I Hate You Too!
16 XVI- Cachorro-quente
Notas iniciais
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Agradecimentos? AGORA!
PezHummel, Konichiwaclara, Ana, Guilherme, Linkbill, YumeChaan, UchihaMarina, Midichan, Kira, Sakuchan, Giovana, Natan, Lika, Caio, Sheiko e Qzinha.
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Quer ser um lindo do Sketcher? É muito fácil, basta você
mandar um review depois de ler esse capítulo!
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4 recomendações? Porra muito feliz com isso! Como são muitas para um capítulo só... As duas primeiras serão as desse capítulo e as duas seguintes do próximo... Eu não vou dar um capítulo para 4 pessoas, vai ficar muito dividido!
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Então, esse capítulo vai especialmente para... Laélia Cardoso e Natan Cruz, que elogiaram bastante a fic e me deixaram muito feliz e muito bobo! Sakichan18 e Guilherme, o próximo é de vocês e claro, eu vou deixar uma homenagenzinha...
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Quer um capítulo? Manda uma recomendação aê! kkk
Aquela noite eu realmente nem dormi... No outro dia eu teria aulas e veria Luck e Camila. Yuri também guardava segredos dos dois, mas nem deveriam ser tão fortes quanto o de Jonathan. Esse nome que rondou minha mente por toda a noite. Minha mãe ainda veio no meu quarto ver se eu estava bem.
Se eu menti dizendo que estava com dor de estômago, o feitiço virou contra o feiticeiro, porque realmente eu fiquei com dor de estômago. Meu estômago estava revirado depois de tanta informação ruim.
Como que eu, um adolescente que morava longe desse mundo esquisito que era esse bairro, agora vivo essa confusão de mentiras e falsidades. Como eu realmente cresci nesses quase quatro meses que vivo aqui nesse bairro. Antes, eu era apenas um nerd qualquer de uma escola particular, que morava no apartamento com a mãe solteira. Tinha um quarto gigante e vivia no meu mundinho secreto. Agora, vivia num bairro maluco, numa escola onde cobras comiam cobras, conhecendo pessoas tão egocêntricas e cheias de si. Acabando até me apaixonando por um dos mais egocêntricos, daquele lugar.
A noite passou lenta e a única coisa que eu realmente consegui fazer foi olhar para o teto e pensar. O que realmente tinha de fazer agora? Afinal, eu estava me envolvendo com um assassino, Jonathan era um assassino, ele confessou isso para mim. Seria completamente lógico eu terminar com ele e viver sozinho sem ele, mas quem disse que eu sou uma pessoa lógica?
Namorar Jonathan agora seria algo que eu teria que fazer tentando esquecer esse problema, embora seja muito difícil viver com alguém que você tem plena certeza que matou uma pessoa.
Depois de horas pensando, eu reparei que o sol começava a levantar e assim como ele, eu teria de fazer o mesmo. Levantei mais cedo que o normal e fui logo para o banho. No banheiro social, claro. Tomei um banho rápido e logo comi algum resto de bolo que estava ali pela cozinha. Eu queria sair logo dali, ver Jonathan pela manhã poderia não ser positivo para mim, mesmo tendo certeza que eu e ele poderíamos continuar namorando, eu precisava de espaço e continuar um pouco sozinho. Caminhar pela manhã seria maravilhoso, talvez nem fosse seis de manhã ainda, as ruas estavam um pouco molhadas pela chuva que caiu na madrugada e vazias, afinal poucas pessoas saiam tão cedo na segunda-feira.
Caminhei devagar pelas ruas que eu conhecia, que eram poucas, naquele bairro. Era impossível não comparar com o meu antigo. Eu moro, atualmente, distante de onde eu morava com minha mãe. Meu bairro antigo era bastante cheio de prédios e tinham poucas casas. As áreas verdes eram escassas e davam até um ar de cidade sem diversões, mas era calmo e com pessoas íntegras. Já o meu bairro atual era cheio de casas residenciais, os prédios não ficavam muito longes, era verde e cheio de vida, mas as pessoas eram egoístas e sem integridade.
Depois de quase vinte minutos caminhando, meu telefone resolveu tocar e o nome da minha mãe quase gritava na tela. No mínimo eu iria levar uma bronca por ter saído sem dizer para onde.
–Alô mãe...
–Onde você está Hassan Mebarak? Você estava doente ontem. E choveu hoje à noite! Como você pode sair sem proteção para o frio? Tá pensando em se matar? Volte para casa agora mesmo!
–Mãe eu estou de agasalho e não vai chover... E eu estou...
–Para casa agora!
E ela desligou a ligação. Foi até melhor assim, eu iria conseguir alguma desculpa e ela só iria se irritar comigo. Voltei para casa rápido, finalmente por estar próximo a ela e logo que entrei, minha mãe me esperava com as mãos na cintura e uma expressão nada agradável.
–Aonde você foi?
–Dar umas voltas, não posso mais? –Posso ter parecido rude, mas na hora não notei.
–Sem avisar não pode não! Hassan, você nunca foi um garoto irresponsável.
–Mãe, a senhora nem me conhece direito... Quem me criou foi minha avó e meu avô a senhora só ligava para faculdade e trabalho. Aposto que não me conhece.
Pela forma como os olhos dela soltavam as lágrimas e suas mãos tremiam eu havia dito demais.
–Mãe... De-desculpa. –Antes de arquitetar um pedido sincero de desculpas ela subiu enraivecida e chorosa e logo o seu marido acabou por ir atrás. Jonathan descia as escadas assustado pela correria que ocorrerá ali.
–Qual é? Brigou com a mamãezinha?
–Me erra! –Entrei no quarto e vesti o uniforme. Já estava de calça jeans e de tênis, apenas vesti a camisa e um casaco, peguei minha mochila e saí do quarto.
Jonathan estava no sofá, me olhando com cara de paisagem e também já estava arrumado para ir à escola.
–Quer carona?
–Eu sei caminhar... E prefiro ir assim! –Reclamei e saí enraivecido. Podem achar que eu estava louco e que deveria ter sido menos grosso com ele, mas minha cabeça não estava nada boa. E quando esses dias acontecem, eu só penso em ser maluco e não respeitar as regras que eu mesmo me imponho.
–Anda aprendendo a ser grosso, não?
–Tenho o melhor professor para isso! –Comecei a caminhar pela calçada calmo e respirando fundo. Reparei que Jonathan tirava seu carro da garagem, mas eu não o vi passar por mim, olhei para trás e Jonathan dirigia devagar, como se seguisse meus passos com o carro.
Antes que eu resolvesse o xingar e mandar ele só Deus sabe onde, eu me rendi. Voltei até o carro e abri a porta. Ele me recebeu com um sorriso e eu simplesmente ignorei.
–Hoje, você acordou com a pá virada, né?
–Dirige logo.
–Sua mãe subiu chorando, nunca pensei que você fosse tão grosso assim... Até com ela.
–Não me enche Jonathan...
–Que sorte que você tem por ter ela, se ela tivesse morrido há anos. Você não iria ser grosso com ela, simplesmente por não ter mais chance de ser...
E aquilo foi o fim para eu olhar para ele, triste, cansado e arrependido. Seus dois olhos incrivelmente azuis estavam focados na pista, embora o carro ainda estivesse parado. Os dois brilhavam mais do que o comum, e isso era o sinal de que ele estava para chorar, mas não iria fazer isso. Não na minha frente... Mesmo ele já tendo feito isso antes, Jonathan não era do tipo fácil de entregar-se as lágrimas e isso era uma de suas grandes qualidades.
–Eu me arrependo e vou me desculpar com ela...
–Acho bom mesmo...
Como era de costume, o caminho foi silêncio e rápido. Era tão bom morar perto da escola, pelo simples fato de chegar rápido e evitar um período de tempo silencioso com o Jonathan. Mesmo eu sendo de falar bastante, eu não conseguia ter uma longa conversa com ele dentro daquele veículo.
Era como se dentro do carro, ele fosse o Deus que sempre desejou ser, era como se ele fosse soberano, poderoso e inquestionável. Ele sentava naquele acolchoado de couro e olhava para frente. Concentrado, atencioso, focado e completamente lindo. Sim, não tinha nenhuma forma mais perfeita e com momentos mais incríveis do que com Jonathan em silêncio sendo o todo poderoso em seu carro.
Mas, antes de chegar no destino, Jonathan dobrou uma esquina antes e começou a andar por um caminho que eu desconhecia. Fui guiado por ele até uma zona mais rica ainda daquele bairro. Fomos para um ambiente onde as casas tomavam todos os quarteirões e logo começamos a passar por casas dos mais poderosos senhores. O lugar era limpo, lindo, verde e cheio de vida.
–Essa é a casa da Eliza. –Disse ele, passando em frente a uma grande mansão. Era gigantes e cercada de um muro alto, mas que mesmo assim era possível ver a magnitude daquela casa. –E embaixo daquela árvore, eu e Yuri enterramos o garoto. –Complementou, passando pelo terreno baldio que era vizinho ao grane terreno da família de Eliza.
O terreno não era muito grande, tinha uma mansão ao lado e outra no outro lado e a única coisa possível de ser vista, era a grama verdinha e uma árvore antiga, embaixo da arvore e um pequeno pedaço de terra era possível ver que haviam falhas na grama, como se houvesse sido tirada dali e que agora estivesse nascendo novamente e esse devia ser o exato local onde enterram aquele jovem.
Jonathan voltou ao percurso normal e logo chegamos ao prédio, cheio de jovens ao redor que era a escola.
[...]
Um dia comum de aulas comuns. Jonathan e eu sempre nos separávamos quando chegávamos à escola. Ele ia de encontro aos jogadores de futebol e eu direto para minha sala de aula. Camila seguia correndo atrás do loiro. Sempre o perseguindo, parecia que ter um carro tão belo e voltar ao time de futebol chamou novamente a atenção das meninas para Jonathan.
Eu como um bom ser inseguro, era ciumento, mas me controlava ao máximo. Eu não poderia fazer brigas com as garotas, afinal arriscaria minha sexualidade e a de Jonathan também poderia ser posta a prova. Luck estava com Mid e aquilo era comum, se não fosse pela a expressão no olhar do loiro. Eu já havia visto aquele olhar antes, era o olhar de desejo e Luck não me enganava, eu sempre saberia quando ele estivesse apaixonado, pelo simples fato de seus olhos verdes denunciarem isso sempre.
Midas estava em pé, ao seu lado e Luck o olhava como já me olhou um dia. Isso não me causou inveja, e sim alívio, afinal Luck finalmente tinha saído da minha e poderia tentar ser feliz ao lado de Mid. O moreno de fios mais claros seria uma boa companhia para Luck, ambos jogavam e tinham afinidades em outros assuntos também.
As aulas passaram rápido, pelo fato de eu ter dormido durante elas. Isso não era algo muito comum, mas eu não havia dormido durante a noite e o cansaço de uma noite não dormida me apareceu justo no momento chato, em que a professora explicava a teoria da relatividade. A única coisa que eu soube era que Einstein foi o cara que falou disso.
Voltei pra casa sozinho, Jonathan teve uma típica reunião com os jogadores de futebol e logo depois iria trabalhar. Paulo continuava orgulhoso de o filho ter mantido o trabalho. Ao chegar em casa, comi o almoço que minha mãe sempre deixava feito e fui ler. Eu estava lendo, ainda, “A Menina que Roubava Livros”. O namoro com Luck, anteriormente e atualmente com Jonathan havia me deixado sem tempo para focar em literatura e acabei por deixar a leitura de lado. Depois de algumas páginas o sono novamente me apareceu e eu fui dormir.
[...]
Telefone tocando... Acordei atordoado com o barulho alto que o aparelho fazia. Era um número que eu não conhecia, e era algo incomum alguém me ligar durante as seis da tarde. Poderia ignorar a ligação, mas já havia acordado, porque não atender?
–Alô?
–Hassan?
–Quem fala?
–Sou eu... João... O bartender do clube. –Como eu havia acordado a pouco e minha cabeça estava cheia com as recentes informações demorei para reconhecer a voz grave do moreno, mas logo lembrei.
–Ahh... Olá João, como você está?
–Estou bem, pode sair de casa? Estava pensando se não quer dar uma volta, sabe... Pra gente conversar?
–Se eu posso sair? Você nem sabe onde eu moro?
–Resposta errada... –Brincou o moreno. –Saber endereço de gente rica é mole. Então vamos sair?
–Não é algum tipo de encontro, não?
–Teria algum problema se fosse?
–Teria... Eu namoro e não quero problemas com meu namorado. –Revelei. Eu não queria estragar as expectativas do garoto, mas era melhor estragar logo, antes que ele pudesse criar mais.
–Tudo bem... Podemos sair como amigos, que tal?
–Ok. Você está aqui na rua?
–Exatamente. Vai demorar?
–Não, já estou saindo...
Saí e encontrei o moreno sentado sobre uma moto olhando para a porta da minha casa, que agora estava aberta. Ele usava uma camisa de mangas longas e um jeans, também usava um coturno preto e tinha dois capacetes.
–Pronto para comer a melhor comida de pobre da cidade?
–Se você soubesse o quanto eu adoro comida de pobre. –Não havia ironia na minha fala, na verdade, eu realmente adorava comida de pobre. –Vamos? –Peguei um dos capacetes e coloquei. Ele sentou da maneira correta na moto e colocou o capacete. Subi atrás e logo saímos, pelo anoitecer.
Talvez, um pouco de divertimento seria bom para mim, andar de moto, conhecer um garoto legal. Jonathan deveria estar trabalho e minha mãe e Paulo ainda não haviam chegado. Talvez, eu voltasse cedo, aliás eu pretendia voltar cedo para evitar mais discussões, mas esse divertimento, eu não poderia negar.
João dirigia numa velocidade normal, nem tão rápido, nem tão lento. As ruas estavam pouco movimentadas, principalmente por ele estar evitando entrar em avenidas importantes, já que aquele horário, era de pico. Ele estava me levando para uma zona mais periférica da cidade, as casas perdiam o luxo a as ruas ficavam mais sujas e com aparências menos elaboradas, parecia que eu realmente estava mudando de cidade, mas era só de bairro.
Depois de alguns minutos ainda, chegamos em uma praça, estava um pouco vazia, tinha alguns garotos jogando futebol ao longe e umas mulheres caminhando com crianças. Ainda era cedo, talvez nem fosse tão perigoso. Paramos e descemos.
–Que praça interessante...
–O riquinho achando o mundo pobre interessante?
–Por favor, não me chama de riquinho.
–Ok... Desculpa. –Sentamos em um dos bancos dali, perto da moto e de um senhor que vendia cachorro-quente. –Que nós comermos o melhor cachorro-quente do lado leste da cidade?
Cachorro-quente? Que iguaria não? Resolvi aceitar.
–Claro, vamos lá! –João comprou os dois cachorros-quentes e duas latas de um refrigerante qualquer. –Hum... Que delícia... –Era bom de verdade. Tinha de tudo lá dentro.
–É, por isso que é o melhor do lado leste da cidade. Mas me diz, você é filho do senhor Maserati?
–Ele é meu padrasto. Minha mãe casou com ele.
–Legal, não sabia que o Jonathan tinha irmão...
–Conhece o Jonathan? –Surpresas...
–Sim, já o vi no clube, mas só conheço por nome. O senhor Maserati sempre vai ao clube, agora não tanto, mas ele ia com muita frequência. O clube é um lugar muito importante para quem quer se socializar bem nessa sociedade maluca...
–Pelo visto você é bem conhecedor do mundo dos ricos.
–Sete meses trabalhando naquele clube, me mostraram muitas coisas.
–Tipo?
–Nunca se interesse, amorosamente falando, por alguém rico, quando você é um zé ninguém.
–Desilusões amorosas?
–Acontece!
–Esse foi o melhor cachorro-quente que eu já comi.
–Quer dar mais umas voltas de moto?
–Claro, agente pode ir até um shopping? Quero comprar umas coisas e depois você me leva em casa?
–Legal, mas antes eu preciso passar em casa.
–Ok.
Subimos novamente na moto e novamente voltamos às ruas. Agora já era noite, embora ainda fosse cedo. A casa do moreno não era longe daquela praça. Tinha uma entrada singela. Era pequena, a sala não tinha nada além de um sofá velho. Depois dava para ver um corredor pequeno, com duas portas de um lado e a cozinha ao fundo. Com uma área de serviço ao fim. João entrou na primeira porta que eu julguei ser o seu quarto.
–E seus pais?
–Sou órfão. –Ele gritou de dentro do quarto. –Eles morreram quando eu tinha quinze anos e como adotar adolescente era raro, eu vivi num abrigo até ter dezoito.
–Que droga. E como conseguiu essa casa?
–Eram dos meus pais... Ficou fechada e um advogado amigo do pai guardou para que eu ficasse quando saísse do orfanato.
–Deve ter sido uma droga tudo isso.
–A vida é uma grande droga, principalmente quando você é pobre e favelado.
E como num estalo o garoto que Jonathan matou veio na minha mente. Imagina o futuro que ele poderia ter e que foi tirado dele do nada?
–João, você tem uma pá?
–Uma pá? –Perguntou já saindo do quarto, estava com uma camisa diferente. –Tem na área de serviço, porque?
–Vamos precisar dela!
–Para ir ao shopping?
–Não... Para eu tirar uma dúvida!
E iria ver o rosto desse pobre garoto!
Notas finais
Hassan e João, alguém curtiu? Eles vão ser só amigos viu pessoal!
Hassan vai no terreno baldio e nossa, ele vai desenterrar um corpo! Muita coragem né?
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Bem gente, como eu falei no capítulo Luck e Midas estão se envolvendo... Eu queria colocar eles nessa fic, mas o Sketcher só está conseguindo escrever como se fosse o Hassan, ninguém mais consegue escrever essa fic a não ser o Has, então eu vou fazer outra fic, talvez uma one-shot ou uma fic curtinha de no máximo 5 capítulos, para esses dois... Não será obrigado ninguém a ler, mas eu queria saber quem aqui leria e comentaria lá. Digam no review please, para eu ter uma ideia! A fic seria em 1° pessoa e seria escrita pelo Mid!
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Comentem e Recomendem e claro, digam se vocês leriam...
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