Notas iniciais
Moulin Rouge e Gwen, muito obrigada por ter favoritado!!! Gente, perdão pela demora. Eu comecei a trabalhar agora nas férias, então está uma loucura. Estou dando aula de inglês, olhem só kkk E, também, esse capítulo me deixou levemente deprimida para escrever, quer dizer, vocês já devem imaginar algumas coisas e eu não sabia direito como por no papel... Espero que aproveitem. PS: seus reviews são as coisas mais lindas do mundo. Sou apaixonada por vocês gente. Obrigada pelo carinho de sempre, mesmo quando eu demoro. kk

(N/A: gente linda, esse capítulo é baseado no próprio livro do enigma. O objetivo não era ficar exatamente igual ao livro, tem muita coisa relacionada a minha fic então não se sintam muuuito zangados por eu não chegar aos pés da tia Jô nas descrições das cenas... Não vai ter nada muito novo aqui nesse capítulo, o que quero dizer é que vocês sabem o que acontece na batalha e tal... mas prometo postar mais assim que eu puder ).

Hermione’s pov

– RONALD WEASLEY! – Gina gritou do outro lado da sala comunal, fazendo com que todos olhares se voltassem a ela.

– Eu juro que não fiz nada. – Rony me olhou com olhos arregalados, o que me fez começar a rir.

– Boa sorte. Seja lá o que ela pensa que fez, a fez ficar nervosinha. – botei uma mão em seu ombro de força redentora, o que o fez rir a contragosto.

Bem, o que eu poderia dizer sobre o que ocorreu a dois dias? Eu não me arrependia e teria feito de novo... como no caso fiz. Quer dizer, eu o amo, o que eu poderia fazer pra evitar? Suspirei decepcionada comigo mesma. Como é que podia ele me deixar tão fraca?

E tudo não era por falta de avisos dele. Ele não cansava de me dizer que eu odiaria ele para sempre. Draco implorava pelo menos 5 vezes por minutos para eu perdoar ele um dia, se eu pudesse. E eu juro que tentava entender o que ele fora obrigado a fazer, — ou seria – para ele crer tão veementemente que eu nunca mais o amaria. Isso era impossível, infelizmente.

Existia amor mais fadado a desgraça feito o meu e dele? Cada um estaria em um lado do campo de batalha. Suspirei vencida pelo cansaço desses pensamentos que se repetiram milhões de vezes nas ultimas 48 horas. Eu deveria começar a me preocupar mais com a tarefa de ali 4 dias...

– A Gina é impossível. – Rony voltou ao meu lado, batendo o pé e resmungando feito uma criança.

– O que ela queria?

– Fred e Jorge, você sabe como eles são. Aprontaram com ela e botaram a culpa em mim.

– Uhum. – concordei. – Agora podemos finalmente ir pra sala precisa? – revirei meus olhos.

Rony riu baixinho e acenou positivamente. O ruivo passou seu braço ao redor de meus ombros e assim fomos caminhando até a sala precisa pela segunda vez do dia. Nossa tarefa consistira em – percebam a ironia aqui – um campo de batalha. Uma simulação de guerra. Cujo “maldição da morte” seria um feitiço paralisante. Muito ridículo isso, muito irônico, mas tudo bem. E pior, teríamos que competir com a dupla do sétimo ano de Hogwarts.

Sabe, será que fora somente eu que percebera que todas tarefas levavam a um mesmo objetivo? Se tornar um melhor “guerreiro”, testando as habilidades de estratégia e de duelos de cada dupla... a única explicação provável era que Dumbledore queria que aprendêssemos como teríamos que pensar dali alguns dias...

– Hermione, não fique tão pensativa. – disse Rony, bagunçando meu cabelo.

– Não toque em meu cabelo. – estreitei meus olhos, o que o fez rir.

– Desde quando se importa com seu cabelo?

– Desde sempre. – respondi torto.

Rony se limitou a me olhar com ambas sobrancelhas erguidas para mim, como se dissesse “Sério? E o primeiro, segundo, terceiro, quarto... anos?”. Sob o olhar de descrença dele comecei a rir, dando um soquinho em sua barriga.

– Ok, você me ganhou nessa.

–*-*-*-

– Rony! Corre! – gritei para ele enquanto uma edificação inteira começava a cair sobre nós. Ainda não havíamos achado os nossos rivais, mas eles não deveriam estar próximos, uma vez que cada dupla fora colocada em um lado de uma “arena”, cuja qual simulava tudo que poderíamos encontrar num campo de batalha... Era impossível ouvir qualquer um do lado de fora da plateia devido ao barulho do nosso próprio inferno. Gritos com feitiços, gritos de dor, barulho de coisas sendo demolidas, mais gritos de dor. Aquilo era agonizante. Arrepios perpassavam por minha coluna constantemente.

Se olhássemos na direção certa enxergaríamos as arquibancadas dos torcedores de Hogwarts por nós (Grifinória e Lufa-Lufa) ou pela dupla da Corvinal e Sonserina.

– Isso é ridículo! – Rony gritou enquanto corríamos desesperadamente na direção contrária ao gigante vulto cinza que supúnhamos ser um troll. – Dumbledore quer nos matar!

– Ele quer nos preparar Rony. E se ganharmos teremos benefícios. – respirei profundamente, tentando ignorar a dor que se formava ao lado de minha barriga. – Agora cala a boca e corre.

– Merda. – Rony disse mais baixo, me segurando pelo ombro e me impedindo de correr. Na nossa frente erguia-se um gigante com um bastão na mão. A cena tristemente era uma mistura do irmãozinho de Hagrid com o Troll Montanhês que encontramos no primeiro ano.

– Merlim. – sussurrei, apertando a varinha mais forte em minha mão.

– Alguma ideia? – Rony lentamente começou a dar passos para trás.

– Não. Você?

– Nenhuma. – ele olhou para mim com uma careta desesperada.

Writer’s pov

Draco lentamente seguia em direção a sala precisa, tentando ignorar o constante gosto amargo em sua boca pela culpa. Ele não estava preparado para aquilo, mas ele precisava fazer. Ele precisava matar o diretor para poder salvar sua mãe. Mas como ele faria aquilo?

E se fosse só esses seus problemas, ele teria que acompanhar um bando de comensais da morte em direção ao castelo, sob missão de toma-lo das “garras do bem”, como diria Rabicho. Ele daria o pontapé inicial para que Hogwarts se transforma-se numa escola de magia negra. Qual irônico isso poderia ser? Quando criança ele daria um dedo dele para que Hogwarts fosse assim.

Ela nunca o perdoaria, disso ele tinha certeza.

4 horas antes

– Meu caro amigo, é necessário – Dumbledore apoiou os cotovelos sobre a sua escrivaninha e apoiou o queixo em suas mãos, batendo suavemente seu indicador contra seu nariz, enquanto observava com veemência o professor a sua frente sob seus olhinhos de meia lua.

– Você é maluco Dumbledore! – Severo bufou, levantando-se da cadeira a frente do diretor, começou a andar de um lado para o outro. – Primeiro pede que eu o mate, agora me pede para futuramente mandar o garoto se matar?!

– Achei que não se importasse com o garoto. – apontou o diretor.

– Com ele? – jogou as palavras como se estivesse com nojo.

Snape levou as mãos ao cabelo desesperado e então retirando a varinha do bolso de sua capa ergue-a a altura de seu peito e gritou como se num choro “Expecto patronum!”. Da ponta de sua varinha irrompeu uma luz prateada cegante, após um momento de atenção pode-se ver a luz tomar forma de uma corça. A mesma saiu correndo pela janela, prendendo a atenção dos dois professores. Dumbledore conseguia lembrar como se fosse ainda ontem de Tiago nos jardins de Hogwarts ensinando sua amada aquele feitiço. Lilian tinha o mesmo patrono.

– Depois de todo esse tempo? – os olhos do diretor estavam com lágrimas.

– Sempre. – respondeu Severo, suas mãos tremiam levemente.

–*-

– Vai ficar tudo bem professor, vai ficar tudo bem! – Harry repetia mais para si mesmo d o que para o próprio Dumbledore.

O diretor se encontrava quase inconsciente. Harry gastara todas suas forças para arrastar o diretor até fora da caverna, sob o céu estrelado. Apesar do diretor estar daquela maneira, eles estavam quase em Hogwarts agora. Ele só precisaria se concentrar nas aulas de aparatação. Ele conseguiria levar ele e o diretor a salvo. Depois de tanto esforço por aquela Horcrux, agora as coisas começariam a dar certo. Teriam que dar.

Girando sob seu pé Harry sentiu a agora familiar sensação de um anzol puxando seu umbigo para frente. Estava dando certo!

– Chegamos professor! – disse Harry satisfeito, até olhar para o diretor.

Ele estava mais pálido do que nunca, normalmente sua postura ereta estava hoje caída. Harry precisava leva-lo para Hogwarts com urgência.

– Diretor! Potter! – disse Madame Rosmerta saindo pelo seu bar, olhando-os desesperada. – Há algo errado no castelo. A marca... – ela parecia a ponto de chorar. – Você precisa voltar para o castelo Alvo.

– A marca? – parecia que a temperatura caíra 3 graus ao redor de Harry. Quando ele se atreveu a olhar para o castelo ele viu o que mais temia. A marca negra invadia o céu sob a torre de astronomia.

– Precisamos ir, preciso achar o Severo. – disse Dumbledore agora ofegando.

– A maneira mais rápida são vassouras. – sugeriu prestativa a Madame Rosmerta. – Vou busca-las.

E assim, Harry e Dumbledore seguiram montados numa vassoura velha até o topo do castelo. O mais novo se sentiu levemente curioso em saber como ele conseguira passar tão facilmente pelas proteções do castelo, quando percebeu que era Dumbledore que havia retirado as mesmas, com sua carinha em riste.

–*-

– Neville? Neville! – Gina puxou a manga de sua capa, seu olhar estava alarmado.

– O que? – disse ele nervoso, seu olhar não despregava dos dois amigos lutando contra o gigante a sua frente. Ambos foram muito sagazes tentando confundi-lo. Eles estavam indo bem, mas Rony havia tomado uma marretada em seu braço que era preocupante.

– Tem alguma coisa errada. – Gina estava olhando desesperadamente para uma das janelas da torre norte.

Fumaça saia dali. Os dois grifinórios instigados pelo mistério levantaram-se sorrateiramente da arquibancada, tentando evitar a família da ruiva que estava toda ali para assistir o filho mais novo, e então os dois seguiram em direção ao castelo. Ao chegarem lá depararam-se com um loiro mais pálido que o normal.

Atrás dele vinha uma mulher com o cabelo cacheado bagunçado e até mesmo um dente podre. Seu sorriso era maníaco.

– Ora ora se não é outro Longbotton para eu torturar. Acho que já passou da hora – seu sorriso era diabólico, fazendo com um fio gelado descesse pela coluna dos dois grifinórios. Quando ela pensou em erguer a varinha...

– O que faz aqui Belatrix? Sr. Malfoy? – McGonagall chegou atrás acompanhada de Luna, surpreendendo a Gina e Neville.

Minerva se colocou a frente de todos, erguendo a varinha para enfrenta-la, enquanto os mais novos se deixavam dar dois passos para trás. Neville parecia mais apavorado do que geralmente, no entanto ergueu sua varinha de forma determinada. Ele não deixaria ela escapar uma segunda vez.

– Chame o resto da armada. – sussurrou Gina para Luna. A loira assentiu uma vez e saiu correndo em direção a porta quando um feitiço mal direcionado de Draco atingiu a estátua a sua direita.

AVADA KEDAVRA! – gritou Bellatrix.

ESTUPEFAÇA! ­– chamou Minerva ao meus tempo, fazendo ambos feitiços se chocarem.

Draco saiu correndo pelas escadas a sua direita, o que o levaria ao segunda andar do castelo. Gina e Neville se botaram a correr atrás dele.

Expelliarmus. – Draco apontou a varinha sobre o ombro.

Petrificus totalus! – Gina jogou o feitiço contra o mesmo. No entanto o loiro desviou no ultimo segundo.

Impedimenta! – Neville tentou ao lado da Gina, mas o feitiço ricocheteou na estátua cuja qual Malfoy se escondeu atrás.

No momento que os dois grifinórios estavam prestes a lançar mais um feitiço contra o garoto, algo os distraiu. Uma parede inteira ruiu ao seu lado direito, fazendo ambos caírem de lado no chão. Gina se levantou rapidamente, tossindo e ajeitando a roupa, enquanto Neville tateava o chão a procura de sua varinha.

– Olá... – disse uma voz que lembrava muito um latido.

Antes que Gina entendesse o que estava acontecendo o homem avançou nela e a derrubou com um tapa.

– Gina! – gritou uma voz conhecida atrás dela. – Não se aproxime dela Greyback! – a voz de Gui vez-se ouvir atrás da garota.

O lobisomen limitou-se a dar uma risada lupina.

Draco a aquela altura já havia chegado a torre de astronomia, acompanhado de Severo. Snape olhou para o céu, seu olhar parecia angustiado, aos olhos do aluno.

Morsmordre. – gritou o diretor de sua casa. Nesse momento uma caveira negra e verde se formou no céu.

Quando a caveira abriu sua boca, o que saiu dali foi uma língua em formato de cobra. Mesmo a essa distancia ele pode ouvir os gritos apavorados que começava a se formar embaixo do castelo, vindo do estádio de quadribol. E tudo o que o loiro conseguia pensar era o desespero de sua morena que estava no meio de um campo de batalha de mentira, que acabara de se tornar real.

Enquanto tudo acontecia, Snape e Draco começaram a sair da torre para achar o motivo maior da missão do garoto... Ele suspirou pesadamente.

–*-*

Sob a capa da invisibilidade, sob ordens do diretor, Harry desmontou da vassoura.

– Eu preciso enviar um recado. – disse Dumbledore saindo da vassoura sob a torre. Em questão de segundos o diretor ergueu a varinha fazendo o patrono sair dali rapidamente, com sua mensagem. – A ordem. – sussurrou como resposta ao invisível Harry.

– Agora vá atrás de Snape, eu preciso dele. Não tire a capa, não fale com ninguém. não pare por ninguém. – disse o diretor. Ele precisava que fosse Severo que o encontrasse antes, não o jovem Malfoy. Ele não poderia permitir que sua alma fosse corrompida.- Esperarei aqui.

A contragosto Harry se pôs e movimento. Ele prometera obedecer Dumbledore sob quaisquer situação hoje. Quando sua mão achou o ferrolho da porta que o levaria a escada em espiral eles ouviram movimento do outro lado. Olhando para o diretor, pode ver que o mesmo estava sinalizando para que ele se afastasse da porta. Ele se colocou ao lado da mesma puxando sua varinha. Para sua surpresa nesse momento Draco invadiu a porta da torre, ao mesmo tempo Harry sentiu seu corpo e boca paralisarem. Ele olhou para a varinha erguida de Dumbledore.

Expelliarmus! – gritou uma voz conhecida. Harry não conseguia acreditar naquilo. A voz pertencia a Draco Malfoy.

Notas finais
Gente, comecei a escrever uma short ficition e tal... tá meio bosta, mas já que prometi pra Becca. kkk Aí tá o link: http://fanfiction.com.br/historia/477263/Dramione_-_Short_Fiction/