Huntress Of The Heavens
10 Capítulo 9 O Que Temos Part II
Notas iniciais
Acabamos a munição e nada do Sam o fantasma, e jogou contra parede e Dean acabou atravessando uma janela me deixando completamente sozinha com o fantasma que me pegou pelo pescoço o apertando fortemente. Eu estava ficando sem fôlego tentei chutá-lo, mas em vão.
Então ele sumiu e vi Dean com um pedaço de ferro nas mãos, respirei com as mãos na garganta. O fantasma reapareceu sumindo logo em seguida em chamas suspirei aliviada, indo até Dean e o abraçando. O mesmo nos afastou e segurou meu queixo fazendo olhá-lo, encarei seus olhos verdes como se fosse à primeira vez...
Meu telefone toca. Olho no visor. Sam.
–Oi Sam. – disse sem a menos vontade enquanto Dean bufava.
“Ash? Você ta com o Dean?”
–Aham.
“Ok, vocês podem me encontrar La lanchonete onde tomamos café da manha?”
–Ta, mas Sam o que Fo...
–O que? – falou Dean.
–Ele desligou na minha cara – disse incrédula – na minha cara!
–Vamos. – ele disse indo até o Impala logo em seguida.
Chegando lá:
–Sam winchester, por que desligou na minha cara e por demorou tanto pra matar aqu... Quem é essa? – disse olhando para garota que estava com Sam.
–Essa é Brunah Stone.
(N/A: isso Juuh sua criatividade de nomes nível 3.000 by Text-Enhance\">parabéns)
–E quem é ela?
–É uma caçadora ela me ajudou a queimar os restos daquele defunto.
–Ah, ajudou é por isso que eu e Dean quase morremos lá?
–Ash, calma. – disse Dean passando a mão em minhas costas. GRRRR o que me da mais raiva é que funcionou!
Sentei-me na mesa com eles e pedimos um lanche ambos estavam famintos. Conversamos um pouco, Brunah contou sua história, pois é eu fui muito dura, acabamos nos entendendo bem ela teve que seguir seu caminho e nós o nosso, mas mantemos contato. Voltamos ao motel onde pegamos nossas coisas e fomos e direção a NY novamente.
–Dean o Bobby acabou de ligar ele tem um caso pra você.
–Ah Sammy vai você quando eu vou ter minha folga?
–Eu pensei que...
–Sam.
–Ok eu vou, eu vou.
Deixamos Sam no caminho ele disse que chegaria em menos de uma semana.
E quando chegamos em NY fomos direto para o campus Dean me ajudou a descarregar a bagagem estávamos no meu quarto ele foi na frente com minha mala e mochila quando entrou no quarto eu fechei a porta atrás de nós trancando-a ele me olhou confuso mas seu olhar logo ficou malicioso assim que me viu jogando a bolsa no chão e sorrindo maliciosamente para ele. Andei até Dean que me segurou pela cintura beijando-me logo em seguida, nosso beijo era calmo e envolvente nossas línguas travavam uma guerra. Dean me levou até minha cama ficando por cima, mas eu reverti nossas posições e o beijei, ele levou suas grandes mãos até minha a barra de minha camiseta tirando-a logo em seguida. Fiquei corada ao perceber que ele admirava meu corpo assim invertemos nossas posições novamente e foi minha vez de tirar sua camisa e a joguei no chão, voltamos a nos beijar e eu passava minhas mãos em todo seu corpo bem definido. Dean foi descendo aos beijos em meu corpo e eu gemia em resposta ele voltou em meus lábios os selando e...
–Ashley? Já chegou? – era voz de Michael.
–Mas que droga – Dean falou um pouco alto de mais, eu segurei sua boca com as mãos para que não falasse mais nada.
–Mike? Eu não posso conversar agora!
–Mas Ash é importante! A Kath ainda não chegou tem que ser você!
–Mike, não me interessa nada saber o quanto você chorou pelo greg nesses dias eu estou ocupada! – falei grosseiramente.
–Muito obrigado, minha amiga querida tchau – ele disse.
Que droga eu tinha brigado com o meu melhor amigo só porque ainda não consegui transar com o Dean? O que está a vendo comigo eu creio que isso seja um sinal. Levantei-me e coloquei minha camisa e meus sapatos, Dean olhou-me confuso.
–O que foi? – ele disse por fim.
Eu o olhei com os olhos lacrimejando e me sentei ao seu lado.
–Dean – toquei seu rosto – e se isso for um sinal? Quer dizer primeiro o hotel e os demônios, depois casa do Bobby e Sammy, mansão e fantasma, mansão e Sam outra vez e agora o Michael.
–I dai? –ele perguntou deixando uma expressão de angustia estampado em seu rosto.
–E se isso for um sinal de que não estamos fazendo a coisa certa – disse por fim, ele se levantou um pouco irritado, mas eu o puxei novamente para cama fazendo o sentar ao meu lado, peguei suas mãos e as apertei como se fosse a ultima vez. – olha eu quero isso, não sabe como eu quero, mas Dean nunca vai dar certo quer dizer a gente... Não podemos começar algo pra estragar logo em seguida.
–Como tem tanta certeza de que vamos estragar?
–Como você tem tanta certeza de que vamos conseguir?
Dean olhou no fundo dos meus olhos e falou:
–Tem razão eu não sinto nada por você, nada mais do que uma atraçãozinha boba – com isso ele saiu batendo a porta.
Eu levantei em uma tentativa frustrada de impedi-lo e acabei levando uma portada na cara, me encostei na mesma descendo meu corpo até o chão escorregando pela parede e me desabei em lagrimas “como eu fui tão idiota?” disse entre soluços.
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