreno vinha na minha casa com certa frequência, tanto que a bolsa havia ficado quase vazia. Desci com a bolsa de Vinícius e ele permanecia no sofá do mesmo jeito.

—Aqui! -Falei já próximo a ele, jogando a bolsa no chão. -Me entrega esse pen-drive.

—Cuidado com essa autoridade toda, garotinho! -Vinícius levantou-se e pegou a mochila. Deixando o pen-drive sobre o sofá. -Talvez com o que você tem aí, não precise mais de mim… Foi um prazer fazer negócio com você Hassanzito!

Fui até o sofá pegar o pen-drive e quando coloquei minha mão nele, senti meu outro braço ser puxado e meu corpo ser esbarrado na parede. Vinícius estava na minha frente com o corpo sobre o meu e meu coração estava quase voando do peito com a agitação.

—Você podia me ajudar aqui, não? -O moreno levou a minha mão até… Sim, até o pênis dele.

—Nem morto! -Tirei minha mão do lugar e empurrei o moreno que continuava rindo sarcástico.

—Tô indo!

Dessa vez Vinícius fez o caminho da saída. Me deixando finalmente sozinho, ainda na parede e respirando fundo. Como se eu fosse cair na lábia dele de receber boquetes quando precisa de um pouco de atenção. Vinícius talvez fosse o mais repugnante de todos, até mais do que Yuri.

Depois da ida do Vinícius, optei por ir até o computador no pequeno escritório ao lado do meu quarto. Era estranho ter que depender do computador de casa para ver aquilo, mas eu precisava tirar aquilo da minha cabeça, eu tinha que descobrir tudo. Abri o computador impaciente. Aquilo nunca demorou tanto.

Minha cabeça começou a devanear sobre a possibilidade de ali não ter nada demais. Vinícius era sacana o suficiente para alardear e não significar nada. E se isso fosse verdade? E se não tivesse nada demais naquele pen-drive. Meu corpo foi consumido por um medo e por, mais uma possível decepção. Tentei tirar o pensamento ruim da minha mente e coloquei o pen-drive logo que a tela inicial já havia aparecido.

O pequeno objeto carregou e uma pasta apareceu na tela do computador e logo que eu abri pude ver que meu dossiê estava feito. Várias fotos de Yuri com Bruno foram resgatadas por Vinícius. Algumas os dois estavam juntos em lugares públicos, mas a maioria era dentro de uma sala de estar de uma casa ou apartamento qualquer. Dentro da pasta, também tinha uma outra pasta com várias conversas de whatsapp com o tal Bruno, a maioria das recentes eram sobre o relacionamento decadente dos dois, porém não era difícil procurar pela palavra Jonathan e rapidamente o leitor de texto conseguia detectar toda a história da noite e o pós ato.

Aquilo era mais nojento do que eu havia pensando… Tudo havia sido arquitetado por Yuri no mais perfeito detalhe. Até a briga daqueles dois era forjada para que Yuri pudesse ter algo contra Jonathan. E agora eu sabia de tudo… Como havia sido arquitetado, como Yuri havia definido o que aconteceria depois, que ele havia tirado fotos do “cadáver” para intimidar Jonathan e como o loiro havia caído como um patinho em toda a história.

Eu havia descoberto a minha mina de ouro contra Yuri. Saquei o telefone do bolso e disquei o número pré-pago de João. Ele como principal envolvido naquilo, deveria ser o primeiro a saber que agora o plano mudaria de fase. Agora nós teríamos as cartas e iríamos intimidar.

—Alô?

—João? Está ocupado? -A ligação estava péssima, apenas conseguia se ouvir um barulho alto de trânsito. -Eu queria conversar com você…

—Fala… Eu estou dirigindo, mas já parei.

—Tá indo para algum lugar importante?

—Não, acabei de terminar de falar com meu agente.

—Sabe… Acabei a vistoria do celular do Yuri e já consegui descobrir tudo.

—Has…

—O nosso plano agora para ir para outro lugar e agora, a gente…

—Has…—O maior me interrompeu de novo, dessa vez mais alto. —Eu acho melhor abortarmos isso, já estamos ficando tão vilões nessa bagunça toda, quanto Yuri.

—O que você tá querendo dizer? Eu já descobri todas as provas e agora…

—EXATAMENTE. -O maior gritou, não sei se pelo trânsito ou por estar revoltado, mas eu me silenciei com aquela reação. —Você já descobriu tudo, não precisa continuar com isso. O Jonathan já está finalmente livre dessa merda toda e agora você pode dormir em paz em saber que o cara que não sai da sua cabeça, não vai ser preso por causa de algo que ele não fez…

É… Aquela não era a reação que eu estava esperando. João nunca era alguém explosivo. Será que eu havia exagerado?

—Porque você não falou tudo isso antes? Se era assim que se sentia, devia ter dito antes…

—Eu estava aguentando, mas agora acho que não dá mais certo… Vamos abortar isso!

—Olha, eu não tive todo esse trabalho para tomar decisões precipitadas, vem aqui em casa para conversarmos… Assim, definimos algo. Você pode?

—Agora?

—É…

—Mas… E se o Yuri descobrir?

—Você tá já querendo abortar o plano mesmo, de que adianta ele descobrir ou não?

—É…—Ele soou meio contrariado.—Você tem razão… Chego daqui uns dez minutos.

[...]

Eu estava comendo na sala vendo TV. Na verdade a TV estava ligada no Netflix e eu acompanhava uma das minhas séries favoritas. Embora, eu não quisesse seguir a carreira de advogado, aquele tipo de série me encantava muito, mas minha mãe já havia confirmado que a vida de advogada não era nada parecida com as séries norte-americanas.

E ao pensar em qualquer coisa norte-americana me vinha à mente Jonathan. Fazia tempos desde que havíamos contactado e eu conseguia sentir falta, embora não devesse. Imaginar que ele estava tendo uma vida ótima e que estava feliz não era difícil, não no lugar onde ele estava.

Meus pensamentos foram alterados pela chegada de João ao tocar a campainha. Não era a hora de pensar em Jonathan, era a hora de resolver todas as complicações atuais. Ao abrir, já dava para sentir que João estava diferente. Ele não parecia igual ao nosso último encontro. O moreno entrou e sentou-se no sofá. Tirando o óculos escuros que usava e me olhando.

—Eai? -Perguntei me aproximando e dando um abraço nele, embora ele nem estivesse de pé. Aquilo deveria ser no mínimo estranho. -Nem um abraço eu tô merecendo?

—Vamos resolver isso logo, eu tenho algumas coisas pra fazer… Tem ensaio hoje a tarde....

Aquilo soava como uma mentira e uma mentira bem mal pensada aliás. Franzi o cenho, mas João permaneceu com a mesma expressão impassível.

—O que temos que resolver? -Eu sabia, mas queria ver a forma com que ele iria tratar aquilo.

—Ué, você recebeu as coisas aí, você que tem que me dizer… O que você vai fazer?

—Eu queria entender... -Sentei-me e procurei ficar o mais próximo dele, para que nos olhássemos nos olhos. -O que houve? Porque você quer abortar o plano?

—Acho que eu já fui sincero o suficiente no telefone e não quero repetir isso…

—Na minha cara?

Se eu só achava que ele estava diferente, aquilo era uma certeza. João não era covarde, mas também não era um exemplo de coragem… E eu não estava querendo dizer coragem física, porque na verdade ele era bastante corajoso, mas ele não era um garoto de embates, nem eu era, antes, na verdade, mas acabei me tornando. Enquanto o moreno apenas continuava numa postura mais amigável.

João era amigável. Ele conseguia transitar sem se machucar por núcleos complicados. Talvez por isso ele tivesse conseguido arrumar um trabalho de lidar com público, por ser alguém sociável.

—Eu não queria dizer isso assim… -O moreno me olhou. -Mas eu e Yuri estamos namorando…

—O quê? -Aquilo… Era piada? -Você e o Yuri namorando? Como isso pode ter acontecido? Pela sua cara isso não faz parte do plano…

—Ele gosta de mim e pelo que eu me conheço, eu também gosto dele…

—É por isso que você não quer que eu divulgue tudo? Pra não estragar o seu romance…

—Você deve ter pensando que isso poderia acontecer!

—E a gente? Como fica? -Aquilo havia saído num lapso.

Não existia a gente, eu e João não tínhamos absolutamente nada, mas… Porque aquele namoro era algo que me afetava tanto? Por ser Yuri e ele ser o mais próximo do diabo? Talvez… Mas aquilo estava me afetando mais do que apenas por ser Yuri… Será que eu estava me apaixonando por João e aquilo era ciúmes?

—Eu preciso tomar uma água.

Saí daquela sala antes que as coisas piorassem. Optei por ir pra cozinha e tomar um copo com água, eu precisava respirar depois dessas novas notícias… Se Yuri e João começassem a namorar mesmo, o que aconteceria? Possivelmente nós dois não nos falaríamos mais e toda a nossa amizade findaria e minha única relação amigável de verdade não iria mais desistir, mas será que era só isso? Será que eu não sentia nada mais além disso em relação a João?

—Has… -O moreno veio até a cozinha e me olhou tomando o copo com água. -Pode parecer maluco, mas… O que você tá sentindo em relação a isso?

—Eu não sei, João… Mas isso não é certo?

—Eu acho que o seu plano daria margem para isso… Você queria que eu cantasse o garoto, fingisse me atrair, beijasse ele, mas… Isso daria margem para que nós dois sentissemos algo um pelo outro… Yuri gosta de mim, foi ele quem conseguiu o meu trampo como modelo… Ele assumiu isso!

—Ok… -Era melhor eu realmente não levar o plano a frente. -Vamos deixar o plano como está! Eu já sei a verdade, você sabe a verdade, Yuri não passou de um salafrário em ter armado tudo isso, mas nada de muito ruim aconteceu com isso…

—Olha… -O moreno se aproximou. E eu o olhei, João era mais alto que eu. -Se você quiser eu termino com ele, eu largo o Yuri, mas só se for pra ficar com você… Por ele pode ser só um sentimento bobo, de alguém que está me dando alguma atenção ultimamente, mas por você… Por você eu sei que é mais do que isso, eu gosto de você de verdade e se você quiser, eu fico contigo e nós podemos tentar ser felizes juntos, o que você pensa…

Susto… O que eu poderia dizer a João?

—O que você quer Has? Tudo está em suas mãos!

Notas finais
Obrigado a quem leu, espero que tenham gostado! — E então? Hassan tem a decisão do namoro do Yuri nas mãos, imagina se ele descobre isso hein? E aí, Yuri e João estão namorando... Imagina a treta que isso pode dar! PRÓXIMO CAPÍTULO TEM JONATHAN! — COMENTEM E RECOMENDEM!