Notas iniciais
Heey gente. E aí? Vim postar aqui e tal, mas quero que fiquem sabendo que eu achei esse capítulo uma merda. Não é pra me fazer nem nada, mas escrevi ele super na pressa para não deixá-los sem ler mais uma semana. É final de semestre na minha facul, então eu to tendo um filho de tanta prova pra estudar kk Espero que me perdoem por estar sendo uma péssima escritora nesses ultimos dias. Prometo me dedicar mais a isso aqui nas férias (começam dia 17. UHUL) Espero que não tenham desistido de mim :(

– Draco? – Hermione levantou-se lentamente, para logo em seguida tombar, soltando um gemido. – Minha cabeça...

– Você realmente não deveria beber tanto. – resmungou Draco para então levantar da onde estivera sentado ao lado da morena.

O loiro cruzou os braços junto ao peito e encarou o amor de sua vida. Draco se sentia pesaroso e extremamente angustiado com o que falaria dali a segundos.

– Como eu vim parar na minha cama de pijama? – Hermione arqueou uma sobrancelha e então enrubesceu sob o olhar do garoto a sua frente. – Ah... espero não ter falado besteiras.

– Não Granger. Não falou. – respondeu de forma rude.

– Granger? – Hermione lentamente se sentou na cama, recostou-se sob os travesseiros olhando curiosa para seu amor.

– É. Acho que já chega de te enganar. – respondeu em tom frio, como se fosse o tempo em que eles ainda não haviam se conhecido tão a fundo.

– Oi? – respondeu estrangulada.

– Eu achei que conseguiria algo de você, mas não. O Lorde estava certo. Não valeu o esforço. – disse ele contra todo seu bom senso.

– Draco... – suspirou estrangulada. Seu coração disparava contra seu peito. Sua mente se sentia anuviada, confusa. – O que quer dizer?

– Para você é somente Malfoy. – ele sorriu de canto desdenhoso, mesmo que por dentro seu coração estivesse se partindo pela expressão de sua amada em sua frente. – Me impressiona que você realmente tenha acreditado em tudo que eu já te disse. – Ele afinou a voz e imitou sarcasticamente- “Eu vou te amar pra sempre” – Ele riu amargo. – Pelo menos serviu para umas fodas boas Granger, apesar de eu ter tido que me esfregar por horas para me livrar do sangue-sujo.

Ele sabia que dito isso ela jamais o olharia novamente. Ele sabia ter partido o coração dela... e o mais triste, ele sabia ter partido seu próprio coração ao fazer isso. Mas era preciso. Era necessário parar de fazê-la sofrer. Essa coisa estava longe de terminar, ele sabia. E ficava cada vez mais difícil esconder seus sentimentos de Voldemort se ele alimentasse seus sentimentos.

– Saia já daqui. – disse ela enfurecida, apontando para a porta. – Nunca mais ouse falar comigo Malfoy. – cuspiu entre os dentes, incapaz de evitar o ódio naquele momento.

Ela alimentava o ódio para não ter que sentir a dor que certamente viria. O que ele quis dizer com “Eu achei que conseguiria algo de você”? Hermione se sentia entorpecida.

Draco a contra gosto seguia a sala precisa, no intuito de pensar novos feitiços possíveis para o armário. No caminho se depara com Snape, saindo de uma sala qualquer com um papel amassado na mão e um olhar furioso.

– O que está fazendo aqui Draco? – perguntou em voz sibilosa.

– Pensei que soubesse. Ó tão fiel comensal. – disse sarcástico.

– Shii! – chiou alto o mais velho. – Você está maluco? Ninguém pode desconfiar.

– Não é como se não estivesse na cara.

– Pare de ser insolente garoto.

– Não é como se eu me importasse com o que pensa de mim Snape. Você é o menor dos meus problemas agora.

E sem dizer mais nada Draco saiu batendo pés até a sala, adentrando a mesma e se jogando contra a parede, socando-a com força e deixando lágrimas desgostosas e bem-vindas escorrerem por sua face.

Hermione ainda estava em choque e não conseguia assimilar realmente as palavras de Draco. Ainda em negação ela trocou de roupa e colocou todas suas forças em tentar odiar o loiro por seus palavras. Como ele se atrevera a dizer aquilo? Como ela fora tola o suficiente para acreditar que um sangue-puro nojento como ele pudesse amar de verdade?

E por mais que Hermione quisesse negar, ela não acreditava nas palavras ditas a ela a poucos segundos atrás. Doía profundamente nela, suas palavras o machucara, mas não mais do que ver a musculatura tensa dele, ver o olhar de dor. Ele não conseguira a enganar completamente. Ele estava mentindo. Ele tinha que estar, ela tinha que acreditar que tudo aquilo não passara de um sonho ruim.

A morena estava no meio de sua tarefa de achar uma roupa quando uma coruja começou a bicar insistentemente a sua janela.

– Olá. – sussurrou a garota, desprendendo a carta da perna da coruja.

Caros Sr. Weasley e Srtª Granger

Primeiramente Hogwarts gostaria de parabeniza-los pela vitória para o sexto ano no torneio. Hogwarts se orgulha de suas mentes brilhantes.

No entanto, esta vem para avisá-los que a próxima tarefa ocorrerá na semana próxima, onde deverão estar preparados somente com suas varinhas. Não saberão qual será a tarefa até a hora da mesma.

Desejo-lhes boa sorte.

Vice-diretora de Hogwarts

Minerva McGonagall

Hermione leu duas vezes a carta e então soltou um suspiro alto. Calçando seus sapatos seguiu para o banheiro, onde teria acesso a torre da Grifinória. Sem rodeios seguiu direto até o dormitório dos garotos, onde poderia encontrar seu amigo dormindo, com certeza.

– Rony. – sussurrou ela cutucando o amigo. No entanto o mesmo não esboçou uma só reação de estar acordado. Agora com mais vontade ela cutucou suas costelas e gritou em seu ouvido: — Ronald Weasley!

Num pulo o amigo se levantou, sentindo sua cabeça girar devido o álcool ingerido na noite anterior.

– O que está fazendo? – perguntou grogue.

– Temos que conversar.

– Realmente? – ele então virou para a mesa de cabeceira e encarou o relógio. – NOVE HORAS? – gritou indignado, o que fez os demais grifinórios acordarem e brigarem com ele por ter os acordado. – Boa noite Hermione.

– Não me obrigue a te fazer sair dai Ronald. – sibilou a morena ao ver o amigo se virar para o outro lado. – Em cinco minutos te quero lá embaixo ou eu subo e veremos quem se sairá melhor.

Com um ultimo olhar irritado ao ruivo, Hermione saiu do quarto e seguiu até a lareira. Sentando-se na sua poltrona preferida dali ela começou a remoer o que escutará a menos de 20 minutos atrás. Seu coração começou a bater rapidamente e lágrimas involuntárias começaram a inundar o canto de seus olhos. Ela não acreditava, ela não acreditava. Eu não vou acreditar, ele tinha uma razão para fazer aquilo, repetia ela como se fosse um mantra.

– Satisfeita? – disse um Ronald estressado até ver a amiga. – Mi! – se impressionou e seguiu até ela a puxando pela cintura até si e a abraçando forte. – O que fizeram contigo? – perguntou agora irritado.

Hermione limitou-se a balançar a cabeça e então forçou um sorriso em seu rosto.

– Nada, foi só que lembrei de nossos primeiros anos e me deu saudade de quando a vida era fácil. – inventou uma desculpa qualquer.

– Sério? – ele arqueou uma sobrancelha. – Depois da Pedra Filosofal, Sirius, a câmara e tudo?

– Talvez. – ela riu agora com humor. Seria ironia dizer que seus anos em Hogwarts tenha sido fáceis.

– E agora me diga. Por que estou acordado? – agora que já estava de pé, Rony não se importava por ter sido acordado. Não por ela pelo menos. Ele gostava de estar em sua presença, e gostava de uma maneira que o assustava.

– McGonnagall enviou uma carta. – Hermione levou a mão ao bolso e retirou a mesma, entregando ao amigo. Após um minuto de silencio para Ron ler, ele se virou novamente para a amiga.

– Bem, vai ver que a próxima tarefa seja um pouco mais complicada. Devemos treinar alguns feitiços? – perguntou inocentemente.

– ALGUNS FEITIÇOS? – falou ela mais alto que o esperado. Indignada, com o peso da próxima tarefa recaindo sobre seus ombros. Ela se sentia nervosa. – Você tem ideia de que temos que saber um pouco de tudo ou estaremos ferrados? Você consegue imaginar o tipo de prova que ele podem fazer?

– Não. – respondeu ele assustado com a raiva repentina da amiga.

– É! Temos que começar ontem ainda. Vamos.

Rony olhou assustado para a amiga, mas não negou-se a segui-la. Ela o assustava quando determinada. E seu choro repentino não fora bem explicado. Ele a conhecia melhor do que ninguém. ela estava escondendo algo, e isso fazia tempo. Mas diferente do que ele poderia imaginar, ele gostava mais dessa Hermione nova, mais durona, mais fria do que da Hermione medrosa e sabichona. Hermione estava crescendo e se tornando uma mulher decidida e determinada. Não que ela não fosse antes, mas ela estava se aprimorando nisso...

A morena por um momento permitiu-se desviar todas suas atenções para o torneio, deixando de lado o pensamento de que Draco nunca a quisera de verdade. Ele tinha que querer, ele estava sofrendo por ela. Ele estava, ela tinha certeza.

Enquanto Hermione e Rony seguiam para uma sala desocupada qualquer para discutir hipóteses sobre o torneio, Snape seguiu seu caminho até o escritório de Dumbledore. Ao chegar lá entrou sem ser convidado e bateu com o papel em sua mão na mesa do diretor.

– Eles pretendem fazer isso em dois meses. Com ou sem a ajuda de Draco.

Dumbledore acenou afirmativamente com sua cabeça.

– Por que está indiferente? – gritou o sonserino nervoso. – Eu achava que amava essa escola!

– Ambos sabemos que não é a escola que eles querem destruir Severo.

– Não... – antes que Snape continuasse Dumbledore interrompeu:

– Não seja tolo Severo. Voldemort quer somente minha morte e de Harry, após deixará a escola intacta. Ele tem esse lugar por sua casa. Temo pelos de sangue trouxa, mas não será o alvo deles, não agora pelo menos.

– Como pode estar tão certo disso? Ninguém realmente sabe o que se passa na mente DELE!

– Se acalme Severo.

– E você sabe quem ele quer que o faça? Sua morte, eu digo.

– Sim? – Dumbledore entrelaçou seus dedos e apoiou seu rosto nas mãos, olhando através de seus oclinhos de meia lua para seu mais querido amigo.

– Draco.

Dumbledore pareceu brevemente surpreso, então novamente voltou a sua face serena. Tirando assim a paciência de Severo, que estava a ponto de pular sobre o velho diretor.

– Você o fará.

– Eu... o quê? Você está demente?

– Não Severo. Você já tem sua alma corrompida, mas ele não.

– Como pode esperar que eu o mate?

Snape agora se sentia fora de controle, foi até a mesa a sua frente e bateu com força as mãos sobre as mesmas.

– Pense isso como o favor que um velho amigo faria.

– Você é doido. Eu não vou mata-lo.

– Você o fará. E eu também preciso de outros favores....

– uma semana depois –

– Você só pode estar brincando. – disse Rony com seus braços envolta de sua amiga. E então riu.

– É sério. – ela se soltou dele e bateu em seu braço. – Não ria. E se fosse você que tivesse sonhado com seu pior medo? Como se sentiria se tivesse passado a noite com Aragogues ao seu redor? Loucas para fatiá-lo com suas pinças. – Hermione começou a bater uma mão contra a outra, fingindo ser uma pinça. Rony fez uma careta desgostosa, deixando Hermione satisfeita e fazendo Harry rir.

– Bem, eu acho que vocês deveriam comer de uma vez.

– Eu não consigo! – disse uma Hermione nervosa.

– Você em todos meus jogos de quadribol me faz comer. Então não seja teimosa. – Harry levantou de sua cadeira e puxou gentilmente a amiga pelos ombros a sentar.

– Agora eu vejo o quão insuportável eu era. – suspirou derrotada. – No entanto Rony também deve comer.

– Você realmente acha que um torneio idiota o fará não comer? – Gina a olhou com escárnio, fazendo todos rirem. Com exceção do alvo da piada. Rony por pirraça mostrou a língua para a irmã.

– Bem, vocês não fazem nem ideia do que possa ser?

– Nós já dissemos Gina. Não! – Ron se irritou.

– Calma. – disse ela de bico.

E assim, em meio a brincadeiras e brigas os grifinórios se colocaram a comer. Hermione evitava pensar em certo loiro, mas era impossível evitar vê-lo e isso fazia seu coração tremer contra o peito. E foi o que acontecerá.

Draco caminhava lentamente com um grupo de amigos até a mesa da Sonserina. Ele estava sorrindo debochado, enquanto uma loira ao seu lado descaradamente flertava com ele, sem tirar suas mãos do garoto por um segundo.

– Eu não sei vocês, mas estou torcendo sinceramente para que a tarefa envolva um monstro devorador de trouxas. Quem sabe Granger finalmente morra. – disse a garota tentando fazer Draco rir e admirá-la, no entanto só o estressando.

– Boa Dafne. – riu Goyle.

– Agora sei porque gosta de Draco. É tão perversa quanto ele. – disse Theo revirando os olhos, fazendo todos rirem. Inclusive a própria garota. Ela pistou sugestivamente para Draco e então largou dele, dando um beijo em seu rosto.

– Não sei porque ainda não pegou ela cara. – Blás resmungou ao lado do garoto, observando a bunda da garota enquanto a mesma se dirigia até as amigas.

– Porque não vejo graça na branquela.

– Qual é, ela é gostosa.

– Cala a boca Blás. – resmungou Draco se sentando em seu lugar de sempre e comendo.

Ele não podia evitar de olhar em direção a mesa da Grifinória. Ele estava preocupado quanto a nova tarefa afinal ela poderia se machucar com isso. Draco não podia acreditar, mas internamente estava implorando para que o Weasley a protegesse.

Enquanto ainda encarava a mesa a sua frente, um par de olhos que não era da sua morena se encontraram com os dele. Harry o encarava ameaçadoramente, deixando implícito seu ódio com o olhar.

– Por que está olhando para a mesa da Grifinória? – perguntou Theo do seu lado e então bufou assentindo. – Potter é um idiota.

– É, ele é. – respondeu Draco desviando o olhar e comendo a torrada a sua frente.