I Bet I'll Get You Hermione
28 Capítulo 27
Notas iniciais
Writer’s pov
Finalmente chegara o dia dos duelos da nova competição mágica. Hermione se sentia razoavelmente feliz por Krum estar um ano avançado em relação a ela. Ela não se sentiria feliz em ter que disputar com seu “amante” – como ela gostava de pensar nele.
– Hermione! – gritou Rony.
– Oi! – se assustou dando um pulo quase imperceptível da cadeira.
– Caramba, está tão nervosa assim? – ele arqueou uma sobrancelha e se inclinou para perto dela de seu lugar na mesa da Grifinória para o café.
– Só distraída, revendo mentalmente o que já sei. O que você deveria tentar também. – emburrou-se a garota.
A verdade era que ela estava realmente nervosa, e Draco a encarava da mesa a sua frente. Ele estava ainda mais pálido do que o usual. Hermione debatia-se fazia uma semana o que poderia estar acontecendo para ele estar assim. Ela tinha certeza que era pela “missão”, mas ela não tinha interesse em saber qual seria esta. E muito menos debater com ele, e criar expectativas em vão. Ambos sabiam que Draco se tornaria comensal, e também sabiam que depois disso o que tinham antes seria difícil demais, senão impossível, de ser recuperado.
– Boa sorte Mione. – desejou Harry sentando-se a direita da morena e a enlaçando pela cintura para um abraço.
– Obrigada. – disse ela tímida, abraçando novamente o amigo, uma atitude rara da parte dele.
– Não há de que. Todos sabemos o gênio que é, e o quanto infernizou o pobre Ron. – os dois amigos reviraram os olhos o que fez a morena esboçar um pequeno sorriso – Vocês vão arrasar.
– Hermione gatinha! – gritaram os gêmeos, cada um passando um braço por cada lado da cintura da morena.
– Sabe, é melhor você ganhar essa hoje. – disse Fred sussurrando para somente quem estava ao redor ouvir.
– A gente apostou 20 galeões em você. – continuou Jorge.
– Não querendo forçar e nem nada do tipo. – interrompeu Fred.
– Mas você vai ter que compensar pelo nosso irmãozinho Roniquinho aqui. – Jorge apertou uma das bochechas do irmão mais novo, fazendo com que suas orelhas se avermelhassem.
– Se ganhar prometemos dar uma festa.
– Mas eu não... – tentou começar Hermione, sendo interrompida por Jorge:
– A gente não quer sua opinião. Só se esforce, de tudo de si.
– O dinheiro já é nosso. – finalizou Fred, estendendo a mão para o gêmeo e ambos a bateram como se em vitória e deixaram o trio na mesa apenas se encarando.
Harry foi o primeiro a dar sinal de vida.
– Bem, aparentemente teremos uma festa hoje a noite.
– Isso é ridículo. – Hermione pôs uma mão na cabeça e a balançou desgostosa.
– Vocês ouviram aquilo? – Ron se mostrava indignado. – Eles não confiam em mim!
– Ninguém confia. – Gina chegou na mesa acompanhada de Neville, sentando-se a frente do trio.
– Você ao menos sabe qual é o assunto? – perguntou o irmão de maneira frustrada.
– Sim. Fred e Jorge estão espalhando para quem quiser ouvir que Hermione vai vencer e com isso teremos a festa que ela havia prometido a Luna e nunca cumpriu. – Gina disse casualmente.
– Eu não prometi nada! – esganiçou-se a morena.
– Bem, isso importa? – disse Gina balançando a mão. – Vamos ter festa de qualquer maneira, desde que você ganhe.
– Não querendo pressionar Mi, mas bem que você poderia ganhar, hum? – Neville abriu a boca pela primeira vez naquela conversa, o que arrancou acenos de aprovação de Harry, Gina e dos demais grifinórios próximos que estavam prestando atenção na conversa, agora nada discreta.
– Vocês são amigos da cobra! – Hermione levantou da mesa e encarou os amigos.
– Eu nunca faria amizade com sonserinos, não se preocupe. – Gina ironizou, o que arrancou risos involuntários dos grifinórios, até mesmo Hermione teve de conter um sorriso.
Numa atitude birrenta ela mostrou a língua para sua amiga e então puxou Ron pela mão e ambos foram em direção a sala precisa, para poderem criar o cenário perfeito para praticarem e treinarem pela ultima vez antes do duelo.
Draco levantou-se do banco, irritado com a presença agora insuportável de Pansy e foi em direção ao dormitório. Pansy nesses últimos dias estava mais grude do que em qualquer outro momento de sua vida. Definitivamente aquele beijo dado no corredor naquele dia foi errado por diversos motivos.
Primeiro: Hermione vira. Segundo: Pansy havia entendido errado o significado. Terceiro: Draco não tinha forças de tentar mandar Pansy para o quinto dos infernos. O loiro estava cansado daquela situação. Ele não tinha mais ideia do que fazer para concertar o armário sumidouro – como ele viera a descobrir que aquilo se chamava por uma das cartas de seu pai. E o pior disso? Sua mãe sofria as consequências. E se sua mãe parasse de sofrer, finalmente havia chegado o dia que ele receberia seu “prêmio”: a famosa marca negra.
Malfoy, após chegar no seu quarto exclusivo de monitor, pegou mais uma vez seu surrado violão e o girou nas mãos, debatendo-se pela milésima vez naquela semana “Quem fora Arktorius Malfoy?”. Draco pensava que era o único Malfoy que já negara o sangue, nem que fosse minimamente, para uma arte trouxa. (E um amor trouxa).
O garoto suspirou e então, depois de muito tempo, levantou-se e foi até a gaveta de meias e retirou de um canto escondido seu velho diário. Sentou-se sobre a cama, recostando-se sobre os lençóis e pôs-se a escrever, molhando sua pena em tinta preta:
A data ainda realmente importa? O que posso dizer é que os dias vêm se estendido amargamente desde o último dia de férias. Eu magoei ela de uma forma que eu não queria. O que é irônico, visto que eu, Draco Puro-Sangue Burro Idiota Infeliz Black Malfoy, sempre fiz de tudo para magoá-la. Eu sinceramente sempre quis vê-la sofrer e humilhada.
É ridículo saber que eu passei anos a fio odiando ela, magoando ela, insultando-a e agora daria minha vida para poder estar com ela. Quem sabe eu não mereça mesmo ela longe? Alias, quem sabe ELA não me mereça longe. Ou quem sabe há alguém que escreva nossas histórias e este alguém esteja de zuação com minha cara? Porque duvido que seja possível isso piorar em qualquer nível que seja.
*-*-*-*
Pois bem, esqueça a parte que não pode piorar. Aqui vai um trecho do que acabo de receber do meu querido paizinho:
Draco, aligeire-se. Isso é frustrante! Saber que eu criei meu filho para ser o mais inteligente e sagaz e ele não conseguir se virar com a merda de um armário!
É bom resolver isso o quanto antes ou eu mesmo vou dar um jeito da estupida de sua mãe. Ela não para de chorar e resmungar sobre seu “pobre filhinho”. Nunca pensei que ela fosse tão fraca. Ela e você estão acabando com a reputação da família Malfoy! Não queira saber o que fiz com seu tiozinho, o primeiro e último Malfoy traidor do sangue...
Minha mãe esta sofrendo. E é por eu não me dedicar tanto quanto possível na merda do armário. A verdade é que eu passo mais tempo me lamentando por Hermione do que realmente me esforçando para o plano do Lorde funcionar. Bem, vou deixar aqui escrito então para confirmar minhas palavras: a partir de hoje eu vou deixar de me importar com Hermione e vou dedicar todas minhas forças nesse armário. Quando essa guerra acabar – se acabar — eu posso voltar a deseja-la, não antes.
Pela minha mãe a partir de agora voltarei a ser o Malfoy que sempre fui. O Malfoy sem coração, puro-sangue, orgulhoso, mesquinho e riquinho que todos, com exceção da Sonserina, odeiam. É isso ou não me chama mais Draco Black Malfoy...
Por mais que Draco quisesse evitar a partir daquele momento qualquer pensamento que desviasse do seu objetivo de concertar o armário, sua mente se pegava vagando e voltando a vagar em seu parente “Arktorius Malfoy” e em quem seria o traidor de sangue que seu pai havia se livrado.
Antes mesmo de perceber, seus pés o levaram até a biblioteca...
– Olá Madame Pince, eu gostaria de ver o livro de registro das famílias mágicas, por favor. – Draco se pegou falando, ainda sem ter certeza do porque de tão mórbida curiosidade.
– Claro. – disse ela baixando seus óculos e o olhando momentaneamente desconfiada.
Hermione se encontrava deitada no chão da sala precisa, encarando o teto estupefada. Rony afinal estava melhorando suas habilidades, definitivamente o quadribol o ajudara a melhorar seus reflexos e isso era vital num duelo bruxo.
– Foi mal. – desculpou-se o ruivo ajudando a garota a se levantar.
– Isso foi fantástico. – disse ela sorridente, conseguindo afinal visualizar uma vitória para eles.
Rony simplesmente estava se saindo muito melhor do que qualquer um poderia esperar dele, e sinceramente? Até do que ele imaginaria. Finalmente ele estava deixando de lado sua timidez e realmente treinando com afinco os feitiços, sem se importar com os erros, pensando somente que aquilo poderia ser o que o salvaria na guerra que todos sabiam se aproximar, com a volta de Voldemort.
Claro, ele estava ainda mais motivado com o fato de todos duvidarem dele e porem suas fichas somente em Hermione para o torneio. Obviamente ele valorizava a amiga, e por mais que odiasse admitir, ele sabia que a garota era um gênio e sempre o derrotaria. Então, para ele, ter estupefado ela foi o máximo.
– Obrigada. – respondeu depois de um tempo de maneira relativamente tímida.
– Sério Ron? Obrigada? – disse ela cética. – Esse é aquele momento que você jogaria na minha cara que é melhor que eu e começaria com o “VOCÊ TINHA QUE VER HARRY! EU ESTUPEFEI ELA, E ELA NEM VIU, CAIU DIREITINHO!”
– Cala a boca Mione. – o garoto revirou os olhos, o que arrancou gargalhadas de ambos.
Depois de saírem da sala precisa, os dois amigos se dirigiram a biblioteca para devolver os livros pegos com o intuito de aprender novos feitiços. Ao chegarem lá, dão de cara com Krum, que perceptivelmente estava tentando decorar mais alguns feitiços de um livro com tamanho de uma caixa de sapato.
– Oi Mi. – disse quando levantou os olhos e os viu.
– Olá. – sorriu a garota de volta. Incrivelmente ela estava de um ótimo humor comparado a logo cedo. Então ela se aproximou do garoto e beijou suavemente os lábios do garoto, para então deslizar com os lábios por seu maxilar e após sussurrar em seu ouvido: — Boa sorte hoje.
O búlgaro riu baixo e a olhou de forma apaixonada, coisa que não passou despercebida por Ron, que virou de costas e fingiu vomitar. Infelizmente, Draco se encontrava presente, escondido atrás de uma estante e aquilo para ele foi como se jogassem água fria em sua cara. Ele, ainda querendo cumprir suas palavras do diário, saiu de fininho da biblioteca, sem chamar atenção e ignorou completamente o livro que acabara de ser alcançado por Madame Pince.
– Obrigado, tenho que ir. Esqueci de... – deixou a frase no ar, deixando Pince com uma careta de raiva por ter sido ignorada.
Hermione pelo canto dos olhos conseguiu vislumbrar uma cabeleira loira saindo pela porta da biblioteca, mas terminamente recusou-se a ficar triste, magoada ou qualquer coisa do gênero. Ela teria que estar bem para o dia de hoje e ela estaria. Ela devia isso a Rony por quem ela estava completamente orgulhosa. Seu amigo crescera tanto. O seu pequeno e idiota amigo Rony...
– Hermio-ni-ni – se esforçou Krum para dizer o nome dela corretamente. Hermione então voltou seu olhar para Víktor e sorriu.
– Você já aprendeu a falar tudo corretamente no inglês mais perfeito, mas não consegue falar meu nome direito. O que fazer contigo? – ela riu baixinho.
– Porrr isso – parecia que ele forçara o “r” de propósito, o que a fez suprimir um riso novamente — que te chamo só de Mi. E você pergunta ainda o porr que...
– Tá, vocês são lindos e tal. Mas eu vou vomitar. Vamos treinar Hermione, quer dizer, Hermio-ni-ni – imitou Rony o que arrancou risos dos dois.
– Não precisa ficar com ciúmes. – Granger se aproximou do amigo abraçando-o de lado e encostando o queixo em seu ombro. – Tem Hermio-ni-ni para todo mundo.
– Não gostei disso. – disse Krum olhando-os ainda sentado.
– Nem eu. – completou Rony. – Eu a conheci antes.
– Não interessa. – Krum arqueou uma de suas sobrancelhas e foi aí que Hermione resolveu parar.
– Ok, vamos embora Rony. – a garota se abaixou e beijou a bochecha de Krum. – Nos vemos mais tarde.
– Vou ganhar só para ter o prazer de derrota-la na final. – exibiu-se o búlgaro
– Tente a sorte. – disse ela de forma ameaçadora.
Krum sorria enquanto via a garota sair de costas, puxando seu amigo sardento com ela. Quando pensou em voltar a ler mais uma vez fora interrompido por uma garota de Hogwarts histérica:
– Krum! – ela deu um gritinho de excitação. – Me dá um autógrafo?
– Claro. – disse ele forçando um sorriso. Aquilo estava começando a se tornar cansativo.
Finalmente eram 17:30. Em meia hora o torneio se daria por oficialmente aberto, quando o duelo começaria. Hermione tinha as mãos tremendo de nervoso, ela sem um intervalo de segundo botava-se a sussurrar todos feitiços que havia aprendido até então, desde feitiços simples como Furnunculus até mais complexos como o próprio Estupefaça (Porque queira ou não acreditar, somente quem o executa sabe o quão complicado o próprio era de executar!).
– Rony, por favor diga que lembra de tudo, porque eu acho que vou desmaiar. – disse a garota dando pulinhos nervosos e chacoalhando as mãos a sua frente.
Ron de forma calma segurou em seus pulsos e a puxou para um abraço. Ela aproveitando o momento deitou sua cabeça no peito do garoto.
– Vai ficar tudo bem. Você vai ganhar e terá uma festinha particular dos gêmeos Weasley. – disse ele com falsa animação na voz, o que a fez rir.
– Nós vamos ganhar e nós vamos ganhar uma festa estupida. – corrigiu Hermione.
– Pelo menos vai ter comida de graça. – disse ele sorrindo feito uma criança no natal.
– Você definitivamente tem as duas pernas ocas. Eu nunca vou entender aonde você enfia tanta comida. – Ron sorriu como se escondesse um mistério e piscou para a amiga.
A hora do duelo finalmente chegara, e todas Hogwarts fora reunida dentro do salão principal. Este estava completamente modificado: as mesas se foram e a única coisa que se encontrava no salão era uma imensa plataforma, localizada no centro de tudo. No local mais alto do salão, onde os professores se sentavam ao redor do diretor, haviam várias cadeiras duplas, separadas para cada casal de vitoriosos até então. Ali estavam todos participantes sentados, bem como os professores que desejavam assistir ao espetáculo.
Depois de alguns momentos, 4 homens vestidos em trajes cinzas bruxo apareceram pela porta principal, prendendo a atenção dos alunos que estavam ali para assistir, bem como de Hermione e o resto dos vitoriosos.
– Boa tarde estudantes! – trovejou Dumbledore entrando no salão e sorrindo jovialmente, como se aquele fosse um momento tranquilo como qualquer outro. – Deem as boas vindas aos nossos juízes! – apontou serenamente para os 4 homens de cinza e Hogwarts, bem como a outra delegação explodiu em palmas respeitosas.
Nesse momento Madame Pomfrey entra seguida de mais uma equipe de curandeiros com ela e se posiciona num ponto estratégico sem pessoas ao redor, aonde havia uma grande tenda branca. Rony olha Hermione de forma questionadora e ela simplesmente dá de ombros.
– Como podem ver, temos uma equipe de curandeiros do St Mungus, bem como nossa querida Papoula para os socorrer se necessário. O que espero que não seja, mas é possível que ocorra. – o diretor suspirou e então voltou a falar mais sério. – Saibam que as maldições imperdoáveis são estritamente proibidas e o uso de qualquer uma gerara expulsão automática da competição e uma passagem só de ida para Azkaban.
“Também gostaria de deixar claro que não é possível desistir da participação agora que inscritos e classificados. O torneio gerará somente uma dupla vencedora e hoje teremos a eliminação de uma dupla por ano, sendo esta definida por duelos que ocorreram entre as duplas das duas escolas de cada ano. Gostaria também de informa-los da próxima atividade, que devemos informar não será simples como essa. Mas isto deixaremos para o final do duelo! Boas lutas meus jovens alunos!”
E assim se seguiu: primeira dupla a duelar eram aquelas com os alunos mais jovem, deixando para o fim os mais velhos. Hermione sentia seu coração pular descontroladamente contra o peito. Os quartanistas eram bons, mas ela sabia que nem de longe poderiam competir contra ela e Rony. Bem ou mal eles eram da Armada no ano anterior e se esforçaram mais do que qualquer um para aprender tudo que poderiam com Harry e com eles mesmo que já sabiam muito por ajudarem os amigos.
– Joseph Gaunt. – Harry engoliu em seco e olhou para o diretor que acenou com a cabeça positivamente como se concordando. – E Aline Prince. Dupla de Hogwarts.
E todo o salão irrompeu em aplausos para a dupla quintanista que se dirigia ao palco. Harry por suas vez não conseguia comemorar. A única coisa que lhe vinha a mente era o nome Gaunt. O garoto que sobreviveu não conseguia tirar da mente aquela pequena lembrança de Dumbledore na penseira... e depois ele ouvira Prince. Será que não era coincidência demais para uma dupla só? Prince era terminamente o nome que o assombrava por uma descoberta depois que ele recebera o livro de poções do príncipe mestiço... ora ora...
Harry saiu de seus devaneios quando novamente o salão se encheu de aplausos, mas agora em mais fracos e até mais educados. Somente dados em respeito a delegação em menor numero ali.
Hermione avaliava cada movimento da dupla e seus feitiços, tentando ver se havia algum que ela desconhecia até então. Ela sorriu orgulhosa para si mesmo, ela sabia todos até agora. E ela percebera uma falha grave dos alunos: nenhum deles faziam feitiços não verbais, o que poderia ser essencial nesses duelos. Eles eram extremamente mais complexos, mas também mais eficientes, ainda mais que suas duplas búlgaras estudavam num castelo, onde Krum já lhe contara, valorizava até um tempinho atrás somente feitiços poderosos... e negros.
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