Notas iniciais
Obrigada por favoritarem Lylí Weasley e Isabella :D Gente, eu tô com 100 leitores e não tô recebendo nem 10 reviews direito em cada capítulo =[ (No último foram só 7 reviews. Tô ficando decepcionada ) Vamos ser bonzinhos e comentar. Bem de amores :3 kk Aaah e Mari, nem venha querer me socar :(

– O que foi Draco? – disse eu de forma desesperada. – Eu não aguento mais essa angustia de estarmos bem e dois minutos depois você se fechar.

– Eu sinto muito Hermione. – ele veio até a borda da cama e ficou me olhando de cima. – Nós temos que terminar.

– Nós o que? – disse mais alto do que pretendia.

Draco’s pov

– Nós o que? – ela gritou sentando mais ereta na cama.

– Eu sinto muito.

– Você incrivelmente já disse isso. – agora ela me encarava friamente.

– Hermione... – tentei começar.

– Por que está fazendo isso? – ela cruzou os braços a sua frente.

– Eu preciso Hermione. – me sentei de costas pra ela na cama, tentando esconder toda a angustia que eu sentia.

– Você brincou comigo esse tempo todo? – perguntou ela de forma magoada. Aquilo partia meu coração.

– Eu nunca faria isso contigo.

– Por que então? Você nunca gostou de mim afinal?

– Não seja burra Hermione. – eu disse chateado, agora virando para ela e tentando segurar em suas mãos, mas ela as afastou e me olhou com desprezo. – Você é a única pessoa que eu amei minha vida inteira.

Ela me olhou espantada. Seus olhos castanhos arregalados para mim e então ela tapou o rosto com as mãos e para minha surpresa momentos após ela levantou a cabeça e me encarou com lágrimas nos olhos. Eu não sabia que ela teria essa reação após eu dizer que a amava e aquilo me magoou também.

– Eu te amo Hermione. Não chore por minha culpa. Eu não acho que eu consiga aguentar.

– Se me ama por que está fazendo isso?

– Porque é o certo. Eu não posso correr o risco de te ver machucada ou pior, morta. Você sabe que isso tudo é errado. Se meu pai descobrir você vai morrer Hermione.

– Eu não me importo de continuarmos escondidos Draco.

– Hermione. Eu não vou mais ficar 24 horas por dia preocupado com o que possa te acontecer. Você não merece ficar escondida de tudo e todos por minha culpa. – então as lágrimas começaram a correr com mais vontade por seu rosto.

– Draco... – tentou começar.

– Nós nunca vamos dar certo. – não antes do fim dessa guerra, terminei mentalmente.

– Eu também te amo. – disse ela baixo e então se jogou no meu colo e começou a soluçar. Eu nunca pensei que algo pudesse me machucar tanto.

– Meu amor... – sussurrei baixo e a abracei. – Não chore por mim.

Eu soei mais desesperado do que eu pretendia. A garota se negava a me responder, apenas balançava a cabeça e a única coisa que demonstrava que estava me ouvindo era suas lágrimas por minha culpa. De novo. As únicas duas vezes que eu a vira chorar foram por minha culpa e aquilo estava me quebrando. Mas apesar de tudo, ela estava com seu rosto encostado em meu peito, lavando meu peito, mas aquilo não me importava. Não me importava também o fato de eu nunca ter falado a alguém que a amava, não me importava que eu nunca consolava alguém ou até mesmo me desculpava.

Vê-la daquele jeito estava me matando por dentro. Vê-la machucada por minha culpa me machucava também. E por mais que parecesse um absurdo eu não poderia negar aquilo. Afinal, eu havia realmente me apegado a garota. Eu havia finalmente achado alguém que eu gostaria de passar o resto da minha vida com.

Fechei meus olhos, encostando meus lábios suavemente sobre o topo da cabeça da morena e então, calmamente, trouxe Hermione para meu colo, embalando-a suavemente.

Parecem que foram horas que ficamos ali, com ela em meu colo se acalmando aos poucos, enquanto eu suavemente acariciava seu cabelo macio.

– Eu não sei o que deu em mim. Desculpa. – disse ela por fim, afastando seu rosto de meu peito para então me olhar. – Eu nunca chorei antes por ninguém, eu nunca sequer implorei por algo, mas por favor Draco, não faça isso com a gente.

E ela tentou se levantar sem jeito, quando pareceu finalmente se dar por conta do que estava fazendo. Suas palavras mataram o que ainda restava de mim. Eu nunca pensei que um dia ouviria a garota mais orgulhosa de Hogwarts me implorar algo.

– Eu não posso Hermione. – eu gritei, agarrando os lados da minha cabeça e encostando contra meus joelhos. Eu puxava com força meus cabelos e então olhei para ela. – Você não vê que se continuarmos juntos você vai morrer por minha culpa? Eles vão te procurar até no inferno se descobrirem que estou contigo. Você acha que eu estou feliz com isso? Eu não estou Hermione. Pela primeira vez na vida eu me sinto vazio, com uma vida sem sentido pensando em te largar. Mas eu sei que é o certo. Eu não vou deixar que eles te machuquem. Eu não quero ter que te deixar, você sabe disso.

Quando a olhei novamente ela me encarava com a boca escancarada, seus olhos brilhando com um sentimento que não consegui definir.

– Passa uma última noite comigo? – ela me encarava com seus olhos lindos castanhos inchados pelo choro.

– Eu... – eu a olhei desesperado, mas antes que eu pudesse evitar eu já estava sobre seu corpo, empurrando-a contra a cama e beijando com todo fervor que consegui reunir. Era a ultima vez antes dessa maldita guerra que eu a teria para mim.

Eu iria me afastar. Eu vou protege-la com minha vida. Eu nunca deixaria ninguém machuca-la, e o mais importante: eu continuaria a amando por toda minha vida. Quando toda essa merda acabar eu imploraria para ela me perdoar, eu imploraria de todas maneiras possíveis para ela me aceitar de volta.

– Eu te amo tanto. – disse enquanto beijava a pele de seu pescoço, fazendo-a soltar um suspiro involuntário.

– Eu também te amo Draco. – disse ela num sussurro. – Como nunca vou amar ninguém.

E aquela foi minha deixa, soltei um gemido alto angustiado por suas palavras e então envolvi seus lábios com os meus, beijando-a com toda paixão que eu sentia, minhas mãos desceram por suas curvas e meu corpo se apertava contra o dela, mostrando o quanto eu a desejava. O quanto eu precisava dela.

– Hermione. – disse eu sufocado quando senti suas unhas me arranhando o corpo numa maneira a me deixar com o corpo em brasas.

Quando percebi, a morena envolveu suas pernas e braços por mim de maneira a nos girarmos na cama, e lá estava ela sobre mim, tirando a camiseta em que se encontrava, ficando somente em sua calcinha em minha frente.

– Tão linda... – eu disse enquanto meus dedos iam até seus seios e acariciavam os mesmo com cuidado.

Antes que eu me desse por conta, Hermione já havia tirado minha calça, bem como sua calcinha e estava em cima de mim, com as mãos apoiadas em meu peito somente encarando meu rosto. Seus olhos brilhavam e quando percebi, minha morena estava enxugando uma lagrima solitária em seu rosto.

Me sentei rapidamente, ficando com meu tronco colado ao dela e nesse momento a morena escolheu para segurar em meu membro e fazê-lo se enterrar dentro dela. Soltei um gemido baixo e puxei seu rosto para o meu, puxando seu lábio com meus dentes.

– Eu. Amo. Você. – disse ela pausadamente a cada pulo que ela dava sobre mim, me fazendo delirar em seus palavras e toques.

A abracei forte contra meu peito, impedindo seus movimentos e a girei, prendendo-a com meu corpo contra o colchão ainda sem me retirar de dentro dela. Daquele jeito comecei lentamente a estoca-la, fazendo-a sentir toda minha extensão e gemer baixo.

– Hermione... – eu dizia por vezes, enquanto mordia seu belo pescoço. Meu corpo já estava tremendo, implorando para liberar meu prazer. Mas eu precisava aproveitar cada minuto que eu ainda tinha.

– Draco! – gritou ela enquanto se desmanchava num orgasmo cedo de mais. Assim me deixei levar com ela, chamando seu nome como se fosse uma benção, deixando que todo meu prazer escorresse por ela.

Continuamos ali, naquela posição, abraçados. Nenhum de nós dois tinha vontade de ser o primeiro a se soltar, porque sabíamos o que aconteceria e simplesmente não queríamos abraçar a realidade de agora. A solidão.

Aquilo fora rápido demais. E aquilo não deveria ter acontecido. Só fazia meu peito doer ainda mais do que antes, por saber que eu não a teria mais em meus braços.

– Eu sempre vou te amar. – eu disse baixo contra seu ouvido.

– Espero que seja feliz. – disse ela depois de um longo tempo sem falar, sua voz transparecia sinceridade. Seria mais fácil se ela tivesse me acertado um tapa na cara.

– Eu também Hermione. Espero que encontre quem complete todas suas necessidades. – disse eu por fim, sendo sincero.

Sinceramente eu queria ser esse alguém. Mas eu não podia, não agora. Eu tinha que focar na minha mãe.

– Acho melhor você ir. – disse ela com um tom machucado, como se quisesse dizer qualquer outra coisa menos aquilo e eu me levantei de seu corpo e a olhei espantado. Ela estava me expulsando. Seus olhos brilhavam com determinação.

– Desculpa. – disse eu me levantando e botando minha calça. Eu podia sentir seu olhar sobre mim, mas ela não disse mais nada.

Ao fechar a porta atrás de mim me deixei deslizar sobre a mesma e fiquei ali sentado, encarando o nada e com a mente entorpecida. Nem sequer uma lágrima saiu de mim. Meu peito doía, como se uma mão invisível insistisse em me apertar para ver até onde eu poderia suportar. A verdade é que eu não tinha apenas me machucado, eu havia arrancado um pedaço de mim fazendo aquilo e eu não sabia se aguentaria isso. Eu não sabia como ia suportar viver sem Hermione.

E então veio a imagem de minha mãe machucada em minha mente e eu lembrei o porque de ter que aguentar aquilo. Eram duas das mulheres que eu amava que estavam em jogo. Eu teria que completar aquela tarefa idiota, eu teria que foder com Hogwarts e as pessoas que eu aprendera que eram boas, mesmo sendo sangue-sujo. E eu iria, eu iria por nós 3. Eu nunca deixaria nada machuca-las, não me importava se o resto do mundo explodisse.

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10 de janeiro de 2003

Pior semana da minha vida. Desde que eu larguei a Hermione nada mais tem feito sentido. Minhas noites vêm sido um pesadelo. Tudo que faço é me revirar na cama e por vezes ouvir um gemido sofrido no outro quarto. Da primeira vez que entrei de espreita em seu quarto ela estava chorando, de costas para porta. Da segunda vez ela estava dormindo e gemia meu nome com angustia. Da terceira ela gritava desesperada e tive que a acordar. Desta vez ela me olhou com magoa e mandou eu simplesmente sair do quarto se não fosse para eu voltar com ela. E também deixou claro que não era para entrar no quarto dela nunca mais.

Eu não podia voltar com ela, será que ela não entendia? E eu fiz como ela havia gritado. Não entrei mais em seu quarto. Deveria ser proibido existir tamanha dor.

E se não fosse só isso. Eu ainda tinha a missão idiota do cara de cobra. Eu tinha que consertar um armário que se encontrava na sala precisa. Mas para isso tinha que esperar os idiotas da Durmstrang.

E já comentei que para fechar minha semana com chave de ouro, boatos corriam na escola que o maldito Krum voltara a enviar cartas para Hermione. Só de lembrar dela naquele maldito baile do quarto ano, tão linda, dançando com ele me fazia ter ganas de mata-lo. Ele que não ousasse se aproximar de minha menina quando estivesse aqui...

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13 de janeiro de 2003

Isso está ficando ridículo. Ela agora se recusa a falar comigo, nem que seja para um oi. Por que ela está fazendo isso?

Pansy voltou a correr atrás de mim.

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16 de janeiro de 2003

As aulas estão ainda mais insuportáveis do que antes e eu frio como nunca fui. Finalmente muitos estavam felizes pelo velho Draco estar de volta, ninguém conseguia entender o que tinha acontecido por eu ter ficado 3 meses tão distante. Bem, Hermione sabia o porque disso... Hermione...

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17 de janeiro de 2003.

Bem, alguém me mate por favor.

“- Draquinho! – disse Pansy vindo pelo corredor no horário de ronda dos monitores-chefe.

– Oi Pans. – disse eu cansado de enxotar a garota da minha vida.

– Você está tão distante de mim nesses últimos meses. Eu estou com saudades. – disse ela se aproximando e se enrolando em meu corpo igual a hera.

– Hum. – não respondi, simplesmente fiquei encarando a menina, enquanto ela deslizava suas mãos por meu corpo.

Faziam 2 semanas que eu estava sem sexo, e bem, seus toques infelizmente estavam me excitando. E me deixei levar pelo momento, ainda sofrendo por não ser Hermione que estava ali. Quando dei por mim, eu já havia prendido o corpo da menina contra a parede, segurando ambas suas mãos no alto de sua cabeça. Minha boca estava na dela beijando-a possessivamente e meu quadril apertava-se sugestivamente contra o quadril dela.

Nesse momento ouvi um barulho de algo quebrando e me virei na direção do mesmo. Hermione nos encarava com uma xícara jazendo a seus pés em mil pedaços e seus sapatos molhados pelo líquido que ali se encontrava.

– Desculpa atrapalhá-los. Só tenham respeito com Hogwarts e arrumem um quarto. Você é monitor, espero que se lembre pelo menos disso Malfoy. – disse ela seca e friamente. Num sussurro ela lançou um reparo consertando a xícara e a pegando nas mãos.

Esse foi o tempo que levou para eu sair do choque. Ela dissera Malfoy e aquilo me incomodou terrivelmente.

– Vamos seguir o conselho dela. Vamos para um quarto.

– Cala a boca Pansy. – larguei Pansy e corri atrás de Hermione. – Hermione! Que merda, me espera!

Ela me ignorou e continuou caminhando. Eu não me importava se Pansy podia estar ouvindo naquele momento. Eu só queria poder me explicar. Depois de virarmos um corredor em direção às torres a puxei comigo para um armário e vassouras e lancei um feitiço silenciador.

– O que você quer? – disse ela com raiva.

– Hermione, desculpe por aquilo. Eu não sei o que deu em mim. Eu...

– Eu não tô nem aí pro que você faz ou deixa de fazer, Malfoy. Não precisa ter respeito por mim, mas tenha pela merda da escola! – gritou ela indignada, parecendo tentar esconder algo. – Na próxima ponho ela de detenção pro resto da eternidade. – terminou ela azeda, abrindo a porta atrás dela e então virando para mim. – Bem, eu vou dormir. Termine a ronda. Adeus.

Naquela noite pude ouvir seus soluços por horas."

O que deu em mim afinal? Por que eu fizera aquilo com Pansy? E POR QUE ELA TINHA QUE CHEGAR NAQUELA HORA?

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18 de janeiro de 2003

Se antes Hermione não falava comigo, agora ela sequer olhava na minha cara. Eu preferia morrer do que vê-la desse jeito indiferente comigo. Mas se eu morresse quem garantiria sua segurança? E a vida de minha mãe?

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23 de janeiro de 2003

Eu não acho que eu pudesse suportar viver com Pansy no meu pé o tempo inteiro, querendo saber que merda foi aquela de “Hermione”. Se antes eu quase me deixara levar por ela, agora eu só a queria longe de mim.

Pansy com seus cabelos pretos e olhos verdes era linda, mas era a pessoa mais insuportável da face da Terra. E mesmo que não fosse, eu nunca conseguiria ficar com ela quando a única coisa em minha mente era Hermione. Seus lábios suaves por meu corpo, o carinho de suas mãos... oh fuck.

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25 de janeiro de 2003

Durmstrang estaria chegando e com isso chegando meu nervosismo e preocupação. Eu teria que cuidar da tarefa de Voldemort, bem como cada passo de Hermione. Eu sabia que ela passaria, que ela iria competir. E eu sabia que o idiota do Krum iria persegui-la. E para piorar: eu sabia que eu não poderia fazer nada sobre esse último.

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28 de janeiro de 2003

Dali menos de 4 horas Durmstrang estaria aqui e a tarefa começaria.

Notas finais
E aí? Vai me matar Mari? :3 PS: Não tem jeito de fazer essa merda ficar editada do jeito certo ¬¬