I Found My Way
4 Finalmente em casa
Notas iniciais
- Espero que gostem :)
- Boa leitura!!
– Prontos para enfrentar uma multidão de fãs enlouquecidas? — Perguntei.
–Sim, só estou com medo de perder um braço — falou Louis.
– Então antes de sair do aeroporto certifiquem-se de que está tudo ok — disse- Ah já queria agradecer pela carona, talvez, lá fora eu não veja mais vocês.
– Nós andamos pensamos e queríamos que você nos mostrasse o Rio de Janeiro, já que você nasceu aqui — disse Zayn.
Fiquei pensativa.
– E aí? Você aceita? — perguntou Liam.
– Claro.
–Você pode ir ao show da gente hoje depois a gente combina. — falou Niall.
Eles me deram dois ingressos e credenciais. Fomos para dentro do aeroporto. Ô lugarzinho pra ter fã gritando.
O One Direction tirou foto com algumas fãs, era engraçado as caretas que eles faziam. Fui para fora do aeroporto e peguei um taxi. Minha felicidade era enorme, estava com muitas saudades da minha mãe. Finalmente eu ia vê-la. Cheguei na rua onde eu morava, parecia que fazia décadas que que eu ia ali, aquilo me recordou tantas coisas. Cheguei na minha casa. Saí do carro, paguei o taxista e peguei as minhas malas.
– Finalmente em casa
Toquei a campainha e espere. Minha mãe abriu a porta.
– Mããããããee — grite.
– filha, que saudades — nos abraçamos.
Ela me ajudou a carregar as malas. Entramos.
– Eu pensei que você fosse chegar mais cedo.
–Eu ia, mas perdi meu o voo e depois peguei uma carona com o One Direction. — falei rápido.– Eu sei que não posso pegar carona com estranhos, mas eu já tenho 19 anos...
– Você disse One Direction?
– É — afirmei — Eles me deram dois ingressos para o show deles hoje.
–Eu vou para o show do 1D — minha mãe gritou — Eu não acredito eu amo o One Direction.
Minha mãe começou a cantar What makes you beautiful. E eu fiquei rindo no sofá. Como eu estava com saudades daquilo.
Minha mãe sempre foi daquele jeito e é lógico que eu herdei aquilo dela. Nós sempre fomos melhores amigas, fazíamos as unhas, conversávamos sobre garotos, enfim, sempre fomo assim e íamos ser assim pra sempre.
– tá bom, dona Luiza, já chega né?
Rimos. Contei sobre o que tinha acontecido nos últimos meses, e ela contou o que tinha acontecido com ela., conversamos e tomamos sorvete o dia inteiro. Estava morrendo de saudades daquilo.
Como era bom estar em casa!
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