I Am Not Strong.
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Harry's POV (n/a: obrigada :) )
Depois de um dia exaustivo arrumando aquela biblioteca, que eu não tinha percebido o quanto era grande lá. Tanto tempo indo pra lá e não tinha percebido isso, é Styles você é lerdo mesmo. Lucy falou que iria para o trabalho do pai dela, então segui meu caminho para casa. Até que me telefone começa a vibrar em meu bolso. Olho na tela para ver quem era e quem mais seria ?
Ligação mode ON
H: Diz Louis.
L: Vem aqui pra casa, os meninos estão aqui, não em diga não senhor Styles. Você sumiu essa tarde todinha de novo.
H: Tá, eu vou pra'ai, chego em 15 minutos.
L: Ok, beijos amor. — gay.
H: Tchau Lou.
Ligação mode OFF
Um desafio agora é explicar para os meninos o meu sumiço mais uma vez. Só que dessa vez não vou inventar mais um desculpa boba, e ridícula que sempre inventei. Vou contar a verdade, eu estava com a Lucy. Estranho, toda vez que estou com ela me sinto eu mesmo, me sinto diferente. E só de falar o nome dela já sinto um frio percorrer por todo meu corpo. Ela é diferente, diferente de todas com quem já peguei que não vou mentir, são muitas. Ela faz um efeito em mim estranho, um estranho bom. Mas existe um porém, tem a Brigit. Droga, sempre tem algo para atrapalhar a gente não é ? Vou ter que me despistar dela por um tempo. Voando em meus pensamentos, acabo chegando rápido na casa do Lou. Bato na porta e quem abre é o gordo do Niall, com a boca toda suja de salgadinho e com um pacote na mão do mesmo.
– Ta todo sujo.- falei e fui entrando.
– Não venha tentando mudar de assunto senhor Haroldo. — ele falou e fechou a porta.
Fui para a sala onde todos os meninos estavam lá jogando video-game, como sempre.
– Haroldo, explique-se. — Liam falou e Niall se sentou ao seu lado e começou a passar salgadinho na bochecha dele, ri.
– Você anda estranho ultimamente Harry. — Zayn falou.
– Onde você estava a tarde todinha ? Esqueceu que hora era a tarde dos meninos ? — Louis falou em tom mandão.
– Calma, calma. — me rendi — Assim ... Sabe a Lucy ? — falei e eles me olharam com um tom de "hummmmm já sei o que ta acontecendo" — Então, passei a tarde com ela na biblioteca. — falei por fim.
– Ah, então é ela o motivo de você sempre está voando nas aulas e não estar prestando atenção nas nossas conversas não é Harry ? — Louis falou e os meninos derão risadinhas.
– Talvez ... — falei e me joguei no sófa. — Nunca me senti assim, é estranho ...
– Sabe Harry, quando o amor chega, ele chega para nos deixar bobos e apaixonados, e nem nada nem ninguém atrapalha esse sentimento sabe ? — falou Liam o filósofo.
– AMOR ? APAIXONADO ? — falei alto — Não meu caro, é tudo menos isso ... — fui abaixando meu tom de voz e depois acordei e me toquei de verdade — MEU DEUS EU TO APAIXONADO.
Os meninos me olharam e começaram a tacar travesseiros em mim e ficaram rindo da minha cara.
– Esse dia é histórico. — Niall falou — Harry Styles está mesmo apaixonado. — minha vez de jogar um travesseiro nele.
Apaixonado, sério mesmo ? Só juntar todos os fatos. A dias eu venho sem me ligar muito coisas, e a imagem do sorriso dela vem em minha mente, dos seus cabelos, da sua voz de tudo ...
Lucy's POV
Depois de arrumar exatamente tudo na biblioteca, me despedi do Harry e falei que iria para o trabalho de meu pai. Realmente eu iria, mas depois iria olhar o estudio de Balé em que me inscrevi. O trabalho de meu pai não era muito longe de meu colégio, na verdade eram só dois quarteirões de distância. Fui andando e escutando minhas músicas favoritas, não sei porque mas ando escutando muitas músicas de amor e seus derivados. Taylor Swift vem sendo uma das minhas opções favoritas de estilo musical ultimamente. Cheguei no trabalho de meu pai e fui até a recepcionista.
– Olá, boa tarde, o que deseja ? — ela falou.
– Boa tarde, sou Lucy Bellisario, gostaria de falar com meu pai. — falei suavemente e ela sorriu.
– Percebi a semelhança — ela riu — Só um instante. — ela discou aluns números no telefone e falou algumas coisas. — Pode subir, ele está lhe esperando na sala dele. É no terceiro andar, primeira porta a esquerda.
– Obrigada. — falei e sai.
Não me acho parecida com meu pai, na verdade meus cabelos vermelhos não venho de ninguém de minha família, nasci assim. Entrei no elevador e tinhas algumas pessoas lá. Fiquei observando elas discretamente. Elas não pareciam felizes. Sempre com aqueles ternos ( homens ), e as mulheres aquelas saias retas e cinzas, com coques altos em seus cabelos. Com expressões faciais nada belas e felizes. Não queria me tornar uma pessoa assim, trabalhando em um escritório todos os dias, dias e noites a mesma rotina. Não queria viver de meu trabalho. Chegou no andar de meu pai e quando sai do elevador, olhei para aquelas pessoas e levei meus dedos indicadores aos cantos de meus lábios e os puxei, formando assim um sorriso. Elas me olharam meio assustadas e quando a porta do elevador ia se fechando, as vi sorrindo.
Bati na porta de meu pai e escutei um " entre ", entrei e ele sorriu para mim.
– Nunca fiquei tão ansioso para receber uma visita como hoje. — ele falou e eu ri.
– Estava com saudades, pai. — falei e me sentei no sófazinho que aqui havia.
– Sei ... Te conheço, o que aconteceu? — realmente ele me conhece bem.
– Ah, pai sei lá ... Essas coisas eu deveria conversar com alguma mulher, mãe ... — suspirei e ele me olhou meio triste — porém, você é meu melhor amigo, então posso contar a você . — falei e ele sorriu.
– Obrigado, por confiar em mim. — ele falou — Então, o que te trás aqui.
– Sabe pai, tem um menino ... — iniciei .
– AH É ? E QUEM É ESSE SER ? — tipíco ato de pai babão.
– Paiê. — falei e ele riu.
– Estou brincando, continue.
– Então, continuando ... Pai, esse menino no inicio do ano, parecia que era interessado por mim, porém tinha vergonha de ficar perto de mim, por eu ser considerada a " aberração do colégio " — meu pai escutava tudo calmamente — mas agora do nada, ele disse que gostava de mim e eu estou confusa, ele disse que ia provar que não tinha vergonha de ficar comigo. E eu acho que gosto dele pai ... — terminei de falar e meu pai sorriu.
– Acho que ambos se gostam. — ele falou e eu o olhei e sorri meio torto e o abracei. — As pessoas mudam filha, acredite.
– Obrigada por me escutar. — falei.
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