Amélia POV

Minha mãe me dizia sempre que preciso sair mais, ser como pessoa da minha idade, mas sou assim, porém ela foi contratar um tipo de administrador, não lembro o nome do emprego que ela diria que iria procurar para me ajudar, pouco me importo.

- Mélia! Vem conhecer o seu novo melhor amigo! — Como ele pode considerar um empregado como amigo? Sim Carmem, eu a considero amiga, contudo ela já trabalha aqui a anos! Não é a toa.

- Sim mamãe... — Quando desci as grandes escadas da casa, que até pode ser considerada mansão, vi minha mãe parada e ao seu lado um menino, parecia ter a minha idade, 1,70 metros, loiro, super loiro e olhos ônix, lindo.

- P-prazer, Meu nome é Amélia.

- Pode me chamar de Daniel — Apertamos as mãos.

- Vou deixa-los conversando enquanto falo com Carmem.

- Certo — Claro que já entendi o plano dela de baixo desse \"emprego\", futil.

- Que casa enorme, Memélia. — Ele ria com sua própria piada.

- Melhor que a sua, fato. — Seca era o que eu estava sendo, nunca fui patricinha mas ele...

- Haha! O Ruivinha, nem vem.

- Realmente não vou! — irônica claro.

- Metida!

- Grosso!

- Grosso?

- Sim! Só porque tenho essa casa vai me chamar de patricinha, nem em seus sonhos, e essa \"ruivinha\" Tem nome, sabia?!

- Pega leve ai, desculpe, ruivinha. — rosnei e começei a dar socos no peitoral dele, malhado. Ele ria das minhas tentativas

- Podemos parar de brigar?

- Claro. — Parei e o fitei.

Daniel POV

Nossa que gatinha! Ruivinha, olhos verde musco, mas patricinha...

- Vou lhe mostrar a casa.

- Você que sabe... — Respondi, tentando ser gentil.

Depois de 3 andares, com muitos quartos, acabamos.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.