Notas iniciais
Oioi, olha eu aqui postando rapidinho. Sou muito legal? Não sou? (não, não sou HAIUSHAS) Parisiense linda, obrigada por favoritar! Tô aqui vomitando arco-íris com seus reviews e tal. Vocês são os melhores leitores do mundo ! Cara, vocês acreditam que a história já tá com 174 páginas no word? .-. Nunca escrevi tanto na vida kk vocês me inspiram s2

Writer’s pov

– Você não tem que fazer isso Draco. – sussurrou o diretor.

– Você não entende. – o garoto balançou a cabeça negativamente. – Minha família depende disso.

– Ela nunca te perdoaria.

– Como você sabe? – o loiro arregalou os olhos para o diretor.

– Realmente acha que não tenho conhecimento de tudo que ocorre no meu castelo?

Draco se sentia entorpecido, ele não acreditava que estava prestes a fazer aquilo. Ele olhava com horror para sua mão tremula, então quando estava prestes a fazer aquilo que fora solicitado a porta se abriu novamente e o loiro apontou a varinha em direção ao barulho.

– O que você quer aqui? – disse Draco, tentando controlar o tremor que se instalara em seu corpo.

– Severo, por favor. – sussurrou o velho diretor, como seu ultimo pedido ao velho amigo.

Snape sentiu seu coração disparar pela culpa. Ele prometera, ele teria que o fazer.

– Avada Kedavra. – entoou o velho amigo sonserino do diretor.

Draco olhou apavorado o diretor cair diretamente pela mureta da torre para o gramado longínquo. Seu coração dividia-se entre alivio e medo. Dumbledore está morto, Hermione ainda poderia perdoá-lo. No entanto não fora ele que o fizera, Voldemort manteria a vida de sua mãe?

– Por que fez isso? – gritou Draco sem nem mesmo tomar consciência. – Está era minha tarefa.

– Estamos com pressa. Não haja como uma criança. – Severo segurou o ombro do garoto e o arrastou pela porta por onde viera.

Harry encarava enquanto ambos fugiam, sem conseguir se movimentar, apenas brevemente consciente que o feitiço paralisante havia sido finalizado com a morte do executor. Ele não conseguia acreditar no que vira.

Draco a passos apressados seguiu o velho amigo de família enquanto via o estrago em que se encontrava o castelo. Paredes haviam desmoronado, pessoas encontravam-se ensanguentadas e ele sequer chegara a entrada do mesmo. O loiro nervosamente olhava para os lados, esperando encontrar a qualquer momento uma espessa cabeleira castanha em qualquer lugar. Ele precisava saber como ela estava.

–- Minutos antes de finalizar a prova do torneio –

– Mas o que diabos está acontecendo em Hogwarts? – um olhar para a torre distante fez Hermione entender o que o amigo quisera dizer.

– Mas o que...? – e então inesperadamente algo fez o sangue de Hermione gelar.

A marca negra pairava sobre o céu, logo acima da torre norte do castelo.

– Ron! – sussurrara Hermione, segurando o amigo pela mão. – Dumbledore não está no castelo. – o amigo pode sentir um leve tremor percorrer pela mão da amiga.

– Merlim. – o ruivo olhou para a garota ao seu lado quando. – A gente tem que ir!

– A gente não pode abandonar a prova.

– Hermione, isso não é hora de querer vencer. – o amigo gritara desesperado.

– Idiota, é um contrato mágico! – Hermione largou a mão do amigo, desesperada ela continuou: — não podemos desistir, ou as consequências serão drásticas!

– Ótimos, cadê aqueles idiotas para ganhar?

Como se aquela frase fosse a palavra mágica os seus competidores chegaram. Hermione já estava se preparando para desistir da competição quando Rony ergueu sua varinha ao mesmo tempo que a Lavanda, a garota do sétimo ano, o fez.

Sem entender como aquilo aconteceu. Roger e Hermione se encontravam petrificados no chão, ao tempo que Rony e Lavanda continuavam a se encarar.

– Não temos tempo para isso. – Rony apontou brevemente para Hogwarts.

– Ótimo, me deixe vencer. – disse ela de forma feroz.

– Ambos sabemos que não é assim. Somente vamos ser breves.

Hermione petrificada no chão tinha vontade de levantar e chutar a bunda de ambos. Algo errado estava ocorrendo em Hogwarts. Na pior das hipóteses os comensais só renderiam os estudantes. Mas a armada não deixaria por isso... uma carnificina aconteceria e Dumbledore sequer se encontrava ali.

Enquanto Hermione encarava o céu ela vira dois vultos aparecerem e se perguntou se não seriam Harry e Dumbledore. Repentinamente seu coração se encheu de esperança. No entanto sua visão se limitava ao céu a sua frente, sem saber o que aconteceria a seguir.

Expelliarmus – a voz da garota gritou.

Petrificus Totalus! – retrucou a voz de Ronald.

Hermione pode ouvir o som de faísca, indicando o choque de feitiço de ambos, internamente a garota apenas tinha o desejo de que aquilo terminasse. Pela primeira vez ela verdadeiramente não se importava com a vitória.

Depois do que pareceram séculos ela escutou o que parecia o tombo de um corpo e seu coração disparou, esperando que alguém a despetrificasse.

– Hermione? – chamou Ron segundos depois.

– Ron. – disse ela recobrando a voz. – Vamos.

Ela não se dera o trabalho de saber quem vencera, ela só teve tempo de ver Lavanda sobre sua dupla conversando. De mãos dadas, Ron e Hermione, seguiram correndo para o castelo, desviando os destroços de seu próprio campo de batalha.

Chegando ao final daquilo o coração de ambos parou uma batida. Aquela não era a velha Hogwarts, ela estava tomada por corpos tombados e pessoas gritando feitiços e encantamentos.

– Vamos. – disse Hermione. – Eu acho que Harry e Dumbledore estão aqui.

No entanto chegando mais próxima ao castelo Rony paralisou, puxando a amiga consigo. Ele vira um corpo largado ao lado do castelo que era terrivelmente reconhecível, mesmo pelos ângulos tortos em que se encontravam seus membros.

– Mione. – sussurrou estrangulado. – Aquele não é...

Ele não terminou a frase. Hermione soltou um meio grito, correndo até o corpo ao mesmo tempo que um feitiço era lançado em sua direção por um comensal encapuzado. O risco esverdeado estava a ponto de alcançar a menina quando Rony se jogou na frente lançando um feitiço protetor.

Protego! –entoou o garoto.

O comensal riu de uma forma que fez algo gelado escorrer pela coluna da garota.

– Seu, seu monstro! – disse a garota, deixando uma lágrima escorrer por sua bochecha, mas não mais que isso. – Vocês o mataram! – constatou ela com desespero, puxando sua varinha do bolso da calça. – Estupefaça! – entoou ela por trás do seu feitiço protetor, fazendo o comensal cair a sua frente com surpresa por trás de sua mascara.

– Harry. – disseram os amigos ao mesmo tempo, correndo para a entrada do castelo, tentando ignorar a sensação de angustia em deixar o corpo do diretor.

Antes de chegarem ao primeiro lance de escada dois vultos cruzaram o corredor a direita da mesma.

– Weasley e Granger. – disse o vulto ao sair das sombras, descendo as escadas.

– Onde está o Harry? – gritou Rony. – O que fizeram com eles?

Nesse momento Draco passou ao lado de Snape, Hermione arfou. Momentaneamente tudo estava claro. Fora ele que os deixara entrar, era por isso que ela não poderia o perdoar. Fora ele que trouxera a morte ao castelo. Seu coração doía pela traição.

Os olhos azuis de Draco se encontravam em seu habitual cinza, mas eles estavam mais tempestuosos que o normal, ela não deixou de perceber. Ele encarou-a nos olhos, seu olhar transmitia culpa.

– Dumbledore? – sussurrei como uma pergunta em sua direção. Draco balançou a cabeça, como se dissesse que não fora ele. Ela fechou os olhos, ligeiramente mais aliviada. Pelo menos essa não era exclusiva sua culpa.

– Saiam da frente. – sussurrou Snape de forma ameaçadora.

– Não. – Ron afirmou.

– Saia já da minha frente Weasley. – gritou Snape ao tempo que erguia sua varinha e lançava um feitiço de desarmamento.

Protego! – gritou Hermione com sua varinha, criando um escudo ao seu redor e do amigo.

Lágrimas salpicavam dos olhos da garota, escorrendo por suas bochechas sujas devido a batalha anterior. Seus ouvidos conseguiam captar, agora, o barulho estrondoso do andar de cima. Ela não podia, ela não queria, acreditar que fora Draco que os trouxera para dentro.

– Como chegaram aqui? – perguntou raivosa.

– Nosso querido Draco é um gênio. – Snape riu sem humor. – Armário sumidouro. Já ouviu falar sangue-ruim?

– NÃO A CHAME DE SANGUE-RUIM ... – começou Rony. – Seu traidor! Dumbledore confiou em você!

– Me poupe Weasley. Nosso tempo acabou. Se tiver juízo não voltara mais a Hogwarts, ela é nossa agora. – disse apontando. – Fujam enquanto a tempo.

E para a surpresa de Hermione, Snape puxou a sua varinha os imobilizando e caminhando calmamente em direção a saída, sem mais danos a dupla enquanto todo castelo ruía pela traição.

– Desculpe. – Draco disse com os lábios sem imitir som algum, direcionando suas palavras exclusivamente a Hermione. Usando de um feitiço não verbal Hermione transferiu momentaneamente palavras para a mente de Malfoy, permitindo um diálogo de ambos sem que ninguém o pudesse escutar. No entanto era um feitiço não totalmente aprimorado, impedindo-a executar com maestria, este funcionando somente com contato visual.

Malfoy se sentiu levemente impressionado por aquilo, mas disfarçou da melhor maneira possível.

“ O que pensa que fez? – gritou ela por pensamentos.

Me perdoe. – seu coração batia desesperadamente. Draco agora estava quase na porta, logo Hermione perderia a conexão falha que fizera. – Me escute, tem algo que eu gostaria que lê-se. Está na sua cama, me perdoe. Eu amo você.”

Hermione sussurrou um simples ok no mesmo momento que ele cruzou a porta. Lágrimas que nem mesmo ela sabia que estavam rolando, estavam a limpar sua face onde anteriormente fora suja pelas cinzas da tarefa.

– Hermione! Rony! – gritou Harry descendo as escadas. Seu coração perdeu uma batida ao vê-los no chão.

No entanto ele percebe que o feitiço não passara de um imobilizador. Realizando o contra azaração ele gritou:

– Para onde eles foram? – seu rosto demonstrava ira. – Eu vou mata-lo.

– Eu vou junto. – disse Rony levantando-se rapidamente e correndo atrás de Harry que fora atrás da porta.

Hermione sem saber o porquê, correu da melhor forma que pode em direção ao seu quarto, para sua sorte não encontrou ninguém em seu caminho. O corredor da monitoria se encontrava intacto. Gritando a senha ela entrou e foi em direção a seu cama, escondendo o caderno que estava em sua cama sob sua capa.

Sorrateiramente ela saiu dali e se dirigiu a entrada do castelo mais uma vez, encontrando pessoas em seu caminho dessa vez. Gina e Luna estavam no meio do corredor do terceiro andar duelando bravamente contra Yaxley.

Estupefaça! – entoou Gina ao mesmo tempo que Luna.

O comensal somente ria desviando os feitiços.

– Acha mesmo que podem me derrotar? Traidorazinhas do sangue. Se unindo a essas trouxas nojentos. – o rosto do homem se transfigurou a algo maligno. – Vocês vão morrer por isso.

– E você matando toda uma população mágica é o corretor – disse Luna, nada sonhadora dessa vez.

– Estou colaborando a uma limpeza do sangue!

– Você é doente. – concluiu Gina enquanto Luna investia com um belo expelliarmus.

a varinha de Axley voou longe, enquanto Gina corria em direção da mesma me aproximei e lancei um feitiço imobilizador contra o comensal.

– Hermione! – gritou Luna se virando em minha direção. – Você está bem? – perguntou ela logo em seguida em ver o rosto da amiga.

– Alguém está? – ela sorriu pesarosa correndo em direção ao comensal, para onde achariam a saída. – O feitiço só durara alguns segundos a mais, precisamos sair daqui.

– Eles tomaram todo o castelo. – chorou Gina.

– Vamos. – a morena balançou a morena se negando a pensar em seus próprios problemas. Ela precisava reunir a ordem e sair dali. – Temos que tirar todos trouxas desse castelo.

– A ordem já o fez. – disse Luna enquanto elas corriam em direção as escadas.

– A ordem está aqui? – perguntou Hermione impressionada.

– Estamos evacuando todos do castelo. Muitos estão machucados Hermi. – se arrepiou Gina.

– horas após na toca –

– Deixes que eu o faça. – sussurrou Fleur, tomando o pano da Srª Weasley e limpando o rosto de seu amado. Na sala de estar.

– Obrigada. – aceitara Molly pela primeira vez o romance entre seu filho Gui e a bela garota. – Eu não achava que continuariam mesmo com isso.

A maioria da ordem encontrava-se apinhada na mesa da cozinha do Largo Grimauld, decidindo os futuros passos que deveriam tomar agora que perderam seu principal líder.

– Sirius sempre esteve certo sobre ele. – suspirou Remo, suas mãos sobre seu cabelo.

– Você tem certeza que Gui vai ficar bem? – perguntou sr. Weasley pelo que parecia a nonagésima vez.

– Eu nunca ouvi casos de toxicidade sobre lobisomens não transformados. Ele ficara bem quanto a isso. Mas as unhas são venenosas, sinto dizer que seu rosto nunca mais será o mesmo.

Por sua vez Gina se entocara em seu quarto, sem acreditar em tudo aquilo, ela se sentia culpada pelo machucado do irmão, ele foi quem a defendera. E Harry havia a ignorado pelos amigos, quer dizer, ela entendia, mas queria tanto ele. Harry, Rony e Hermione estavam em seu quarto. Harry estava num canto e se recusava a falar, se culpava pela morte do diretor.

– Harry, isso é ridículo – cansara-se Hermione. – Você estava imobilizado!

– Você não tinha o que fazer cara. – concordara Rony.

– Tudo isso é culpa de Draco. – sussurrou Harry. O seu tom de raiva lançou-se como um tapa na cara da amiga. – Ele é um comensal também agora.

Hermione controlou-se para dizer que tudo aquilo era tolice. Ele não tinha a marca. Ele não era um comensal! Bem... não até dois dias atrás. Seu coração disparava cada vez que sentia o peso do caderno de couro preto que se pressionava contra sua barriga. Ela não suportava mais a ansiedade em ler suas palavras.

– Eu preciso ir no banheiro. – disse ela repentinamente se levantando.

– Você está bem? – perguntou Rony se levantando junto. – Está pálida.

– Eu quero ficar sozinha. – disse ela, sentindo que poderia vomitar a qualquer instante.

– Deixe ela. – Harry sabia o que estava se passando, e isso só o fazia detestar ainda mais o loiro. Ele magoara sua amiga. Ele morreria por isso, não importava a ele os motivos que levaram Draco a fazer o que fizera.

– Obrigada. – disse ela surpresa a Harry e saiu correndo escadas acima, sem se importar com o barulho.

Entrando pela porta aberta do banheiro ela se trancou no mesmo e se deixou deslizar pela porta até sentar no chão. Um soluço contido escapou de sua garganta. Ela levou a mão a boca, tampando-a surpresa. A dor a atingia como facas cortando seu peito.

Ele não podia ter feito isso. Ele destruíra tudo.

Retirando o caderno de seu bolso interno ela o abriu na primeira página encontrando um pergaminho colado. Ela percebeu uma letra elegante, ela sorriu amargo com aquela letra. E então se pôs a ler:

17 de setembro de 2002

Eu não acredito que eu esteja pensando em escrever isso, mas já que supostamente não posso contar a ninguém me obrigo a isso. Hoje fiz a coisa mais ridícula que eu poderia ter feito. (...) ”

Ela riu baixo com as palavras dele. Após finalizar pegou o próximo pergaminho e ultimo

“ (...)Eu sonhei com Hermione Granger essa noite. Sonhei com aquela maldição de lugar que se encontra afora da janela de nossa sala.”

Ela suspirou ligeiramente nostálgica, sorriu com aquelas palavras. Ignorando momentaneamente a dor. Ele deixara seu diário. Ele queria saber o que ele pensava. E os pensamentos dele se mostravam tão bons...

Então ela continuou:

Eu estava sendo fiel! Cara, deixa até eu repetir: eu estava sendo fiel. Eu não tinha a necessidade de sair fodendo qualquer uma por aí. Hermione supria toda e qualquer necessidade que eu pudesse ter. Ela era linda, esperta, gostosa, grifinória e surpreendentemente gostava de mim”

Até então suas palavras a faziam sorrir, eram bons tantos bons momentos que ele havia compartilhado naquele caderno. Coisas que ela o virá escrevendo, mas somente suspeitava do que poderia ser. Em uma das paginas até tinha um esboço de olhos castanhos.

Mas então seus maus momentos também estavam ali:

“10 de janeiro de 2003

Pior semana da minha vida. Desde que eu larguei a Hermione nada mais tem feito sentido”

“Eu preferia morrer do que vê-la desse jeito indiferente comigo.”

Hermione continuava a ler e agora as lágrimas voltaram a inundar seus olhos. Ela chegou a um ponto do seu diário que não havia data. As palavras que se seguiam no cabeçalho da folha eram “Meu amor”. Chegara a parte que ele queria que ela lê-se realmente. Seu coração disparara em seu peito. Ela tinha medo de suas palavras. Mas então ela começou:

Meu amor.

Espero que esteja lendo isso. Espero que sua raiva não a impeça de ver isso...

Tem tantas coisas que eu queria te dizer, que eu gostaria que soubesse. Mas não sei por onde começar e temo não ter tempo para isso. Só decidi escrever isso agora e você acabou de descer para seu jantar. Logo sua prova começara e eu sinto muito por ter que, possivelmente, estraga-la. Mas eu tenho certeza que você ganharia (ou ganhará) de qualquer maneira. Quer dizer, você é a bruxa mais inteligente e sagaz de todo mundo mágico/trouxa.

E deve estar se perguntando por que deixei meu “amigo” contigo (eu nunca chamaria de diário, soa gay). Eu não tive coragem de jogar minhas palavras sobre você no lixo. E eu não poderia simplesmente levar isso para a droga da mansão Malfoy. Sinto dizer que aquilo virou um hotel de comensais. E me envergonha dizer que eu também o serei Hermione, mas NUNCA o fui ao seu lado, como você bem o sabe. Eu sinto tanto por tudo.

Eu o fiz por minha mãe, eu não poderia abandona-la Mi. Espero que entenda. E eu sei que isso não justifica o que vou fazer agora. Eu achei uma maneira de trazer os comensais para cá. E se não bastasse ele me deu de tarefa matar Dumbledore... Eu estou com medo disso Hermione. Eu não quero ter que matar ninguém, mas o farei por ela. E por mais que eu saiba que isso é imperdoável, por mais que eu saiba que não vai me perdoar, eu ainda tenho esperanças. Eu preciso de seu perdão, mas eu posso esperar o fim disso.

Se sobrevivermos Hermione, se eu não for condenado no fim disso tudo eu vou ter você de volta. Eu vou casar com você Hermione, se aceitar. Eu vou ser tudo aquilo que você quiser de mim, aceitarei você da forma que quiser. Eu vou te amar para sempre, acredite nisso.

Você me mudou. Quer dizer, acho que isso é claro. Eu me apaixonei por alguém que eu detestava! Minha sabe tudo irritante, minha trouxa linda. A mulher mais nervosa e perfeita que conheci. Você me encanta Hermione, você me enfeitiçou como ninguém o teria o feito. Eu não achava ser capaz de amar. Você me faz tão bem... (e no final nem me sinto tão gay por dizer isso). “

Aqui Hermione parou para enxugar as lágrimas que caiam copiosas por seu rosto, ela riu sem humor algum ao ler a ultima frase. Seu idiota Malfoy...

“Se ainda eu tiver o direito de opinar em sua vida, eu gostaria de pedir um favor: não saia como uma louca com Potter por aí atrás de comensais ou seja o que for. Apesar de eu ter mudado, ninguém o fez. Eles vão a torturar até sua morte, eles não terão piedade com trouxa alguma, principalmente se for um trouxa provido de varinha. Eu não suportaria a ver morta Hermione. Então eu imploro que se mantenha viva, não faça nada estupido.

Bem, está na hora... a partir de hoje vou me tornar tudo aquilo que você mais abomina. Me desculpe por isso também, mas que escolhas eu tive? Se mantenha viva, por mim como um ultimo favor. Eu sempre vou agradecer por ter me feito enxergar esse novo conceito, quer dizer, sem você eu nunca acreditaria que trouxas valem a pena. Eu espero que você e os seus amigos ridículos ganhem essa guerra. Eu te amo tanto...

Com carinho.

Seu Draco Malfoy”

Notas finais
Beijos seus lindos e bom resto de carnaval :3