Notas iniciais
Voltei rápido dessa vez, espero que gostem. Tem música no cap, recomendo que ouçam a música da Tove Lo q está citada no cap.

O casal se aproximou da filha que estava no sofá dando-lhe um beijo na testa de boa noite, sem precisar ressaltar o “sermão" como disse Melody elas saíram.

No caminho Arizona tentou de todas as formas possíveis saber para onde elas iriam, mas Callie continuou sem contar, o caminho fora longo e sem muitas conversas, Callie tinha medo de falar alguma coisa e Arizona com seus hormônios aflorados se magoar ou até mesmo desistir de ir jantar com ela e isso não poderia acontecer de jeito nenhum.

Chegando no restaurante elas se acomodaram na mesa que Callie reservou para elas, a mesa ficava próxima da grande janela que rodeava o local, e dali elas tinham a vista perfeita de toda Seattle inclusive do lindo oceano que ficava agora ao seus pés.

O garçom lhes trouxe o cardápio e antes que saísse Callie pediu a carta de vinhos, ela queria uma bebida especial para aquela noite.

—Nossa, a senhora está me surpreendendo. — Disse Arizona em tom de brincadeira.

—Sim, eu quero que essa noite seja a melhor noite de nossas vidas. — disse Callie abrindo um sorriso largo.

O garçom novamente interrompeu a interação do casal para entregar a carta de vinhos e perguntar se já haviam escolhido os pratos, saindo rapidamente quando a resposta foi negativa, as mulheres não tinham pressa queriam aproveitar a noite com calma, nunca tinham ido aquele restaurante e por ele prover de um ambiente maravilhoso, com uma música ambiente agradável, um cardápio extenso variando entre frutos do mar e uma comida mais rústica como costela de porco, elas estavam aproveitando cada momento sem se preocupar com nada.

—Eu fico pensando em como Melody está crescendo rápido demais. -falou Arizona com uma voz trêmula.

—Amor, pensa que estamos aproveitando muito ela e agora vamos ter mais um baby para ver crescer e poder desfrutar mais uma vez dessa coisa maravilhosa que é a maternidade. — Callie entrelaçou os dedos com os de Arizona por cima da mesa.

—Sim, mas tenho medo de passar rápido e quando vermos estamos morando sozinhas, como duas velhas gagás. — Arizona sorriu brincalhona.

—Deus me livre. — Callie fechou os olhos e chacoalhou a cabeça em negativa tentando apagar da memória a imagem que lhe veio à mente.

Callie observava a mulher por cima do cardápio enquanto a mesma escolhia seu prato, foi pega de surpresa quando a loira desviou o olhar da cartilha a sua frente e mirou os olhos pretos que estavam a lhe observar.

—Esses pratos me deixam com água na boca.- — Arizona falou enquanto engolia uma boa quantidade de saliva.

—Então escolha, pois eu já escolhi o meu, vou querer um salmão grelhado e de entrada uma salada de Kani. -disse a morena.

Elas ergueram a mão como sinal para chamar a atenção do garçom e quando ele chegou a mesa das duas, cada uma disse seu pedido e o vinho ficou por conta do sommelier de vinhos, o que ele lhes sugerisse seria a bebida da noite.

Arizona optou por uma salada de Kani de entrada igualmente a esposa e como prato principal ela pediu um risoto de camarão, já Callie pediu como prato principal salmão grelhado. O jantar correu como o esperado, mais apaixonante impossível, sem contar que quando elas terminaram o jantar enquanto esperava o cardápio das sobremesas começou a tocar a música que Callie dizia ser a 'música delas’(perfect for me do Ron Pope) naquele momento, devido a baixa auto estima da loira por ter engordado alguns quilos nesse tempo de gravidez, a morena olhou a outra a sua frente e segurando sua mão se levantou sob o olhar curioso de Arizona, a loira não entendeu o porquê de Callie se levantar e quando se deu conta de que era a música delas tocando nos alto falantes do restaurante entendeu o estava acontecendo ali, ela se levantou quase que obrigada não se sentia bem com a esposa ainda mais em dançar na frente de pessoas desconhecidas e o pior sem nem ter uma pista de dança, Callie está ficando louca Arizona pensou.

—Amor, por favor não me faça passar essa vergonha. -Implorou Arizona.

Ela estava com as mãos em volta do pescoço de Callie o rosto vermelho de vergonha estava escondido entre o pescoço da mais alta que lhe abraçava a cintura e apoiava o queixo no topo da cabeça da loira.



You sit in the bathroom and you paint your toes
I sit on the bed right now and i sing you a song
It's not always easy, but somehow our love stays strong
If i can make you happy, then this is where i belong

As duas dançavam ao lado de sua mesa e bem nesse momento o restaurante dava seu giro de 360° o grande marco das noites de quem jantava ali, elas foram surpreendidas quando sentiram um leve giro.

—Isso! -Comemorou Callie

—Não entendi sua comemoração. -Comentou Arizona.

—É que eu paguei uma nota pra eles fazerem isso quando estivéssemos dançando. -Brincou a morena.

—Não acredito que você fez isso. -Bradou a grávida.

—Claro que não meu amor, o restaurante é famoso por esse detalhe ela gira em 360° deixando seus clientes ainda mais apaixonados. -Falou Callie.


And i'd just like to say
I thank god that you're here with me
And i know you too well to say that you're perfect

But you'll see, oh my sweet love, you're perfect for me

Elas dançavam como se estivessem nas nuvens, a posição havia mudado, agora quem conduzia era Arizona sua vergonha tinha se transformado em coragem e vontade de dançar até o dia amanhecer.

—Não sabia que você gostava de dançar assim. -Disse a morena.

—Eu sei fazer tantas coisas, na verdade quando não estou com vergonha e nem com medo eu posso ser uma pessoa totalmente diferente da que sou. -Arizona se gabou.

—É por isso que eu te amo cada vez mais, e sei que vou continuar amando e amando sempre mais, pois você me surpreende a cada dia. -Callie disse apaixonada e puxando o rosto da amada para um beijo.


I know all your secrets, and you know all of mine
You're always here to hold me up when i'm losing my mind
I wish that i was stronger so that i had more to give
I'll share everything i have and we'll find a way to live

Logo a música acabou e elas se sentaram para desfrutar da sobremesa que haviam escolhido, a loira escolheu a sobremesa famosa do lugar um sundae, mas não era um simples sundae, a sobremesa vinha em uma taça dentro de uma espécie de baldinho de gelo e de lá de dentro em volta da taça saia gelo seco dando a impressão de que saía fumaça da sobremesa, quando viu aquilo os olhos da grávida saltaram em um brilho só, quem a via podia jurar que ela estava emocionada, Callie teve o privilégio de ver a cena bem de perto.



****IB****



Na casa da família a bagunça rolava solta, Melody e a tia tinham a feito a maior bagunça na sala, logo após servir o jantar para a menininha Aria foi até o seu carro e pegou uma cesta com as pétalas de rosas que Callie havia pedido para a irmã, pegou também uma sacola com as velas aromáticas e mais alguns itens que faria parte da surpresa, quando voltou a cozinha Melody já estava terminando seu jantar para então começarem a arrumar a casa e o quarto do casal, a mais velha foi lavando a louça enquanto a pequena foi guardando alguns objetos que estava jogado pela sala.

Quando deram por si já estava quase na hora que elas chegariam, então Ária colocou sua música favorita Monkey Man de Amy Winehouse e enquanto arrumavam o quarto elas dançavam e cantarolavam.

—Você gosta de bagunça né pirralha?! — disse a morena mais velha enquanto mexia o corpo no ritmo da música.

—Ah eu gosto, mas você também gosta né tia? -A menina riu divertida, enquanto tentava alguns passos de dança.

—Você é muito esperta isso sim, sabe tudo. — a tia brincou e apertou o nariz da mais nova fazendo-a balançar a cabeça de um lado para o outro.

—Para, não faz isso… — resmungou a baixinha.

As duas se divertiram tanto que não viram que o tempo passou tão rápido e que as mães da mais nova já estavam chegando. Correram com os preparativos do quarto e quando fecharam a porta já do lado de fora, no corredor ouviram a porta de entrada se abrindo e duas mulheres felizes passando pelo beiral da porta, elas riam exalando felicidade, Melody e a tia correram e disfarçaram na cozinha enquanto não tinham sido vistas pelas duas que entravam. Quando saíram da sua bolha cor de rosa e se deram conta de que já estavam em casa, às duas olharam na direção da cozinha e viram o que mais parecia duas crianças com cara de que aprontaram algo. Não parecia que ali havia uma criança e uma adulta, era sempre assim quando deixavam Melody sob os cuidados de Ária, a casa ficava com um ar mais animado, era notório que ali aconteceu algum tipo de brincadeira ou travessura... não que as duas não brincassem com a menina, mas a brincadeira que a tia fazia era mais divertida e sem regras ou sermões do que podia ou não ser feito e elas sabiam que o que aconteceu ali não lhes seria falado, seria um segredo entre elas.

—Olá meninas, acho que está na hora de dormir não acham? -Callie foi a primeira a quebrar o silêncio.

—Ola mamãe, como foi o jantar? O meu foi divino… — disse Melody fazendo as mais velhas caírem na gargalhada.

Era magnífico e divertido quando ela falava dessa maneira.

—O nosso também foi divino minha filha, agora está na hora da senhorita ir para a cama. -falou a loira.

—Gostaria de pedir a permissão das mamães corujas e levar a minha pequena sobrinha para dormir na minha casa essa noite, posso? — a latina mais nova aproveitou a deixa e pediu logo vendo que a sobrinha não sossegaria enquanto ela não pedisse.

—Olha, eu não vejo um motivo para vocês não me deixarem ir dormir na casa da tia e para não atrasá-las, só vou pegar a minha mochila no quarto. -disse a menina correndo para pegar a mochila.

—Isso é um complô! — afirmou Arizona.

—Meu amor, deixa elas se divertirem mais um pouco. Amanhã bem cedo eu prometo que vou pegar a Melody. — a morena tentou tranquilizar a outra.

Em menos de cinco minutos as duas estavam sozinhas e mais à vontade na casa, podiam o que quisessem e onde quisessem.

—Parece que estamos sozinhas... — disse a morena puxando Arizona para um beijo.

—Sim, parece. — a outra disse entre o beijo.

—Então, vamos aproveitar. — Callie puxou a mais baixa para o quarto do casal.

Quando abriram a porta, Arizona quase caiu para trás ao ver o quarto todo decorado, ela olhou para Callie que não estava tão surpresa quanto ela.

—Porque você não está espantada? — indagou a loira.

—Talvez porque eu sabia?! — Callie respondeu com sorriso sapeca. — Mas agora não é hora para perguntas senhora Robbins-Torres.- a morena puxava a esposa pela fita que amarrava o belo vestido que cobria seu belo corpo. Conforme ia se aproximando da cama onde as pétalas formavam um coração com as iniciais delas no meio, Arizona não sabia ao certo o que estava acontecendo ali, mas seja o que fosse estava bom e naquele momento ela não pensava em mais nada, a não ser em se entregar para Callie.

A morena deitou a esposa sob a cama, não se preocupou em tirar as pétalas, apenas amar Arizona. Ela desamarrou o vestido da mulher embaixo de si e seguiu trilhando um caminho de beijos molhados pelo corpo pálido da mulher, após tirar seu vestido, para em seguida retirar o próprio vestido, colando seu corpo com o da esposa, a loira gemia a cada toque sentido em sua pele, a latina não economizou no romance, na delicadeza e nem nas carícias, a cada movimento que fazia no corpo de Arizona, ela conseguia ver a loira mais e mais enlouquecida. Chegando aos pés após retirar as sandálias de salto que a loira ainda insistia em usar, ela não economizou na massagem, Callie passava seus polegares pela sola do pé da esposa, pegando cada ponto de tensão, fez o mesmo processo no outro pé até ver que os pés da mulher estavam realmente relaxados.

Elas se beijavam e se acariciavam intensamente durante um tempo, até que a morena se levantou deixando uma Arizona reclamando e sedenta por mais na cama. Ela foi até o notebook e colocou uma música para tocar, pode-se ouvir no ambiente a música: Talking Body da Tove Lo ecoando pelo cômodo. Sem que a loira visse a latina trouxe consigo um óleo corporal para massagear o corpo de sua amada. Chegando na cama ela virou a mulher de costas abriu o vidro de óleo e derramou o líquido por toda a extensão do corpo de Arizona que se arrepiou com o contato gélido em sua pele.

Callie massageou cada polegada de pele exposta da pediatra e só parou quando viu uma mulher totalmente relaxada, com sorriso safado no rosto e os olhos cheios de luxúria. Ela colocou mais um travesseiro para a loira se apoiar, queria que ela visse com mais nitidez o que iria acontecer a partir daquele momento, então foi descendo beijando cada parte daquele corpo esguio embaixo de si. Quando chegou ao ventre deu uma atenção especial para área que continha um pequeno volume, deu um beijo demorado, acariciou o local com o nariz, sentindo o cheiro do óleo corporal na pele de sua esposa, passou a mão fazendo um carinho e então continuou seu caminho chegando ao sexo da loira. Viu o quão molhada a mulher estava, era impressionante como ela consegue excitar a esposa com pequenos toques. Callie aproximou o rosto perto da intimidade de Arizona e pode sentir o calor que exalava, seu sexo estava quente e pulsando pedindo por atenção e foi o que a latina fez, passou a língua de baixo para cima fazendo a grávida se segurar nos lençóis com o contato, ela poderia gozar a qualquer momento se a ortopedista fizesse isso mais uma vez. Depois que ficou grávida a sensibilidade da loira ficou mais aguçada, seu corpo reagia com mais fervor cada toque o fazendo ter reações involuntárias, como: arrepios, gemidos e seus músculos tensionarem. A latina adorou essa nova fase em que a mulher se encontrava, Callie passou a língua mais uma vez e viu o corpo embaixo do seu se curvar em êxtase, então ela introduziu dois dedos, mas não parou de lamber intercalando as lambidas com chupões, a cada estocada um gemido mais alto saia da boca da loira, ela agarrava os lençóis curvava o corpo e via nos olhos da morena que aquilo era para tortura-la.

—Ahhhhhhhhh. — a loira gemeu, se agarrou aos cabelos de Callie afundando ainda mais a boca da morena contra seu sexo, o fôlego lhe faltou, as forças se esvaiu com o orgasmo que a arrebatou e o que restou na cama fora uma Arizona delirante e ofegante, mesmo assim ela ainda se sentia excitada, o orgasmo só aumentou o fogo que a loira estava sentindo.

A morena se deliciou com o líquido que escorreu de Arizona, enquanto sugava cada gota dos sulcos da loira, Callie também sentiu a excitação encandecer e quando se deu conta a mulher a puxou para cima para se beijarem e na sequência inverteu as posições e agora dominava e tinha poder da situação. Ela beijou a morena que agora estava embaixo de si, não foi um simples beijo, aquilo as deixou louca.

A loira começou a se mover assim que encaixaram seus sexos. Callie segurou em sua cintura para ajudá-la no movimento de vai e vem, suas vaginas estavam tão lubrificadas que a fricção era quase inexistente. O barulho dos sexos se chocando misturado com os gemidos preenchiam o quarto, o coração acelerado fazia o bebê ficar um pouco agitado. Callie cravou os dedos nas nádegas da esposa com um pouco mais de força indicando que em breve gozaria, Arizona também estava bem próxima do seu segundo orgasmo, então intensificou mais a moagem para logo em seguida elas explodissem em sincronia. A loira caiu exausta sobre o corpo suado da morena, as respirações estavam descompassada assim como os batimentos cardíacos. Torres retirou alguns fios suados do rosto da loira e beijou a sua testa.



Assim que se recuperou, Arizona se levantou saindo de cima de Callie, saiu da cama e foi saindo do quarto, com destino a cozinha com uma morena ainda sedenta atrás de si, as duas se beijaram, as mãos passearam pelos corpos nus, Callie colocou a loira de costas, segurou os cabelos em um rabo de cavalo e beijou todo o tronco da loira dando leves mordiscadas, a virou de frente depois de degustar cada beijo dado e segurou em sua cintura a ergueu e a colocou sentada em cima do balcão da cozinha, abriu as pernas da loira deixando seu sexo completamente exposto para ela mais uma vez naquela noite. Passou dois dedos por toda extensão de sua intimidade, parando em seu clitóris e o massageando, enquanto sua boca sugava um de seus seios e a mão livre acariciava o outro. Ela fazia movimentos circulares enquanto dava a atenção devida para cada seio, a loira gemia e se contorcia de prazer enquanto suas mãos seguravam firme a beirada de mármore do balcão. Callie se abaixou para chupar o sexo agora mais inchado da loira, a mesma tombou seu corpo para trás na bancada e deixou que a esposa a fizesse gozar novamente.

—Ohhh Callie, você me deixa louca sabia? — a loira falava entre gemidos.

—É?! Então eu quero ver até quando você aguenta essa loucura! — desafiou. A morena acrescentou dois dedos enquanto sugava o clitóris rijo da esposa.

—Você não pode fazer isso comigo, você sabe que quando me fode assim eu não consigo me controlar. — Arizona disse manhosa, Torres sabia que a loira não aguentaria por muito tempo.

—Ah é? Pois eu pago para ver. — a morena falou enquanto aumentava a velocidade das estocadas.

—Ohhh meu deus eu vou… Ahhhhh meu amor… eu vou go — eu — ahh — vou gozar… — gritou a loira com dificuldades.

—Então goza, vai! Goza pra mim, eu quero beber todo esse líquido delicioso que sai de você. — latina falou e não demorou muito para ela ter uma Arizona gemendo, Callie podia sentir as paredes se fechando em volta dos seus dedos.

—Ahhhhhhhhh, oh isso vai me fode, mais forte, eu quero sentir você dentro de mim, coloca mais um dedo… -Ela implorava ofegante. Arizona sentia cada vez mais forte a eletricidade passar por seu corpo, ela estava muito próxima de chegar ao seu clímax.

—Você está muito deliciosa sabia? — a morena falou estocando mais fundo, isso bastou para que a loira caísse no abismos do prazer. Mas Callie continuou a penetra-la.

—Eu vou gozar de novo… — avisou — Isso vai, me fode, por favor, não para, ain meu deus eu tô gozando — gemeu manhosa enquanto a onda do prazer passa por seu corpo.



As duas seguiram para o banheiro ainda com as pernas trêmulas, realmente a noite foi perfeita, saiu até melhor que Callie havia programado em sua cabeça. Durante o banho enquanto Arizona se ensaboava, Callie beijava e acariciava seu corpo e vice versa. Quando saíram do box cada uma vestiu seu roupão e de tão exaustas só se preocuparam em jogar o cobre leito para o chão e se deitaram sem nem vestir uma roupa.

—Eu te amo tanto, sabia?- disse Callie nas costas da mulher, ela adorava deitar daquele jeito com Arizona a posição era perfeita ali ela sentia a melhor das sensações, passava a mão pela barriga da loira fazendo carinho. — Nosso bebê, nossa sementinha, eu amo tanto vocês. — ela falou com a voz já carregada de sono.

—Eu também te amo. Eu sei o quanto você me ama, o quanto nos ama. — Arizona respondeu colocando sua mão por cima da mão de Callie e no exato momento elas sentiram o bebê se mexendo pela primeira vez, um sorriso nasceu nos lábios de ambas. Foi incrível como o bebê se mexeu ao sentir a mão de Callie e de Arizona juntas.

As duas adormeceram ali de conchinha enquanto esperavam o bebê fazer qualquer movimento, enquanto Callie beijava e acariciava a pequena barriga de Arizona, enquanto a loira declarava seu amor eterno para Callie.

Notas finais
Deixem seus comentários, estarei aguardando vcs, bjs e até o próximo.