Hyoku

17 Dia 21- Enleada


Notas iniciais
Boa noite gente! Mais uma vez deixei de postar ontem. Fiquei ansiosa com os erros, revi umas vinte vezes o texto, quando vi, já tinha passado da hora de postar. Hoje, a neura começou a incomodar outra vez, aí resolvi postar do jeito que esta para não desistir de novo. Kkkkk 'tô rindo, mas é de nervoso. "EU PRECISO DE UM BETA" Usarei novamente duas palavras no texto, ok? Então vamos lá. Palavra do dia: Enleada. Intriga, mexerico, enredo. ****Palavra de ontem**** Puxativo = Que puxa.

— Pai amado! – O padre aumentou a voz. Algumas beatas pararam suas rezas e olharam na direção deles. – Enlouqueceu Enzo? – disse mais baixo. O assunto, além de puxativo, não convinha ser tratado ali, onde paredes e bancos tinham ouvidos.

— Eu nunca estive tão lúcido.

O sacerdote não tinha dúvidas. Enzo sofreria as consequências de seus atos nas mãos de Giovanni Fontaine, contudo, nunca tinha visto seu menino tão em paz.

Desde tenra idade, Enzo o procurava em confissão. Temia os sentimentos que nutria pelos irmãos Cabinda, em especial os dedicados a Zaki.

— Vamos para a sacristia, meu jovem – Levantou-se, Enzo o seguiu.

Durante todo o percurso, em pensamentos, padre Damião maldizia o dia que implorou ao comendador Fontaine a permanecia do pequeno Cabinda na casa grande. Sua intenção primordial, era não separar os irmãos.

Por um lado foi bom: O ‘nigrinho orgulhoso e fujão parou de fugir. Por outro lado, de maneira inevitável e natural, toda a enleada na vida deles começou. Padre Damião jamais imaginaria que naquela situação, o sentimento entre dois meninos se tornaria recíproco, tampouco que um dia se concretizaria.

— Sente-se aqui. Trarei algo para você comer... antes de lhe contar o que aconteceu com seus irmãos.

Notas finais
Espero que tenham gostado.