Hiashi bateu à porta do quarto da filha, entrando ao seu sinal. Hanabi estava deitada na cama, escrevendo alguma coisa. Quando o pai chegou, escondeu o próprio diário, olhando para ele.

− Posso me sentar? – perguntou, ao que ela anuiu. – Estou te liberando do castigo.

Hanabi piscou os olhos, confusa.

− Mesmo?

− Mesmo.

Silêncio.

Às vezes, Hiashi se dava conta do quão difícil era ter duas filhas mulheres, ainda mais com personalidades tão distintas e ainda mais uma com um gênio tão forte quanto o de Hanabi.

− Sei o que fez, Hanabi. – Tomou a iniciativa. Hanabi permaneceu muda.

Notas finais
Todo dia Hanabi sendo um bolinho e chocando zero pessoas