I Bet I'll Get You Hermione
34 Capítulo 34
Notas iniciais
(N/A: cara, o nyah não me deixa escrever nada nas notas iniciais... então aqui vai:
E agora eu queria agradecer a Milla, Becca, Leitora nem tão anonima e DaniR por terem favoritado. Vocês leitores lindos são a coisa mais perfeita que eu podia ter pedido! Obrigada pelos 50 favoritos, pelas 5 recomendações e obrigada pelos 370 reviews! ♥)
Draco’s pov
Eu sabia que ela havia perguntado sobre o futuro. Me partia ao meio saber que depois dessa semana ela nunca mais voltaria a me aceitar. Eu a magoaria de uma forma sem volta. Eu me tornaria aquilo que ela e seus amigos mais detestaram por todos seus anos de vida. Eu me tornaria o símbolo da morte para todo mundo bruxo.
– É tão terrível assim? – perguntou ela com a mão sobre meu rosto.
– É ainda pior. – pude ver ela empalidecer e então fechar os olhos, balançando a cabeça negativamente, como se em negação.
– Não o faço Draco. Ainda dá tempo.
– Já está feito. – sorri amargamente. Pude sentir o coração de Hermione disparar, assim como eu sabia que o meu tinha feito a segundos atrás.
Hermione então abriu os olhos, seus castanhos estavam tempestuosos. Ela parecia sofrer, e era eu que estava fazendo aquilo. Agora foi minha vez de fechar os olhos. Encostei minha testa sobre a dela e deixei o sentimento derrota me invadir. Tentando aceitar o fato de que ela iria me odiar para sempre.
– Draco. – chamou ela baixinho, como se fosse um pedido. Não consegui responder. – Draco. – chamou outra vez.
Eu não conseguia arrumar forças para responde-la. Não sem me quebrar por dentro. A tristeza era avassaladora, ela ameaçava quebrar meu peito. Pude sentir uma lágrima involuntária começar a brotar de meu olho. Um gemido desesperado escapou entre meus dentes trincados e eu minhas forças esvaíram de mim, eu cai sobre seu pequeno corpo, me arrastando de maneira a ficar sobre sua barriga.
– Draco, calma... – dizia ela no tom mais angustiado que eu já ouvira até então. Suas pequenas mãos estavam sobre minhas costas e cabelo, acariciando de forma suave.
Apesar do derrotado que eu me sentia naquele momento, eu não queria que aquele instante passasse nunca. Eu só a queria ali para sempre comigo. Eu não via como eu poderia resistir sem ela. Como eu suportaria viver ao lado que queria vê-la morta junto de todos seus amigos.
– Eu preciso fazer isso Hermione. – eu desesperadamente queria fazê-la entender.
– Eu sei.
– Eu não tenho escolhas. – sussurrei, agora me levantando e voltando a olhar em seus olhos.
– Eu sei. É sua mãe. – sussurrou ela. – Eu faria o mesmo.
– Não o faria. – fechei os olhos outra vez, sorrindo de canto sem nenhum humor.
Mesmo sem vê-la, pude perceber seu balançar negativo de cabeça. Sem eu poder esperar, Hermione havia puxado meu rosto contra o dela. Ela estava pressionando seus lábios contra os meus de forma desesperadora.
– Fica comigo – pediu ela – uma última vez. – completou, sua voz ficando mais fraca ao final da frase.
– Não será a última. – segurei seu rosto entre minhas mãos. – Vocês vão vencer essa guerra e quando eu pagar pelo que fiz eu vou voltar pra você. – tentei soar confiante apesar da mentira. Eu não continuaria vivo após o que eu estava pronto para fazer, se um dia eu fosse a julgamento.
Ela limitou-se a me puxar novamente. Nossas bocas se colaram num beijo violento, num beijo desesperado. Nossas línguas entrelaçaram-se como fizeram tantas vezes antes, nossas mãos tocavam cada parte do corpo que poderiam alcançar do outro.
Hermione envolveu-me num abraço apertado, parecendo querer tocar cada parte do meu corpo com o seu. Minhas mãos se grudaram em suas coxas. Apertei-as firmemente, puxando-as em direção em minha cintura. Hermione mais do que rapidamente envolveu-a com as pernas. Não era por luxuria, como teria sido alguns meses atrás, era de saudade, necessidade, era sobretudo a carência que estávamos um do outro.
Aproveitando esta deixa, levei meus lábios ao encontro do pescoço de Hermione, deixando ali mordidas que a fazia gemer baixinho, clamando por meu nome. Então, apertei meu quadril contra o dela, fazendo-a sentir o volume que começava a se formar por culpa dela. Somente por culpa dela.
– Ó Hermione. – disse baixinho em seu ouvido. – Como preciso de você agora.
– Me tenha então. – respondeu sem rodeios. Não consegui evitar um sorriso genuíno, se malicias, afinal aquela era minha Hermione, sem rodeios ou titubeações.
– Eu am... – ela botou um dedo sobre meus lábios.
– Não o diga. – sorriu de forma sôfrega. – Só vai tornar pior a partida.
– Eu te amo. – sussurrei antes que ela pudesse me impedir outra vez. Ela fechou os olhos, sua expressão era de dor. Isso me fez me arrepender na hora das palavras, mas era a verdade.
– Eu também Draco. Eu também. – sussurrou ela segundos após abrir seus olhos novamente. E então voltamos a nos beijar, como se tivéssemos combinado o momento perfeitamente.
Lentamente a garota subiu com suas mãos por minhas costas, levando minha camiseta azul junto. Me levantei brevemente de seus braços, permitindo que ela tirasse a camiseta. Quando ela parou para olhar sua feição se desmanchou num olhar de puro preocupação, ela abriu a boca numa careta e então se afastou e me olhou de forma séria dessa vez.
– O que fizeram com você? – perguntou simplesmente, parecendo estar tentando esconder o tom preocupado.
Olhei para meu peito. Merda. Eu havia esquecido que minhas cicatrizes não haviam sarado completamente. Maldito testa rachada.
– Isso não foi nada Herm...
– Não se atreva. – ela fechou os olhos. Ela bufou em indignação, erguendo uma mão, me impedindo de falar. – Não se atreva a dizer que não foi nada Malfoy.
– Hermio...
– Não me venha com “Hermione”! – ela fez uma imitação minha de seu nome. – Quem fez isso com você? E por quê?
– Ninguém, foi um feitiço mal feito... – gaguejei suavemente. Normalmente sua ira não era voltado a mim.
– Um feitiço mal feito? – sua voz estava aguda.
– É. – menti descaradamente. De verdade, ela me assustava quando nervosa e eu nunca admitiria que Potter sabia do nosso “caso”.
– Que merda Draco. – ela bateu com as duas mãos sobre meu peito. Eu arregalei meus olhos para ela, assustado. – Se é pra foder com o mundo bruxo, pelo menos foda direito e não se machuque. – ela parecia cada vez mais frustrada e então gritou a ultima frase: — SEU IDIOTA!
Eu arqueei uma sobrancelha para ela. Eu não entendi direito o porque do seu mini show, mas achei engraçadinho. Eu nunca o admitiria, ela me mataria se soubesse. E seu jeito de se preocupar me fazia ter vontade de rir. E eu seriamente tentei evitar, mas não consegui.
Eu estava rindo desesperadoramente antes que eu pudesse me controlar. Hermione simplesmente me olhava. Ela estava seriamente continuar de cara feia para mim, mas não conseguia, pois eu sabia que ela também queria rir. E o riso por fim venceu. Ela começou a rir comigo.
Ambos estavamos deitados sobre a cama rindo que nem duas crianças. Quando ela conseguiu se recuperar o suficiente para falar, ela olhou para mim e seu olhar estava sério de novo.
– Eu ri, mas isso não significa que eu não esteja puta como o inferno com você Draco. – ela se apoiou num cotovelo para olhar.
– Você fica estranha falando palavrões. – apontei e então cocei meu queixo, sem perceber.
Ela estreitou os olhos para mim e então sorriu. Não entendi o porque. Sua mão livre veio até meu rosto e ela suavemente acariciou meu queixo, onde momentos atrás eu estava com a mão.
– Eu gosto de sua barba mal feita. – ela se aproximou outra vez de mim e raspou seu queixo em meu maxilar. – É gostoso... – dessa vez ela passou uma perna sobre meu corpo, de maneira a ficar com uma perna de cada lado meu.
– Só isso que é gostoso em mim? – por um momento nos deixamos acreditar que nunca estivemos separados. Então arqueei uma sobrancelha para ela e minhas mãos se apoiaram em suas coxas.
– Oh não. – disse ela parecendo surpresa. Lentamente ela desceu sobre meu corpo, parando sobre meus joelhos. Suas mãos foram até o cós da minha calça. – Ainda tem algumas coisas gostosas sobre você Malfoy.
E foi isso, sem mais briguinhas, sem mais conversas. Hermione puxou num só puxão minha calça e minha cueca, levando-as até meus joelhos. Após ela se levantou da cama e foi em direção aos meus pés, retirando meu calçado e meias.
Eu apenas fiquei a observando, sorrindo deliciado com seu sorriso admirado. Ela gostava do que via, e eu amava ser seu olhar de satisfação. Ela sabia que me tinha. Então ela voltou a subir em cima de mim, se arrastando até minha barriga e se ajoelhando com as pernas ao meu redor. Jogando o cabelo para um lado ela desceu com seu rosto até meu pescoço e deu uma mordida ali.
Eu gemi em antecipação. Após a mordida, ela seguiu com beijos por meu pescoço, arrastando seus lábios até meu maxilar e passando por ali. Finalizando com uma suave mordida em meu queixo. Minhas mãos involuntariamente seguiram até suas pernas, para em seguida pousar em sua bunda e apertar forte. Meus olhos encontraram os dela e ela piscou de maneira maliciosa para mim, eu sorri.
Seus lábios macios seguiram por meu corpo, passando por meu peitoral e abdome, deixando junto dos beijos leves arranhões. Aquilo me fez suspirar. Eu sentia falta de seus toques.
Antes do esperado, as mãos de Hermione se encontravam sobre mim. Elas deslizaram suavemente para cima e para baixo, num delicioso ritmo que me fazia acender, acender de uma forma que só ela conseguia. Me apoiei sobre os cotovelos para olhá-la, e nesse momento sua pequena boca se aproximou de mim. Seus lábios se fecharam sobre o ápice de meu membro e sugou suavemente. Gemi alto.
– Hermione. – chamei baixinho e como pretendido ela levou seus olhos de encontro aos meus.
A morena suavemente sugava tudo que podia de mim, enquanto suas pequenas mãos faziam o resto do serviço. Seus dedos por vezes suavemente me arranhavam, fazendo com que eu mordesse minha boca para não gritar.
Sem mesmo perceber, levei minha mão até sua nuca, segurando forte em seu cabelo e a empurrando mais para mim. E ela o fez obedientemente. Uma mão dela escorregou até minha coxa e apertou forte com as unhas, deixando futuras marcas ali, a outra foi até minha mão livre, as entrelaçando. Aquilo me fez puxar seu rosto de mim, fazendo-a me olhar surpresa.
– Eu quero que seja comigo dentro de você. – expliquei, e ela concordou com um aceno de cabeça.
Ela liberou suas duas mãos e as apoiou sobre meu peito, me fazendo deitar. Era uma sensação estranho ser comandado na cama, mas ela sabia-o fazer bem. Ela sabia o que fazer para me fazer desejar não estar por cima e sim por baixo dela, apenas sentindo o que ela podia me dar de melhor.
Eu não me sentia subjulgado, eu me sentia desejado com aquilo. Após deitado, Hermione se sentou sobre meu membro, me fazendo soltar um gemido. Ela lentamente começou a desabotoar sua blusa. Botão por botão. Estreitei meus olhos para ela, uma vez que ela estava se demorando de proposito. Segurei-a pelos pulsos e me sentei. Mesmo com ela sobre meu colo eu ainda era mais alto que ela. Sorri com isso. Amava que ela fosse tão pequena, amava me sentir grande ao redor dela, de me sentir ligeiramente protetor. E foi com um sorriso besta no rosto que fiz suas mãos ficarem apoiadas em meu peito e segurei nas barras de sua blusa, puxando-a com força, arrebentando os todos botões que ainda restava.
– Eu gostava dessa blusa. – disse ela.
– Vantagens de ser bruxa. – resmunguei e ela riu. Aquilo era musica para meus ouvidos.
Bem, era bom ser mandado, mas já havia passado da hora. Eu precisava tocá-la.
E foi o que fiz. Girei-a sobre mim e a joguei sem carinho sobre a cama, fazendo-a pular uma vez antes de parar, ela me olhou com desejo. Levei minha boca até seus lábios e os mordi forte, fazendo-a arfar e se inclinar para mim. Eu ri sacana e ela estreitou os olhos para mim.
Após desci meus lábios até seu pescoço e suavemente desci-os até sua clavícula, dando beijos castos ali. Obviamente sem perceber, Hermione estava com os olhos fechados, inclinando-se para mais perto de mim. Sorri com aquilo e aproveitando, levei minhas mãos em suas costas e desfiz o fecho de seu sutiã, o arrancando de seu corpo.
Enquanto minha boca se concentrava sem seus seios fartos, os puxando e beijando de forma nada suave, minhas mãos tocavam cada parte de seu corpo, lembrando e memorizando suas curvas por meus toques. Demorei-me em sua cintura, a apertando forte. Ela arfou suavemente no momento que mordi seu mamilo.
– Draco. – foi uma mistura de zelo e briga meu nome. Eu a olhei encantado. Só ela poderia tentar continuar brava comigo num momento daqueles.
Então lentamente fui descendo com uma trilha de beijos por sua barriga. Chegando no cós de sua calça Hermione abriu os olhos e me encarou. Eu suavemente envolvi a parte de trás de seus joelhos com a mãos e abri suas pernas, ficando entre as mesmas. Com a boca abri o botão de sua calça, ela suspirou desejosa. Sorri maliciosamente para ela. Ainda não havia tirado sua calça, mas suavemente beijei sobre o ápice de suas coxas, sobre sua calça, a fazendo gemer angustiada e jogar a cabeça para trás.
– Você joga sujo. – reclamou ela, e eu ri rouco, sabendo que ela gostava daquilo.
Me botei de pé ao final da cama e rapidamente retirei os tênis de Hermione, puxando junto as meias e a calça dela, deixando-a somente de calcinha. Ela era vermelha, sorri maliciosamente e me deixei sobre ela, beijando o pescoço da morena e por vezes passando minha barba por ali, fazendo-a se arrepiar por completo.
– Hermione, Hermione. – chamei como se fosse uma ladainha. – Como eu te quero.
– Você me tem. – respondeu ela baixinho, mas firmemente.
Levantei meu rosto e a encarei. Sem mais poder aguentar um só instante, puxei sua calcinha para o lado e em enterrei de uma só vez nela, a fazendo gritar. A olhei preocupado para então ver seus olhos fechados em deleite. Aquilo era bom para ela tanto quanto para mim.
Sem suavidade alguma comecei a me movimentar dentro dela, forçando tudo que eu conseguia, querendo que ela sentisse cada centímetro meu, querendo que ela se lembrasse amanhã quem estivera a possuindo agora. Poderia parecer egoísmo de minha parte, mas não era. Eu precisava saber que ela me amaria amanhã, tanto quanto hoje.
Enquanto minha boca se concentrava em sugar seus mamilos, minhas mãos estava em seu quadril a puxando ainda mais para mim. Em resposta, Hermione rebolava contra mim, sua boca não parava de soltar exclamações e gemidos e suas mãos se encontravam em meus ombros, então iam para meu abdome... e quando pude sentir que ela estava pronta para me dar tudo que tinha, suas unhas se cravaram em minhas costas, arranhando toda a extensão de minhas costas.
E essa foi nossa deixa, ela gritou meu nome e eu respondi com o dela, como se fosse uma oração. Minha oração particular. Tombei em cima dela, gemendo incoerentemente. Os braços dela me envolveram num abraço apertado, enquanto seu rosto se apertava contra meu peito, ela ofegava.
– Eu quero mais. – sussurrou ela e então eu sorri com malicia para aquilo. Minha garota insaciável.
– Venha comigo para um banho amor. – dei como resposta. Pude sentir seu sorriso contra mim.
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