I Found My Fallen Angel
7 Capitulo 07° - Tortura
Notas iniciais
Sua mão foi em direção a minha bunda, enquanto a outra me mantinha ali grudada a ele. A forma bruta como me agarrou, me levou a níveis que eu nunca imaginei atingir, que tipo de Deus ele era?
–Espere, um minuto? – Pedi ofegante afastando o rosto do seu, John me olhou parecendo frustrado.
–O que é agora? Não sou qualificado para te levar para a cama? – Ergueu uma sobrancelha, enquanto pronunciava as palavras daquele jeito grosso que só ele sabia.
–Não, mas e sua namorada? Não quero ser o motivo de mais um relacionamento acabado – Um sorriso divertido se abriu em seus lábios.
–A ruivinha?
–Qual mais seria? Foi ela quem você beijou na minha frente – Ele soltou um riso baixo ao ouvir minha voz irritadiça.
–Bem, você não é a única pessoa que faz coisas ruins por aqui – Sua mão acariciava meu traseiro, dando apertos fortes ora ou outra – Ela só foi uma pessoa útil em uma hora que alguém estava me perturbando, não tenho namorada, não sou um homem de relacionamentos sérios.
–Isso é ótimo – Murmurei ignorando o fato de saber que eu era a pessoa que estava o perturbando.
O empurrei para a parede agarrando seus cabelos com força, tirei seu paletó e a peça caiu no chão. John começou a distribuir beijos por meu pescoço, suas mãos seguraram minha cintura e ele nos virou, deixando meu corpo contra a parede e ele.
–Onde é o seu quarto? – Perguntou, seus lábios desciam por meu pescoço até meu colo, soltei um gemido baixo.
–Não pode ser aqui? – Perguntei ofegante, pude o ouvir bufar. Ele voltou os beijos, ao chegar em meu pescoço chupou, nos poucos momentos como esse, que tivemos, ele já pode notar meu ponto fraco.
Ele segurou meu queixo, me fazendo fitar seus olhos azuis.
–Não, não pode ser aqui – Um sorriso sujo se abriu em seus lábios – Porque eu vou comer você da maneira que eu gosto. Forte e bruto. E quero que se lembre quando acordar em sua cama, que eu te fodi ali, te fiz gozar gostoso e gritar meu nome – Ergui uma sobrancelha, sentindo minha boca secar. Suas promessas haviam me deixado mais molhada do que eu já estava.
–E como você tem toda essa certeza que vai conseguir fazer tudo isso que falou? – Ele riu aproximando os lábios dos meus, mas ainda fitando meus olhos.
–Porque eu sou John Maxwell – Ele me beijou e eu correspondi enquanto colada a ele o empurrava para trás, em direção ao meu quarto.
Ele me segurou pela cintura e eu pulei em seu colo, enlaçando as pernas em sua cintura. Apertei seus cabelos negros entre meus dedos, sentindo meu corpo gritando por seu toque, por seus beijos. Sua boca devorava a minha enquanto suas mãos apertavam minha bunda com força, me fazendo gemer de tesão.
–Continua reto, é o último cômodo com portas duplas – Murmurei contra sua boca, comecei a distribuir beijos por seu pescoço, o qual eu chupei como ele fez comigo. Eu marcaria meu território, aquela vadiazinha ruiva iria aprender a não mexer comigo, eu sempre tenho o que eu quero.
John empurrou as portas e meu quarto foi revelado. Me levou até a beirada da cama então me colocou de volta no chão. Analisou-me, tirando uma mecha do meu cabelo do rosto com um sorriso safado. Ele se afastou um passo então me olhou de cima abaixo, como se estivesse me avaliando.
Bufei e acabei com a distância que havia entre nós dois, coloquei as mãos em seus ombros e as desci, alcançando sua camisa.
–O que está olhando? – Perguntei colocando minhas mãos por dentro do fino tecido, sentindo seus músculos se contraírem ao sentir minhas unhas subirem por seu abdômen.
–Estou apenas... Pensando nas milhões de coisas que eu posso fazer com você – Murmurou, suas mãos entraram junto com as minhas por debaixo de sua camisa e ele as tirou de lá. Fiz um biquinho de frustração e ele me virou rapidamente, seu corpo se colou ao meu – Esse seu vestidinho de menininha inocente, talvez disfarce um pouco a garota que você realmente é... Mas de mim, ele não esconde nada... Eu sei o que há por trás disso – Enquanto sussurrava em meu ouvido, suas hábeis mãos iam descendo o zíper de meu vestido devagar – Sei que por trás dessa falsa inocência que o vestido te proporciona, há uma garota má... – Ele mordeu o lóbulo de minha orelha devagar, fechei os olhos engolindo em seco.
–Pensei que estivéssemos com pressa – Falei completamente desconfortável, ele estava atiçando-me.
–Para que a pressa? Temos a noite toda – Sussurrou – A noite toda para eu te foder da forma que eu quiser, te deixar louca, fora de si – John tirou meus cabelos da nuca, os colocando de lado, começando a beijar meu pescoço, indo em direção a nuca.
Ele terminou de baixar o zíper, e distribuiu beijos por minha coluna devagar. Suas mãos desviaram pela lateral de meu corpo, puxando meu vestido para baixo junto a elas. As batidas do meu coração aceleraram, o vestido caiu no chão.
–Vire-se – Sua voz soou como uma ordem, como eu não estava em meus melhores estados, dei um passo para frente, ele tirou o vestido jogando na cadeira ao longe. O mesmo caiu antes de atingi-la, então me virei.
Seus olhos me avaliaram de cima abaixo. Eu estava apenas com os saltos alto e com uma calcinha fio dental vermelha, ele sorriu e me chamou com o dedo para eu me aproximar.
–Vamos tirar esses saltos, um de cada vez – Murmurou, não demorou em retirá-los, John se levantou e por causa dos saltos, fiquei baixinha.
–Você está com muita roupa.
–Eu sei. Mas eu estou no comando.
–Quem disse? – Ergui uma sobrancelha, deixando a arrogância fluir em minhas palavras.
–Eu disse – Foi a última coisa que ouvi, antes de John avançar sobre mim, uma mão segurando meu cabelo e a outra em minha bunda, enquanto seus lábios devoraram os meus.
Ele puxou minha calcinha sem pena alguma, soltei um gritinho de dor e surpresa e a peça rasgou saindo do meu corpo, agora completamente nu. Ele me derrubou na cama e veio para cima de mim, depositando um solitário beijo em meu pescoço.
–Sem preliminares... Não agora. O que aconteceu no elevador já foi o suficiente! – Implorei quando ele descia seus beijos por meu colo, em direção aos meus seios.
Seus dedos atingiram minha intimidade úmida ele gemeu.
–Que garota ansiosa! Completamente molhadinha por mim... – Murmurou.
Ele introduziu um dedo em minha entrada, girando o preguiçosamente, fazendo-me contorcer embaixo de seu corpo ainda coberto pela roupa. Seus lábios desceram até meus seios. Ele beijou envolta do mamilo, e depois abocanhou cuidadosamente e chupou. Fechei os olhos não aguentando, eu precisava de mais! Muito mais! Sua outra mão beliscou meu mamilo esquerdo, me fazendo soltar um gemido alto.
–Está me torturando – Gemi enquanto ele introduzia um segundo dedo dentro de mim, fazendo movimentos de vai e vem devagar, seu dedão circulou meu clitóris lentamente, meu corpo estava prestes a explodir – John... – Gemi. Seus dedos iam e viam, me torturando lentamente, enquanto seus lábios sugavam meu mamilo com destreza. Eu estava a sua mercê.
Esse filho da puta sabia que eu estava chegando ao meu limite, não conseguia mais conter meus gemidos e agarrava os lençóis com força, minha respiração desregular. Ele parou, tirando seus dedos de mim, me fazendo soltar um gemido de frustração.
–John, o que...? – Ele se levantou, parando na beirada da cama por alguns segundos, me observando. Seus olhos vidrados em meu corpo.
–Aonde você vai? – Perguntei, me apoiando nos cotovelos quando ele me deu as costas indo em direção as portas duplas. Um sentimento de perda se apossou de mim, ele não iria me deixar na mão, não depois de ter me atiçado da forma que fez! Peguei um travesseiro e taquei nele, sabendo que se abrisse a boca para reclamar, o único ruído obtido seria um gemido.
John se virou a tempo de pegar a minha “arma de defesa”. Segurou em suas mãos então sorriu.
–Irei à cozinha, tenha calma – Pediu, logo saindo. Grunhi, pensando em que, meu Deus, ele estaria fazendo na cozinha.
Ele não demorou a voltar, tirando a camisa e a jogando junto ao meu vestido. Engoli em seco, ele era melhor do que eu imaginava: A calça caia de uma forma que era possível ver o caminho até seu membro. Seu abdômen era bem definido e seus braços fortes demonstravam que ele não era qualquer homem.
Eu não era uma pessoa de ficar elogiando qualquer cara, eles precisavam de muito para me impressionar o suficiente, para levantar minha voz falando bem deles. Mas mesmo John me irritando pra caralho, eu simplesmente não conseguia olhar para ele sem pensar: Puta merda, esse cara é gostoso demais!
Ele caminhou em minha direção. Meu corpo clamava pelo dele, precisava do seu toque. Estava ansiosa demais para espera-lo. Me levantei e agarrei sua mão nos virando e o empurrando na cama, ficando por cima. Vi humor em seu olhar e um sorriso de escárnio apareceu em seus lábios, quando nos virou na cama.
John se afastou, então sorriu quando chegou no meio de minhas pernas. Enxerguei em seu olhar um brilho de cinismo, então congelei. Ele não podia fazer isso comigo! Apesar de eu ter dito aquelas coisas mais cedo, não era motivo para tanta tortura!
–Não, não, isso não. Pela amor de Deus – Implorei, tentando o puxar para cima, ele negou.
–Veja e aprecie – Senti sua boca na minha intimidade e dei um grito, ao sentir a temperatura fria de sua boca atingir ali, ele havia ido comer gelo.
Sem dó alguma, ele entrava e saia, me deixando louca, como ele havia dito. Eu não conseguia conter meus gemidos, segurando os lençóis com uma mão e a outra em seus cabelos.
Eu precisava urgentemente gozar, mas esse corno parava no momento que eu estava quase lá, só para repetir todo aquele processo novamente.
–John! Por favor, para! – Pedi, pude ouvir seu riso baixo.
–Quem diria, Hilary Owen implorando... Hm, isso é novo! – Ele se levantou, então tirou a calça junto com a box, seu membro ereto pulou para fora e minha boca salivou, ele se abaixou para pegar a camisinha na carteira.
–Não precisa, eu tomo injeção – Murmurei. Ele me olhou erguendo uma sobrancelha.
–E porque eu deveria acreditar em você?
–Porque eu sai de um relacionamento há alguns meses atrás, e quando nós mulheres paramos de tomar a injeção muda completamente os hormônios, não queria passar por isso – John me analisou por alguns segundos – Mas se você se sente confortável usando, tudo bem... Com tanto que ande logo com isso – Falei completamente irritada.
–Vou confiar em você – Murmurou, jogando a carteira no chão.
Deitou-se novamente na cama, encaixando-se no meio de minhas pernas, deixando seus lábios passearem pelo meu pescoço e orelha.
–Olhe para mim quando isso acontecer, não feche os olhos... Ou eu irei te punir, como estava fazendo a pouco tempo atrás – Sussurrou, antes de mordiscar meu lóbulo lentamente. Assenti capturando seus lábios e enlacei as pernas em seu quadril. Eu não aguentava mais, precisava dele.
Sem aviso prévio ele me penetrou com força, brutalmente me fazendo gritar de prazer. Agarrei sua bunda com força, não fechando os olhos, eu precisava gozar, urgentemente. O que ele havia feito fora tortura demais!
Suas pupilas estavam dilatadas, ele estava tão excitado como eu. Tenho certeza que se John mesmo que quisesse parar agora, seu corpo não iria o obedecer.
Ele movimentou-se rápido, frenético, implacável. Seus olhos fixos em meu rosto, nossos corpos conectados, enquanto gemíamos sem pudor algum. Eu apertava sua bunda, fazendo-o entrar cada vez mais fundo.
Ele mudou nossas posições, nos deixando sentados, enquanto nos movimentávamos com pressa, ofegantes, envolvidos por uma camada de suor. Seus lábios encontraram meu pescoço, o mordiscando e dando chupões, que com toda certeza, virariam marcas amanhã
Agarrei seus cabelos o puxando em minha direção, nossas bocas colidiram, sua língua se infiltrou em minha boca, explorando-a como só ele sabia.
–Sim... Isso! – Gemi contra sua boca, sua mão agarrou meus cabelos puxando minha cabeça para trás, para então voltar a dar atenção ao meu pescoço e colo.
–Ah! Hilary... Tão apertadinha e gostosa – Ele gemeu contra minha pele.
Fechei os olhos, ofegante, eu estava chegando lá assim como ele. John puxou minha cabeça em direção a sua, e nossos lábios se colidiram, a tempo de explodirmos em um orgasmo arrebatador. O mesmo ainda deu mais algumas estocadas, estávamos completamente ofegantes e nossos corpos suados.
Ele caiu na cama, me puxando para junto a si, ele me fazendo deitar em seu peito.
–Era assim que eu queria você – Ele sussurrou depois de um tempo, apoiei meu queixo em seu peito e o olhei.
–Assim como? – Perguntei confusa. Sua mão direita passou-se por minha coluna devagar, me causando arrepios.
–A minha mercê, perdida... Eu sabia que no fundo, no fundo, você não era aquela garota impotente – Deu um sorriso divertido. Revirei os olhos e aproximei os lábios dos seus.
–Você não sabe de nada... – Murmurei, pressionando minha boca a sua, ele nos virou na cama.
–Vou te mostrar o que eu sei... – Partimos para o segundo round logo depois.
Era de manhã, a luz do dia já iluminava o quarto. O relógio marcava 10:46 da manhã, eu me sentia bem, além de sentir algumas dorzinhas por conta dos exercícios de ontem à noite. John dormia tranquilamente ao meu lado, segurando o travesseiro e com o lençol cobrindo sua cintura, suas costas completamente a minha vista, ele não parecia o homem safado de ontem à noite, quando estava dormindo.
Me levantei e peguei a camisa de John a vestindo, fui para a cozinha, precisava comer alguma coisa. Peguei uma maçã e a mordi, comendo tranquilamente, pude ouvir meu celular apitar anunciando que eu havia recebido mensagens, ignorei. Eu tinha alguém na minha cama agora, precisava dar atenção a ela.
Voltei para o quarto, a tempo de o ver abrir os olhos azuis para mim. Ele me analisou, com sua camisa e as pernas totalmente a mostra, um sorriso se abriu em seus lábios.
–Bom dia – O prestigiei.
–Bom dia, Srta. Owen – Ele colocou o travesseiro atrás da cabeça e se encostou, me observando – O que faz fora da cama?
–Bem, fizemos um bom exercício ontem – Falei um tanto tímida pela primeira vez na minha vida, seu olhar intenso me deixava assim – Imaginei que gostaria de um café da manhã – O encarei com um sorriso inocente, talvez ele gostasse de panquecas, era minha especialidade – Que tal panquecas?
–Panquecas? – Me aproximei da cama, enquanto ele sorria com os braços cruzados – Não, eu estou com fome de outra coisa – Murmurou, seus olhos fitaram minha boca quando eu parei na beirada da cama – Já sei – Ele me agarrou sem aviso prévio e me derrubou na cama, ficando por cima.
Suas mãos seguraram as minhas por cima da minha cabeça, me mantendo presa ali. Ele encostou sua pélvis conta mim, pude sentir sem membro coberto pela box, estava duro. Ergui uma sobrancelha, abrindo um sorriso safado.
–Parece que teremos que dar um jeito nisso – Murmurei, ele assentiu concordando – Com preliminares ou sem? – Perguntei, ele sorriu, seus lábios viajaram por meu pescoço.
–Sem, não é muito bom ficar com fome de manhã – Murmurou tentando ficar sério.
Nos livramos de sua box, ele me penetrou devagar, me torturando.
–Você adora me torturar não é? – Perguntei ao meio de um gemido.
–Tortura, é minha especialidade minha querida.
Não se esqueçam de ler as notas finais, babies!
Fale com o autor