I Always Love You

47 Ideias & Ser capaz.


Notas iniciais
Mais um capitulo, demorou um pouquinho, mas já está aqui. Vocês derretem o meu coração, já não sei o que dizer, obrigada de coração EstéphanyQueen, R5family Member, MarianaAuslly, thaynarakarla, Juliana Lorena, Maria Isabel Laey Harondale e divademi22, pelos vossos comentários *-* Espero que gostem do capitulo. Muitos Bjss, #AR.



[5 semanas depois]

POV Ally

Nestas cinco semanas, o Austin tem se esforçado e melhorado tanto, ele já não está naquela cadeira e sim com umas muletas, já está mais perto de voltar a andar e eu estou tão feliz por isso.Nestas semanas, quando ele está no hospital, fica sempre um tempo com o Ryan e o Ryder. Nós cantamos algumas músicas e conversamos.

Esta semana eu fiquei em casa, estar de sete meses, com dois bebés dentro de ti não é fácil. O Austin disse que iria sozinho, mas ele está diferente.

Ouvi o meu celular tocar e estendo o braço o pegando do outro lado do sofá e atendi.

Ligação On (Ally/Outra pessoa)

Olá?

Oi, estou a falar com a Ally Dawson?

Está sim, quem fala?

Daqui é a enfermeira Kate.

Ah sim, aconteceu alguma coisa?

Era isso que eu ia perguntar, está tudo bem com o Austin?

Sim, que eu saiba sim, mas porquê?

Ele não tem vindo nos últimos três dias, ele não está consigo?

Não, ele disse que ia para aí.

Não, como eu disse ele não vem aqui à três, eu pensei que ele estivesse doente ou alguma coisa assim.

Não, quando ele chegar eu falo com ele. Amanhã estaremos aí.

Ok, até amanhã.

Até.

Ligação Off

Onde será que o Austin está? Porque ele não vai à fisioterapia à três dias? Que eu saiba estava tudo a correr bem. Ouvi a porta abrir e olhei vendo o Austin entrar. Mesmo na hora certa.

–Oi Ally. — Diz caminhando até mim. Ele usa as muletas, mas ainda caminha devagar.

–Oi Austin, como correu a fisioterapia? — Pergunto cruzando os braços.

–C-correu bem, como sempre. — Responde e eu balancei a cabeça.

–Agora a verdade.

–O quê? Qual verdade? Do que estás a falar? — Pergunta a olhar para mim confuso.

–Porque não vais à fisioterapia à três dias?

–Como sabes? — Pergunta chocado.

–Talvez porque a enfermeira Kate me ligou a dizer que não vais lá à três dias. — Respondo me sentando. — Porquê Austin?

–Porque.....porque eu não consigo ok. Eu não consigo mais. Eu antes não sentia as minhas pernas por não conseguir andar, mas agora não as sinto por causa das dores, a cada pequeno movimento parece que me estão as rasgar a pele por dentro. É horrível e eu não consigo fazer o que eles querem. — Responde largando as muletas no chão enquanto se senta ao meu lado.

–O que eles te estão a pedir para fazeres?

–Que eu ande sozinho, naquelas barras e depois sem elas, mas eu não consigo, já estar com as muletas é difícil, quanto mais sem nada. — Responde e eu suspiro me chegando para mais perto dele.

–Eu acredito que tenhas dores, mas também acredito que és capaz de fazer o que te pedem, se o consegues fazer com as muletas também vais conseguir fazer sem elas, amanhã nós vamos voltar e eu vou contigo. Não vamos desistir agora que já estás praticamente a andar. Eu nunca iria desistir, mas principalmente você, não o vai fazer agora. Nós vamos amanhã e eu vou te ajudar, vou te ajudar no que for preciso. — Digo e ele assente envolvendo os braços em volta de mim me abraçando. Eu envolvi os meus no seu pescoço, porque se não não conseguiria envolver os braços no seu corpo, a minha barriga já está grande e não dá para no abraçarmos muito.

–Uau morena, mais umas semanas e já não te consigo abraçar mais. — Diz

–A Sky? — Pergunta a olhar em volta da sala.

–Ela está no quarto a brincar com as bonecas. Ela disse que quando chegares eu te dizer para ires lá. — Responde e ele assente. Ele ainda usa aquela máquina para subir as escadas, mas ele diz à enfermeira que as sobe.

Assim que o Austin estava fora de vista, eu decidi ligar à Isa e pedir que viessem cá. Alguns minutos depois a campainha tocou e fui abrir a porta.

–Hey. — Diz a Isa entrando com o Alex que trazia o carrinho com a Victória lá.

–Hey, eu tenho de falar com vocês! — Digo e nos sentamos no sofá. — O Austin não foi à fisioterapia nestes três dias. Ele diz que não consegue andar sozinho como eles pedem. Eu quero que amanhã venham comigo, para o caso de ele se arrepender de ir.

–Claro, nós vamos. — Diz o Alex e a Isa assentiu concordando.

–Eu tenho uma ideia. Amanhã, quando estivermos todos lá, eu quero que vocês. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .



POV Austin

–Oi Sky. — Digo entrando no quarto dela.

–Oi Austy. — Diz e eu me sentei ao seu lado no chão, colocando a Sparkles no meu colo e esfregando o seu pelo perto das orelhas.

–Está tudo bem? — Pergunto olhando para o seu rosto.

–Sim.

–Eu não acredito. O que tens?

–Eu só........eu tenho saudades de estar contigo.

–Vem aqui. — Digo estendendo os braços para ela que veio até mim e me abraçou. — Desculpa pequena, eu sei que não tenho estado muito tempo contigo, mas eu prometo que vou compensar. Começamos hoje, neste momento vais me ajudar a preparar o jantar e a sobremesa, que.....eu não sei, talvez seja mousse de chocolate. — Digo e ela sorri de orelha a orelha me fazendo sorrir também. — Vamos? — Pergunto e ela assente se levantando e caminhando para a porta. — Espera, eu não consigo ir tão rápido. — Digo e ela começa a rir. — Vais ver quando eu te apanhar. — Digo tentando ir mais rápido e ela correu para as escadas com a Sparkles a ladrar e a correr atrás dela. — CUIDADO! — Grito e ela desce as escadas mais devagar.

–Vem Austy. — Diz enquanto eu descia as escadas, pela primeira vez. Esta era a primeira vez desde que estou a sim que estava a descer as escadas. Não foi fácil, mas hey, eu consegui, demorei quase 5 minutos mas consegui. Eu consegui.

–O que estão aqui a fazer? — Perguntei vendo o Alex e a Isa na sala com a Ally e me aproximei deles.

–Eles vão jantar connosco. — Diz a Ally e eu assenti.

–Eu e a Sky vamos fazer o jantar.

–Querem ajuda? — Pergunta a Ally e eu neguei.

–Não. Hoje sou só eu e a Sky. Certo? — Perguntei a olhar para a Sky e ela assentiu.

–Nós também podemos ir para a cozinha certo? — Pergunta a Ally a olhar entre mim e a Sky.

–Sim. — Responde a Sky. O Alex e a Isa que tinha a Victória se levantaram e começaram a caminhar para a cozinha com a Sky. A Ally tentou se levantar, mas não consegui, eu ri me aproximando dela e a ajudei.

–Não é engraçado. — Resmunga e eu ri mais.

–Desculpa morena, mas foi engraçado sim.

–Vem Sparkles, vamos deixar esse loiro aí a rir sozinho. — Diz a Ally pegando a Sparkles e indo para a cozinha.

–Hey! Espera! — Digo mas ela continua sem esperar.

Quando entrei na cozinha peguei tudo o que precisava para fazer a lasanha e comecei a preparar com a Sky. Depois de a colocarmos no forno, começamos a fazer a mousse de chocolate, o que deu bastantes gargalhadas na cozinha e um banho para mim e a Sky. A Isa deu banho à Sky, enquanto o Alex e a Ally ficaram a ver a lasanha e eu tomava banho.

Quando terminei, vesti umas bermudas e uma blusa amarela, e desci para a cozinha encontrando a Sky com o seu pijama. Jantámos e eu fui com a Sky para o seu quarto para ela dormir.

–Dorme bem pequena. — Digo beijando o topo da sua cabeça e ela segurou o meu pulso antes de eu me virar.

–Canta para mim até eu dormir. — Eu sorri oo vir isso. Assenti e me sentei ao seu lado.

Eu cantei Stuck On You e quando ela adormeceu eu me levantei e vi a Sparkles deitada ao lado das pernas da Sky, ela dorme sempre aí. Saí do quarto e encontrei a Ally a passar terminar de subir as escadas.

–Eles já foram embora?

–Sim e amanhã eles vêm connosco. — Responde e eu suspirei.

–Por mais que eu diga não, não vai resultar então tudo bem. — Digo e entramos no nossos quarto. Vestimos o pijama e dormimos.

************************************************

Yey, tenho uma notícia incrível, a escola acaba em uma semana. Hoje vou voltar para a fisioterapia, aliás já cá estou. Não tenho muito que falar do dia de hoje, acho que a palavra entediante chega e dizer que foi um dia como todos os outros também.

Ah, mas há uma coisa que me surpreendeu muito hoje. No intervalo, o Jake e a Brooke vieram ter comigo e com a Ally, pois como se devia esperar já descobriram que a Ally está grávida, por mais que ela queira já não dá para esconder a barriga, mas também para a semana já não teremos mais de ir para a escola. E como eu ia a dizer, eles vieram falar connosco e o Gavin meio que nos defendeu.

Sim, vocês ouviram bem, o Gavin nos defendeu, ao fim destas 5 semanas eu acho que posso mesmo confiar nele.

Há duas semanas falei com a minha mãe e ela disse que quando a escola terminar, nós, o que quer dizer eu, os meus amigos e a minha família, podemos usar a nossa casa de férias, que fica perto de uma praia.

–Austin, está tudo bem? — Pergunta a Ally a passar as mãos na frente do meu rosto e eu olhei para ela assentindo.

–Sim, estava só a pensar.

–Posso saber no quê?

–No dia de hoje.

–Boa tarde. — Diz o Dr. Cris se aproximando de nós. — Pronto?

–Se eu disser não posso ir embora?

–Não.

–E se eu não quiser?

–Vamos lá Austin, hoje eu trouxe duas pessoas que queriam muito falar contigo. — Diz e aponta para a porta. Eu sorri assim que vi o Ryan e o Ryder virem até mim. Eu já não os via à uma semana, pelo que o Dr.Cris disse, eles estavam com o pai.

–Oi Austin. — Dizem os dois e eu sorri mais ao perceber que o Ryan conseguia andar melhor que eu com as muletas, mais um pouco e nem precisava delas.

–Oi meninos.

–Nós queremos falar contigo. — Diz e todos que estavam perto de nós tinham saído, eu não sei porquê, mas hoje não estava aqui ninguém a não ser eu, a Ally, a Sky, a Isa, o Dr. Cris, o Alex com a Victória, o Ryan e o Ryder. Estranho. — Eu não sei porque o Dr. Cris não te contou mas eu acho importante, principalmente depois que ele disse que você não vinha aqui à três dias.

–O que é importante? — Pergunto confuso, não estou a perceber nada!

–Nó queremos contar isto, porque eu sei que assim vais ter mais força ou pelo menos vais pensar nisto. — Diz o Ryder suspirando.

–O Dr. Cris acha que sem ser eu, você é uma das pessoas mais fortes porque .... quando ele te operou, ele disse que quase te perdeu, ele não podia fazer nada, você tinha querer viver e lutar sozinho. Só você podia decidir se continuava vivo ou não e você conseguiu viver. Ele disse que nas duas semanas que estiveste em coma, ele percebia que a cada dia, você estava a melhorar, lentamente, mas estava. — Começa o Ryan.

–Sim, ele disse que você teve muita sorte e muita força de vontade para ainda estar vivo, ele se surpreendeu com os teus resultados estas semanas e ele disse que não iria desistir até estares bem, até voltares a andar como se nada tivesse acontecido. Ele disse que se não conseguisse, não seria capaz de continuar a fazer o que faz connosco. — Continua o Ryder.

–Ele acredita tanto em ti, ele sabe que és capaz e sabe que consegues, ele sabe que tens força para ultrapassar tudo isto e nestas duas três semanas, eu também acho o mesmo. Se não estiveres a conseguir, volta a fazer tudo de novo e percebe o porque de não seres capaz de continuar, tenta ver o porquê de não conseguires o que precisas, nada é impossível. E sim, eu sei que sou muito novo, mas eu já vivi muito neste último meio ano, eu sei o que estou a dizer. — Termina o Ryan e eu sorri pelas suas palavras. Se eles acreditam em mim porque eu não consigo?

–Obrigada meninos, isso significa muito para mim. A sério!- Digo e eles sorriem para mim. Eles caminham para a porta a abrindo e de lá entraram todos.

–Preparado? — Pergunta o Dr. Cris mais uma vez.

–Eu não sei.

–Vamos Austin. — Diz e me leva até as barras (http://www.jmshospitalar.com/cms/media/produtos/FI.5010.JPG )

Assim que me segurei nas barras ele tirou as muletas de perto de mim e as colocou no outro lado da sala. A sério?

–Vamos Austin, se consegues com a muletas também consegues assim. — Diz o Dr. Cris e eu comecei devagar. Nas muletas é mais fácil, eu não preciso de andar exatamente, eu posso me apoiar nelas, mas aqui não posso, quer posso, mas se o fizer aí é que não saio daqui. — Vamos Austin um passo de cada vez, não é preciso pressa. — Diz ao meu lado enquanto eu andava, ou melhor tentava, ir até o outro lado.

–E-eu não consigo. — Digo sentindo a dor na minhas pernas e parando.

–Consegues sim....

–Eu não consigo! — Quase grito e baixo a cabeça.

–Eu posso ficar com ele sozinha? — Pergunta a Ally e todos assentiram se indo embora. Olha que bom, não me devolveram as muletas e eu continuo a segurar as barras para não cair. — Vamos loiro, eu sei que você é capaz. Eu vou ficar aqui e você terá de vir até mim. — Diz parando do outro lado das barras e da sala. Para lá chegar são mais umas duas barras destas. Eu mal consigo andar aqui quanto mais sozinho. É que para onde ela está não tem nada.

–Isso é muito longe. — Digo e ela encolhe os ombros ficando no mesmo sítio.

–Eu não quero saber agora vem. — Eu suspirei e tentei fazê-lo outra vez, mas eu não estava a conseguir. — Eu sei que és capaz loiro, é só....Ughh!! — Gemeu colocando as mãos sobre a barriga.

–Morena, está tudo bem?

–Sim, eu só...Ow. Eu não sei o que es....Ow. — Geme mais uma vez ainda a segurar a sua barriga.

–O que foi? O que estás a sentir?

–Só dores. Ow.

–São os bebés?

–Eu acho que sim. Ow.

–AJUDA! — Grito, mas ninguém apareceu. — ALGUÉM. PRECISAMOS DE AJUDA! — Grito mais uma vez, mas mesmo assim ninguém aparece. Para onde foram todos?

A Ally se sentou no banco que estava encostado na parede e continuou a gemer e a segurar a barriga, eu estava desesperado sem saber o que fazer.

–Por favor loiro, eu preciso de ajuda. — Diz e eu a olhei desesperado.

–O que você quer que eu faça?

–Eu preciso que me ajudes, por favor, dói muito.

–Mas como?

–Vem aqui, eu preciso que venhas aqui, eu preciso que me ajudes a sair daqui. Por favor! — Pede com voz desesperada e eu suspirei.

–Eu não consigo.

–P-por favor loiro. Ow, ow. Isto dói muito. Ughhh! — Gemeu mais uma vez e eu comecei a ficar bastante nervoso. E agora o que eu faço? Ela precisa de mim, mas eu não consigo ir até lá!

Eu me esforcei imenso e consegui, eu estava a conseguir andar, não estava a ser nada fácil, mas eu tenho de chagar até a Ally, eu tenho de a ajudar. Ela precisa de mim, ela e os meus filhos.

Wow, eu cheguei ao fim e agora não sei como chegar até ela. Pensa Austin! Vamos lá, tens de chegar à Ally. Eu olhei para a Ally e vi que ela ainda estava com as mãos na barriga, ela estava a sussurrar algo e acariciava a barriga, mas pela sua expressão não parecia estar resultar.

Eu respirei fundo e dei uma passo largando as barras o que me fez cair de joelhos no chão.

–E-eu n-não consigo morena.

–Por favor loiro, eu sei que consegues. Ughh, isto dói tanto. Ughh.

–Não consegues vir até aqui? Eu quero muito te ajudar, mas eu não consigo.

–Não loiro, eu não consigo. Achas que se eu conseguisse estaria a pedir a tua ajuda para vires aqui? — Pergunta um pouco fria.

–Ok, ok. Mas eu não consigo, e-eu quero te ajudar, mas...desculpa. — Olho para o chão.

"Austin, eu vou estar aqui para o que precisares, eu vou te ajudar em tudo. Eu não vou desistir até voltares a andar, eu vou ficar do teu lado sempre." ... "Eu disse que ia estar do teu lado, sempre. Eu te amo." ... "Ele acredita tanto em ti, ele sabe que és capaz e sabe que consegues, ele sabe que tens força para ultrapassar tudo isto"

Se eles dizem que sou capaz então é porque é verdade, se acham que tenho força para o fazer é porque tenho. Se dizem que eu consigo é porque estão a dizer a verdade. E se eles estão a dizer a verdade, eu tenho de acreditar em mim mesmo.

Eu tenho de acreditar em mim mesmo. Repeti várias vezes na minha cabeça e me levantei, segurando as barras para não cair. Vamos Austin, a Ally e os teus filhos são o mais importante para ti, tens de chegar a eles. Penso e largo as barras me mantendo em pé sem ajuda de nada.

Eu pareço uma criança a aprender a andar, mas eu não quero saber, eu só quero chegar perto da Ally e a ajudar. Acredita em ti mesmo. Repito outra vez na minha cabeça e comecei a caminhar até a a Ally. Se eu estivesse a fazer isto na rua, acho todos me iriam achar maluco ou algo parecido pelo jeito que eu estava a andar, mas era a única maneira que eu consegui chagar à Ally.

–Morena. — Digo caindo de joelhos no chão ao seu lado.

–A-Austin, eu sabia, eu sabia que você conseguia. — Diz jogando os braços ao meu pescoço e me abraçando. — Você não sabe o quão feliz eu estou. — Começa e eu nos afasto.

–Não chores morena. — Limpo as lágrimas que escorriam pelo seu rosto, mas mais começaram a descer descontroladamente e eu só deixei as minhas mãos no seu rosto.

–Eu te amo tanto. — Diz a sorrir entre as lágrimas.

–C-como te sentes?

–Melhor que nunca.

–O quê? — Pergunto confuso por ela estar a sorrir e não mostrar que estava com dores ou algo assim. — Mas você estava mal. Como estão a Amber e o Ethan, o que estás a sentir agora?

–Estou me a sentir a pessoa mais feliz e orgulhosa no mundo. E sim a Amber e o Ethan estão ótimos, tenho a certeza que se eles te estivessem a ver agora também estariam orgulhosos.

–Eu não estou a entender, você já não está com dores?

–Eu nunca estive loiro. Eu sabia que você era capaz de fazer isto sozinho, eu só tive de arranjar uma maneira para isso e bom, esta foi a única coisa que me veio à cabeça e eu estou tão orgulhosa que tenhas conseguido andar.

–Então você nunca esteve com dores? Sempre esteve perfeitamente bem? Eu não acredito! — Digo chocado.

–Eu não te queria mentir, muito menos desta maneira, mas eu estava desesperada, eu tinha de te fazer ver que conseguias, que não podias desistir.

–Foi por isso que ninguém entrou aqui quando gritei por ajuda não foi?

–Sim, ontem quando você foi ter com a Sky eu liguei para a Isa e o Alex eles contei que iria fazer isto.

–É verdade e eu também estou muito orgulhoso, eu sabia que você era forte. — Diz o Alex e eu vejo que estava todos na porta.

–Vocês viram?

–Sim, tudo. Nós dissemos que você era capaz. — Diz o Ryan e eu ri.

–Sim, vocês disseram. Eu estava tão preocupado, eu pensei que estavas mesmo mal. — Digo para a Ally.

–Eu percebi, mas também era isso que eu queria. Eu sabia que você se iria preocupar, desculpa loiro, desculpa.

–Tudo bem morena. Está tudo bem. Eu te amo. — Digo segurando o seu rosto e a beijando.

–Eu acho que agora você já pode ir para casa sem as muletas.

–Não, nem pensar, eu acho que se me deitasse aqui no chão iria adormecer que nem uma pedra até amanhã de manhã. — Assim que terminei me deitei no chão e começaram todos a rir.

–Eu quero um sorvete. — Ouvi a Sky dizer e abri os olhos vendo ela a olhar para mim.

–Nós vamos comprar um sorvete quando formos para casa. Eu estou muito cansado.

–Yay!

–Vem cá pequena. — Abro os braços e ela vem até eles. — Eu te amo pequena.

–E eu também amo você Austy.

–Ajuda. — Digo estendendo a mão para o Alex, que me ajuda a levantar e me ajuda a não cair.

–Aqui.

–Obrigado. — Agradeço pegando as muletas.

–Eu vejo vocês amanhã. — Diz o Dr. Cris e sai com o Ryder e o Ryan.

–Nós temos de contar à mãe. — Diz o Alex e eu revirei os olhos. — Eu ia dizer para comemorarmos, mas não me parece que estejas disponível para isso.

–Sim, eu estou muito cansado e quando eu já não precisar desta coisas e conseguir andar definitivamente sem ajuda de nada, sim, podemos comemorar.

–Ok, você disse. Nós vamos comemorar e vai ser quando estivermos na casa de férias.

–Tudo bem. Agora vamos!

Quando chegámos a casa, a Sky ficou a brincar com a Sparkles, enquanto eu e a Ally ligámos aos nossos amigos para virem cá jantar e claro, a Ally tinha de lhes dizer o que aconteceu hoje. Só o Dez, a Keyla, O Dallas e a Kira é que podem vir. Mais o Alex e a Isa, já somos algumas pessoas.

–Nós estamos todos muito felizes e orgulhosos de ti. — Diz o Dez e eu revirei os olhos, já todos aqui disseram o mesmo, principalmente a minha mãe.

Sim o Alex ligou para ela e claro, ela queria muito falar comigo e disse o quão orgulhosa e feliz está por mim, que sabia que eu era capaz e que tinha força para o fazer. Parece que só eu não acreditava nisso.

Quando terminamos de jantar, comemos o sorvete que havíamos comprado à vinda para casa como prometi à Sky e depois ficamos na sala a conversar. A Victória estava a dormir nos meus braços e a Sky com a cabeça nas minhas pernas.

–Morena. Nestes três dias que eu não fui à fisioterapia, eu andei pela praia e quando estava a passar por uma loja e vi uma coisa que iria ficar perfeita contigo. Está naquela gaveta. — Aponto e ela se levanta com a ajuda do Dallas e vai até a gaveta a abrindo e tirando o que estava lá dentro.

–Porque está aqui o meu diário? Eu o procurei por todo o lado

–Abre. — Ela abre e sorri assim que vê o que eu guardei lá. (http://data2.whicdn.com/images/44661854/tumblr_me62i2CxfS1rw7uxro1_500_large.jpg )

–É lindo. Obrigada loiro. — Diz se aproximando de mim e me beijando. Um beijo rápido por causa da Victória e a Sky.

–Estás a ver Ally, ele não ter ido à fisioterapia até foi bem. — Diz o Dez e ela olha frio para ele se sentando ao meu lado. — Já não digo mais nada!

–É melhor.

–Então e vocês? Como vão as coisas? — Pergunto para o Dez e a Keyla.

–Vão ótimas, eu nunca estive tão feliz. O Dez é uma pessoa incrível.

–Obrigada Keyla, mas você também é uma pessoa incrível e a mais bonita.

–Nem penses, a Isa é a mais bonita. — Diz o Alex e eu ri.

–A Sky, a Victória são as mais bonitas, assim como a Amber e o Ethan vão ser.

–É isso mesmo Austin. — Diz a Isa e eu sorri.

–Eu continuo a achar a Keyla a mais bonita, mas cada um tem os seus gostos e cada um tem uma pessoa especial.

Eles continuaram a falar sobre quem era mais bonito ou não e eu simplesmente me encostei no sofá e senti os meus olhos pesarem. Estava cansado demais para lutar para ficar acordado, então fechei os meus olhos e adormeci.



Notas finais
Espero ter melhorado R5Family Member, agora no POV Austin eu tive de descrever, mas espero que assim esteja bom. Eu ia deixar suspense, não vou dizer onde, mas decidi não o fazer. Eu hoje estou muito feliz. Não vou ser maldosa. Gostaram? Não gostaram? Recomendei, favoritem e claro o mais importante comentem!!!