I Bet I'll Get You Hermione
39 Capítulo 39
Notas iniciais
Àqueles que eram do sexto ano foi aplicado o NIEM’S e foi encerrado o ano, sem mais aulas, permitindo assim a restauração do castelo. Não foi surpresa quando Hazel chegou trazendo um pergaminho pardo recheado de boas notas e a lista com os novos materiais.
Bem, as férias acabaram e lá estava eu novamente. A primeira vista ao sair do expresso foi as carruagens puxadas por escuros testrálios. Não pude evitar um arrepio e muito menos a lembrança das torturas que aconteciam sobre meu teto. No fim, nem fora ruim poder sair de lá para vir para Hogwarts.
Assim que cheguei ao castelo me dirigi diretamente para meu quarto. Não queria ter que falar com ninguém. E para minha alegria não encontrei ninguém no caminho. Obviamente eu continuaria sendo o monitor. O jovem “príncipe Malfoy” reinaria na escola. Me causava repulsa o pensamento.
Para minha alegria o quarto de Hermione continuava lá. Ninguém entrará em nosso quarto e o modificara. Suspirei em alivio, me jogando na cama vermelha e dourada da garota. Eu ainda era capaz de sentir seu cheiro. Ainda ali cai num sono profundo, sonhando com belos cabelos castanhos voando ao vento, enquanto a sua dona coletava cogumelos selvagens, com o rosto inclinado, como se desviando do vento...
–*-
– Olha ele lá. – ouvi um sussurro e olhando de esguelha pude ver uma pequena Lufa-Lufa apontando em minha direção. Suspirei cansado, ergui meu queixo da forma que eu sempre melhor fiz e segui com um olhar de superioridade até a mesa da Sonserina. Aqui e agora eu definitivamente seria uma espécie da realeza, como eu temia.
– Draquinho! – gritou Pansy correndo em minha direção. Evitei um suspiro de cansaço e me virei em sua direção, deixando que ela se jogasse sobre mim e me abraçasse, dando um beijo meloso em minha bochecha.
– Oi Pansy. – respondi. Minha voz soando indiferente demais até para meus ouvidos. Eu estava voltando a ser quem eu era antes. O Draco sonserino admirado. Santa ironia. Eu não queria ser esse Draco, mas eu seria pelo bem de meus pais. E dela.
– Cara, você consegue acreditar que essa escola finalmente valorizará a Sonserina como deve? Chega de puxa-saquismo aos grifinórios e sangue-ruins nojentos. – Crabe deu uma risada estridente. – Finalmente o mais antigo sonho Malfoy realizado. – e então Pansy bateu palmas de uma forma muito infantil.
– Hogwarts finalmente terá seu mérito! – acrescentou a morena.
– A realeza voltará a dominar. – completou Blás de forma satisfeita.
– As coisas estão entrando nos eixos. – Theo sentou-se ao meu lado esquerdo.
– É – disse, tentando me forçar a sorrir de forma irônica, como eu fazia. — Onde estão os horários novos?
– Já preocupado com as aulas? Sério? – Goyle estava incrivelmente maior do que fora outrora.
– Como se ele nunca fosse preocupado, o desgraçado consegue ser uma cobra pervertida e ainda assim ser o monitor mais inteligente que Hogwarts já teve. – resmungou Blás, num tom do que me pareceu inveja.
Dei de ombros com sua afirmação. Nesse momento um garoto em roupas grifinórias e com o rosto completamente deformado por pequenos cortes entrou sendo empurrado por um comensal. Sorri amargurado, o que possivelmente pareceu – ao olhar dos meus “amigos” – um sorriso satisfeito.
– Quem é aquele? – perguntei de forma azeda.
– Longbottom. – Dafne, um furacão de cabelos loiros, chegou se sentando a minha frente. – O idiota bateu boca com o grandão ali. – apontou para o comensal. — Bem, os castigos de Hogwarts voltaram a ser o que eram.
– Hum. – minha garganta se fechou. O que o idiota do garoto pensou ao voltar para o castelo?
E então para minha surpresa uma ruiva levantou-se da mesa da Grifinória e correu em direção ao dois.
– Neville! – a namoradinha do Potter parecia enfurecida.
– Não se meta nisso. – pude ler pelos lábios inchados do garoto.
– Espero que tenha aprendido a lição moleque. – o comensal deu um tapa na cabeça do Longbottom. – E você, se não quer se meter em encrenca volte para seu lugar mocinha. – o olhar do comensal era de ódio.
– E se eu quiser encrenca? – a garota olhou determinada em direção ao mais velho.
Se antes Hogwarts estava em silencio observando a cena, agora o silencio era fúnebre. Nem sequer um suspiro incontido na multidão. Todos estavam paralisados, incluo eu nessa. Eu não gostava da garota, mas não podia negar que ela honrava sua casa. Por um breve momento pude ver o porque de Hermione gostar deles.
– Você está me desafiando?
– Ela não está. – disse Neville, sua voz distorcida pelos machucados. Ele olhou torto para a amiga, como se tentando silenciá-la.
– Estou sim. – ela bateu pé, encarando o amigo com raiva.
– Garotinha estúpida. – riu-se o comensal. – Vou adorar vê-la na minha sala de aula. Mas antes disso, hoje a noite detenção na sala do Argo. Aposto que vai te servir como lição.
E então o salão explodiu em murmúrios. Ele era professor? Essa era nova. Bem, mais uma vez eu seria o queridinho de um professor. Suspirei cansado e peguei uma maçã, mordendo-a sem vontade.
– O que está acontecendo? – Snape adentrou o salão pelas grandes portas de carvalho.
– Nada senhor. – responderam a dupla Grifinória em conjunto, jorrando ironia e desprezo em sua voz.
– Voltem para suas mesas então. – o mais novo diretor era o mesmo do que fora como professor. O mesmo olhar de desprezo para os grifinórios de sempre.
– Estávamos a caminho, senhor. – novamente a ironia. A garota realmente não devia gostar da vida dela.
– Essa garota é muito audaciosa. – disse Pansy com nojo.
– Não seria ruim se fosse um pouco como ela Pansy. – retrucou Dafne sorrindo maliciosa.
– O que quis dizer... – começou Pansy com a voz estridente.
– Pelo menos foi um belo jeito de começarmos a manhã. – interrompi sem humor, no entanto forcei um sorriso malicioso no rosto. – A escola vai ser o que sempre deveria ter sido. E vocês garotas, — dirigi um olhar mau humorado para a morena ao meu lado e a loira logo a frente da outra. – poderiam dar um tempo um minuto?
Eu não suportava mais ver aquelas duas sempre de briguinhas. Ainda mais quando eu sabia que eu era o motivo da discórdia. O que mais me irritava era saber que eu poderia ter qualquer uma delas, mas não quem eu queria. Não. Mais do que isso, precisava. Me levantei da mesa, indo em direção a um garoto que se encontrava entregando os horários a mesa da Sonserina.
– Olá. Poderia me alcançar o horário do sétimo ano? – perguntei sem educação.
– Senhor Malfoy. – o garoto parecia-me familiar, mas ignorei o fato. – Aqui está. – ele estendeu-me uma folha após procurar por breves momentos.
Olhando para minha grade eu suspirei:

A contragosto segui para a sala do pequeno professor.
Eu não conseguia acreditar que haviam se passado 3 meses desde que eu chegara em Hogwarts. Eu não consigo acreditar que tenham se passado 6 meses desde a última vez que eu a vi. Eu por mais que eu tente, eu não consigo me livrar da lembrança dela. Cada segundo parece que a lembrança dela se instala mais fundo em minha memória.
E aquele sonho que eu tive na primeira noite que dormi em sua cama continua me atormentando a cada noite. No entanto com pequenas variações. Os lugares que ela está mudam continuamente, mas ela sempre está a procura dos cogumelos selvagens ou frutas e sementes. E por mais que eu tentasse acreditar que era somente um sonho, meu coração continua martelando forte no peito toda vez que eu acordo e eu insisto comigo mesmo que aquilo era uma visão real.
E cá estou eu, escrevendo no Expresso de Hogwarts. Somente em pensar em voltar praquela casa me causa arrepios. Mas é natal e eu não posso simplesmente deixar de ir. Por mais que tudo esteja de pernas pro ar, essa era uma tradição que nunca mudava. Os Malfoy passavam o natal juntos.
Ouvi um leve bater de garras na janela e a abri, deixando que Hazel entrasse pela janela.
– Olá Hazel, o que tem para mim? – sorri amigavelmente para a coruja. Ela nunca deixava de me deslumbrar com sua linda penugem.
Ela soltou um pio como se explicando algo, então desatei o nó da linha que mantinha a carta em sua pata. E livre ela voou pela janela novamente. Enquanto a observava eu fui abrindo a carta com cuidado.
Olhando a caligrafia bem feita da minha mãe como título eu franzi a testa. Qual era o motivo da carta sendo que ela logo estaria falando comigo pessoalmente?
Draco,
Se prepare. Ele se juntará a nós para a ceia.
Com carinho,
Narcisa
– Sério? – olhei ironicamente para a carta, a amassando sobre meus dedos.
– Ora ora se não é o Malfoy. Já falando sozinho? Está surtando de vez é? – uma ruiva entrou na minha cabine ao mesmo tempo que falei alto.
– Está ocupada Weasley. – disse friamente, incapaz de dar uma resposta a altura. Eu estava de mau humor por saber que o amabilíssimo Lorde logo estaria a nossa mesa para o jantar.
– Eu percebi. – ela me encarou com nojo
– Então cai fora. – me levantei e fechei a porta em sua cara.
Por mais que eu admirasse ela e os demais membros da Armada, eu não poderia demonstrar. A Weasley e o Longbottom fizeram mais por Hogwarts do que qualquer outro teria feito. Eles estavam se rebelando da melhor forma que poderiam. Eu sabia o quanto estavam sendo espancados pelas novas abomináveis detenções e castigos, e ainda assim não desistiam. Ainda agora eu pude ver as manchas roxas pelos braços e rosto da garota. E invés de esconde-las, ela as exibia como um troféu.
–*-
– Toffe! – sorri e puxei a elfo para um abraço quando esta aparatou em meu quarto.
– Senhor Malfoy! – exclamou ela envergonhada, ajeitando seus trapinhos quando a soltei.
– Faça-me um favor. – disse antes que ela pudesse dizer qualquer coisa. – Se alguém perguntar diga que eu estarei de volta em tempo para a ceia.
– Sim senhor. Se me permite. – ela começou a se balançar para frente e para trás sob os pés – Para onde o senhor vai?
– Seguir meu último sonho. – sorri mais bem humorado do que eu estivera a muito tempo.
– Como é que é?
Sorri enigmaticamente para a elfo e sai correndo pela janela, pegando minha vassoura no caminho e alçando voo em direção aos portões da mansão. Chegando a mesma pousei em cima de uma árvore, e aparatei em direção a Godric Hallows.
Em meu ultimo sonho, a bordo do Expresso, eu tive novamente uma visão de Hermione, mas dessa vez não foi em um lugar aleatório, fora num lugar que eu conhecia. Todo mundo mágico conhecia na realidade. Um lugar que eu sabia estar sendo vigiado por comensais. Se aquilo fosse realmente verdade eu esganaria Potter. O que ele estava pensando em arrastá-la justamente para lá?
E então eu chegara no lugar que eu a vira aparatando. O que era novidade. Eu sempre a via somente coletando algo. Eu sabia que tudo aquilo não era racional, mas eu precisava acreditar. Eu queria acreditar que mesmo longe, ainda tínhamos uma ligação tão forte a ponto de eu ter vislumbres dela quando ela se afastava de seus amigos e tinha tempo para realmente pensar em mim. Eu era egoísta e egocêntrico o suficiente para acreditar nisso.
E então me escondi sob um feitiço de invisibilidade, sentando-me sobre a mesma pedra sobre a qual eu estava em meu sonho observando-a.
–Lummus! – ouvi o feitiço ser sussurrado por uma voz feminina muito familiar.
Meu coração perdeu uma batida. Eu estava certo esse tempo todo, ela estava aqui. Não eram meros sonhos. Mas apesar disso eu ainda não a vira. Onde Hermione estaria?
Então comecei a ouvir barulhos de passos e pegadas deixadas na neve logo serem apagadas. E então eu ouvi algo novamente. Um barulho surdo de neve se espalhando, como se alguém tivesse tropeçado. Me levantei automaticamente. E então algo aconteceu. pernas se materializaram do nada no ponto onde neve se espalhava, logo a minha direita.
– Hermione. – chamei antes que eu pudesse me controlar.
O som sumiu, parecia que todo mundo havia emudecido. Levantei minha varinha e retirei o feitiço de mim mesmo, me mostrando a ela. Meu peito doía pelo disparar de meu coração. Passou-se um minuto e as pernas ainda estavam ali, paralisadas. O que Hermione estava pensando? Fora um erro eu ter ido até ali?
Haveria ela finalmente desistido de mim?
E então aconteceu. Ela arrancou a capa que cobria seu corpo cheio de roupas, me olhou, seus olhos com um sentimento indecifrável, e correu até meu encontro, chocando-se com meu corpo.
Meus braços automaticamente a ampararam, apertando-a do melhor jeito que consegui devido a tanta roupa. Beijei sua testa e fechei meus olhos, deixando-me aproveitar aquele momento ao máximo. Eu sabia que nada duraria.
– Vem, temos que sair daqui ou Harry vai nos ouvir. – sussurrou a garota e então com um accio trouxe a capa até ela e nos cobriu, puxando-me para trás de uma grande rocha que ali se encontrava.
– Como? – perguntou confusa. Eu sabia que ela devia estar curiosa em saber como eu chegara ali.
– Hermione. – disse, saboreando o som de seu nome pela primeira vez em meses.
– Como? – repetiu ela. – Como você sabia que eu estaria aqui?
– Eu venho sonhando com você. – respondi quase que timidamente.
– Você... – ela parecia confusa. – Vem sonhando com onde eu estou? – seu olhar se arregalou.
– Sim. – tirei minha luva e a guardei no bolso, e então levei minha mão quente até seu rosto que estava enregelado e o acariciei suavemente, fazendo-a inclinar a cabeça ao meu toque. Eu ainda não sabia dizer o que ela estava sentido.
– Como?
– Você gosta dessa pergunta, hã? – sorri para ela, que estreitou seus olhos. Ela nunca mudava. Ri baixo sob seu olhar. – Eu não sei. Venho sonhado a meses. – expliquei para ela tudo em breves palavras. Nós não tínhamos tempo para delongas.
– Você ainda me ama. – afirmou ela, me fazendo arquear a sobrancelha.
– Eu disse que isso não mudaria nunca. Eu disse que casaria contigo, Hermione! O que você esperava? – me senti ligeiramente ofendido por suas palavras. Parecia que ela estava quase surpresa.
– Você ainda me ama. – disse ela outra vez e dessa vez seu rosto se iluminou com um sorriso, me fazendo retribuir o sorriso, mesmo que involuntariamente.
– Claro que eu te amo. – resmunguei, serio mesmo que depois de todo esse tempo ela ia ter uma de seus síndromes de repetição de palavras?
E para minha completa surpresa a garota pulou em meu colo, quase me fazendo cair. A segurei pelas pernas em meu encontro. Ela ainda sorrindo envolveu os braços ao redor de meu pescoço e inclinou seu rosto, acariciando seus lábios gélidos nos meus.
Sem mais me conter segurei-a firmemente contra mim com meu braço esquerdo, e levei minha mão direita até seu cabelo, entrelaçando seus fios emaranhados em meus dedos firmemente. Ainda olhando para ela puxei seu rosto com autoridade até o meu e a beijei com fúria, tentando arrancar dela tudo que eu não tive durante meses. Mesmo sob todas aquelas roupas eu tinha certeza que ela conseguiria sentir as batidas de meu coração.
Eu senti tanto a falta daqueles lábios suaves nos meus! Sua boca se encaixava com perfeição na minha, seu gosto era doce contra minha língua. Suas mãos puxavam meus cabelos com maestria. E então, pelo que pareceu um tempo curto demais ela se separou de mim, segurando meu rosto entre seus dedos.
– Eu também te amo Draco. – e então ela beijou meu rosto.
– Eu percebi. – sorri satisfeito. Ela revirou os olhos, o que me fez rir.
– Eu já falei que eu gosto de sua risada não irônica?
– Lembro-me vagamente de já ter dito isso. – ela riu de volta para mim. Aquele som era como música para meus ouvidos.
– Obrigado por ter vindo. – disse ela baixinho.
– Eu teria vindo antes se eu fizesse ideia de que raios de lugar você se enfia. Você parece ter emagrecido muito Hermione. Eu não gosto disso. – fiz uma careta.
– Você também não parece no melhor estado possível. – resmungou ela. – E não é como se pudéssemos ir indo em qualquer lugar publico arrumar comida.
Aquelas palavras foram como um tapa na minha cara.
– Desculpa. – eu queria que ela entendesse que eu sentia muito por ela estar enfrentando tudo isso.
– Não seja estúpido. Você não tem culpa.
– Claro que tenho.
– Não, nem comece Draco. – disse ela.
– E então, — cortei o assunto – o que está fazendo aqui? O Potter enlouqueceu? Você sabe a quantidade de comensais que tem nessa cidade?
– A ideia foi minha. – disse ela ofendida.
– O que foi agora? Assumindo um novo espirito suicida? – fiquei irritado.
– Eu ainda quero viver para me casar contigo. Então não, não estou assumindo nada de suicida em mim.
Minha boca caiu aberta.
– O que foi que disse?
– Ficando surdo Malfoy?
– Acho que sim.
Ela riu, e então eu novamente a segurei contra mim, apertando-a forte. Beijei seu maxilar, arrastando meus lábios até seu queixo, onde mordi suavemente. Logo após selei seus lábios.
– Hermione! – ouvimos uma voz baixa, um tanto distante.
– É o Harry. Eu preciso voltar. – disse ela, nossa bolha de alegria afundando repentinamente.
– Eu sei. – bufei. – Me escute, vocês não devem ficar aqui. É muito perigoso, Mi.
– A gente precisa ver algo.
– Hermione, por favor, me escute. Vocês vão acabar mortos. – eu pude perceber Hermione abrir a boca para começar a retorquir e então a interrompi. – Tudo bem, tudo bem. Eu não quero saber de nada. Eu vou tentar sumir com todos comensais pela próxima hora, eu não posso prometer que vou conseguir por mais tempo que isso. Só sejam breves e cuidadosos.
– Uuh, meu agente duplo. – sorriu ela para mim.
– O quê? – perguntei erguendo minha sobrancelha.
– Nada. Só seja cuidadoso. Eu quero meu homem vivo. – piscou ela, parecendo deprimida.
– Nos veremos em breve, prometo. – sussurrei, pedindo a Merlim internamente para não ter que quebrar a promessa.
Antes que ela falasse algo a puxei para mim, beijando-a outra vez, agora com uma urgência desesperadora, até não ter mais folego para isso. Quando nos separamos ela acenou um tchau e puxou a capa somente para si, saindo detrás da rocha e indo sabe-se lá para onde.
Como eu disse que faria, sai em disparada para a cidade, sabendo onde encontrar pelo menos 3 comensais.
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