I Gotta Go My Own Way

16 Capítulo 16 Ações, minhas escolhas


Notas iniciais
Oieeee! Gente a fic tá acabando esse o penúltimo capitulo e quero agradecer a todos que acompanham, opinam, comentam, favoritam. Desejo boa leitura a todos e peço que me desculpem pelos possíveis erros (que eu sei que tem)

Ações, minhas escolhas!

– Que falatório é esse de manhã bem cedo? – indagou Kardia da varanda, havia acorda com o barulho de vozes se estranhando.

– Cedo? Já passa das onze, Tio! – retrucou Hyoga sem jeito.

– Isso tudo – assustou-se o escorpiano – mesmo assim, porque estão discutindo?

– Por que esse sujeitinho – Ikki apontava pra Hyoga – deflorou meu irmão.

Kardia ponderou um pouco e resolveu analisar a situação, aparentemente Ikki e Hyoga estavam discutindo e o pivô era o irmão menor que, nesse momento, encontrava-se entre o loiro e o moreno.

A palavra “deflorou” novamente se fez presente numa acusatória por parte de Ikki.

– Chega os dois – a sonora voz do escorpiano foi escutada de longe – parem com essa discursão sem sentido, entrem e esperem comportadamente na sala que vamos resolver já essa situação.

Os três prontamente obedeceram à ordem dada, não seriam loucos de discutirem.

– O que houve? – indagou Degel que vinha saindo do banheiro, os cabelos ainda pingavam devido ao banho.

– Sexo – respondeu e sorriu marotamente logo em seguida.

– Hein? – o ruivo tinha escutado os gritos, não presenciado a cena, por isso, sua confusão foi bem notória.

– Acho que Hyoga e Shun passaram dos limites das roupas intimas e Ikki descobriu – explicou o loiro.

– Isso vai ser um problema – Degel sentara na cama com uma escova em mão. Começaria a pentear os longos cabelos.

– Concordo com você – falou e foi em direção ao banheiro – estão esperando lá na sala.

Camus e Milo desceram juntamente com Kardia e Degel, encontrando sentados á sala os três encrenqueiros matutino.

– Pai... – Hyoga exclamou feliz.

– O que houve? – indagou Camus serio.

Kardia tinha ido ao seu quarto chamar-lhe, não o encontrando foi ao quarto de Milo para saber se ele sabia do seu paradeiro, claro que Milo não só sabia como também era o motivo dele ter mudado de endereço de quarto.

O que fez brotar dos lábios do irmão mais velho, não só o sorriso malicioso, como também piadinhas bastante maldosas.

– O que houve senhor Katelie, foi que seu filho acabou com a inocência do meu irmão – Camus notou que a qualquer momento Ikki sairia “no tapa” com Hyoga e, este o olhava com desdém.

– Ikki seja mais especifico sim – o ruivo tinha acordado as pressas e ainda não estava conseguindo assimilar nada.

– Camus meu irmão, olha só o que Milo fez com você! — Kardia detinha um sorriso sacana — o garoto tá querendo dizer que seu filho levou o irmão dele ao paraíso, literalmente falando.

– Kardia... – reprendeu Degel pela forma pejorativa como o escorpiano falara.

– Estou mentindo? – defendeu-se o loiro.

– Bem... não, mais também não precisa falar desse jeito.

– Mais isso é normal não? – indagou o ruivo fazendo os presentes olhar pra si — quer dizer, eles não são namorados? Uma hora iria ter que acontecer – falou o obvio, o que deixou Ikki ainda mais indignado.

– Como? – o olhar do moreno era amedrontador.

– Shun... – chamou Camus ao notar que o irmão mais velho não se convenceria fácil.

– Sim – respondeu o menor ao chamado um tanto quanto... inusitado.

– Hyoga o forçou de alguma... Maneira? – fez a pergunta meio sem jeito, nunca havia conversado com o filho sobre sexo.

– N-não — o rosto do virginiano adotou uma cor avermelhada – e ontem não foi à primeira vez.

– O que? – Ikki estava pásmico com a noticia, aquilo era demais pra si.

– Desculpe Ikki – pediu o garoto sem jeito, sabia como o irmão era protetor e ciumento, sabia que se descobrisse aconteceria o que estava acontecendo agora... Um alarde.

– Porque não me contou antes? – indagou o moreno aborrecido.

– Porque você não entenderia – defendeu-se o mais novo

– Pois continuo não entendendo – retrucou ainda raivoso

– Ikki, você não vê que com essa marra toda perde muita coisa em relação ao seu irmão? – falou pacificamente Degel — deixe-o viver – pediu.

– Senhor, com todo respeito, mais Shun ainda é uma criança – ditou entre os dentes.

– Não... – a voz doce de Shun ecoara com o um grito — Eu não sou... – ditou, a voz tremula — eu não sou uma criança Ikki – e finalmente o choro se fez presente.

– Shun – tanto Ikki quanto Hyoga correram em direção ao menor.

– Agora eu sei o porquê desse alarde todo – comentou Kardia e todos o olharam com duvida – eles – apontou para o loiro e o moreno — não aceitam dividi-lo, mesmo sendo entre si.

– Pois não deviam – comentou o menor limpando as lagrimas – amo os dois! – declarou – amores diferentes, mais ainda sim os dois.

– Desculpe-me – pediu Ikki beijando a bochecha do irmão – acho que eu só não queria acreditar que você cresceu Shun.

– Pois acredite meu irmão – Shun direcionara-se para Ikki e com ambas as mãos segurando firme seu rosto – e isso é bom! Você vai poder viver. Fazer algo por você.

– Não quero deixar de cuidar de você – declarou. Cuidou do irmão a vida toda, sabia que um dia iria ter que deixa-lo engrossa as próprias asas, mais estava sendo difícil tomar essa decisão.

– Não precisa deixar, só precisa se olhar um pouco – disse Shun, o irmão sempre cuidara dele e acabara por se esquecer de si — nesse processo Hyoga cuida de mim e vou poder ser dos dois – a serenidade das palavras a Ikki dava calmaria também a Hyoga.

– Shun, seu dilema é igualzinho ao de Perséfone – comentou Kardia vendo o menino se dividir entre o loiro e o moreno

– Quem é Perséfone? – indagaram os três menores

– Era a esposa de Hades. Ela dividia o ano entre a mãe protetora e o marido possessivo – respondeu – passava seis meses com um e seis meses com outro.

– Não quero passar seis meses longe do Ikki, nem tão pouco longe do Hyoga – desesperou-se com possibilidade.

– Ikki? – o semblante do loiro era de trégua, o moreno vendo a expectativa do menor deixou-se levar.

– Ok, loiro – disse em concordância — mais você já sabe, se fize-lo chorar acabo com você – foi bem taxativo na amaça.

– Quanto a isso não se preocupe, pois se Shun algum dia chorar ao meu lado será de felicidade – retrucou. Sabia que o moreno detestava quando não ficava com a ultima palavra.

– Tá vendo crianças, conversando todos se entende – falou Kardia feliz pelo fim das brigas – agora vamos comer que eu tô morrendo de fome.

– Vou preparar o café – comentou Degel.

– Vovó já fez! – informou o aquariano mais jovem.

– É verdade, já tinha me esquecido deles! – falou Camus — onde estão que não acordaram com essa gritaria toda?

Foram ate a cidade, disseram que iriam comprar algumas coisas – novamente Hyoga falara.

– Bom, então vamos comer – ditou Degel – já tomaram café? – indagou aos três

– Sim – responderam.

– Ok, comportem-se – falou indo em direção à cozinha e encontrando Kardia sentado já se servindo e Milo roubando um selinho de Camus.

– Ora, o que temos aqui? – indagou feliz — finalmente se entenderam? – o ruivo dera um selinho no marido e sentou-se ao lado mesmo.

– Acho que isso foi ontem, tendo em vista que estavam no mesmo quarto – reportou o loiro mais velho.

– Isso é bom – comentou – ao menos as brigas acabaram.

– Meu amor entenda, se não há tensão sexual, não há briga – o comentaria de Kardia arrancara sorriso de todos.

– Não seja bobo Kardia – falou Camus.

– Isso mesmo. O único depravado aqui é você! – volveu Milo — o ruivinho e eu conversamos sim e decidimos tentar – informou sorridente — vai que dar certo?!

– Não me lembro de ter concordado – alfinetou Camus.

– Nem precisou, seu corpo falou por você – retrucou Milo.

– Quem estava tremendo era você – novamente o ruivo cutucou.

Kardia e Degel olhavam a cena um tanto quanto... bestificados, não acreditavam no que ouviam, os dois mal se acertaram a já estava brigando novamente.

– Eu não me lembro mais... – começou Degel um pouco analítico – eles sempre foram assim?

– Não, ficaram assim após a adolescência – respondeu também analisando — mais o que você acha desse relacionamento? – indagou curioso por saber se o marido pensava o mesmo que ele.

– Sinceramente? – indagou e o outro acenou positivamente com a cabeça — Acho que não dura um mês – sentenciou Degel.

Dois pares de olhos arregalados voltaram-se para Degel.

Depois de algum tempo, Laurence e Annalice retornaram com algumas coisas e vendo seus filhos e netos felizes sentiram seus corações se aquecerem de felicidade.

=========

Meses depois.

Novamente a bela mansão estava cheia de gente, muitos desconhecidos e rosto familiares rondavam o ambiente.

Dessa vez amigos foram convidados, musicas e comida de acordo com a vontade do aniversariante.

Os presentes eram recebidos aos mil e depois de algum tempo a tão estimada hora de cantar os parabéns chegou, fazendo a velha cantiga tradicional ser cantada, felicitando o aniversariante.

Camus estava feliz com tudo, seu irmão finalmente estava bem, estava junto de quem amava e seus pais o apoiavam em suas escolhas.

Sua vida de doações estava valendo a pena, seus sacrifícios foram recompensados e toda aquela pompa em forma de festa (embora fosse dispensada) fazia-o ter certeza disso.

Depois de conseguir “se livrar” de seus convidados foi reunir-se com seu irmão, cunhado, namorado, genro, filho, o cunhado do seu filho e seus pais que estavam bem acomodados em uma mesa próxima aos jardins.

– Finalmente te soltaram – comentou Milo indo de encontro ao namorado e dando-lhe um caloroso beijo.

– É... – foi tudo o que conseguiu dizer.

– E então? Gostou de todos os presentes que recebeu? – indagou Laurence feliz pelo filho ser tão querido (mesmo sabendo que metade daquele povo viera por consideração a si)

– Não consegui abri nem a metade ainda – comentou sorridente.

– Creio eu que, antes de terminar a noite, você consiga – a voz plena e familiar ecoou nos ouvidos do aquariano.

– Shaka... – exclamou feliz, o amigo era o único que faltava a chega, na verdade nem sabia se vinha – que bom que veio mesmo atrasado.

– Não estou atrasado – defendeu-se o loiro – apenas não o encontrei antes.

– Fico feliz que tenha vindo – disse sorridente.

– Não perderia isso por nada – nunca vira o amigo tão feliz, na verdade não se lembrava de já tê-lo visto naquele estado.

– Venha junte-se a nos – pegou nas mãos do indiano e saiu arrastando ele para mesa em que se encontravam todos.

Milo não gostara daquilo. Conversaria com o namorado depois, mesmo por que Shaka não representava perigo, mais também não precisava Camus sair de mãos entrelaçadas com ele.

– Veja meu bem, esse é o nosso presente pra você, meu e de sua mãe – Laurence lhe entregara um caixa com um enorme laço azulado.

– O que é? – indagou Camus achando estranhos os furinhos que vinha na caixa.

– Ora, abra e veja – disse a mãe já prevendo a felicidade que seria.

Camus desfez o laço e escorregou a tampa da caixa para o lado, arregalou o olhar e abriu a boca pra dizer algo coerente, entretanto, nada saiu.

De dentro da caixa, os pequenos olhos fez o reconhecimento da fisionomia e a língua reconheceu o gosto da enorme mão que vinha de encontro a si, logo o latido fino se prontificou e ecoou.

– Um cachorro? – indagou Hyoga.

– Sim um cachorro – informou Laurence – seu pai sempre quis ter um quando pequeno – explicou o homem.

– E esse é o nosso – Kardia entregou uma caixa parecida ao ruivo – Degel e eu compramos o par desse ai – falou apontando para o filhote na caixa.

Camus refez o processo anterior e dentro da caixa encontrou outro cachorro.

– Papai comprou o macho, queria ter certeza que ele gostaria de pegar cachorras – o comentário arrancou risadas de todo – e a fêmea Degel e eu compramos

Camus sorriu, ganhara dois belos filhotes de husky siberianos, uma bela fêmea, seu pelo em uma tonalidade avermelhada, os finos caninos, o olhos azul e as dobrinhas a deixavam super fofa.

O outro, um belo macho da mesma raça, só que com o pelo acinzentado e olhos em uma espécie de azul cinza, Camus pegou os filhotes e os pôs no chão.

Os filhotes fizeram algo engraçado ao ver de todos, se reconheceram através dos focinhos e algum tempo depois já estavam brincando entre a multidão.

– Gostou dos presentes? – indagou o mais velho abraçando o filho desejando feliz aniversario.

– Muito – disse retribuindo o circulo feito em si – só não esperava ganhar dois.

– Feliz aniversario meu amor – desejou a mãe também abraçando o filho. Depois olhou para o marido, sorriu e disse – vamos querido, não podemos nos atrasar.

– Claro – Laurence pegou na mão da esposa – aproveitem o resto da noite crianças e comportem-se.

– Aonde vão? – indagou Camus.

– Fazer uma longa viagem – responde o pai em meio a sorrisos.

– Vem Shun, vamos dar uma volta pela mansão – Hyoga tratou de roubar o virginiano um pouco — feliz aniversario pai – Hyoga já tinha entregado ao pai seu presente, uma corrente com dois mini porta fotos.

– Obrigada querido – abraçou e beijou o filho – e juízo hein?

– Pode deixar eu coloco juízo nele – falou Shun – feliz aniversario senhor Katelie.

– Obrigada Shun! E o juízo não é só pra ele não viu – o rosto do virginiano se tornou escarlate.

– Cuidado com meu irmão loiro – falou Ikki antes que Shun e Hyoga sumissem de vista.

– Estou muito feliz com você Ikki – comentou Camus diante a atitude do moreno – obrigado por dar uma chance ao meu filho.

– E ainda temos outra ótima noticia, Ikki vai fazer faculdade de medicina – anunciou Kardia.

– Poxa Ikki isso é maravilhoso – vibrou Camus – eu nem sabia que você estudava.

– Só não conclui, mas, eu sou alfabetizado viu?! – retrucou Ikki à contra gosto.

– Matriculamos ele para que termine o ensino médio e depois é faculdade – informou Degel.

– Provavelmente será parceiro de Shaka – comentou Kardia.

– Isso é bom, muito bom – Camus sentia uma paz enorme.

– Camus que tal irmos ate a piscina? – chamou Milo querendo fica um pouco a sós com seu amado.

– Vamos – saiu segurando na mão do namorado.

– Degel que tal irmos ate os jardins? – indagou Kardia já puxando o marido.

– Não estão me dando chances de negar – comentou sorrindo e saindo com o marido.

– Ficara na mesa somente Shaka e Ikki que se olharam constrangidos.

– É... parece que ficamos só nós dois – o leonino foi o primeiro a quebrar o silencio.

– É, parece! – falou Shaka – então que dizer que você ira fazer faculdade de medicina?

– Sim, provavelmente serei seu subordinado quando começar a estagiar – comentou sem muito animo.

– Não se preocupe, se depender de mim farei de você um medico muito bom, pois não lhe darei mole – Shaka nem se dera conta do seu comentário, mais sim e um sorriso maroto se formou nos lábios do moreno.

– A proposito, você não veio acompanhado? – indagou o moreno.

– Não – respondeu – mais se você quiser pode se retirar, não quero atrapalhar seus compromissos.

– Não se preocupe loiro não tenho nenhum compromisso – falou o moreno – ainda...

Ambos sorriso e certas ideia aflorando, fizeram companhia um ao outro no restante da festa já terminada.

========

Dentro do bosque labirintoso do jardim da mansão dos Katelie, os gemidos era abafados e as mãos eram detidas.

– Kardia pare... – pedia Degel sôfrego pelas investida do marido em tirar-lhe a roupa – aqui não, alguém pode aparecer!

– Não se preocupe, Milo esta ocupado com Camus! – falou o loiro enfiando novamente a língua na boca do marido e as mãos por baixo da blusa.

– Não estava... falando só dele... – falava cortado, Kardia havia conseguido retirar sua blusa – os empregados podem escutar e virem averigua.

Kardia beijou novamente o marido e encostou-o ao muro do bosque e meteu a mão dentro da calça do mesmo.

– É só você não gemer – falou rente ao ouvido do ruivo.

– Humm... – um gemido escapou e Degel cobriu a boca com a mão – me diz... Kardia... – outro gemido mais forte escapou.

– Sim – Kardia parou o que fazia para olhar dentro dos olhos desejosos do marido, sabia que ele sempre era contra até certo ponto.

– Com posso não gemer com você fazendo esse tipo de coisa – referia-se a mão dele dentro de suas calças, apalpando, massageando.

– Tudo bem, se você não quer nós paramos – comentou Kardia devolvendo-lhe a camisa.

Degel olhou o pano que lhe era estendido, o fisgar em seu baixo ventre o fez perceber que não ficaria quieto ate se deixar se consumido.

Com um olhar travesso Degel puxou Kardia pra si e retomou o beijo urgente.

– Não precisa falar, simplesmente me tome – falou o aquariano.

Degel não viu o sorriso vitorioso dos lábios de Kardia, o escorpiano sabia que embora não admitisse o aquariano também gostava do perigo.

=====

Shun e Hyoga entraram na mansão e foram se aventurar nos quarto da mesma. Enquanto isso, Milo e Camus andavam pela borda da piscina relembrando muitas coisas.

– Lembra-se do tanto de coisa que vivemos aqui? – indagou o escorpião sorridente.

– Como poderia esquecer? – indagou igualmente feliz – foram os melhore momentos da minha vida.

– Bom saber que eu quase morrer afogado estar em um dos seus melhores momentos da sua vida – Camus rira da colocação do loiro.

– É claro que estar! Afinal fui eu quem lhe ensinou a nadar não foi? Como também que fui eu quem lhe salvou.

– Sendo que foi você quem me jogou dentro d’água para começo de conversa. Era o mínimo que poderia fazer – retrucou o loiro.

– Se levarmos em conta que eu não sabia que você não sabia nadar, foi uma coisa inocente – disse o ruivo divertido.

– Ora, então me deixe retribui o favor – Milo agarrara Camus pala cintura e se jogara com ele dentro da piscina.

– Milo seu maluco – falou assim que emergiu.

Nadaram ate a borda da piscina e quando Camus se preparara para sair Milo o puxou de volta pra dentro d’água e o beijou.

Todos estavam muito entretidos com a festa que acontecia dentro da mansão e tanto o bosque quanto a piscina estavam solitários, a não ser pelos amantes que neles residiam.

Milo apalpava o corpo de Camus com vontade, os beijos descendo molhado pelo pescoço e deixando marcas, Milo se livrara de quase toda roupas tanto sua como de Camus ficando somente de Cueca.

– Milo... e se alguém aparecer? – indagou o aquariano olhando para ambos os lados.

– Por isso estamos de cueca Camus pra disfarçar – falou e beijou o ruivo – fique de olho – pediu o loiro e mergulhou.

O ruivo não entendera de imediato o recado, mais logo seu corpo sentiu em que ele deveria ficar de olho.

Milo baixo um pouco a cueca do namorado e passou a trabalhar, em uma certa parte sensível que o ruivo tinha entre as pernas.

Camus arqueou a cabeça pra trás diante o prazer que Milo estava lhe proporcionando, naquela enorme banheira cheia de clorofila.

O ruivo passou a estoca a boca do loiro com vontade e pericia, afundando-se completamente na cavidade úmida.

Logo o liquido de seu corpo estava se misturando com a agua e Milo emergiu sorridente.

– Feliz aniversario ruivo – desejou beijando-o possessivamente.

– Quero que saibam que isso é uma piscina viu — falou Kardia sorrindo com as caras assustadas de ambos.

– Kardia, ah quanto tempo você esta ai? – indagou sentindo seu rosto queima, mais precisava saber se seu irmão tinha visto alguma coisa.

– Por quê? estavam fazendo algo que não deviam? – Kardia tinha um sorriso altamente malicioso nos lábio.

– Nada que vocês não tenham feito pior – rebateu Milo.

– Pior nada, bem melhor! – assentiu o escorpiano.

Melhor pra você, porque meu cabelo ainda esta cheio de folhas – falou Degel tentando retirar as verdinhas de seus cabelos.

– Não disse que eles iriam ao bosque – disse Milo e Camus o olhou, afinal como ele poderia saber que era pra lá que eles iriam?

– Que culpa temos se aquele bosque nos trás boas recordações – e novamente o sorriso malicioso retornou ao lábios de Kardia.

– Deixe de falar besteira e entre logo dentro d’água – falou Degel que já tinha retirado à roupa e ficado só de cueca.

– Degel meu amor, você esta sabendo que o sêmen do Camus esta reinando nessa agua né? – indagou o escorpiano sorridente.

– KARDIA!!! – gritaram os três ao mesmo tempo.

Camus sorriu ao ver seu irmão entrando dentro d’água também, pensando que esse era o melhor aniversario o que já tivera.

Continua...

Notas finais
Digam o que acharam e não percam ultimo capitulo ok! Bjssssssss a todos ate o próximo cap!