Notas iniciais
Boa leitura... To passando correndo, acho que essa semana eu não consigo postar, minhas aulas vão começar segunda. Espero que entendam, e no próximo capítulo nós nos falamos

Acordei era mais ou menos 11h, suspirei me levantando e logo em seguida colocando as mãos nas costas, o peso da minha barriga me deixava assim, o que era um tanto irritante. Calcei minhas pantufas e fui em direção ao banheiro, me despi e entrei na banheira tomando um banho relaxante, fiquei cerca de trinta minutos de baixo do chuveiro. Me levantei com um pouco de dificuldade e fui em direção ao armário colocando uma roupa mais quente por causa do frio. O horário da consulta era 14h, então fui tomar um café-da manhã reforçada. Terminei o mesmo e fiquei mexendo um pouco no computador.

[...]

Me deitei na maca onde a médica preparava o aparelho, suspirei levantando a minha blusa deixando apenas minha barriga a mostra, logo ela começou a passar aquele gel e em seguida o aparelho:

– E então doutora, da para ver alguma coisa?- Perguntei me virando e tentando olhar a televisão cujo passava o ultrassom.

– Oh, sim... Espere um minuto –ela passou mais um pouco o aparelho na região direita da minha barriga- Oh meu Deus.

– O que foi? –perguntei me esticando e tentando olhar.

– São gêmeos.

– G-gêmeos?

– Sim –ela passou mais um pouco o aparelho – Huum, e duas meninas.

– Duas meninas?

– Sim, olhe aqui –ela apontou para duas coisinhas pequenas se formando, bem encolhidinha. Minhas filhas. Senti lágrimas de felicidade rolarem pelo meu rosto. – Parabéns mamãe, suas menininhas estão se formando muito bem, continue assim.

– Ah, obrigada –sorri passando a mão sobre as minhas bochechas tirando um pouco das lágrimas que tinha alí, ela retirou o gel de minha barriga e eu ajeitei a blusa sorrindo boba. Ela me acompanhou até a saída ainda reivindicando o que eu deveria fazer na minha gestação.

– Ok, obrigado Doutora.

– De nada, e daqui a um meses você tem que voltar para outra consulta.

– Ok –fui em direção ao meu carro que estava estacionado do outro lado da rua dando a partida do mesmo, estava muito contente. Mas logo o meu sorriso se desmanchou, como eu iria contar para Justin sobre as minhas filha?

Justin P.O.V

– E nesse manhã de segunda-feira, Alice Stewart foi encontrada saindo de uma clinica sozinha, testemunhas afirmam que ela foi fazer um exame de ultrassom, para identificar qual era o sexo de seu bebe.

Fechei os olhos com força, mordendo o lábio inferior. Ela não havia me contado que iria fazer o exame, não acreditava nisso, eu era o pai dessa criança, teria que saber pelo menos o sexo dele já que ao invés de o pai estar acompanhando a gestação, tem um estranho ao seu lado.

Peguei meu celular indignado, comecei a discar o número de Alice, mas o meu telefone começou a discar. Número desconhecido, novamente.

– Alô? –perguntei com pouca paciência.

– Oi Justin –disse uma foz irritante do outro lado da linha, logo reconheci: Jessica.

– O que você quer Jessica?

– Só queria saber como você está, gatinho...

– O que você quer, fala logo, estou me irritando.

– wow, wow, vamos com calma... Eu quero que você me encontre no Starbucks, daqui a 10 minutos...

– Por quê? Garota, você está ficando louca...

– Se você não for, com certeza Alice não irá ver o seu filho. –antes que eu pudesse intermediar novamente ela desligou o telefone. Levantei-me pegando a chave do carro e pegando um casaco de couro da LV. Desci pelo elevador, e logo estava no estacionamento, antes que eu pudesse dar a partida ouvi batidas no vidro do carro.

– Hey cara, aonde você vai? –perguntou Alfredo, suspirei passando as mão sobre os meus cabelos.

– A louca da Jessica quer falar comigo, iremos no encontrar no Starbucks.

– Quer que eu vá junto? Sei lá, essa louca pode fazer alguma coisa

– Não, acho que ela não se atreveria... Não precisa, mas valeu dude.

– Amigos são pra isso –ele bateu na lataria da Range Rover e eu dei arranque no carro indo em direção ao Starbucks que ficava perto de uma mata aqui de Los Angeles. Em cerca de dez minutos estava lá, logo encontrei Jessica sentada em uma mesa mais afastada, olhei em volta e não tinha nenhum tipo de paparazzi em volta, agora havia entendido o porque ela escolheu aquele lugar, ninguém iria me achar ali. Sai do carro e entrei na cafeteria.

– Fala logo o que você quer? –disse antes mesmo de dar um ‘oi’.

– Oi para você também, Jus. –ela sorriu irônica- Eu senti sua falta –ela tentou passar a mão em mim mas eu me esquivei.

– Fala de uma vez garota...

Ela ficou em silencio olhando para mim e mordendo o lábio inferior, me irritei me levantando da cadeira.

– Tchau –disse rude saindo pra fora do estabelecimento, logo encontrei dois homens fortes me encarando de braços cruzados, recuei e logo encontrei Jéssica atrás de mim rindo.

– Podem levar ele –disse Jessica, olhei para ela assustado e logo os dois homens me levaram pelo braços.

– Hey me larga –me debatia- Me larga, porra.

Eles me jogaram dentro de um carro que pude identificar como Vectra preto-fosco e sem placas, e logo colocando um pano em meu rosto fazendo eu inalarar aquele cheiro e logo tombar a cabeça para o lado.

Alice P.O.V

– Eu ainda não acredito, Josh, duas meninas, as minhas meninas –sorri passando a mão sobre minha barriga, Josh sorriu dando um gole em sua Sprite.

– Qual vai ser os nomes?

– Não sei, Justin queria que fosse Claire e Melanie

– Esses nomes são bonitos...

Também acho...

– Então quer dizer que vai ser esses?

– Sim, acho que sim –passei novamente a mão sobre a minha barriga, Josh começou a se concentrar no jogo de basquete, me levantei indo em direção a cozinha e preparando uma macarronada, logo me veio a mente um desejo de tomar sorvete:

– Josh –chamei seu nome e ele desviou a atenção da teve para mim.

– O que foi bebê?

– Você podia ir buscar um pote de sorvete para a gravida aqui né?

Ele fez um biquinho, mas logo levantou bufando e pegando o dinheiro, sorri mandando um beijinho no ar, ele me mostrou a língua.

– Não demora se não a macarronada esfria –ele assentiu logo saindo porta a fora.