I Found My Fallen Angel
42 Capítulo 42° - Inesperado
Notas iniciais
Suas mãos suavam enquanto eu a ajudava sair do carro, minha gravata estava bem amarrada vendando seus olhos e eu podia sentir a apreensão dela por não saber onde estava sendo levada.
—Precisa de mais alguma coisa, Sr. Maxwell?
—Não, pode ir Oliver – Murmurei vendo-o entrar no carro e se afastar.
—Já chegamos? – Hilary perguntou mordendo os lábios.
—Só mais alguns passos – Sussurrei em seu ouvido segurando sua cintura e sua mão.
Paramos de frente a piscina e eu soltei um suspiro encarando sua face serena. Seus cabelos estavam soltos em cachos, o vestido que usava era branco e sem decote, os saltos nude eram baixos e pareciam confortáveis, os lábios estavam levemente rosados e ela não usava joias, apenas o anel de casamento.
—Você está linda – Sussurrei em seu ouvido enquanto desfazia o nó da gravata, pude ver um sorriso brotar em seus lábios.
Assim que me afastei, seus olhos verdes varreram toda a casa. Nossa casa. A varanda com a arquitetura moderna que ela havia pedido, a piscina ampla e de frente a sacada. As paredes em branco, os coqueiros envolta da casa e as espreguiçadeiras perto a piscina junto aos guardas sóis.
—Era para eu ter lhe presenteado no aniversário, mas com tudo que aconteceu não tive a oportunidade – Hilary se manteve em silêncio.
A acompanhei enquanto seus saltos faziam barulho no chão amadeirado perto a piscina. Ela subiu as escadas e logo pudemos passar pelas portas de vidro adentrando o hall da casa. Suas mãos tocaram a madeira maciça da mesinha onde havia um lindo vaso de flores laranja e seus olhos se levantaram ao se deparar com o espelho ao lado, pude ver um brilho em seu olhar enquanto nos encarávamos pelo reflexo.
No entanto nada foi dito.
Em silêncio fomos em direção a sala de estar que era junto a sala de jantar. Os sofás brancos fazendo um quadrado junto a televisão na parede, ao canto havia um piano de calda preto onde havia um porta retrato de nós dois na lua de mel. Dois abajures grandes em formato de dente de leão iluminavam grande parte da sala, o resto ficava para as estratégicas luzes de teto.
—Santiago disse que iremos economizar bastante com o teto, de dia não será necessário luz — Falei encarando o meio do teto onde era de vidro revestido.
—Pensei que iria demorar mais a construção – Murmurou me deixando aliviado.
—Seu irmão conseguiu que fossem mais rápidos – Sorri para ela.
Hilary encarou o fundo da casa, as portas de vidro abertas, o gramado lá fora e a arvore perto ao pequeno lago que havia em meio a plantas e perto a casa havia uma pequena mesa redonda para os cafés de manhã no domingo. Tudo lembrava um pouco da vida no campo.
Soltando um suspiro deu a volta no tapete felpudo branco e foi em direção a sala de jantar. Tocou a mesa de vidro e as cadeiras de madeira com acento em branco. O lustre de cristais cintilava acima da mesa e pelo vidro eu podia ver o brilho dos olhos de Hilary e um sorriso brotar em seus lábios.
—Você gostou? – Perguntei encarando o espelho a nossa frente, seus olhos encontraram os meus pelo reflexo.
—Sim – Sussurrou.
Lhe dei espaço, deixando-a ver cada detalhe da casa. Enquanto eu observava sua figura doce e calma, era incrível a maneira como ela se escondia atrás de paredes de ferro e espinhos, com medo de ser ferida.
Desde o momento que eu a conheci eu sabia disso e agora, não me importo de ter que conquista-la toda vez em que suas paredes subirem pois é isso que me faz amá-la.
—Hilary? – Sussurrei em seu ouvido, podendo ver seu corpo se arrepiar com minha proximidade – Já temos nosso castelo – Escorreguei meus lábios por sua orelha, descendo para seu pescoço – Quero poder aproveita-lo com você – Pelo espelho pude ver seus olhos se fecharem e ela respirar por seus lábios entreabertos.
—John... – Sussurrou baixinho.
—Hum...? – Murmurei tomando seu pescoço com minha boca, sentindo seu corpo ceder ao meu toque.
—Não pare – Pediu mordendo os lábios.
—Não vou parar – Respondi contra sua pele – Vou te fazer se sentir mulher – Completei virando-a para mim.
Tomei sua boca e segurei seus cabelos sentindo-a abrir sua boca para acomodar a minha perfeitamente. Seus dedos afundaram em meus cabelos e ela gemeu em minha boca sentindo minhas mãos escorregarem por suas costas até sua bunda a qual apertei antes de levantá-la e coloca-la sobre a mesa.
Puxei seus cabelos e deslizei meus lábios por seu pescoço, chupando sua pele e ouvindo seu gemido baixo. Meu coração batia forte em meu peito e os choques elétricos que ela sentia em seu corpo, era compartilhado com o meu, a emoção de poder beijá-la e tocá-la me deixava fora de mim.
Desci as alças de seu vestido fazendo a peça deslizar por seu corpo, seus olhos brilhavam como fogo e meu pau reclamou em minha boxer ao ver seus seios redondos e os biquinhos rosados empinados para mim.
Respirei fundo e coloquei minha mão no vale de seus seios a empurrando em direção a mesa, deitando seu corpo. Me livrei do vestido e segurei sua perna, beijando seu tornozelo enquanto retirava seu sapato, um a um, para então subir meus beijos por sua perna.
Minha boca escorregou por sua coxa e eu toquei meus lábios em seu meio, podendo sentir sua umidade por cima da calcinha branca. Sorri vendo-a morder os lábios contendo seu gemido. Beijei sua intimidade antes de continuar a subir minha boca por seu corpo.
Soltei um suspiro pesado encarando seus seios, eu estava com fome de seu corpo, mas havia prometido a mim mesmo que a faria se sentir amada. Então, calmamente beijei o vale entre seus seios.
—Você é linda – Sussurrei encarando sua pele branca, seus seios redondinhos e rosados empinados para mim – Eu amo você – Ela sorriu encarando meus olhos. Minha boca tomou um de seus seios e seu gemido escapou por entre seus lábios.
Hilary se remexeu embaixo de mim, suas mãos tocavam meus cabelos enquanto eu lhe causava prazer apenas em acariciar seus seios. Ela não tinha noção do quão excitado me deixava com os sons que saiam de sua boca, com a forma que seus dentes mordiam seus lábios.
Minhas mãos atingiram sua calcinha e eu a retirei antes de começar a beijar suas coxas, seu corpo se retraiu ao sentir minha respiração quente contra sua intimidade. Agarrei sua bunda antes de fechar meus lábios em seu clitóris chupando-o demoradamente.
—Oh Deus – Gemeu, tremendo.
Seu sabor era inigualável, me fazia querer mais a cada segundo. Minha língua se revirou em sua intimidade fazendo-a gemer cada vez mais, sentindo meus dedos começarem a escorregar por entre seus lábios úmidos.
—John... – Encarei sua face tomada pelo prazer, ela estava linda.
Na mesa de jantar, possui seu corpo, lhe proporcionando todo meu amor. Sentindo as ondas elétricas percorrerem meu corpo a cada toque de suas mãos sobre minha pele, seus olhos verdes demonstravam que ela estava sentindo todo o prazer, a paixão e a estase que eu sentia.
[...]
Coloquei minha gravata começando a fazer o nó de frente ao espelho do quarto, Hilary estava no closet entretida com as variadas roupas que eu mesmo havia escolhido para ela. Talvez tenha sido um dos meus maiores desafios e no entanto, um dos mais divertidos. Comprar roupas para a minha mulher.
Não que eu já não tivesse feito isso por ela, mas a quantidade era maior e eu sabia que com seus hormônios a flor da pele seria totalmente possível ela me dizer que não havia gostado de nada. Porém, poder tocar as peças e imaginar ela usando cada lingerie e cada vestido era uma satisfação.
—Hoje almoçaremos com seus pais – Murmurei vendo-a sair com um belo vestido em mãos.
—Eu tenho um almoço de negócios hoje – Respondeu, suspirei e me virei caminhando pelo quarto até ela. Segurei sua cintura e beijei seu pescoço, seus olhos encaravam o vestido sobre a cama enquanto seu corpo relaxava ao meu toque calmamente.
—Então você vai cancelar – Sussurrei calmamente – Para termos um momento em família – O coque de seu cabelo facilitou a missão de meus lábios beijarem sua nuca e então suavemente chupar sua pele.
—John... – Um suspiro escorregou por entre seus lábios, a segurei firmemente pela cintura sentindo ela fraca. Agarrei sua mão e então a virei em meus braços rapidamente, Hilary fechou os olhos mordendo a boca.
—Tudo bem? – Ela assentiu ainda de olhos fechados.
—Só não faça isso novamente, me deixa zonza – Pediu, beijei seu nariz e então sua testa.
—E o almoço? – Perguntei descendo meus beijos, minha boca tocou seu lóbulo e eu o mordi – Hilary?
—Sim – Balbuciou – Agora pare de usar seus lábios extremamente habilidosos em mim apenas para conseguir o que quer – Eu soltei um riso fraco e beijei seu pescoço.
—Baby – Seus olhos verdes se abriram para mim e eu toquei seu rosto – Não pense que isso é só para conseguir o que quero – Mordi o lábio e encarei sua boca – Eu adoro beijar seu corpo e te deixar pronta para mim – Falei encarando seus olhos brilhantes.
—Temos que trabalhar – Eu sorri e beijei sua boca uma última vez.
—Ainda bem que você é a chefe agora, não sou o responsável por dar uma péssima notícia como essa – Pisquei antes de sair do quarto – Vou te esperar na sala.
*POV Sebastian*
Soltei um suspiro me encostando ao batente da porta, Andrezza dormia lindamente na nossa cama. Seus cabelos castanhos emoldurando sua face serena, os lábios em uma linha tênue, a camisola preta cobrindo seu corpo cheio de curvas.
Devagar eu me sentei sobre a cama, tocando as maças de seu rosto com a ponta de meus dedos, sua pele parecia tão sedosa comparada as minhas mãos brutas e ásperas. Ela era um anjo e no meio de todos em que eu vivia, a única que apesar de tudo nunca seria capaz de fazer mal a ninguém.
—Bom dia – Sussurrei vendo seus olhos se abrirem preguiçosamente, ela sorriu e piscou algumas vezes antes de me olhar.
—Bom dia cowboy – Murmurou.
—Eu não sei se peço para você parar de trabalhar até tarde em seus livros e me deixa na mão a noite, ou se peço que continue só para ver essa carinha de preguiçosa quando te acordo – Um riso soou por entre seus lábios e ela afastou o lençol.
—Acho que prefiro ser acordada por você, assim, todo suado e com roupa de cowboy – Mordeu os lábios vindo para o meu colo, suas mãos macias seguraram minha camisa xadrez e seus lábios roçaram os meus – Eu adoro seu cheiro de homem e perfume – Murmurou.
—Andrezza... – Gemi sentindo ela se mover devagar sobre meu membro – Porra, amor – Um sorriso se abriu em seus lábios e eu agarrei seus cabelos beijando-a com vontade. Suas unhas me arranharam por cima da blusa enquanto nossas línguas travavam uma batalha, até seu estomago roncar.
Sorrimos para o outro antes de rirmos alto, beijei sua boca novamente e me levantei com ela no meu colo.
—Vamos alimentar essa gatinha – Andrezza assentiu e eu caminhei pela casa com ela em meu colo até a cozinha, nossos lábios se moviam um contra o outro em todo o percurso.
—Eu estive pensando – Encarei seus olhos castanhos enquanto bebia um pouco de suco – Depois que você estiver se acertado com a lei, podemos passar as férias na Europa – Sorriu mordendo os lábios – Meu próximo livro acontece por lá e enquanto eu faço algumas pesquisas, podíamos aproveitar para namorarmos por lá.
—Namorarmos? – Ergui uma sobrancelha, vendo seu sorriso safado.
—Talvez fuder na sacada do hotel com a visão para a torre Eiffel – Deu de ombros, se no quarto ela já havia me deixado animado, agora, eu estava de pau duro.
—Me diga, meu amor, você sempre foi assim? – Perguntei vendo-a levar um pedaço de bacon a boca.
—Assim? – Ergueu uma sobrancelha.
—Safada.
—Não, só quando eu estou com você e sei que a cada palavra suja que eu diga você fica duro para mim e pronto para me satisfazer.
—Então nosso casamento se trata apenas para te satisfazer? – Perguntei entrando em sua brincadeira.
—Diremos que você é meu pequeno brinquedinho – Piscou cheia das segundas intenções.
—E como você se explica quando eu lhe recordo, que a noite é você quem está implorando pelos meus beijos e para que eu lhe foda? – Revidei vendo-a engolir em seco e umedecer os lábios.
—Faz parte da brincadeira – Deu de ombros tentando se esquivar – Você vai querer esse bacon? – Perguntou roubando do meu prato antes mesmo que eu pudesse responder.
—Faz parte da brincadeira? – Me levantei vendo-a assentir e levar os pratos na pia, caminhei até ela e a prensei contra o balcão – E o que você faz na brincadeira quando me deixa assim – Murmurei pressionando meu pau contra sua bunda.
—Porra Sebastian – Gemeu apoiando sua cabeça em meu peito.
—É melhor você começar a pensar bem em suas desculpas, amor – Me abaixei segurando suas pernas e a colocando sobre meus ombros, ela soltou um grito e agarrou minha camisa – Ou você vai levar surra de pau pelo resto do dia, querida – Ela riu e eu a levei para o quarto, disposto a lhe proporcionar todo prazer e amor que ela merecia.
*POV Hilary Owen*
—Campeão, por favor, papai está aqui – Santiago tentava conter Alex de todas as formas, ele parecia extremamente incomodado pelo fato que Rayssa havia lhe deixado por alguns minutos para usar o telefone.
—Acho que ele quer a mãe, camarada – John riu bebendo um pouco de uísque.
—Eu posso tentar? – Me ofereci descendo as escadas depois de voltar do meu antigo quarto – Talvez um pouco de delicadeza feminina ajude – Ele bufou me entregando o garoto.
—Delicadeza feminina – Revirou os olhos, vendo eu ajeitar Alex em meus braços, ele colocou a mãozinha sobre meu seio e eu o balancei calmamente, o bebe soltou um suspiro parando com seu choro aos poucos, os olhinhos verdes molhados enquanto me encaravam.
—Está tudo bem, querido – Murmurei baixinho tocando seu rostinho.
—Ele não queria uma delicadeza feminina, cara – Matthew tocou o ombro de Santiago – Ele queria um seio feminino, tal pai tal filho – Ri – Cuidado John, você pode perder sua mulher para seu sobrinho – Falou dramaticamente.
—Pode deixar, eu me garanto – John me mandou uma piscadela.
—Desculpe meus queridos, mas o transito me faz atrasar – Meu pai adentrou apressado a sala, abrindo o paletó – Espero não ter feito vocês esperarem muito.
—Que isso, eu já estou quase morrendo de fome – Matthew dramatizou novamente, Isaac riu e veio em minha direção, os olhos doces encarando o neto.
—Oi Hilary – Falou calmo parando a poucos centímetros de mim.
—Oi pai – Murmurei sem encará-lo.
—Está treinando para quando for os seus? – Perguntou hesitante.
—Santiago não estava conseguindo conte-lo e eu fui ajudar – Disparei a falar vendo-o me olhar compreensivo.
—E parece que ajudou – Sorriu erguendo uma sobrancelha, desviei os olhos – Posso? – Eu assenti transferindo Alex para o seu colo devagar. Mamãe voltou com Rayssa do segundo andar e as duas sorriam parecendo animadas com o que haviam conversado.
—Eu ouvi Alex chorar? – Rayssa perguntou se aproximando de Santiago.
—Fique tranquila, loira, Hilary e seus belos seios já ajudaram a acalmar o nosso garoto.
—Matthew se continuar a fazer piadinhas sobre mim, eu serei obrigada a lhe esfaquear.
—Você já pensou que logo eles vão crescer? – Ele fez duas bolas em frente ao seu peito – Vão ficar enormes, ainda mais que você está gravida de gêmeos – Santiago conteve um risinho – Você vai se importar se eu pedir para ver? – Perguntou sorrindo amarelo – Só para comparar os seus com os que eu vejo em filmes. Aquelas mulheres devem ser todas gravidas.
—Ela pode até não se importar, mas eu vou me importar – John falou de repente incomodado.
—Matthew por favor, para com esses assuntos adultos na frente do meu neto – Mamãe pediu.
—Desculpe – Ele murmurou – Mas Hilary, você vai se importar? – Ergui o dedo do meio para ele.
—Sra. Maxwell – Me virei para uma das empregas sorrindo – Tem uma moça querendo falar com você, posso deixar entrar?
—Quem é? – Perguntei confusa.
—Ela se diz chamar Tiffany – Não me recordava do nome, no entanto deixei que entrasse.
Assim que ela atingiu meu campo de visão eu me arrependi, eu me lembrava perfeitamente dela. Era a garota que um dia eu havia encontrado na cama com Ryan, a qual ele comia enquanto brincava comigo.
—O que você está fazendo aqui? – Assim que eu terminei de falar Santiago estava ao meu lado, com seu papel de irmão protetor.
—Fernanda, chame os seguranças para tirar essa moça daqui agora – Antes que Tiffany tivesse a oportunidade Santiago já ordenava.
—Fique calmo – Ela pediu dando um sorriso cheio de malicia – Eu só vim trazer algo a sua querida, irmãzinha – Falou maldosa.
—Ela não quer nada que venha de você – Santiago estava furioso – Você devia ter feito o que te mandei fazer.
—Santiago o que você mandou ela fazer? – Rayssa se intrometeu.
—Ela devia ter ido para o Brasil e nunca mais voltado, como eu havia ordenado – Ele encarava Tiffany como se a qualquer segundo pudesse a pegar pelos cabelos e jogá-la porta fora.
—Faça o que você quiser Bady boy, seu dinheiro não me compra mais. Eu sou leal ao Ryan, apenas ao meu Ryan – Piscou para Santiago – Isso é para você, querida – Me entregou um envelope pardo – E antes que eu vá, me diga, quando você era namorada do Ryan, como pode acreditar que ele era apaixonado por você? Ou melhor, como você se sentiu ao saber que enquanto ele fudia com você, estava pensando em mim.
—Tira ela daqui agora – Santiago voltava com os seguranças que seguraram os braços da garota.
—Pense bem, Hilary, o John pode estar fazendo o mesmo com você, ainda mais agora, que você está assim – Falou olhando para minha barriga, eles a levaram e eu fiquei parada segurando o envelope, minhas mãos tremiam.
-Meu amor... – Ignorando John eu abri o envelope encontrando um iPad, a tela estava acesa e esperava eu dar o play. Havia um vídeo, onde meu pai e Sebastian estavam juntos. Apertei o botão do meio e assisti.
—Sebastian eu não quero saber, você vai fazer exatamente o que você sabe.. O jatinho de John Maxwell deve estar no chão está noite – Papai mandou – Eu quero aquele garoto fora do meu caminho.
—Mas Sr. Owen, você sabe o que isso significa?
—Eu sei exatamente o que isso significa – Ele encarou Sebastian – Significa que amanhã, John Maxwell não vai estar só fora do meu caminho como longe da minha filha. Isso é uma ordem, Sebastian.
Me virei para todos, encarando meu pai. Seus olhos verdes me encaravam assustados. Minhas mãos tremiam mais do que nunca e meus olhos estavam cheios de lágrimas, meu coração estava disparado em meu peito, eu jamais imaginaria que meu pai seria capaz de fazer algo assim.
Ele havia mandado Sebastian fazer tudo aquilo, ele quase matou John e a mim. Sua filha.
Leiam as notas finais, babys.
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