Notas iniciais
HEEEEEEEEY MUCHACHINHOOS CÁ ESTOU EU AQUI AGAIN. Bom, antes de tudo eu quero desejar a cada um de vcs um Feliz Natal bem atrasado e eu ótimo 2015, com muita saude, paz, amor, metas compridas e bla bla bla. Só quero q vcs sejam felizes. Booom, com a virada do ano eu decidi fazer um cap mais especial. Siiiim, leiam o titulo e tenham orgasmos pq sim, hj eu n vou trollar vcs. Então vcs já sabem doq se tratam. Sobre 2015 e minhas pequenas metas, quero acabar essa fic até maio estourando, WOTN pra qm acompanha tbm acabará esse ano, se tudo der certo. Saibam q eu n quero q essas fics acabem logo, mas é pq IHLY vai fazer um aninho no dia 31 IEEEEEEEEEEEE! E sim, terá cap e possivelmente uma maratona de 5 caps se eu estiver de bom humor e sem nada pra fazer. Então se vcs quiserem essa maratona ajudem a tia Juh a ficar happy. Vou contar pra vcs uma coisa: eu tenho mais de duas sinopses e planejamentos pra fics futuras e deixando minha modéstia de lado, é uma mais foda que a outra, tem duas q já tem caps prontos 😁 Bom eu vou parar de encher o saco de vcs, podem ler e espero que gostem.

"As estrelas que brilham mais forte, são as que queimas mais rápido."

Gossip Girl

Pov Percy

Fechei o último botão da camiseta social preta e dobrei as mangas na altura dos cotovelos.

Passei o perfume preferido da Annabeth, peguei meu celular e minha carteira, descendo as escadas mais rápido do que uma garota fugindo de um Serial Killer. Digamos que eu dormi uma cota a mais do que era pra mim dormir.

–Percy querido- a voz doce de minha mãe me atingiu antes de eu chegar a maldita porta- não vai sair sem desejar Feliz Natal, não é?!

Xinguei-me mentalmente e corri para abraçar a dona Sally. A ergui do chão e nos girei, ela bateu no meu ombro e eu ri, sussurrando um Feliz Natal e depositando um beijo em sua bochecha corada por conta da maquiagem.

Meu pai entrou em meu campo de visão com um sorriso largo no rosto. Minha mãe sentiu a presença dele e murmurou um 'licença', nos deixando a sós na sala.

–Percy, posso falar contigo um instante?- olhei pro relógio no meu pulso- serei breve, prometo.

Suspirei assentindo, eu já estava atrasado mesmo.

–Queria me desculpar- assenti- sei que te pressionei com essa história de faculdade.

–Pai sério, não precisa se desculpar. Eu sei que você só quer meu bem.

–Mesmo assim. Eu te amo, filho. E é por isso que eu tenho e vou te apoiar em qualquer decisão que tomar.

Sorri, o puxando para um abraço. Poseidon deu leves tapas em minhas costas e riu roucamente, como de costume. Empurrei-o para trás com um sorriso de rasgar bochechas.

–Chega, isso já tá virando viadagem.

Ele sorriu de lado e eu me virei para ir embora.

–Percy, só mais uma coisa- olhei-o arqueando ambas as sobrancelhas- eu sei que você não precisa, mas como seu pai eu tenho que fazer isso.

Poseidon tirou algo do bolso e me entregou. Era uma camisinha. Arregalei os olhos e um sentimento de preocupação me abateu.

–Não precisa ficar com vergonha filho. Eu sei que você e Annabeth já, você sabe- ele gesticulou com as mãos e eu teria rido se não fosse minha preocupação.

Sorri de lado e sai correndo ainda mais rápido de casa. Entrei em meu carro, nem me preocupando em colocar o cinto, e arranquei pelas ruas enfeitadas de Nova York.

Pela primeira vez desde que eu me lembre não nevava nessa época do ano, mas ainda fazia frio.

Cheguei na casa de Annabeth mais rápido do que pensei. Respirei fundo tentando me acalmar, eu não acredito que fomos tão irresponsáveis. Encontei a cabeça no volante e rezei pra que não fosse verdade.

Sai do carro e caminhei até a porta da casa de Annabeth com o coração na mão. Toquei a campainha, colocando minhas mãos no bolso da frente do meu jeans claro.

Annabeth atendeu a porta e minha preocupação pareceu sumir por um momento. Ela estava linda, deslumbrante. Seus cachos caiam em cascatas pelos seus ombros, usava um vestido um tanto quanto ousado da cor dourado, seus saltos a faziam ficar do meu tamanho e um sorriso brilhante brincava em seus lábios marcados por um batom vermelho sangue.

–Está atrasado- puxei-a pra mim pela cintura, beijando seus lábios desesperadamente.

Annabeth me empurrou pelo peito e fechou a porta atrás de si. Seu batom não tinha borrado nenhum pouco.

–Tá legal. O que você fez de errado?- ela me conhecia bem demais. A loira cruzou os braços sobre o peito e arqueou as sobrancelhas loiras, olhando através da minha alma.

–Não é o que eu fiz. Mas o que eu deixei de fazer- procurei o pacotinho dentro da minha calça e o apertei fechando os olhos. Tire-o do bolso e ergui-o onde Annabeth pudesse ver.

–Tá, uma camisinha. E dai?

–E dai que eu usei isso com todas as garotas que transei, menos com você- ela arqueou as sobrancelhas por um momento e desabou a rir. Repetindo, ela desabou a rir- do que você tá rindo? Isso é sério, eu não posso ser pai agora.

Ela riu mais ainda e teve que colocar a mão na boca para abafar o riso.

–Você acha mesmo que eu estou grávida?- ela respirou fundo me encarando.

–Claro.

–Ai cabeça de alga- Annabeth acariciou meu rosto- eu tomo anticoncepcional.

Encarei seus olhos e demorei um pouco pra digerir. Logo depois suspirei aliviado e abracei sua cintura. Annabeth apoiou seus braços nos meus ombros e me deu um selinho.

–Mas, se por um acaso, eu estivesse- ela suspirou- você ficaria triste?

–Se fosse com você- sorri- não. Sabe, Annie, acho que temos muito tempo pra pensar nisso. É claro que eu ia amar ter filhos com você, mas temos um futuro pela frente. E eu não quero passar a carroça na frente dos bois.

Minha namorada jogou a cabeça pra trás gargalhando e eu aproveite pra dar um beijo em seu pescoço. Ela voltou a cabeça pro lugar e tomei seus lábios em um beijo carinhoso.

–Vamos?- disse me separando dela e pegando sua pequena e delicada mão.

–Vamos.

***

Puxei a cadeira estofada vermelha para Annabeth sentar, logo em seguida sentando na minha.

Eu a tinha levado a um dos melhores restaurante em Manhattan. Onde custumava vir com meus pais antes de mudar para Nova York.

–O que vão querer?- um garçom que aparentava seus 40 anos se aproximou com um bloco na mão.

–Nos traga seu melhor vinho e eu vou querer um macarrão ao molho branco.

–E a senhorita?

–O mesmo.

O garçom recolheu nossos cardápios e saiu murmurrando um 'com licença'. Annabeth me olhou com um sorriso sacana nos lábios, arquei minha sobrancelha direita.

–Está querende me embebedar, senhor Jackson?- a loira se enclinou para frente e eu fiz o mesmo.

–Talvez.

Sorri e me ajeitei na minha cadeira ainda a encarando.

–Então, Percy. Me diga, mandou alguma carta para alguma faculdade?

–Sim- ela arqueou as sobrancelhas, pedindo silenciosamente para eu continuar- NYU, Princeton, Duke e Brown.

–Já teve resposta?

–Ainda não- sorri de canto- e Stanford, hã?!

Ela riu e olhou em meus olhos. Alcancei sua mão por cima da mesa e a acariciei.

–Estou orgulhoso de você Annie, você merce isso mais do que ninguém.

Ela sorriu e mudou de assunto. Conversamos até nossas bebidas chegarem, e tenho que admitir que era um dos melhores vinhos que já tomei.

Depois disso vieram nossos pratos e continuamos a conversar sobre tudo. Filmes, séries, professores, computadores, comida, faculdades, da nossa viagem daqui a 2 dias...

Eram 23:00 quando eu pedi a conta e nós saimos do restaurante e decidimos vagar sem rumo pelas ruas. Não havia muito perigo, a avenia estava movimentada por conta do Natal.

Annabeth logo tirou seus salto e me entregou para que eu os levasse pra ela. A loira estava um pouco alegre por conta do vinho, ao contrário de mim que não estava nenhum pouco alterado.

Acabamos por sair um pouco da avenida e parar em uma praça onde nos sentamos em um banco.

–Sabe, ainda não te desejei um Feliz Natal- disse pegando sua mão e entrelaçando nosso dedos.

–Então deseje, mas faça isso direito- sorri e a puxei para um beijo calmo. Nossas línguas se entrelaçavam de uma maneira tão sensual que eu me segurei para não gemer.

Annabeth acabou com o beijo cedo demais, ela se levantou e estendeu a mão pra mim.

–Dança comigo- sorri e peguei sua mão, me levantando.

Peguei sua cintura com uma mão, levantei Annabeth e coloquie-a sobre meus pés. Ela ficou cara a cara comigo, esfreguei nossos narizes arrancando um sorriso dela. O que me fez sorrir.

Comecei a me movimentar, tentando me equilibrar para não derrubar nós dois.

Devo dizer que não deu muito certo, já que quase caímos em determinado momento. Decidimos continuar perabulando sem rumo por ai, uma mão minha estava entrelaçada com a de Annabeth e a outra segurava seus sapatos.

Sorri abertamente quando algo me ocorreu, eu só fora muito idiota para não perceber antes.

–O que foi?- Annie disse, parando em minha frente.

–Nada- continuei sorrindo, ela arqueou as sobrancelhas e minha mão começou a soar, fazia muito tempo que eu não dizia isso para uma garota, a não ser minha mãe- é que, eu te amo Annie.

Vi os olhos de minha namorada ficarem marejados e um sorriso brincar em seu rosto.

–Eu também te amo, Percy. Você não sabe o quanto- sorri ainda mais e a puxei pra mais um beijo. Tendo a noção que tinha encontrado a mulher que eu queria passar o resto da minha vida.

Notas finais
AAAAI ESSE FINAAAAAL 😍😍😍😍 PERCY SENDO FOFO, AIN GENTE. ABANA. Espero que tenham gostado, eu amei escrever, sinceramente. E lembrem do q eu falei, deixem reviews e eu faço uma maratona de 5 caps comemorando o niver de um ano da fic. AMO VCS SEUS LINDOS. Beijoooos, até o próximo.