Notas iniciais
Tenho muitas coisas a falar hoje, pra compensar o capítulo pequeno .qq (não fique chateada Sarah, o próximo será maior kkk) Primeira coisa: GENTE, QUE LINDA SUA RECOMENDAÇÃO JUUUU, eu amei, obrigada. Eu amei tipo MUITO! Segunda: Obrigada por favoritarem Little princess, MissSabeTudo, Luna Lovegood, Renata, Leticia e Mr Donkey, vocês são uns lindos s2 Terceira: dois amigos meus começaram a ler a minha fic e um deles me ajudou a fazer o capítulo de hoje (na minha opinião foi o melhor capítulo da fic. O juramento é obra dele e tal. Podem falar, ele é muito melhor escritor do que eu sou HUASHUAS Amem o Luiz para sempre.)... sei lá, acho que vou dar a fic pra ele terminar -ou não ahushas. Quarto: leiam as notas finais

Naquele momento, nada conseguiria consolar Hermione. Ela se encontrava em sua própria bolha de desespero e não queria repartir isso com ninguém... sobretudo: ela não poderia repartir isso com ninguém. Exceto Gina, talvez. Hermione se negava a pensar em qualquer coisa que não fosse isso. Ela não achava que poderia pensar em qualquer coisa a mais sem explodir.

– Hermione? – ela podia ouvir Harry chamando-a.

– Já vai. – a garota levantou-se precariamente e então jogou água no rosto tentando disfarçar que estava chorando... obviamente era uma causa perdida.

– Oi – disse o amigo quando abriu a porta, ele estava realmente com uma cara preocupada. – Você está bem?

– Claro. – fungou ela, contradizendo suas palavras.

– Venha comigo. – disse ele solidário estendendo a mão.

Harry se encontrava preocupado com Hermione. Ele tinha uma vaga noção do porque ela estava assim e ele não gostava. E ele não poderia simplesmente dizer que sabia, da mesma forma que ele não poderia deixar ela sofrer sozinha. A garota tinha um sério problema de sofrer calada, assim como ele, e ele sabia que isso não faria bem a ela. Quanto tempo ela vinha escondendo sua relação com o garoto? E como Harry se livraria dos amigos nessa jornada que decidira fazer sozinho?

De mãos dadas entraram no quarto de Sirius e se sentaram nos pés da cama.

– Como você está? – perguntou Harry novamente.

– Péssima. – ela balançou a cabeça negativamente em desgosto então apoiou as mãos no rosto. – Eles tomaram Hogwarts, Harry. – ela tomou consciência disso pela primeira vez, e sentiu mais uma vez mal por seu egoísmo em pensar somente em seu problema particular.

– Eu sei. – Harry suspirou cansado.

– Snape matou Dumbledore. – continuou Hermione. Uma pontada involuntária se propagou em seu peito.

– Eu vi. – Harry concordou.

– E tudo isso por culpa do Dr... – confundiu-se ela. — Malfoy. – ela balançou mais uma vez a cabeça.

– Eu não o culpo. – Harry disse, tentando tranquilizar a amiga. Também fingiu não notar seu vacilo ao seu nome. A verdade? Ele queria mata-lo, pelo simples fato de ter a magoado. E ele iria se tivesse oportunidade.

– O que? – gritou ela surpresa.

– Você disse uma vez que era pela mãe dele. – Harry deu de ombros, tentando transparecer indiferença.

– Não justifica. – sorriu amargurada.

Nesse momento Rony irrompeu pela porta, parando um passo deles.

– Ah, aí estão vocês. – Ron sorriu e se sentou do outro lado de Hermione. – Seu gritinho deve ter acordada a velha maluca. – o garoto revirou os olhos imaginando o quadro se descabelando e xingando tudo e todos.

– É. – disse Hermione e só então o amigo percebeu sua cara.

– Você está bem? – indagou preocupado.

– Sabe, vocês dois tem que parar de perguntar isso. Quem está bem? Hogwarts não será a mesma até nós acabarmos com o cara de cobra. – irritou-se.

– Cara de cobra? – Harry arqueou uma sobrancelha, começando a esboçar um sorriso, enquanto Rony fazia um barulho engraçado pelo nariz ao tentar segurar o riso.

– Não riam. Não teve graça. – disse ela e os amigos começaram a rir desesperadamente. Ela mesma começou a rir junto.

Eles não tinham motivos para rir, mas estavam. Essa era a vantagem de estarem juntos. Se estivessem juntos as coisas iriam dar certo, ela esperava.

– * — *-

– O que você achava que estava fazendo ao deixar ele matar Dumbledore? – sussurrou seu pai ameaçadoramente.

– Eu já disse! Ele chegou e fez o feitiço e me arrastou para fora da maldita torre! – sussurrou Draco para seu pai, irritado agora.

– Malfoy. – chamou Nott abrindo a porta, o que fez ambos Malfoy se sobressaltarem. – Ele nos espera. – e saiu.

– Não me decepcione nunca mais Draco. Você sabe o que está em jogo. – e assim Lúcio saiu do quarto na frente do filho, batendo a porta ao sair.

Draco se sentou por um momento dando tempo para que todos comensais se organizassem, como seu pai havia lhe dito que seria. O garoto levou as mãos até seu rosto e balançou a cabeça aflito. Seria agora, ele sabia que não teria volta. Uma vez tatuada a cicatriz ficaria ali para todo o sempre. Seu coração palpitava em seu peito. Sem mais delongas, levantou-se e seguiu até sua sala de jantar, onde sabia estar Voldemort.

Todos comensais que conhecia e desconhecia estavam ali, em pé em uma formação circular perfeita, somente esperando-o. Suas mãos suavam em expectativa ao que aconteceria ali. Estava assustado, por mais que não fosse admitir para ninguém, e então seu coração apertou ao perceber que estava errado. Ele admitiria isso a alguém... alguém que não estava mais ali para escutá-lo.

– Milorde. – disse Draco ao adentrar a sala, curvou sua cabeça e seguiu em direção ao meio do círculo, passando entre seu pai e Severo no ato.

– Draco – Voldemort balançou a cabeça.

Voldemort puxou sua varinha e com a mesma apagou todas luzes do local, ainda com a varinha em riste, o Lord lançou um feitiço na língua das cobras, um círculo de chamas verdes bruxuleantes envolveu ele e o garoto, tão altas que os expectadores na sala não mais os podiam ver. Draco se perguntou se isso era realmente necessário ou só um “charme” do homem à sua frente.

– Hoje terá a honra de se juntar àqueles que desejam purificar o mundo dos trouxas. Terá a honra de servir ao mestre que tornará isso possível. Draco Black Malfoy. – chamou ele, sua voz causava arrepios em Draco. – Você está disposto a largar tudo por seu mestre?

– Sim milorde.

– Estenda seu braço e prove que é digno de tal mérito.

Draco puxou sua blusa para cima, expondo seu braço e o levou para mais perto de Voldemort. Ele sabia o que viria a seguir, seu coração palpitava em antecipação. Ele teria essa marca para sempre. Estava preparado para dor que viria a seguir quando ele o marcasse quando foi surpreendido, Voldemort levou a mão ao bolso do casaco de Draco e tirou a varinha do próprio de lá, estendendo-a para Draco pegar. Com um olhar confuso no rosto, Draco armou-se com sua varinha. As palavras começaram a surgir em sua mente e ele proferiu o encantamento que iria marcar sua vida para sempre:

"Ao mestre ofereço meu corpo como sua arma"

Uma dor excruciante tomou conta do seu ser, a dor mais insuportável que poderia ser proferida algum dia, agora Draco entendia os olhares de pena dos Comensais quando ele entrou na sala. A dor tomou conta de seu corpo, preenchendo cada sentimento ou lembrança boa que ele possuía, como se tentasse apagá-las por completo. Hermione, era o único pensamento racional que ele tinha, o resto era apenas dor.

"Como sua arma, juro livrar o mundo da imundice do Sangue-Ruim

Como sua arma, juro extirpar os traidores do sangue

Como sua arma, juro trazer vingança e caos"

Draco caiu de joelhos, a dor invadia até os poros mais profundos de seu corpo. Mesmo que quisesse não poderia parar, as palavras surgiam de sua boca sem sua permissão. A varinha queimava contra sua pele e ele não conseguia afastá-la.

"Ao mestre ofereço minha alma como seu arauto

Como seu arauto, anucio sua vitória"

A Marca começou lentamente a se espalhar pelo seu braço, tomando a forma da serpente. Com espanto, Draco percebeu o propósito das chamas verdes, conforme as palavras do encantamento eram proferidas, as chamas iam sendo consumidas e queimavam em seu sangue.

"Ao mestre, sobretudo, juro minha vida"

Com as última palavras, Draco desabou. Voldemort se aproximou dele e estendeu a mão para que ele se levantasse. Draco a aceitou, a dor permanecia queimando em seu sangue.

– Muito bem Draco. – a voz do homem beirava o orgulho — agora estenda seu braço novamente.

Draco não objetou, entendeu o braço e o Lord alisou a Marca com um dedo magro. Um sorriso de encanto perpassou pelo rosto do homem. Com um movimento rápido e preciso, ele cortou seu braço com a unha afiada do mesmo dedo que havia acariciado a marca, uma gosta de sangue caiu na língua estendida da serpente no braço de Draco. A cor se espalhou como vida pela Marca ao toque do sangue do mestre e a serpente começou a se enroscar pela cavidades do crânio. A dor instantaneamente parou e Draco soltou um suspiro incontido.

– Bem-vindo meu fiel seguidor. – sibilou Voldemort

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(N/A: ainda to babando no juramento do Luiz s2) kkkk

Notas finais
Geeente, minha amiga tem uma fic que é diva por demais, se puderem dão uma olhada!...E tipo, tem o Draco, vocês vão amar a versão dela dele (deu pra entender algo? HUASHAUS) ...pois bem, aqui está o link: http://fanfiction.com.br/historia/390618/Sophie_Filha_De_Traidores/