I Gotta Go My Own Way

12 Capítulo 12 interludio final


Notas iniciais
Oieeeeeeeeeeee Ai esta mais um capitulo e um calmante aos corações desesperado. Divirtam-se

Interlúdio final

Adele mirou Annalice por um bom tempo antes de tomar a palavra. A diretora do hospital tinha um porte fino e elegante, passada forte e emanava seriedade. Não tremeu na voz nenhuma vez e ainda demonstrava que iria longe para convencê-la.

– Deixe-me ver se eu entendi – falou a mulher sentando novamente na cadeira – está dizendo que paga pra eu deixar minha filhar ir pra Grécia e ser operada lá junto com seu filho?

– Correto – Annalice sempre teve um tom altivo e não era agora que iria deixar de tê-lo.

Ousada e determinada eram coisas que saia da postura rígida e firme, Adele analisou Annalice.

– A senhora já se ouviu? – perguntou a mulher incrédula.

– Sim, claro – respondeu sem deixar margem de duvidas.

– E não acha um absurdo o que está falando? – a diretora aproximou-se da mulher.

– Responda-me... – chegou bem próximo a Adele e indagou — onde esta o absurdo em uma mãe querer salvar seu filho?

Adele ficou muda. Não sabia o que dizer, pois ela também estava lutando para mante sua filha viva e continuaria, ate que não existe mais jeito.

– Não vejo loucura nenhuma – respondeu a mulher – assim como também não quero seu dinheiro.

– Então como mãe eu lhe peço, deixe sua filha ajudar meu filho.

Adele mirou os belos olhos da diretora. Pensou em como deveria ser difícil pra ela estar fazendo aquilo. Praticamente se humilhando.

– Vamos supor que eu deixe, quem vai me garantir que minha filha vai sair viva

– A senhora vai ter a mesma garantia que tem agora, só que lá nós duas vamos esta no mesmo barco – disse a diretora.

– Na esperança por uma resposta positiva? – indagou a outra com incredulidade.

– Sim! Na esperança de uma resposta positiva – concluiu a diretora, Adele andava de um lado para o outro sem saber o que fazer, por fim parou em frente da diretora, suspirou.

– Senhora Katelie.... – Adele continua a se negar, todavia, não teve tempo de processar as informações, pois logo viu irromper pela porta do escritório da diretora, o homem que outrora estava frio e impassível, dando-lhe a noticia que iria operar sua filha, chegar totalmente desesperado e aflito.

Os olhos que ate pouco tempo atrás mostrava firmeza no que era dito agora estava opacos e sem vida. Parecia que a alma estava sendo rasgada, ou melhor, dilacerada, e ela sabia que dor era aquela, pois já tinha sentido também.

– Camus o que houve? – indagou Annalice vendo o desespero nos olhos do filho.

– Kardia – sussurrou. A ruiva, se não tivesse escorada na mesa, teria caído – mamãe eu preciso ir pra Grécia, Kardia precisa de mim – lagrimas passaram a cair.

– Camus se acalme e me diga o que houve com Kardia

– Não sei mamãe, Hyoga não soube explicar! Só me disse que Kardia passou mal e que esta internado e... e... – não soube mais o que dizer. O filho não havia dito coisa com coisa, mais sabia, sabia que seu irmão precisava dele.

– Se você for a Grécia agora, quem vai fazer a cirurgia da minha filha? – indagou Adele e Camus e Annalice olharam pra mulher e diferente do ela pensou ambos não trataram como ela pensou que seria tratada.

– Terá outro medico! não se preocupe! – a mulher viu toda a tristeza e cansaço que o ruivo deixava transparecer pelo rio de lagrimas que passeava pelo rosto alvo – tudo já está preparado – disse e virou-se para mãe – vou indo. Preciso salvar meu irmão mais uma vez – beijou a face da mãe e dirigiu-se a porta.

– Espere – pediu a senhora Suann – você promete? Promete salvar minha filha se...se... – estava se sentindo estranha com o olhar que o ruivo lhe lançava, era um olhar diferente do medico que ela conhecera algumas horas atrás, dor era tudo o que conseguia processar no olhar do ruivo – se eu deixar você promete, promete salvar minha filha?

– Não! – foi direto

– Como? – a mulher se espantou com intensidade da resposta.

– Eu sou um medico, um ser humano, sujeito a falhas! — respondeu — mais prometo fazer o que tiver ao meu alcance.

– Esse tipo de promessa não salva vida – feriu a mulher.

– Egoísmo também não – volveu olhando a mulher, sabia que estava sendo avaliado – se não se importa agora eu preciso ir.

– Se... se minha filha ainda estiver disposta, tire o que tem de tirar dela e tire o que seu irmão precisa – a mulher estava receosa, mais não queria ver ninguém passa por aquilo de novo.

– Por que a súbita mudança? – o ruivo estranhou. Será que mais uma vez sua mãe teria feito a magica de convencer? Isso não importava, importava?

– Já estive no seu lugar – Adele falou e baixou os olhos — sei como é ruim a sensação de impotência – Adele deu as costas aos presentes — e sei como é desesperador perder alguém que se ama, além do mais, você prometeu tentar não foi? – Camus a viu limpar uma lagrima.

– Obrigado – agradeceu e saiu, precisava resolver todos os por menores. Iria ate a Grécia no helicóptero do hospital e levaria à pequena Gabrielle consigo. Foi ate a sala onde a menina estava.

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Annalice havia ficado na diretoria do hospital com a senhora Suann e a mesma contou-lhe o porquê da rejeita logo de inicio.

– Desculpe-me – pediu a diretora – eu não sabia.

– Não precisa se desculpar – Adele sorriu com melancolia — quase ninguém sabia que o irmão gêmeo de Gabrielle morreu da mesma doença dois meses depois de nascer. Também não sei por que Gabrielle só veio desenvolver essa doença agora, depois de adolescente, o importante é que tenho medo de perdê-la também – suspirou a mulher.

– Eu entendo! Também sou mãe e tenho medo de perde meu filho – compartilhou Annalice

– Não quero que sinta a mesma dor que eu – disse a mulher.

– Obrigada... – Annalice estava muito feliz – agora se me der licença, preciso ligar para meu marido e informa que o primogênito dele esta no hospital.

– Sabe isso muito me intriga – Adele cruzou os braços

– O que? – indagou a ruiva discando o numero do marido.

– Como pode esta tão calma com seu filho a beira da morte? – Adele estava admirada com a calma da diretora.

– Não estou calma! – informou-a. o fato de ela estar quase se descabelando não era motivo pra sair demonstrando por ai — Camus já esta a caminho e a vida de Kardia sempre esteve nas mãos do meu casula – declarou a mulher.

Adele ficou emocionada com aquilo... com aquelas palavras.

– E se algum dia ele falhar? – indagou e Annalice pensou por alguns minutos e depois tornou a olhar pra mulher a sua frente.

– Não vou culpa-lo – declarou — pois tenho certeza que ele nunca desistiu – Adele abriu a boca mais nada saiu e mesmo que conseguisse formular uma pergunta não poderia fazê-la, pois um eufórico Milo entrou na sala da diretora sem bater.

– Diretora – chamou Milo – a senhorita Suann sumiu

– Como assim sumiu? – indagou ambas as mães

– Fui tirar a temperatura dela agora e não estava no quarto – informou o loiro desesperado.

Annalice pôs todos os plantonistas e estagiários a procura da menina, procuraram por tudo que foi quarto do enorme hospital e nada.

– Onde será que ela se meteu? – Adele estava preocupada.

Quase uma hora depois de procura, Camus chega segurando uma encabulada Gabrielle pelas mãos.

– Camus por que não avisou que estava com ela? – indagou Annalice preocupada. Adele abraçou forte a filha

– Eu não estava – informou o ruivo — achei-a escondida dentro do meu carro – Camus olhou para a menina com um olhar de repreensão que não foi levado em consideração pela garota

– Querida por que fez isso? – indagou Adele

– Por que queria ajudar o doutor – respondeu a menina.

– Você pondera ajuda-lo querida – disse a mãe e um lindo sorriso abriu-se no rosto da filha.

– Posso mesmo mamãe?

– Claro meu bem

– Ajuda em que? Posso saber? – indagou Milo que passou a dar chiliques quando ficou sabendo que Kardia estava hospitalizado e o corre, corre começou.

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Dois dias depois, O helicóptero que trazia mãe, filha, Camus e Milo pousou no heliporto do hospital onde Kardia estava internado. Foi o maior alvoroço... Shaka já tinha preparado tudo o que ele e Camus precisariam.

Kardia tinha sido transferido para sala de cirurgia. Milo foi informado que o irmão dele também havia sido hospitalizado por tomar calmante demais, e o loiro foi ver o estado do irmão. Hyoga quando viu o pai o abraçou forte, e só então deixou-se chorar, estava sendo forte por conta dos tios, mas, ao ver o pai não aguentou, deixou sair tudo o que o afligia.

– Calma Hyoga eu já estou aqui – o ruivo tentava acalmar o filho.

– Que bom que chegou pai – a fala de Hyoga estava entrecortada e embargada pelo choro compulsivo.

– Vai ficar tudo bem – Camus passava as mãos pelos cabelos revoltos de Hyoga.

– Camus vamos rápido – chamou o loiro indiano — eu consegui estabiliza-lo mais se ele não receber pelo menos a transfusão de sangue agora, não posso garantir muita coisa – declarou Shaka.

– Shaka que bom te ver – disse e pegou na mão da menina – esta é Gabrielle e ela vai nos ajudar no procedimento de hoje – Shaka olhou a menina que aparentava ter uns treze a quatorze anos como Camus já tinha explicado tudo por telefone Shaka já sabia exatamente em qual procedimento ela iria ajudar.

– Olá linda – cumprimentou o virginiano sorrindo – meu nome é Shaka.

– É, eu ouvi – Gabrielle retribuiu sorrindo marotamente.

– Vamos, eu preciso preparar você – Shaka a pegou pela mão.

– Ok! Tchau mamãe ate daqui a pouco – disse a garota acenando.

– Tchau querida – Adele retribuiu o aceno. Olhou para Camus e pediu — por favor –recebeu um aceno positivo.

Depois que Gabrielle se despediu da mãe, foi conduzida para a sala de cirurgia e preparada para a mesma, enquanto Camus e Shaka se preparavam para darem inicio ao ato.

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No corredor de espera estavam Milo encostado em umas das paredes, Shun e Hyoga na outra. A mãe de Gabrielle estava sentada nervosamente e Ikki ficara incumbido de ficar de olho em Degel, caso ele acordasse. Quase três horas depois do inicio da cirurgia, chegaram Annalice e Laurence, e já foram perguntando como tudo estava e tendo como resposta que ainda estavam todos esperando.

Passado mais uma hora, Shaka saíra da sala avisando que Gabrielle seria levada para sala de recuperação e poderia receber visitas assim que acordasse e retornou pra dentro da sala, alguns minutos depois, retorna trazendo Camus que, de longe, podiam se ver as lagrimas cair e molhar o rosto alvo.

Milo logo se prontificou a ficar perto do ruivo. O mesmo o abraçou e começou a chorar compulsivamente sem dizer o que realmente aconteceu para o desespero dos presentes.

Logo após se irradia pelo corredor um Degel quase sem folego com Ikki logo atrás de si. Olha para todos os presentes reconhecendo a maioria, logo detêm seu olhar no casal à frente, Milo abraçado a Camus consolando-o, o mesmo encontrasse com roupas cirúrgicas toda suja, o que indica que o terminio da cirurgia não foi a muito tempo.

– Kar...dia – foi tudo o que conseguiu dizer antes de cair de joelhos no frio chão do hospital sem forças.

“Pra Camus estar chorando daquele jeito, só o pior poderia ter acontecido” – pensou o ruivo mais velho.

O ruivo mais novo quando viu o cunhado cair de joelhos no chão, pensou que ele estivesse passando mal novamente, por isso, soltou-se de Milo e correu para ajuda-lo. abaixou-se pra ficar de altura igual ao cunhado.

– Degel você esta bem? – indagou com a voz embargada e dificultosa.

– Camus me diz... – não conseguiu formular logo. O aquariano mais novo entendeu e abraçando-o murmurou algo em seu ouvido, Degel arregalou os olhos e logo abraçou Camus com mais força deixando-o temporariamente sem ar.

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Ao acorda sentiu um gosto estranho na boca, um gosto de ferro velho. Também sentiu a garganta ressequida como se há muito tempo não bebesse agua. Seus pesados olhos, com muito esforço, conseguiram abri-los. Sua visão estava embaçada por um clarão sem fim... tudo branco e pastoso!

O corpo dolorido e a cabeça pesada, assim que conseguiu focalizar a visão notou que o ambiente era todo branco o que dificultou sua visão a fixar-se. Tentou se levantar mais seu peito doeu consideravelmente e, por isso, desistiu da ideia.

Virou o rosto para os lados, na angustiante tentativa de identificação do ambiente. Não demorou para que seu cérebro reagisse de acordo com as informações recebias. Paredes e teto branco, janelas uniformizadas e cortinas em tom acetinado de branco gelo, uma cama nada confortável mais já sentida anteriormente.

“O que foi que aconteceu pra eu vir parar aqui de novo” – pensou.

Por sua garganta esta ressequida não tinha como falar. Puxou a mão na tentativa de passa-las na extensão de seus longos cabelos e, sentiu-a presa, olhou na direção da mesma e qual não foi sua surpresa ao ver a dita mão segurada pela sua mãe que dormia sentada, desconfortavelmente, em uma cadeira com a cabeça por cima dos braços, fazendo uma espécie de corrente.

Annalice, a ruiva apesar de ter meia idade, era uma mulher muito bonita. Tanto que nem aparentava ter a idade que tinha. Dona de longos fios ruivos, pele morena e aparência frágil, quando na verdade ninguém conseguia segurar a mãe protetora que ela era se alguém mexesse com os seus.

Teve que se segurar pra não chora. Fazia algum tempo que não via aquela mulher e seu coração pulava descompassadamente dentro do peito aponto de doer realmente!

Olhou para o outro lado e viu seu amado dormindo na mesma posição que sua mãe. Sorriu baixinho pra não acorda-lo, ambos os segurava como se ele fosse fugir a qualquer momento.

Olhou um pouco mais ao longe e pode ver em um sofá Camus deitando no ombro de Milo e o mesmo o abraçando. Hyoga deitado no colo de Shun que estava sentado em outro dos sofás. Ikki em uma espreguiçadeira e logo ao lado dele uma pessoa que ele nunca imaginou ver novamente.

O homem, também de meia idade, alto, dono de belos cabelos loiros repicados. uma pele branca como a neve, aparência essa mais parecida, de um nova yorkino do que do legitimo Frances que era, deitado em uma espreguiçadeira dormindo como um anjo, as lagrima que tinha contido por ver a doce mulher que lhe trouxe ao mundo inundaram sua face como dois rio e mesmo com a garganta ressequida como estava, ainda assim conseguiu formular a palavra que saiu grossa e pesada.

– Pai...

Assim que todos escutaram a voz rouca e dolorida ecoa pelo ambiente, acordaram de sobressalto e aproximaram-se da cama, e mesmo com toda aquela multidão querendo saber como estava e se estava sentindo algo, Kardia manteve o olhar preso ao do homem loiro que ainda se mantia longe. Logo que perceberam o olhar, imparcial, entre pai e filho, Degel, Camus, Milo, Annalice, Hyoga, Shun e Ikki ficaram tensos, esperando uma reação de ambas as partes, porém essa não veio em momento algum e ao contrario do esperado Laurence abaixou a cabeça e saiu da sala.

Kardia abaixou a cabeça e deu um meio sorriso desgostoso, deixando-se chorar magoada mente assim que sentiu os braços femininos abraçar-lhe. Pôs a cabeça colo da mãe que o acalantou como se fosse uma criança pequena.

– Por que.... – um soluço se foi ouvido — mamãe... por que ele não me aceita?

– Calma meu bem – Annalice afastou alguns fios que cobria o rosto bonito do filho – ele vai aceita-lo – colocou o rosto da cria entre as mãos e beijou tudo o que lhe era permitido, bochecha, testa e por fim os longos fios loiros.

Despois de Kardia se acalmar a mulher saiu do quarto deixando-o aos cuidados do genro, filho e Milo que ela ainda não sabia identificar o que ele era na família, Shun, Hyoga e Ikki voltaram para a fazenda. Precisavam comerem algo e trocarem de roupa.

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– O que pensa que esta fazendo? – indagou a mulher ao encontrar o marido no térreo do hospital, em uma ala reservada para fumantes, fazendo exatamente o que era destinada.

– Fumando – respondeu o obvio.

– Não estou falando do agora mais sim do anteriormente – falou ríspida tomando o cigarro da mão do marido e o jogando fora – e eu achei que você tinha parado de fuma.

– Eu tinha, não, eu parei ...quer dizer... eu nem sei mais – o homem bagunçava descontroladamente o cabelo com as mãos numa clara demonstração de nervosismo.

– Meu bem – Annalice aproximou-se do marido segurou-lhe o rosto entre as mãos pálidas e falou – eu sei é duro pra você revê-lo novamente e lembrar de todas as barbaridade que disse a ele – o homem tentou virar o rosto mais Annalice não deixou — mais não acha que esta na hora disso acabar?

– Tenho medo – confessou.

– Seu sei – disse dando um leve beijo nos lábios do esposo – mais cedo ou tarde terá que enfrenta-lo, então que tal agora você dar a você e ao seu filho uma nova chance? Ele vai precisar muito do seu apoio.

– Você acha... acha que...

– Vai – confirmou a mulher soltando o marido — se você pedir ele vai corre pra você igual quando era criança – disse a mulher com o pensamento longe – lembra quando ele se machucava? Queria que só você passasse remédio no machucado, pois segundo ele, só você tinha a magica para curar mais rápido – Annalice deu um pequeno sorriso ao lembra-se da manha de Kardia.

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– Quer dizer que finalmente conseguiu fazer meu irmão deixar você se aproximar – indagou Kardia incrédulo, aproveitando que Camus havia saído pra resolver algumas coisas que não ficou bem esclarecido.

– Podemos dizer que conseguimos algum progresso – comentou Milo – mais ele ainda é um tanto recluso e fugitivo.

– Ou seja, deixa se aproximar mais quando a situação esquenta ele foge – interpretou Degel.

– Não seja tão mal Degel, afinal, Camus não tem motivos pra fugir do Milo – a ironia na voz de Kardia era palpável.

– Ah ele tem sim – afirmou Degel arrancando sorrisos dos demais, sorrisos esses que se desfizeram assim que a porta abriu e nela estancou um senhor loiro com aparência seria e um olhar penetrante para o paciente.

Degel ficou nervoso, Kardia surpreso e um Milo muito assustado do que poderia provim daquela situação, afinal Kardia ainda estava de recuperação.

Continua...

Notas finais
gente não era minha intenção desde o começo matar kardia, por que se eu o matasse ai teria que matar Degel pra eles poderem ficar juntos, logo teria que matar Milo de desgosto e Camus de remorso por não ter perdoado o loiro. logo não teria mais ninguem pra minha fic. P.s: fico devendo o final das lembrança de Degel, (para queles que não lembram) aquela que eu comecei no cap anterior. Bjossssss a todos e ate o proximo cap