I Can Love You More Than This
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Esse capitulo ta meio chato! Eu prometo que o próximo vai ser melhor!
-Harry!- Ouvi uma voz fina me chamar e me virei vendo minha prima sorrir pra mim. Cara, como ela conseguiu ficar ainda mais gostosa?
-Thamy!- Sorri animado e a abracei. -Como foi de viagem?- Peguei a mala dela e caminhei para o estacionamento. -Tudo bem,pra falar a verdade já me acostumei com essa viagem. É só tomar um remédio que eu durmo a viagem toda!- Ela sorriu quando eu abri a porta do carona pra ela. Fomos conversando o caminho todo até em casa. Pois é, ela vai ficar hospedada na minha casa, os caras vão querer dormir aqui toda noite! Soltei do carro e peguei a mala dela entrando em casa logo em seguida. -Belo cafofo, Harry!- Ela sorriu observando a casa que meus pais tinham me dado quando eu fiz 18 anos. Na verdade essa casa era do meu avô, e ele disse que quando eu fizesse 18 anos ela seria minha, e assim foi. Não posso reclamar, a casa não é imensa e nem luxuosa, é exatamente como eu queria. Posso trazer meus amigos e garotas a hora que eu quiser, sem me preocupar em dar satisfação pra ninguém. Tudo bem que ainda são meus pais que pagam as contas, por isso não abuso tanto da paciência (e nem do dinheiro) dos velhos. -É, eu gosto daqui!- Respondi com toda a modéstia que consegui acumular ao longo dos anos. -Você vai ficar no quarto de hospedes, lá em cima!- Apontei pra escada. -Ah, que pena. Achei que fosse ficar no seu quarto!- Ela sorriu safada e se aproximou de mim lentamente. Cara, meus hormônios fizeram verdadeira uma orgia. -Se você quiser.- Respondi no mesmo tom e usei meu sorriso tarado que eu guardo para momentos especiais. Ela se aproximou ainda mais e parou com o rosto a centímetros de distância do meu, ainda com o sorriso safado no rosto. -Sai pra lá, Harry!- Thamy me deu um tapa no braço, que legal, mais uma pra me dar tapas. -A gente é primo, seu tarado!- Ela balançou a cabeça, pegou a mala e subiu ainda rindo da minha provável cara de palerma. Cara, porque logo a minha prima tinha que ser gostosa? Podia ser a do Louis, do Zayn, de qualquer um, mas logo a minha? Que saco. E se ao menos ela fosse aquelas primas liberais que gosta de dar uns pegas no primo de vez em quando. O barulho da campanhia me despertou do meu transe, parei de filosofar e fui atender. -Surpresa!- s/n sorriu feito uma criança e eu ri. -Vim pra gente comemorar o primeiro dia de férias!!- Ela me abraçou e entrou em casa (sem ser convidada, só pra deixar claro). -Hm, alguma idéia para a comemoração?- Fechei a porta enquanto ela se jogava no sofá. -No, vim na esperança de você ter alguma!- Ela piscou marota e eu ri. -s/n!- Thamy apareceu no alto da escada sorrindo. Ai caraca, esqueci da Thamy! A s/n não gosta dela, tem um ódio gratuito pela minha pobre (e gostosa) prima. -Hey Thamy!- s/n se levantou do sofá e me lançou um daqueles olhares mortais que realmente me dão medo. -Não sabia que você tava aqui!- Ela ficou do meu lado e eu podia jurar que ela ia pular no meu pescoço. -Acabei de chegar na verdade!- Thamy sorriu sem graça e eu concordei. -Bom, então eu volto depois.- s/n se virou para sair de casa, mas Thamy a impediu. -Não precisa s/n, eu já vou sair.- Ela é sempre tão simpática com a s/n. Realmente gostaria de entender esse ódio gratuito dela. -Tenho que visitar seus pais, Harry. Tenho alguns recados que minha mãe pediu pra dar.- Ela sorriu pra mim e eu acenei com a cabeça. -Eu te levo!- AI, a s/n me deu um beliscão. Cara, juro que não fiz nada! Thamy riu baixo, na certa percebeu o pequeno beliscão que a minha linda amiga me deu. -Eu pego um táxi, Harry, não se preocupa!- Ela sorriu sincera e eu olhei para s/n que ainda mantinha um sorriso forçado no rosto. -Melhor eu ir logo.- Thamy se pronunciou depois de um incomodo silêncio. Ela passou por mim e pela s/n sorrindo e logo depois fechou a porta. -Ta maluca, s/n?- Me virei pra ela sério. -Ela percebeu seu sorriso completamente forçado e seu “discreto” beliscão, sabia?- Ela riu. As vezes esse riso cínico dela me dá raiva. -É bom que tenha percebido mesmo.- Ela deu de ombros se jogando novamente no sofá. -Posso saber o motivo desse seu ódio por ela? Até onde eu sei, você mal conhece a Thamy!- Sentei no sofá e ela deitou no meu colo. -Não gosto dela, ué.- Ela deu de ombros e ficou um pouco vermelha. -Ódio gratuito?- A olhei levantando a sobrancelha e ela concordou com a cabeça. -Ah, tá bom, conta outra, s/n! A mim você não engana.- Sorri. -Ah, Harry, não gosto e acabou.- Ela ficou ainda mais corada e eu ri. Permanecemos calados apenas rindo de algum desenho idiota que passava na tv. s/n ainda estava deitada no meu colo de novo e eu acariciava seus cabelos. -Você dá mais atenção pra ela do que pra mim.- s/n falou de repente sem tirar os olhos da tv. -Hãn?- A olhei sem entender. -A Thamy! Quando ela vem passar férias aqui você simplesmente esquece de mim. Tudo que você faz é pensando na Thamy.- Ela fez uma careta e eu controlei o riso. -Que mentira, s/n!- Ela se levantou e me encarou com o rosto ainda rosado. -Você sabe que é verdade, Harry. Você fica todo preocupadinho com ela, e fica falando nela o tempo todo. Ela vai tomar meu lugar.- Cara, não acredito que a s/n tá com ciúmes da Thamy! Ela sentou abraçando as pernas enquanto eu ainda a olhava sem acreditar. -s/n, você sabe que ninguém nunca vai tomar seu lugar.- Me aproximei sorrindo e falando baixo. Sagrada seja minha mãe que me ensinou a lidar com uma menina. Ela me olhou emburrada.
-Promete?- Perguntou baixo e eu confirmei que sim com a cabeça e a abracei. -s/n, eu não acredito que você tem ciúmes dela.- Eu ri alto e ela me deu um soco no braço. -Cala boca, Harry.- Juro que se eu fosse de menor já teria denunciado ela na delegacia que cuida das crianças e adolescentes que sofrem maus tratos. -Quando a minha mãe perguntar o que são esses hematomas por todo meu corpo eu vou te dedurar pra ela.- Passei a mão pelo lugar que ela tinha acabado de bater e ela riu. -Own, meu pequeno lindo, desculpa!- Ela se jogou em cima de mim dando beijinhos pelo meu rosto. Ah é né, safada? Agora vem dar beijinhos. -Me desculpa?- Ela sorriu marota. -Só porque você é linda!- Mordi a bochecha dela rindo. É eu tenho mania de morder a bochecha dela, assim como ela tem mania de me bater. -Argh, não precisa me babar. Harry!- Ela passou a mão pelo rosto rindo. -Não me olha com essa cara de maníaco que eu tenho medo.- Ela saiu de cima de mim e se encolheu no canto do sofá. -Agora você me paga por ter me jogado na piscina!- Ri alto e comecei a fazer cócegas nela. Eu sempre me vingo da s/n fazendo cócegas, é clássico. -NÃÃÃO! Harry, pára!- Ela se contorcia tentando me bater, mas eu sou mais rápido que ela, claro. -Harry, eu vou morrer!- Ela falava no meio das gargalhadas e eu ria também. -Estamos quites agora?- Perguntei sem parar as cócegas. -ESTAAAMOS! Para!- Ela gritou ainda rindo e eu parei. Ela me olhou com o rosto vermelho e chorando de tanto rir. -Seu idiota, eu te odeio!- Ela enxugou as lágrimas ainda tentando controlar o riso. -Tô com fome.- Passei a mão pela barriga fazendo careta. -Eu quero Nutella!- Os olhos dela brilharam. A s/n tem uma relação amorosa com qualquer pote de Nutella que ela veja na frente. -Harry, eu quero Nutella.- ela começou a me cutucar, ela sabe que eu odeio isso. -Você é chata, sabia?- Me levantei e ela me deu língua. Fui até a cozinha e abri o armário onde eu sempre guardava o pote de Nutella. Toda vez que eu ia ao mercado comprava pelo menos um pra deixar estocado para quando a s/n estivesse tendo uma crise de abstinência, como ela mesma costuma dizer. -Toma sua Nutella!- Estendi o potinho pra ela que abriu um sorriso maior que a cara se isso for possível! -Harry, eu te amo!!!- Ela pulou em cima de mim, no sentido bem literal da palavra. Eu realmente não esperava por aquilo e nós dois acabamos no chão. -AH! Consegui salvar minha Nutella!- Ela levantou o pote rindo. -s/n!- Abracei a cintura dela ainda deitado no chão. Ela me olhou sorrindo. -Eu te amo.- Falei sincero. Às vezes meu lado gay desperta, esqueci de comentar isso. -Eu também te amo, meu pequeno.- Ela beijou a ponta do meu nariz e sorriu. Ela sempre beija meu nariz, e diz que ele é lindo. Vai entender as garotas. Ficamos ali o resto da tarde, conversando e rindo de qualquer besteira como sempre.
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