Hunters and demigods
7 Capítulo 7 - Cheirando a morte
Nos olhamos, e todos subimos correndo. Sam e Dean, entraram na nossa frente. Eles tiraram armas detrás das calças, e seguraram na frente dos corpos. Havia apenas uma porta aberta.
Eles chutaram ele a fazendo abrir e bater contra a parede com força.
Eles pararam na porta, e entraram.
Olhei para as meninas. Escutamos barulho vindo de dentro. Corremos ate a porta. O menino que tinha dançado com a Carol, estava sentando em uma cadeira antiga, enquanto havia um homem velho, e enrugado deitado aos pés dele.
Ele olhou para nós e sorriu. O sorriso dele fez um frio subir pela minha espinha. A cada passo que ele se aproximava, parecia mudar. Primeiro, ficou mais alto, e logo as feições inocentes e infantis, forem se tornando adultas. Logo o garotinho louro de olhos azuis, e sorriso angelical, havia se tornado em um homem, forte, alto e musculoso, seu cabelo caia em ondas pelos ombros nus. A roupa que usava, havia se rasgado na maior parte, restavam apenas um pedaço da calça que parecia mais um short, e um lado da manga.
Quando se aproximou pude sentir o perigo que exalava dele. Ele olhou para nós três se demorando mais em Carol. Olhei para Sam e Dean, que tentavam se levantar, também atordoados pela transformação dele.
–Você cheira a morte.- disse se dirigindo a Carol. Quando se aproximou pude sentir o perigo que exalava dele. Ele olhou para nós três se demorando mais em Carol. Olhei para Sam e Dean, que tentavam se levantar, também atordoados pela transformação dele.
–Você cheira a morte.- disse se dirigindo a Carol.
Eu engoli em seco. Olhei para Tayná, que parecia estar pronta para lutar a qualquer momento.
–Então é você o culpado pelas mortes?- perguntou Carol. Ele riu, e tentou tocar o rosto dela, que chegou para trás.
–Sim, sou eu. E devo agradecer as suas amigas por desviar a atenção dos caçadores de mim.- Carol olhou para mim, rapidamente, apontando para o meu pingente em forma de raio. Entendi o que queria dizer.
–Por que você fez isso?- Carol perguntou distraindo ele. Ele soltou uma gargalhada.
–Por que eu precisava me alimentar oras! Estive preso por muito tempo, mas agora com a falha na névoa, fica muito fácil escapar.-
–Com a névoa?- dissemos juntas. Ele sorriu, pegando uma mecha do cabelo da Carol.
–Sim, semideusas.- por impulso, puxei o colar,o transformando em uma lança de bronze celestial, e antes que ele fizesse algo, atravessei onde seria seu coração com ela.Mas ele desapareceu,e sem querer acertou o ombro do Dean,ele gritou:
–Sua...
–Vão atrás dele –falei -deixa que eu cuido dele
Eles me olharam e saíram da sala,fui até o Dean,peguei a lança,que voltou a ser o meu colar.Ele me olhou e falou:
–Como você conseguiu isso?-Ele apertava o ombro
–Vem –peguei ele pelo outro braço
Fomos até o Impala que ele tinha,ele me entregou a chave e eu dirigi até o by Text-Enhance\">hotel mais próximo,conseguimos um quarto.
Entramos no quarto com uma cama de casal,mas só íamos passar uns minutos ali,então eu falei:
–Deixa eu ver seu ombro
Ele tirou a parte de cima do terno,e depois tirou a camisa
Quando o vi sem camisa, tive que respirar algumas vezes, mas, ainda sentia a sensação de calor no meu rosto.
–Não é tão grave. Foi só um arranhão.- disse sem olhá-lo, enquanto procurava as coisas necessárias para se fazer um curativo, nas coisas que a Carol trouxe.
–Como você conseguiu aquela lança?- perguntou enquanto separava, algumas coisas para começar o curativo.
–Meu pai me deu.- respondi quando me aproximei para limpar o sangue. Podia sentir a respiração dele batendo no meu rosto, e seu olhar fixo em mim,e o silencio que havia se instaurado no lugar, me fazia ficar mais nervosa ainda.
–Pronto.- disse quando finalmente terminei, tentei me afastar mas, ele segurou meu braço, seus olhos verdes olhavam para mim,como se pudessem ver até a minha alma.
E sem que pudesse impedir, nosso lábio se uniram. Minha cabeça ficou em branco conseguia apenas sentir o macio dos lábios e o calor do corpo. As mãos dele subiam e desciam, passando pelos meus braços,costa,barriga. Seus braços fortes me levantaram, me colocando no seu colo, eu o abraçava com força, fincando minhas unhas na sua pele sem ter medo de machucar, e pelo som que ele fez, parecia estar gostando. A mão dele subiu minha blusa, levantei meus braços o ajudando a tirar. Desceu beijos do meu pescoço até o vão dos seios. Meu corpo, estava estranhamente quente, e uma sensação engraçada no meu estomago me fazia vibrar. Ele me deitou de costa na cama macia, enquanto descia beijando pela minha barriga até chegar a calça. Não consegui conter um suspiro quando ele passou a língua pelo meu umbigo. Pude sentir ele sorrir contra minha barriga. Ele voltou a me beijar. Passei a unha pela nuca dele, enquanto descia uma mão pela costa, arranhando de leve.
Ele disse algo que não consegui entender.
A porta se abriu fazendo a gente encarar. Tayná, Carol e Sam nos olhando boquiabertos. Me levantei rapidamente me escondendo atrás de Dean.
Tayná começou a rir.
–Er...desculpa atrapalhar.- Carol dizia enquanto tentava segurar o riso.
–Di immortales! Vocês iam transar!-Tayná disse enquanto ria mais ainda. Senti meu rosto esquentar de vergonha.
–Não, íamos não.- disse puxando o lençol para esconder a falta da blusa.
–Não íamos?- Dean perguntou. Dei um tapa no ombro dele.
–Dean!Agora com licença – do nada apareceu um cara com uma gravata azul,uma camisa branca,e um sobretudo bege encardido.
–Ótimo – Dean falou – Chegou o salvador.
–Quem é ele?-Carol perguntou
–Me chamo Castiel,um anjo do senhor.
–Castiel,e vocês ai na porta,sai –falei.
Eles me olharam e acabaram saindo,mas Castiel permaneceu,Carol entrou no quarto e falou:
–Licença –ela pegou na mão do Castiel,e guiou ele até a porta de saída
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