Hunters and demigods
5 Capítulo 5 - Padrastos,as vezes odiamos eles
–Tudo bem,agora nos solte -falei
–Se tentarem fugir,não vão ver mais o sol de manhã.-Ele segurou a arma
"Exibido" pensei comigo mesma.Até que Dean entrou no quarto e falou:
–Vamos.
Sam nos desamarrou,e fomos até o andar de baixo
Quando chegamos vimos Carol sentada na escada,e Bobby sentado na frente de uma escrivaninha com estantes de livros atrás,ele nos olhou e falou:
–Vocês tem família?
–Porque quer saber?-perguntei irritada
–Porque eles querem saber o que vocês são...
–Somos normais...-Tayná falou
–Não não não garotinha –Dean se encostou na mesa aonde Bobby estava –Depois daquele show que vocês deram lá em cima,quem garante que vocês são normais.
–Garanto que vocês não vão achar nada – falei irritada
–Porque? –Sam perguntou confuso
–Não somos nada disso que vocês pensam – Tayná falou
–Tudo bem –Dean foi até a porta.– Vamos até a casa de vocês
Saimos da casa do Bobby,Carol foi no banco do passageiro junto comigo e Tayná,até que Dean falou:
–Vamos na casa da Ana primeiro...
Passei o endereço.Até que finalmente chegamos.
“Lar doce lar” pensei comigo mesma
Pov Dean
Estacionei o by Text-Enhance\">carro na frente de uma casa azul com cercadinhos brancos,saímos do carro,até que a Ana falou:
–Bom,não pisem na grama,senão vão ver uma mãe furiosa –ela riu
Seguimos até a porta sem pisar na grama,quando chegamos na varanda Ana bateu na porta,até que uma mulher um pouco mais baixa que ela atendeu:
–Graças a Deus –Ela abraçou a Ana – A onde você estava?Quer me matar de susto
–Ah mãe,fui acampar eu avisei,deixei um bilhete — pude ver a Ana sorrir mentindo
–Mas você falou que ia acampar 7 dias,mas faz 2 semanas que você não volta para casa – A mãe dela terminou da abraçá-la e a olhou.
Pude perceber que ela não parecia com a Ana,cabelo preto com um pouco de fios brancos,olhos castanhos,quase nada parecida,nem parecia mãe e filha.A mãe dela nos olhou e falou:
–Quem são?
–Bom,eles são meus amigos – Ana sorriu – conheci eles quando estava indo acampar.
–A então,Olá –a mãe dela sorriu.- entre..
Ela abriu a porta,e entramos a sala era uma cor amarela desbotada,com um sofá branco,meio encardido,tinha mesinha de centro com copos de cerveja em cima,Ana nos olhou e falou:
–Bom eu vou para o meu quarto.
Ana foi até o corredor a mãe dela nos olhou e falou:
–Querem café?
–Sim claro –Tayná falou
A mãe da Ana, ou melhor, Joyce. Nos serviu o café. Ela tirou os copos de cerveja se desculpando pela bagunça.
Ela se sentou na nossa frente, sorrindo. Ela deveria ter sido muito bonita quando jovem, mas, agora ela parecia cansada.
–Bom senhora Hudson. Nós, estamos fazendo um trabalho especial, e temos que descobrir mais sobre nossos amigos, entende.-disse descontraído, mais, pude perceber ela dar uma olhada ligeira, para Tayná.
–A senhora notou algum comportamento estranho na Ana?- Sam perguntou. Ela deu uma risada nasalada. E tomou um gole do café. Ela suspirou.
–Ana sempre foi uma boa menina, apesar de não ir muito bem na escola, nunca se meteu em grandes problemas. Agora ela esta em um colégio interno. E eu sei que ela nunca afaria nada de mau.- terminou nos encarando. Sam e eu nos olhamos.
Eu ia fazer uma pergunta, mas, fui interrompido, pelo barulho da porta se abrindo com violência.
Sam e eu nos levantamos. Um homem de meia idade, gorducho com cabelo ensebado, entrou cambaleando. Ela parou nos olhando por alguns minutos antes de começar, a gritar com a voz arrastada.
–SUA VADIA! É SÓ EU SAIR QUE VOCÊ TRAZ SEUS AMANTES PARA DENTRO DA NOSSA CASA?!-gritou avançando em direção a Joyce. Ela chegou para trás. Ele avançou dando um soco em mim. segurei o braço dele na costa.
–Nós somos amigos da Ana. E JAMAIS se bate em uma mulher.- disse soltando ele, ele se virou tentando me dar um soco.eu desviei e atingi um no rosto dele. Ele caiu para trás desacordado.
–DEAN!- Sam disse. Eu apenas olhei para eles dando de ombros. E vi Ana no meio do corredor, ela tinha um sorriso grande estampado no rosto.Ela foi até a cozinha,olhou para o padrasto desacordado,e falou:
–Uau,parabéns conseguiu deixar ele quieto – Ela sorriu
A mãe dela nos olhou,Ana sentou ao lado da mãe e falou:
–Quanto tempo mais vai aturar ele?
A mãe dela olhou para Ana,sorriu e falou:
–Você sempre faz essa pergunta...
–Não gosto de te ver assim mãe –Ana olhou para o padrasto caído no chão- Esse cara é idiota e –Ela sorriu – não é bom ver você assim.
–Você me lembra o seu pai.
Ana sorriu.
–Mas mãe sai dessa casa,não acabe sua vida cuidado desse velho gordo,é bom viver a sua vida – Ana levantou,foi até o armário,abriu a gaveta,pegou alguma coisa.
O padrasto dela levantou,Ana continuou ali do lado do armário.Olhou para ela e falou:
–Ora,ora se não é a garotinha sem pai. –Ele sorriu
Ana estreitou os olhos.Todos na mesa ficaram observando,sem mover um dedinho para ajudar.Ana olhou para ele e falou:
–Você não tem aonde cair morto,do que está falando?-Ela sorriu.
–Sua pestinha –Ele foi para cima dela
A Ana colocou uma faca no pescoço dele e falou:
–Nem mais um movimento.
–Vai fazer o que garotinha?Me matar?-Ele conseguiu arrancar a faca dela.
Os dois começaram a empurrar o outro na parede,por enquanto Ana conseguia mais ele a empurrou para cima da mesinha,que acabou quebrando:
–É a 5 mesinha que eu compro esse ano – A mãe dela falou observando tudo com a mão na cabeça
–Vocês vão ficar ai parados olhando?- Carol perguntou quase gritando. Eu e Sam nos olhamos. Ana parecia saber o que estava fazendo, e era, engraçado ver um homem daquele tamanho apanhando de uma garota magra e franzina como ela. Mas, mesmo assim, decidi me levantar e segurar os braços dele, quando se preparava para dar um soco nela.
Segurei os braços dele, na costas.
–Não deveria bater em garotas.- disse, ele se mexeu um pouco tentando escapar, mas, um soco na cara vindo de Ana, fez ele desmaiar de novo.
–Não preciso da sua ajuda.- Disse cuspindo as palavras.
Olhei para Sam e Carol, que seguravam a risada.Soltei o padrasto dela,que acordou no exato momento,não sei se ele desmaiou realmente,mas ele foi direto para cima da Ana,tive que pular em cima dele,Ana já estava caída no chão,quando consegui colocar o idiota pra “dormir”,segurei ela pela mão,a levantei,e falei:
–Tem certeza?-continuei segurando a mão dela
Ana revirou os olhos,e pude ver um sorriso que não queria sair.Ajudei ela a colocar o padrasto na varanda da casa,amarrado com fita.
Fui até a Ana que estava sentada no sofá segurando um cachorro,ele era um Labrador preto ainda filhote,Ana olhou para mim e falou:
–Não, ele não morde –ela sorriu
Sentei no sofá ao lado dela,ela colocou o cachorro do meu lado e falou:
–Viu ele não morde...-ela sorriu
Olhei nos olhos dela,sorri e falei:
–Mas então... –fui interrompido.
–Vamos Dean?Temos mais coisas para fazer...-Sam falou
Percebi que estavam todos olhando para nós dois,a Ana sorriu,fez carinho na cabeça do cachorro levantou do sofá e falou:
–Só preciso pegar uma coisa –ela foi até o andar de cima.
–Já volto –fui atrás dela
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