Notas iniciais
Desculpem ter ficado um tempo sem postar :I

Eu havia acordado por volta das oito horas da manhã, me levantei e fui me trocar, coloquei uma calça e alguém bateu na porta e entrou, observei a pessoa era Hamlet

- Me desculpe... Eu não sabia que você estava se trocando – estava começando a sentir suas bochechas quentes

- Tudo bem – sorri – O que precisa?

- Ah eu trouxe leite quente e vim avisar que Eric, eu e você temos muito o que conversar – sorriu sem jeito e me entregou o leite

- Tudo bem – sorri, coloquei um moletom preto com o símbolo do Batman nele e fui descend o tomando o leite

Eric disse bom dia eu respondi dando um sorriso para o mesmo, me sentei ao sofá e Hamlet se sentou ao meu lado, eu ainda estava tomando leite, todos estavam em silêncio, percebi que estavam esperando eu terminar de tomar o café da manhã, tomei-o rapidamente e esperei que dissessem algo.

- Muito bem – Eric começou – Como você já sabe faz parte do nosso clã, e você foi o escolhido para encontrar...algo, então nós vamos mandar você em uma missão, junto de outro garoto, nesta missão vocês terão que matar dez pessoas, mas...

- Que pessoas? – perguntei interrompendo-o – Desculpe.. Não queria te interromper – deixei o mesmo continuar

- Mas... Você não deve se esquecer que apesar de estarmos vivendo neste mundo, nós não somos exatamente seres humanos normais e existem coisas sobrenaturais – ele deu uma pausa.

- Não somos seres humanos normais? O que?! – eu não havia entendido nada – E.. que coisas sobrenaturais?

Eric e Hamlet começaram a rir por um tempo eu não entendi e fiquei encarando-os, pareciam terem achado engraçado o que eu disse, apesar de que não era para ter graça alguma aquilo. Eric não continuou a falar, parecia estar sem paciência com as minhas perguntas , então Hamlet continuou.

- Bem, porque pessoas normais não matam pessoas por motivos como os nossos, e nós alguns do clã estão envolvidos com magia, um deles somos eu e Eric, e você provavelemente também, e as coisas sobrenaturais como monstros sombrios, eles nasceram para caçar pessoas do clã, e sério, são muito bons e nos encontrarem, só este ano já mudamos de lugar mais de dez vezes... Mas é isso.

- Entendi – eu já estava começando a juntar as coisas, agora estava ficando tudo claro

Então me lembrei de tudo que estava acontecendo dês de a morte da minha mãe, meu pai sorrindo por isso, eu o matando de tanto soco, fugindo e procurando por Hamlet e Eric... Talvez eu não estivesse sozinho.

- Quem é o garoto que vai ir comigo nessa missão? – perguntei calmamente mas estava com um olhar de ódio na cara

- Fred L. Williams – Eric respondeu com calma

- Eu conheço ele... – não deixei-o continuar – Ele foi um amigo de infância, me disseram que ele estava morto? Ele está vivo?! – talvez uma pequena luz tenha aparecido para mim, agora se ele realmente está vivo, se é realmente ele, eu com certeza não estou só

- Sim.. Está, ele foi dado como morto, assim como você, pessoas que entram ao clã são recebidas como mortas na sociedade... Assim como eu e Hamlet – sorriu friamente – Não é um problema pra você né? – ele parecia e provocar

- Eric... Pare – Hamlet disse calmo – Allec arrume as coisas para poder sair na missão ta? – Hamlet disse num tom calmo e gentil

Eric e eu ficamos nos encarando por um tempo até que decidi ir arrumar as minhas coisas a pedido de Hamlet, subi e coloquei alguns armamentos na mochila, já imaginando como mataria as pessoas... Quando desci Fred estava lá esperando

- Olá Allec... Desculpe por ter morrido – riu – Eu só não podia contar a você era muito cedo, espero que entenda – disse

- Tudo bem – sorri – Bem vindo a vida após a morte.. Eu acho – ri e ele riu junto – Bom acho que está na hora de irmos...

- Sim – concordou Fred – Vamos indo.. Até mais Hamlet e Eric. – foi andando até a porta

- Até mais Eric – segui Fred olhando para trás, Hamlet parecia triste eu caminhei até ele calmamente e ergui seu queixo fazendo-o olhar para mim – Vai se despedir assim de mim? Com esse olhar triste?

- Ahn.. Desculpe Allec... Então até ma..

Ele parou de falar algo quando eu dei-lhe um beijo na testa com um tom acolhedor e passando uma sensação de calor a ele.

- Não se preocupe, eu vou voltar – abaixei-me ao ouvido dele – E então não vou mais partir sem você – ele me abraçou por alguns segundos e logo me soltou

- Então volte logo – sorriu e deu-me um beijo no rosto

Finalmente, eu e Fred havíamos partido, cobri uma parte do meu rosto com o capuz da blusa e Fred fez o mesmo, logo iria começar a chover, e eu não estava nem um pouco afim de me melhor mais do que me molharia... Estávamos caminhando em silencio, eu seguia Fred seja lá para onde ele estava indo, então uma pergunta me veio a mente.

- Quem exatamente vamos matar? – perguntei enquanto caminhávamos

- Sua família – respondeu calmo – Primeiro os seus tios e primos.. Que moram na reserva, são eles né?

- Sim são eles, acho que a parte que mais me odeia na família depois de meu pai.. – disse calmo – Será bom ter o prazer de mata-los

- Que bom que está reagindo bem com o clã – sorriu

Estávamos de frente para a reserva quando começou a chover, eu já tinha a ideia na mente de que meus dois tios e minhas duas tias moravam juntos, então seriam sete pessoas para matar, três crianças e quatro adultos, seria bastante sangue me sujando, olhei para o meu moletom “Não vou querer sujar isso, sorte que eu trouxe outra camiseta” pensei

- É melhor entrarmos pelos fundos, ninguém fica lá, então já deixamos nossos sapatos em um lugar que não vejam... Ok? — perguntei

- Ok – respondeu

Demos a volta pela casa – que era grande – e então finalmente entramos naquele lugar nem um pouco agradável para mim, afinal era a casa de pessoas que me odiavam e eu odiava... Fred e eu observamos a sala pro um momento, meus três primos estavam lá, um menino de oito anos e outro de doze e uma garota de dez anos, decidimos deixa-los por ultimo, subi até o segundo andar da casa, fomos ao ultimo quarto que era o quarto de um dos meus tios, minha tia estava deitada na cama dormindo, Fred atirou algo nela como um paralisante para que não fizesse nada, meu tio estava destrancando a porta do banheiro, no momento em que ele saiu, segurei-o por trás e comecei a enforca-lo

- S-Sobrinho.. O que diabos você... Ta fazendo? – ele disse com falta de ar – Que brincadeira é essa...? Está, ficando.. louco?

- Estou brincando de quem tem mais dor e ódio no coração tio – sorri e então olhei para Fred e ele logo deu um chute na boca do estomago de Gabriel (meu tio) que caiu cuspindo sangue

Eu tirei uma faca afiada da mochila e o chutei na lateral do corpo, fazendo-o cair de barriga para cima, coloquei um pano na boca do mesmo, para que não chamasse a atenção dos outros

- Dói né? – perguntei enquanto o chutava na barriga – Dói tanto que me da pena... – pisei na cara dele – Você vai morrer mesmo,não liga de não se sujar né? – abaixei-me ao lado dele e coloquei a faca ao lado do rosto do mesmo prensando cada vez mais – Já pensou você não poder ter mais filhos? Ia ser ruim né?

Ele começou a balançar o rosto e dizendo algo como “não” e se machucando mais ainda por a faca ainda estar encostada no mesmo, logo foi se acalmando por causa disso

- Muito bem... Cachorro inútil... Sabia que a tia Leona te traia assim como você traia ela? É... – olhei para Fred, e ele estava normal – Fred, não deixe essa puta acordar – ele afirmou que não deixaria, e logo voltei a olhar para o meu tio – O que faço com você primeiro? Corto as mãos? Os pés? Ou mato a tia Leona na sua frente primeiro...? São ótimas coisas... Fred, segure ele para mim?

- Claro – Fred respondeu e a colocou ao meu lado, tirei um facão da mochila, podia-se ver que estava muito afiado, virei ele uma... duas... três... vezes – Não gosto de fazer mulheres sentir dor... Então vou matá-la enquanto está inconsciente, ta bom? – sorri e mexi ao rosto dela – Você quer isso tio? Daqui a pouco quem morre são seus filhos, você aceita a m-o-r-t-e com você?

Ele balançou algumas vezes o rosto de novo

- Que pena... – passei o facão com toda a força na cabeça de Leona que agora pairava sob o chão – Dói né? – podia ver meu tio chorando – Que pena que acabou assim.. Se não me odiassem tanto, você estaria com outra mulher, ela com outro homem, talvez até fazendo novos filhos e vocês nem saberiam né? – sorri girando cada vez mais rápido o facão – Mas isso será impossível, porque – ergui o facão e acertei-lhe entre as pernas, porem, mirando o chão

Ele começou a chorar mais ainda e fechava os olhos, e eu ri como um psicopata, aquilo era tão lindo de se ver, que eu podia mesmo gravar, mas havia esquecido a câmera.

- Só o seu medo de morrer não me basta – sorri e por fim acertando-lhe no meio das pernas, ele tentou se encolher mas eu não permiti – Vai segurar aonde? Você perde isso, não há aonde segurar agora querido tio... Chega de conversa...

Cortei os pulsos do mesmo e arranquei-lhe os pés, e ele gritava, berrava, mas o pano não deixava sair quase nada de sua voz, por fim morreu de hemorragia, sai do quarto com as mãos sujas de sangue, tirei o meu moletom e guardei na mochila, estava agora só de camiseta.

- Agora, para o próximo quarto... Dessa vez eu não vou demorar tanto, não se preocupe – disse para o Fred

- Demore o quanto quiser, afinal essa é a sua primeira vez – sorriu

Tentei abrir a porta do quarto mas estava fechada “Brincou...Eles estão fazendo isso com os filhos acordados...? Que falta de respeito” pensei

- Fred, você tem uma arma de fogo com você... Dê me o silenciador por favor

- Tenho, claro — tirou duas pistolas de sua mochila e me entregou – Fique por aqui, não deixe ninguém te ver... Eu volto logo.

Voltei ao quarto onde já havia deixado corpos mortos, e sai pela janela me equilibrando para não escorregar na beirada, fui andando até a janela do quarto onde os meu tio e minha tia estavam, eles estavam de baixo de um cobertor, “Fala sério” eu pensei, abri a janela do quarto deles, já com o silenciador, entrei no quarto, cheguei perto dos mesmos sem fazer barulho e dei três tiros em cada um com as duas pistolas, o cobertor estava se sujando de sangue e então sai pela porta do quarto mesmo.

- Pronto... Nem acredito... Pelo menos morreram felizes, o que é uma pena pra mim... – dei risada

- Eles estavam... – Fred perguntou e eu já sabia o que era

- Sim estavam... Vou ter que lavar as minhas mãos para chamar as crianças, tão inocentes... – fui até um dos banheiros da casa e tirei cada gota de sangue que estava em mim.

Desci as escadas calmamente e fui falar com eles.

- Olá Kat, Wes e Lincoln, como vão? – perguntei com um sorriso falso no rosto

Eles me encararam sérios e depois sorriram falsamente assim como eu

- Allec! – Wes, o mais novo disse – O que faz aqui?

- Como você entrou aqui? – Lincoln perguntou, era esperto

Eu observei-os com calma

- Cara.. Por que você está sem camiseta? – Katherine perguntou –

- Um de cada vez... – eu disse – Ahn.. Eu vim conversar com o pai e a mãe de vocês, eu entrei aqui pelos fundos, já que ninguém ouviu eu chamando lá na frente, vocês esquecem sempre a porta dos fundos aberta... E eu estou sem camiseta porque eu não estou com frio... – disse calmo – Podem me levar até o quarto da tia Leona?

Eles olharam atrás de mim e viram Fred

- Quem é ele? – Wesley perguntou

- É um amigo meu, Fred – sorri – Kat e Wes podem ir comigo até o quarto da mãe de vocês?

Eles disseram que sim, mesmo de mal gosto. Lincoln continuou a ver Tv

- Fique aqui pirralho Lincoln... – olhei com um sorriso mas meu olhar estava serio – Depois quem vai me levar ao quarto dos pais vai ser você – dei um tapa na cabeça dele

- Tsc... Vai logo – disse Lincoln

Subimos até o quarto de Leona e Gabriel, antes de entrarmos eu me abaixei para perto deles

- Wes... e Kat, seu pai e sua mãe tem uma surpresa pra vocês, pediram para eu amarrar a boca e os olhos pro um momento, para que não gritassem e Lincoln soubesse, ta bem?

Eles concordaram e deixaram quem Allec e Fred amarrassem a boca e os olhos deles.

- Vou guiar vocês dois – segurei nos ombros dos mesmos e os coloquei dentro do quarto – Prontos para a grande surpresa? Três....Dois...Um... – tirei a venda dos olhos deles, eu e Fred amarramos rapidamente as mãos dos mesmos para que não tirassem o pano da boca

- É lindo né? – perguntei para eles que estavam chorando – Sabe quem fez isso? A-l-l-e-c – se aproximou do rosto dos mesmos – Gostaram da surpresa? Agradeçam por vocês não morrerem como Leona e Gabriel... Bem... Foi horrível ter uma família como vocês, adeus – olhei para o rosto de choro deles mais uma vez sorrindo e então acertei o peito de Kat e depois o de Wes, que logo foram caindo ao chão...Mortos

Desci sem dizer mais nada, não estava com pena, e Fred parecia não estar também, logo me encontrei com Lincoln

- Vamos pirralho Lincoln – olhei para ele – Seus pais querem dar algo para você, mas pediram para que eu te vendasse ta?

Lincoln olhou estranho para mim, mas meu olhar o convenceu, vendei ele e segurei o mesmo no colo e subi as escadas e assim que coloquei-o no chão o guiei para dentro do quarto e fechei a porta e a janela.

- Pronto? Três... Dois... Um... – tirei a venda dos olhos dele – Olha lá de baixo do cobertor...

Lincoln foi correndo e ergueu o cobertor, ignorando a mancha de sangue, e viu seus pais nus e mortos.

- O- O que você fez?! Você é idiota! Deixe-me sair! Eu..Vou contar para a policia! – ele tentou correr mas eu segurei ele

- Não vai não sabe por que? Por que você não dirige, não consegue correr rápido, e seus pais, seus tios, e primos estão mortos... E fui eu quem fiz isso – sorri e soltei ele – Agora fique parado.

Ele ficou parado e eu observei o rosto do mesmo, ele estava chorando, e então ele corre até a janela e pulou, quebrando o vidro.

- Pestinha.. – pulei da janela e parei correndo atrás dele – Aprendeu a correr?! – ele estava rápido e eu não conseguiria alcança-lo pois havia saído na frente desejei estar na frente de e mata-lo com um simples golpe, mas nada aconteceu – Não posso deixa-lo sair da reserva! – eu me irritei tanto que eu senti sendo puxada pelo chão e apareci na frente dele dando-lhe um soco na cara

Observei-o sangrar e sentir dor no chão, eu ri tanto que minha barriga doeu, e então minha expressão ficou séria

- Se você – pisei na perna esquerda dele – Não tivesse – pisei na direita – Fugido – pisei em seu estomago – Seria – pisei em seu rosto – Tudo – pisei no braço direito– Mais – pisei no braço esquerdo – Rápido – pisei com toda a força que eu tinha em sua parte genital – Desgraçado! – enfiei o facão no peito dele

Eu estava com raiva, muita raiva, fugir de mim não adiantaria... Agora descobri que eu tinha algo como magia, e então seria tudo mais fácil, limpei o facão e guardei-o na mochila.

- Fred... Vamos aonde agora? – olhei para ele, meus olhos estavam vermelhos e brilhantes

- Cara se acalme – Fred disse – Seus olhos tão piores que sangue... Ahn, nós vamos para a casa dos seus avós, segundo o mapa é perto daqui, não é?

- Sim – comecei a caminhar até a casa dos meus avós, já estava me acalmando, e ficando muito serio, aquilo foi pior do que eu irritado, entrei na casa sem me preocupar com nada, dei um tiro em Joe, neto dos meus avós, olhei para a cozinha e lá estava a minha avó, abracei-a – Olá velhota – coloquei a arma na barriga dela e atirei – Esse abraço foi o ultimo que você terá.

Eu parei um pouco peguei água e ofereci para Fred, e então subimos a escada.

- Vô, é o Allec, eu estou entrando – ele abriu a porta e viu meu corpo manchado de sangue

- O que aconteceu?! – ele pareceu surpreso – Você não morreu?

- Olha velhote, só digo uma coisa... Sempre tive nojo de você – ergui a arma e atirei em sua cabeça – Vá pro inferno... – entrei no quarto mexendo em algumas gavetas e de lá tirei uma doze e guardei na mochila junto das balas – Vamos embora Fred

Fred me encarou surpreso, mas estava sorrindo, me lavei, não queria aparecer no meio da cidade sujo de sangue e ser preso, e logo eu e Fred partimos de volta para a minha nova casa.

- Hey cara, você não quer saber qual é o seu tipo de magia? – Fred perguntou

- Quero, só achei que você não soubesse... – disse – Qual tipo que é?

- É o tipo sombras... Tudo o que for escuridão você controla, e você pode trazer a escuridão pra perto, é um tipo raro de magia, só um no clã antes de você teve até agora, mas ele já morreu.

- Legal, combina comigo você não acha? – perguntei com um sorriso

- Acho, mas tem um problema... Esse tipo de magia para ter ela sempre “carregada” você deve sentir o medo das pessoas

- Tudo bem, é fácil fazer isso... Talvez seja por isso que eu consegui aparecer na frente do pirralho

- Sim foi isso, ele estava com muito medo, ao ver você daquele jeito correndo atrás dele... Eu quase fiquei com medo disso – Fred confessou

- Daquele jeito como? – perguntei como se estivesse normal

- Você não viu? Você tava cheio de sombras ao seu redor, sombras saindo de seu corpo como algo em chamas... Foi legal, mas aterrorizante para humanos normais

Nossa conversa encerrou pois já estávamos chegando na casa de Hamlet e Eric, eu estava exausto, matar pessoas era cansativo, apesar de aliviante...

Notas finais
Gostaram? Ta bem sangrento esse hahaha espero que esteja bom, me deem dicas do que melhorar o obg
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.