Notas iniciais
Gente linda da minha vida, aqui vai o link da segunda temporada: http://fanfiction.com.br/historia/524152/Youll_love_me_again_Hermione/

Nota: Leia somente se vai acompanhar a segunda temporada, senão vai ser o pior fim épico da história. Ah,não me matem por esse capítulo. Próxima fic vai ser dedicada ao amor ♥ HUASHA :D

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Hermione acordou nos braços de Draco. O lençol verde estava esparramado a sua volta, cobrindo-lhes até a cintura. Ela sorriu satisfeita e fechou os olhos novamente, aconchegando-se para mais perto do sonserino, mal podendo acreditar que finalmente ela podia ter aquele momento sem se preocupar com o que o destino podia oferecer.

– Bom dia. – sussurrou Draco roucamente, apertando Hermione contra si.

– Olá. – disse ela baixinho, apoiando o queixo no peitoral do garoto para poder observá-lo. – Dormiu bem?

– Como um bebê. – sorriu torto, fazendo Hermione rir.

Ela inclinou-se e beijou suavemente os lábios dele. Eles não podiam acreditar na sorte que tinham em estar juntos. Eles não queriam sequer relembrar de um só dia que estiveram afastados, mesmo as lembranças estando em todo lugar. Logo eles teriam que sair dali e enfrentar as consequências da guerra, mas não tinham forças para isso. Não naquele momento.

Hermione se afastou, sentando-se ao lado do loiro e o avaliando com seus olhos atentos. Todo o tempo que passaram afastados trouxeram mudanças ao seu corpo, algumas que ainda faziam seu estomago embrulhar pensando em tudo que o garoto sofrera. A morena demorou seu olhar no rosto de Draco, vendo as marcas roxas embaixo de seus olhos. Claramente ele realmente não teve boas noites de sono. Seu cabelo estava mais comprido que o normal, assim como sua barba, que geralmente por vaidade ele matinha aparada.

E então seus olhos vagarosamente desceram por seu corpo. Seu corpo musculoso de outrora já não era tão musculoso assim, no entanto ele incrivelmente se manteve em forma. Hermione deixou-se pensar sobre o que ele mesmo pensava sobre as mudanças que ela mesmo enfrentara. Seu cabelo voltara ao seu ar rebelde anterior, ela visivelmente perdera alguns quilos, bem como ela tinha consciência das cicatrizes que seu corpo ganhara durante suas jornadas.

Uma cicatriz se destacava com significado tão forte que ela nunca teria coragem de cura-la com um feitiço. Uma cicatriz que ela guardaria como lembrança sobre tudo que ela passou para chegar ali, para tentar manter seus amigos vivos e ajudar o mundo bruxo. Ela deixaria aquela cicatriz para provar que ela se orgulhava de ser bruxa, mesmo sendo trouxa. Nenhum trouxa nunca seria inferior a um puro-sangue.

E então Hermione deixou seu olhar vagar até a cicatriz que se estendia pelo antebraço de seu amado. Seu coração pulou forte no peito, seus olhos involuntariamente marejaram, mesmo ela tentando evitar. A marca negra contrastava doentiamente em sua pele branca.

– Hermione, não. – Draco olhou-a seriamente e puxou o lençol para cobrir seu corpo, mais especificadamente o braço.

– Por que você não para de a esconder de mim? – a garota sentia um profundo pesar em vê-lo assim, tão sério e compenetrado.

– Eu não quero esconder, mas eu vi seu olhar ontem quando a viu Hermione. E o vejo agora. – então ele se levantou e manteve seu tronco ereto perto do dela, segurando seu rosto entre as mãos. – Não quero que se sinta mal em relação a isso. – É o mesmo olhar que eu faço quando vejo isso.

E então ele se afastou para puxar o braço dela, puxando a palma de sua mão para cima, assim expondo a cicatriz.

– Sangue-ruim. – leu ele baixo com desprezo. Então fechou seus olhos e encostou sua testa na dela. – Você me olha com culpa, Hermione. Eu conheço você o suficiente para saber isso, nem faça essa cara. – então ele abriu os olhos e sorriu torto ao ver a careta de Hermione de quem discordava.

– Draco, eu...

– Não Hermione, não começa. Se alguém teve culpa por hoje eu ter isso – e aqui ele agarrou seu próprio braço, afastando-se dela – esse alguém é meu pai. Você NÃO tem culpa disso Hermione, na verdade quem me salvou disso foi você. Agora, se não fosse por mim, você não teria que ter isso para marcar seu corpo.

– Você não tem culpa Draco.

– Eu deveria ter enfrentado minha tia. – ele cerrou os dentes.

– Eu te pedi ao contrário.

– E eu idiota escutei. – ele fez uma careta.

– Eu nunca te respeitei tanto quanto naquele momento. Eu sei que foi a decisão mais difícil que já tomou Draco. Eu consegui sentir o quanto estava desesperado. – ela tocou seu rosto com suavidade.

Novamente Draco olhou para o braço da menina, seu olhar era de partir o coração. Ele sofria com aquilo. Ele então puxou a mão dela de seu rosto, envolvendo-a em suas próprias e abaixou-se para beijá-la com carinho. Lentamente seus beijos foram até seu pulso e arrastando ainda mais seus lábios ele chegou na cicatriz, beijando com suavidade.

– Por que você não a cura Mi? — pede ele angustiado.

– Eu tenho orgulho de ser sangue-ruim. Eu não a apagaria. – disse determinada.

Draco fez um aceno de cabeça concordando. Ele realmente entendia o lado da morena. Mesmo que ele pudesse, ele também não tiraria sua marca. Não por orgulho, como ela, mas porque ele precisava do lembrete do que ele já fora e do que já passara.

– Hum, por que você disse que quem te salvou fui eu? Quando falou sobre a marca, quero dizer. – Hermione olhou curiosa.

– Não quero mais falar sobre marcas agora. – Draco balançou a cabeça, um sorriso malicioso começando a se formar em seus lábios.

– Eu conheço esse olhar. – disse Hermione estreitando os olhos.

– Então sabe do que preciso. – Draco puxou-a pela cintura, girando-a rapidamente para baixo de seu próprio corpo. – Preciso urgentemente fazer essa manhã ainda mais feliz.

– A gente não poderia se demorar aqui. – ela mordeu o lábio preocupada.

– Bem, o mundo pode esperar um pouco pela famosa Granger. Agora ela vai satisfazer o namorado dela.

Sorrindo um para o outro, mais uma vez perderam-se um no corpo do outro.

– * -

– Draco, para. – riu Hermione, colocando a mão na frente do rosto enquanto Draco continuava a clicar intermináveis fotos.

Ambos se encontravam sentados embaixo da árvore do jardim da nova casa da Srª Malfoy. Narcisa se encontrava sentada numa cadeira de balanço observando o casal, enquanto ambos riam como se o mundo dependesse disso.

– Sabe, sua imagem vai ficar linda tentando interminavelmente se esconder. – disse Draco olhando-a sério agora. – Você não preferia dar um sorriso bonito e dar um tchauzinho para sua imagem ficar mais simpática?

– Você é insuportável Malfoy. – ela mostrou a língua para ele, ao mesmo tempo que Draco capturava mais uma imagem. – Alguém já lhe disse isso?

– Na verdade sim. E foi você. – disse ele fingindo-se pensativo. – Inúmeras vezes na verdade.

–*-

Lucio’s pov

Eu não conseguia acreditar que Draco e Narcisa realmente resolveram se mudar para aquela... casa? Era assim que a chamavam? Francamente... E o que mais me enfurecia é que o fizeram sem meu consentimento. Fechei meus olhos e respirei fundo. Como eles se atreviam a fingir que eu não existia?

E o que mais me deixava furioso: a lembrança de Draco com as mãos naquela sangue-sujo. Eu não poderia acreditar mesmo que eu quisesse que ele realmente teve a audácia de enfrentar todos os princípios da família. Não bastava aquela escoria do Sirius Black ter se juntado a causa dos sangue-ruins, e nem mesmo aquilo que outrora eu já chamara de irmão, agora Draco se envolveria com uma sujeitinho de sangue-ruim? Não, não mesmo. Não se dependesse de mim. Nenhum filho meu ousaria manchar a reputação da família. A família Malfoy já estava o suficientemente rebaixada sem mais isso.

Então decidido, peguei minha capa que se encontrava largada atrás da porta da mansão e sai marchando até a porta, para então aparatar na floresta que se encontrava situada no terreno da maldita casa. Eu descobriria o que estavam aprontando e os faria pagar por isso.

Silenciosamente, caminhei em direção da casa, tentando não chamar atenção nem mesmo dos animais que ali habitavam. Narcisa estava pensando no que afinal ao aprovar as decisões de Draco? Ele era nosso filho, deveria obedecer tudo que disséssemos. Definitivamente eu havia errado na criação daquele garoto.

Balancei a cabeça com reprovação e então, naquele segundo em que o som abafado de meus passos pararam eu pude ouvir a uma curta distancia risadas. Uma era de Narcisa, eu reconheceria este som a quilômetros. Havia uma risada masculina, que assumi ser de Draco. Era uma risada diferente da que eu me lembrava. E então havia uma terceira voz.

– Imita de novo o Crabe, imita, imita! – ria uma voz feminina incrivelmente doce.

O sangue ferveu por minhas veias. Como Draco se atrevia a levar uma sangue ruim para a própria casa? Como ele sequer podia cogitar a possibilidade de chegar perto de uma garota como ela? Depois de tudo que passei ensinando o moleque.

– Draco, Draco, Draco... – sussurrei.

Com determinação renovada segui pela floresta sob um feitiço desilusório. Cuidando para não fazer barulho, me coloquei a uma pequena distancia do grupo, analisando-os. Narcisa, Narcisa...se era para ela me trair dessa maneira ela não me teria de volta. Morreria sozinha. E Draco não mereceria sequer sua morte ou daquele pedaço de carne nojento que era a sangue-ruim. Ele merecia sofrer com ela o rejeitando e o odiando como já o fizera.

E então sorri com satisfação. A sangue-ruim não morreria hoje. Quem sabe não fosse seu dia de sorte?

– Olá! – sussurrei ao saltar de trás da árvore que me encontrava, para então agarrar o braço da garota, a varinha apontada para sua têmpora.

– Lúcio! – gritou Narcisa levantando-se da cadeira em que estava.

– Como vão? – perguntei asperamente. – Parece que vão bem sem mim.

– Solta ela. – disse Draco encarando-me nos olhos. Sua mão deslizando para a capa.

– Nem pense em enfiar sua mão aí ou ela morre. – para frisar puxei a garota para mais perto de mim, envolvendo sua cintura com o braço e com a varinha ainda mais firmemente apoiada em sua cabeça.

– O que pensa que está fazendo Lúcio? – Narcisa desceu da varanda e veio em minha direção, os braços cruzados. Ela estava mais pálida do que o normal. – Solte a menina. Por que está fazendo isso conosco? Já não fez o que chega? – seus olhos escuros estavam marejados, sorri com ironia.

– Como puderam manchar nosso nome dessa maneira?

– Manchar o nome? – o tom de voz de Draco se alteou. – Foi você quem fez isso por nós papai.

– Não seja estúpido garoto petulante. Tudo que fiz foi para o bem de nossa família, mas você tinha que se estragar, justando-se a essa escória. – disse, segurando uma mecha do cabelo da garota e puxando. A mesma fez um som de muxoxo abaixo de mim. Sorri com escarnio.

– Solte-a agora. Ou eu juro Lúcio eu vou te caçar no inferno e vou te matar com minhas próprias mãos. – o garoto ameaçou a vir em minha direção.

– Não, não. – disse eu como uma ameaça clara.

Puxei a garota pelo cabelo, empurrando seu rosto para o lado, fazendo-a gemer de dor. Draco estancou no lugar.

– É incrível como vai me matar sendo que não pode dar um passo em direção a mim. – ri para o Draco.

Estup... – pude distinguir o voz de Narcisa.

Expelliarmus! – a varinha de Narcisa voou para minha direção. – É incrível como continua ruim com feitiços. E sua confiança está crescendo, hã? Como ousa me desafiar?

– Roubou a varinha de quem? – falou a garota pela primeira vez desde que cheguei, me fazendo esquecer de Narcisa. – Já que perdeu a sua para o querido Lord? – falou com ironia.

– Cale a boca. – para incitar a ordem bati no meio de suas costas com meu joelho, fazendo-a soltar um gemido.

– O que você quer Lúcio? – disse Draco agora parecendo desesperado. – O que quer para deixa-la ir?

– Óh, eu vou deixa-la ir Draco. Só vou querer uma coisinha em troca.

– O que quer?

– Isso: — olhei momentaneamente para a cabeleira morena da garota e olhando para o Draco sorri em saber o sofrimento que ele teria em perde-la, — OBLIVIATE!

Writer’s pov

– Hermione! – gritou Draco correndo para a garota quando Lúcio desaparatou. O que o desgraçado fizera a sua menina?

Hermione jazia desacordada no chão, Narcisa pálida se encaminhou ao casal, ajoelhando-se de frente para os dois. Draco sentia seu coração pulsar rapidamente em seu peito. O que Lúcio fizera? O que ele apagara que a fizera desmaiar? Hermione parecia febril.

Puxando sua varinha Draco conjurou um pano molhado da própria casa e passou-o pela testa da menina, umedecendo-a com água gelada. Minutos depois, o que pareceu horas para Draco, Hermione finalmente começou a pestanejar.

– Malfoy?! – gritou ela a plenos pulmões.

– Mi? Você está bem? – perguntou Draco aturdido.

– Onde estou? – perguntou ela, afastando-se do garoto. Seus olhos demonstravam desprezo ao olharem para o loiro.

– Você... não lembra? – a dor na voz do garoto era quase palpável.

– Pode me dizer por que diabos estou nessa maldita casa? – gritou ela apavorada. E então levantou-se de um salto e pegou sua varinha, quando o garoto ameaçou se aproximar.

– Se você me tocar juro por Merlim que eu te mato, Malfoy. – disse ela baixinho.

– Eu... me desculpe. – disse ele parecendo culpado. Hermione nunca vira Draco gaguejar e se desculpar, não que ela lembrasse. Isso a deixou com medo.

– O que fez comigo? – disse ela, sua voz tremendo. Draco não conseguia responder, apenas olhar para ela como se não acreditasse em algo. Seu olhar de apelo era algo estranho e novo para Hermione. Aquilo era demais para ela.

Hermione se encontrava confusa. Então concentrou-se com os olhos fechados e girou sobre seus pés, indo parar no lugar que mais gostava no mundo. Abriu os olhos e se viu de frente para a toca, passando pela porta a passadas rápidas.

– Onde estão Harry e Rony? – disse ao dar de cara com Gina.

– Você está bem? – Gina a olhou confusa, trocando a vassoura de lado no ombro. – Está pálida.

– Onde eles estão Gina? – repetiu a pergunta.

– lá em cima trocando de roupas. Vamos jogar quadribol.

– Quadribol cancelado.

E então Hermione subiu correndo as escadas da toca, pulando de 3 em 3 degraus.

– Harry, Ron! – gritou ela quando chegou no corredor. Então sem bater na porta Hermione adentrou o quarto.

– Ei! – disse Rony rabugento e sem camisa, encarando Hermione. Harry se encontrava vestido sentado na cama do amigo. Ele ainda sentia-se ressentido quanto a Malfoy. Afinal, ela mentira para ele, certo?

– Achei que só nos veríamos segunda. – Harry sorriu para ela e então a olhou novamente e ficou sério. — O que aconteceu? – A ultima vez que a vira com essa cara fazia dois meses, quando acabou a guerra. Havia algo errado ali.

– Eu sei que estava aqui agora mesmo falando sobre o que faríamos agora que passamos pela guerra e então eu... – começou Hermione.

– Hermione, faz dois dias que a gente não se vê. – interrompeu Rony confuso.

– Dois dias que a gente não se vê? – Hermione alteou o tom de voz. – Eu sabia que tinha algo errado. Foi ele... ele deve ter me levado e apagado minhas memórias. O que ele fez comigo? Como vocês não perceberam meu sumiço? – a garota olhou para eles com magoa.

– Hermione, quem apagou o que? Você não estava sumida.

– Eu acordei com Draco Malfoy me olhando com uma cara assustada no quintal de uma casa estranha! – gritou ela a plenos pulmões.

– E por que isso seria ruim? – Harry olhava assustado para a amiga.

– Como assim por que isso seria ruim? – Hermione estreitou os olhos.

Então ouviram passos no corredor, antes que pudesse dizer algo Gina irrompeu pela porta, trazendo junto consigo um loiro.

– O que está fazendo aqui?! Por que deixou ele entrar? – gritou Hermione.

– Ué, vocês brigaram? – perguntou Gina confusa.

– Como assim brigamos? – Hermione estreitou os olhos.

– Se não brigaram por que todo esse charme? Para com isso que eu quero jogar quadribol Mi! – Gina cruzou os braços emburrada.

Rony e Harry se olharam e então seguiram com o olhar até Draco.

– Hermione, — começou Draco.

– Hermione?! O que está acontecendo aqui? Desde quando são amiguinhos de um Malfoy? – a garota olhou para Harry se sentindo traída. E então direcionou seu melhor venenoso ao loiro. – E desde quando você fala com uma sangue ruim?

– Que merda é essa Hermione? – disse Gina agora ficando estressada. – Dá pra parar de se fazer e voltar pro mundinho perfeito que criou para você e a porcaria do seu namorado?

– Espera aí... namorado? – Hermione deu um passo a frente e encarou a amiga com olhos arregalados.

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Notas finais: Bem, esse é o fim oficial da IBIGYH (que sigla feia KKK) e mesmo com a continuação vindo isso aqui tá me partindo o coração. Eu nunca vou conseguir agradecer vocês da maneira que merecem. Vocês são os melhores leitores do mundo. Muito obrigada por todos xingamentos e elogios. Vocês fizeram meus dias melhores.

Aaah e o último capítulo deu um recorde lindo de reviews. Foram 19. EU NUNCA RECEBI TANTO REVIEW CARAMBA HUASHUAIS ♥ Obrigada mesmo

Bem, a fic termina HOJE com um total de 243 páginas no word (vocês realmente devem ter gostado da fic pra ter lido tanto. Ah, e nem eu sabia que eu sabia escrever tanto KKKK). Além do que totalizou HOJE 735 reviews, 298 leitores, 95 favoritos, 10 recomendações e 16 mil acessos. Vocês são ou não os melhores leitores? CLARO QUE SÃO ♥

Muito obrigada. Meu carinho por vocês é imenso!

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Gente linda da minha vida, aqui vai o link da segunda temporada: http://fanfiction.com.br/historia/524152/Youll_love_me_again_Hermione/

E o link da minha short fiction (Dramione também, claro):

http://fanfiction.com.br/historia/477263/Stay_with_me_tonight_Dramione_-_Short_Fiction/

Notas finais
PS: Mari coisa querida, não esfregue meu fucinho na lama D:
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!