Notas iniciais
Descuuuuuulpa demorar tanto!!! É que acabei dando mais atenção para minhas outras fic's (T.T) ~Apanha a pedradas* ~Pega a Yamato do Vergil e bate nas pedras para se defender* ~Apanha mais ainda do Vergil* Desculpa, desculpa, desculpa!! heuheuheuheu. Mas estou aqui não é mesmo? E trazendo os personagens novos (=3). Aproveitem a leitura e eu tentarei não abandonar vocês mais uma vez. Ah, eu corrigi a idade do Demon okay? Se não não daria para ser assim... ~Boa Leitura o/

Por Jennifer Calyssa Marback/Yssa/Cora/Black Witch

Droga... Eu estou dividindo meu quarto com uma abóbora em pessoa. E francamente, detesto aboboras. Annie tem esse gosto bizarro por objetos de halloween e agora decora o criado-mudo ao lado de sua cama com alguma daquelas aboboras expressivas. Mas acho que está tudo bem, creio que não teremos problemas afinal, tanto eu quanto ela preferimos ficar sozinhas e não temos fama de sermos sociáveis. Eu não tenho nada contra as pessoas, mas... Ah, sei lá. Só gosto de ficar na minha.

Deito de bruços na minha cama e liguei os fones de ouvido para escutar algo calmo enquanto lia sobre a Antiguidade. Nossa... Este livro já está acabando. Mas até parece que foi ontem que o comprei.

Sou nerd sim. Pelo menos parte. Culpe meu irmão Kyle por isso. Ele quem me passou essa personalidade. Se bem que tudo o que sei fora passado pelos meus três queridos irmãozinhos... Aiden, Kyle e Noah me criaram desde que nasci na verdade, já que minha mãe mais ficava na rua do que em casa. Humpft! Meu pai? Sou filha de Íncubo.

Minha aparência pode facilmente te enganar. Apesar das tatuagens e a mania de pintar o cabelo, de domingo de manhã eu saio distribuindo bombons para pessoas desconhecidas para... Tipo que adoçar o dia.

— Poderia cantar “Marilyn Manson” um pouco mais baixo; por favor? Não consigo me concentrar aqui — Pedi para Halloween Doll que parou na hora, embora tenha me olhado estranho. — Obrigada.

Mal voltei ao meu livro e me assusto com um estrondoso barulho de coisas caindo no chão. Virei-me depressa para trás novamente e vi Halloween Doll encarando a pilha de livros de terror que deixara cair. Aquilo justificava o barulho.

Certo, certo. Nem imaginava como ia ser a minha vida daqui para frente. Será que eu tinha uma colega de estudo, ou uma “atrapalhadora-de-estudo”?

Pobre coitada. Vendo-a assim, tão desastrada agora... Me dá dó. Quantos amigos essa garota tem? Eu posso também não ser a mulher que mais tem amizade na Hunters&killers, porém pelo menos tenho ao Allan... Mas e Annie? Gostava realmente de ser a estranha do colégio e solitária?

Bem que eu poderia falar com ela...

Nyá! O livro tá mais legal.

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Por Logan Wilde/Demon of Dark

Será que fui muito duro com Manson desta vez? Não faço a mínima ideia. Mas ele pareceu ter ficado realmente chateado... Ah, dane-se. Ele sempre acaba voltando a me agarrar daquele jeito mesmo.

Peguei-me em uma discussão interna, onde me perguntava se eu tinha feito algo de errado. Não sabia bem o porquê de eu estar me preocupando tanto com aquele pervertidinho como nunca antes. Por mim ele sumiria da minha vida, e para sempre.

Tomei rumo ao quarto que as folhas de papel brancas diziam ser meu. Fui assim, sem pressa, dando tempo para que eu pudesse pensar no que estava acontecendo ao meu redor.

Conheci Manson há um pouco mais de quatro anos. Antes de entrar na Hunters&killers. Ele não era muito diferente do que é hoje. Com a exceção de que era bem mais desastrado, e isso fez com que nossos destinos se cruzassem. Na época eu me encontrava com os meus quinze anos de idade, assim como ele. Entende o que eu digo com “não mudou nada”? Ele não envelhece, por isso do aspecto infantil.

Foi em um parque que o conheci, ao levar Drew, Richard e Tainara aos seus cinco, dez e oito anos para que eu pudesse me livrar por alguns segundos daquelas pestes.

Era um dia nublado e fresco. Mal tirei os olhos das crianças brincando para poder ouvir um pouco de música quando vi aquele ser pendurado no escorregador. Havia brotado de não sei onde e naquele instante estava brincando com meus três irmãos. Nem liguei muito, mas sentia uma áurea diferente em torno dele.

— Tentem me pegar! — O moreno antes desconhecido dizia para as crianças.

Os três corriam atrás dele para onde ele ia. Porém o garoto era rápido e desviava fácil das tentativas dos menores, que consequentemente agarravam o ar.

Eu voltei a abaixar os olhos para a lista de músicas em meu celular, escolhendo alguma boa. Só fui impedido ao ouvir um som oco de algo caindo e um grito de dor. Levantei do banco de madeira do parque rapidamente, preocupado. Será que algum de meus irmãos havia caído e se machucado? Assim eu não ganharia a mesada do papai.

— Richard? Tainara? Drew? — Indaguei indo em direção ao barulho.

— Ai, ai, ai, ai, ai — Aquele moreno desconhecido gemia enquanto esfregava as nádegas que bem provavelmente haviam batido no chão.

— Você está bem? — Indago já mais despreocupado. As crianças também o encaravam.

O desastrado caído no chão levantou os olhos para mim, mudando subitamente de expressão. A cor escarlate de seus olhos se intensificou e brilhou assim que me viu. Então sorriu, mostrando os dentes afiados, com caninos grandes e brancos.

— Eu estou bem.

Com isso eu entendi o porquê daquela áurea estranha. Ele era um vampiro. Ao saber disso, franzi o cenho e mandei meus irmãos voltarem a brincar, para que eu conseguisse ter certeza de que o moreno bem mais baixo que eu não era um descontrolado.

— Quem é você afinal? — Indaguei, enquanto o outro se levantava.

— Ah! Chamo-me Manson! — Respondeu animado — E você?

— Logan Wilde — Continuei desconfiado.

— Belo nome — Sorriu deixando com que todos os dentes ficassem a mostra — Combina com você. É um exorcista né? — Disse com naturalidade, como se fosse normal o mundo saber da existência de minha espécie.

— Shhhh! — Chiei bravo — Não é para ninguém ficar sabendo disso!

— Por quê? — Cruzou os braços e fez um biquinho.

— Porque não é normal sair falando por aí: “Eu caço demônios”, “Sou um exorcista de um mundo paralelo”. O que os outros vão pensar? Que eu sou louco obviamente.

— He, he, he. Você é engraçado — Riu bobo cutucando meu peito com o dedo indicador. Revirei os olhos e o puxei pelo pulso até o banco que eu estava antes. Era afastado das crianças, mas ainda sim não me impossibilitava de vigia-las.

— E você não é um daqueles descontrolados, não é mesmo? — Eu quis saber com uma sobrancelha levantada.

— Que isso... Sou um vampirinho bem comportadinho— Sorriu malicioso — Só sangue de animais.

— Só? — Insisti.

— Só. Juro — Silêncio. Ficamos olhando os meus três irmãos brincando por alguns minutos, até que ele voltasse a falar — Posso te chamar de Demon?

— Demon?

— É. Você é um exorcista, caça demônios.

— Então acho que esse apelido é meio irônico.

Riu como uma criança.

Depois daquilo passamos a fazer amizade e tudo mais. Aconteceram muitas coisas... Muitas coisas mesmo. Mas Manson pôs tudo a perder ao ter mentido e de certa forma me traído.

De volta ao presente, finalmente abri a porta do meu quarto e quase caí no chão quando me dei conta de quem era. Não sabia se corria ou encarava aquele cara.

Kill Bleed limpava uma faca com um pano, sentado em sua cama. Tinha um cigarro pela metade na boca. Era quase impossível vê-lo sem aquilo. O lugar estava tomado pelo cheiro de tabaco e o “sanguessuga” só parou as atividades para me encarar:

— Vou transformar sua vida em um inferno — Disse baixo, mas com certa raiva.

Fechei lentamente a porta atrás de mim, porém nem corri o risco de sair do lugar.

— Eu não pedi para dividir o quarto com você, Curt.

— Sei que não. Mas por culpa dessa porra de destino não sei se vou aguentar ficar tão perto assim de você por tanto tempo.

— Podíamos simplesmente ignorar a presença um do outro — Sugeri.

— Não é tão fácil assim — Voltou a limpar a lâmina da faca.

— Sei que não é — Suspirei pesarosamente e me joguei em minha cama. Era tão bom sentir a maciez do colchão e o cheiro de amaciante na fronha do travesseiro.

— Essa metade do quarto é minha. Se você se atrever a ultrapassar, cabeças irão rolar — Ameaçou ele.

— Eu nem pensaria em desrespeitar seu canto — Respondo — Não teria motivo.

— ...

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Por Pamela Cury/Pam

— Sebasthian, está é minha irmã Pamela — Jordan me apresentou, olhando-me em seguida com o cenho franzido — A desastrada Pam. Agradeça por ter coincidentemente se confundido e vir parar no quarto de seu irmão. Seu mico seria maior se fosse no quarto de outro garoto. O pessoal daqui é meio ignorante.

— Já me desculpei tá legal Dan? Não precisa dar sermão como se fosse meu pai.

Ele respirou fundo e empurrou os óculos sobre o nariz. Abaixou o tom de voz, voltando a ficar calmo.

— Pamela, este é o Sebasthian — Indicou o rapaz com a mão. Às vezes achava ele um pouco certinho demais.

— Mas pode me chamar de Allan — Sorriu. Ele estava provavelmente não estava transformado, deixando o cabelo castanho todo bagunçado. Sua camiseta deixava parte dos braços fortes à mostra, o esquerdo continha uma tatuagem tribal. Ele até que era bonito...

— P- prazer — Gaguejei — Preciso ir para a minha ala. Vejo vocês outra hora — Acenei e saí apressada.

Nunca fui boa em conversar, deve ser porque a maioria prefere me ignorar ou algo assim. Certo, eu tinha meus amigos e tudo mais, mas boa parte sequer sabe que eu existo. Jordan por ser meu irmão mais velho vive cuidando de mim, mesmo que eu fale para ele largar mão de ser super protetor ele continua desse jeito. Tem dias que eu não acredito que temos o mesmo DNA.

Entrei em meu quarto e não tinha ninguém. Provavelmente a garota que dividiria o quarto comigo ainda não estava lá. Veja só. Existem pessoas mais atrasadas que a mim.

Abri minha mochila, peguei uma coisa qualquer para comer (Embora esta fosse integral graças à maldita dieta), joguei meus livros e cadernos na escrivaninha e comecei a ler um pouco sobre a época medieval. Eu já havia praticamente decorado o livro, porém era minha época da História favorita e eu nunca me cansava.

Deu mais ou menos uns dez ou quinze minutos até que a porta se abrisse, revelando minha colega de quarto. Como Allan, ela estava em sua forma humana. Tinha altura mediana, com o cabelo negro liso cobrindo seu olho direito contrastando sobre a pele bem pálida. Mesmo assim eu podia vê-lo um pouco. Eram heterocromáticos assim como o do professor Nancy, todavia as cores dos dela eram um negro como a noite e o outro azul claro com poucos tons de violeta e castanho espalhados. Além disso tudo, era magra pra caramba com curvas de dar inveja.

— Oi — Cumprimentei tímida.

— Olá — Respondeu animadamente. Suspirei aliviada. Ela parecia legal.

— Parece que vamos dividir um quarto — Sorri — Por que não começamos com as apresentações? Chamo-me Pamela Cury, a irmã do nerd Jordan.

— Ahhhh — Ela riu — Bem conhecido seu irmão. Meu nome é Diana Prince Bathory, mas sou mais conhecida como Blood Countess. Aposto que te chamam de Pam.

— Exatamente — Meu sorriso cresceu — E você também pode me chamar assim se quiser.

— Okay, Pam — Rimos um pouco. Era bom saber que era provável que eu e Diana nos daríamos bem. Isso me deixava mais acalmada. Tinha medo de que eu acabasse dividindo o quarto com pessoas assustadoras como por exemplo... A namorada do Kill Bleed. Como era mesmo o nome? Ah, Katherine Megias.

Esta é a Ash:

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[Se a imagem não foi, me desculpe. É que a bosta não quer carregar — -']

Notas finais
Comentem porque eu respondo tudinho agora ^-^ Claro que se você me mandar um bilhete te responderei com um bilhete e se você me enviar um 'texto' eu te respondo com um texto. (Assim como diz no meu perfil). Se estiver favoritando ou recomendando estará me ajudando MUITO. Obrigado para quem leu e espero que tenham gostado. o/
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.