Hunter
20 Capítulo 20 - Caçada.
Notas iniciais
Boa Leitura!
Christina Aguilera – Sex for Breakfast
Agora eu entendo Emmett e Rosalie. Os dois demoraram alguns anos para controlar o furor sexual na frente de todos. Eram tão intensos que chegaram a derrubar casas na hora do ato. Segurei o riso lembrando-me do espanto de Esme e Alice, já que as duas eram mais... “calmas” nesse quesito.
Fui tirado de meus devaneios com um corpo macio e com o cheiro mais excitante da terra se movimentando na cama e se aconchegando ao meu.
- Não acredito que Emmett e Rosalie conseguiram derrubar uma casa durante uma foda – ela falou manhosa sentando-se em cima de minha barriga. Suspirei com seu perfeito corpo totalmente exposto a mim.
- Foram três na verdade – disse em meio a uma gargalhada.
- Deus! – ela ficou chocada – E você? Derrubou alguma? – tinha cara de sapeca passando as pontas dos dedos em meu tórax.
- Não, nunca – me sentei ficando a milímetros de seu rosto – você?
- Também não – segurei sua nuca e afundei meu rosto em seu pescoço.
- Sabe, podemos tentar – falei em seu ouvido, ela estremeceu.
- Podemos, mas eu realmente preciso caçar – ela falou meio culpada se afastando, soltei o ar – e você realmente está pior que eu – passou o dedo em minhas olheiras que deveriam estar enormes, já que não caçava a duas semanas. Depois que visitamos minha mãe acabamos ficando três dias presos no quarto de Bella.
- Dessa vez não irei contestar – ela sorriu me dando um beijo – você vem comigo? – perguntei em meio ao beijo – ela parou como se pensasse.
- Ver você matar bichinhos indefesos? – fez um falso drama eu ri – NÃO, como você pode matar animaizinhos fofinhos? – fingiu chorar caindo de costas no coxão eu gargalhei pegando sua cintura e colocando seu corpo em cima do meu afundando meu rosto em seu pescoço.
- Ok, eu não matarei animaizinhos hoje – ela me olhou com curiosidade – acho que mudarei meu prato principal para uma loira siliconada, o que você acha Bellinha? – ela rosnou e começou a socar meu ombro.
- Idiota – minhas risadas aumentaram – vai lá então comer sua loirinha gostosa vai!
Segurei seus pulsos e nos virei ficando por cima dela. Levei suas mãos até acima da sua cabeça e passei a segurar as duas com apenas uma minha.
- Que mulher brava essa que fui arranjar – ela rosnou mais e desci afundando meu rosto em seu pescoço lambendo o local inteiro, seus rosnados se transformaram eu um gemido e sua pele se arrepiou inteira – pare de doce bruxinha, você sabe que vai ser meu único prato principal.
- Uhum – se limitou a dizer quando mordi seu lóbulo.
- O aperitivo também – desci indo até o vale entre seus seios lambendo todo o local, ela se contorceu – e a sobremesa – ela gemeu quando suguei seu seio, sorri e me afastei levantando da cama e indo colocar minhas roupas.
- Vai parar por aqui? – falou um pouco irritada.
- Pra derrubar uma casa eu tenho que estar bem alimentado não acha? – falei fechando o zíper da calça, ela bufou.
- Vai pagar sanguessuga – ela falou entredentes me fazendo rir.
Ela foi tomar banho primeiro, entrou brava batendo a porta, eu ri ainda mais.
- Ah bruxinha, eu te recompenso mais tarde – falei arrumando a cama.
- Vá à merda Edward – grunhiu eu gargalhei ainda mais.
Seu banho não durou muito, ela só tinha jogado uma água no corpo. Tive que esperar já que sua casa era pequena, tinha apenas um banheiro, um quarto, sala e cozinha. Será que não tinha dinheiro suficiente? Perguntaria depois.
Quando saiu enrolada em uma toalha fui abraça-la.
- Nem venha Edward – disse me afastando com uma mão enquanto a outra segurava aquele pano inútil.
- Ainda está brava bruxinha? – puxei sua cintura pra minha com força, ela gemeu.
- Me-me solte.
- Solto, mas só porque vou tomar banho – ela rosnou me dando um soco forte no peito, me fazendo deslizar pra trás.
- Imbecil.
- Mas você me ama – falei e seu olhar me prendeu, era algo intenso forte, e me fez perceber o que falei.
Ela apenas sorriu.
- Vá tomar seu banho vampiro – piscou e abriu o guarda-roupa.
(...)
- Você sabe dirigir? – perguntei meio contrariado.
- Não bestão, está aqui para enfeite – revirou os olhos e bufei.
- Apenas fiquei surpreso – dei de ombros ela sorriu e subiu na moto com uma graciosidade incrível – não sabia de seu gosto por motos – ela riu alto.
- Já andei com humanos motoqueiros uma época, foi algo interessante e muito relaxante – ela pensou algo e balançou a cabeça.
Era nessas horas que a angústia de não poder ler sua mente a hora que eu bem entendesse me assolava. Forcei um sorriso, ela levantou uma sobrancelha.
- Só acho que tem coisas que não precisam ser comentadas Edward – ela comentou.
- Pelo amor de Deus, deixe sua mente aberta, pelo menos pra mim – falei em súplica ela se retesou. Pareceu pensar, num discurso interno – por favor Bella, eu não aguento esse teu silêncio toda vez que conversamos algo mais íntimo, eu nunca sei nada sobre você e você pode saber de mim sem nem ao menos uma palavra – ela continuou tensa – isso é uma puta injustiça – ela soltou o ar e desceu da moto vindo até mim.
- Provavelmente você irá se arrepender de me pedir isso Edward, e eu por estar cedendo – puxou o ar e soltou com força – mas fazer o que? – segurou meu rosto com as mãos e puxou ficando na ponta dos pés, me inclinei para ajuda-la e ela deu um beijo em minha testa.
“Mas quando se trata de você nada sai como deveria” – sorri.
“Eu digo o mesmo” – ela também sorriu e me deu um beijo na boca.
Robin Thicke – Lost Without You
Aquele beijo foi algo que me desarmou. O meu desejo e o dela se misturavam, aumentado quase o dobro de intensidade. Gememos em uníssono e o que era pra ser algo calmo virou urgente nos deixando afoitos um pelo outro. Peguei sua cintura e a ergui prensando contra a parede mais próxima.
- Hum... caçar Edward – ela falou fraquinho quando comecei a devastar seu pescoço, suspirei e com esforço me separei dando um selinho demorado em sua boca cheia e vermelha.
“Mais tarde meu vampirão gostoso” – pisquei pra ela que passou rebolando por mim indo para a moto. Sem aviso lhe dei um tapa na bunda, ela parou e gemi com a resposta.
- Bate mais forte enquanto me fode Edward – piscou e se colocou montada na moto, sentei logo atrás, a puxando mais perto de mim possível.
“Deus, sempre tão duro” – ela pensou e eu ri.
“Você quem me fez assim gostosa” – minha mão que se encontrava em sua cintura espalmou em sua barriga por debaixo da blusa e subiu até perto dos seios.
“Sobe mais” – pensou involuntariamente em agonia e fingi não ter lido sua mente – “Eu sei que você leu, provocação agora?” – eu ri e ela negou com a cabeça.
Passamos em minha casa para avisarmos que caçaríamos e que demoraríamos demorar no máximo uns três dias para voltar. Arrumei minha mala enquanto Bella colocava sua moto na minha garagem, iriamos com o meu volvo. Ela tinha trazido uma mochila com umas mudas de roupas, que foi colocado no porta-malas junto com minhas coisas. Despedimo-nos de todos ali e partimos.
Seguimos até um rancho que conhecia, Elwha Ranch Bed and Breakfast, um local isolado em Port Angeles, perto do Olympic National Park. Já tinha ido lá com minha família uma vez, o atendimento era ótimo e a caça era fácil e rápida. Além do mais, era um lugar agradável de ficar com Bella. Não era muito longe de Forks, em torno de 45 minutos já que dirigíamos em alta velocidade.
- Caçada romântica então? – ela falou zombeteira.
- Não teria graça apenas comermos e voltarmos para Forks não acha? – pisquei.
- Claro que teria – gemi quando a frase se terminou em sua cabeça – se eu for a comida.
O caminho inteiro foi de indiretas e diretas, provocações e algumas perdas de controle do carro de minha parte. Isabella não parava de querer me ver quase perder o controle, começava a me arrepender de pedir sua mente conectada com a minha.
- Eu te disse que iria se arrepender – ela riu.
- Só pare de me provocar bruxinha, não pretendo causar acidentes – dessa vez sua gargalhada foi alta.
- Você me deixou acesa antes de sair de casa vampirão, aguente as consequências – piscou – aliás, só dei o troco! – disse e passou a mão por cima de meu membro, já duro, por cima da calça. Gemi e segurei sua mão mantendo ela ali – Quer brincar no carro baby? – falou com voz sensual em meu ouvido, logo em seguida apertou-o em suas mãos, segurei o volante com mais força.
A bruxinha me atentou até o limite, me fazendo ficar duro a viagem inteira já que ela não terminou o “serviço”.
Parei o carro no estacionamento aberto e fui fazer as reservas.
- Merda! – gemi olhando meu estado e tentei puxar o moletom mais para baixo para que não mostrasse muito, ela apenas riu.
- “Quem mandou me atentar em casa?” – eu bufei e peguei em sua mão nos guiando para a recepção.
- Jovem Edward – Bob, o dono me viu o prontamente me recebeu.
- Seu Bob, como anda essa força – falei numa piadinha interna, o senhor de cabelos brancos e bigodes bateu no inexistente músculo do bíceps.
- Mais forte do que nunca garoto, e você não mudou nada, me passe um pouco da fórmula contra o envelhecimento rapaz! – falou batendo em minhas costas, eu apenas ri.
- Acho que é de família senhor – ele riu.
- Quem é esta bela jovem ao seu lado?
- Isabella Swan, minha... – me calei não sabendo o que falar.
- Amiga – ela se antecipou pegando na mão dele, que levou a boca dando-lhe um beijo – somos amigos um pouco mais íntimos, se é que me entende senhor – ela piscou pra ele que gargalhou estrondosamente, eu o acompanhei, essa Bella era uma piada.
- Prazer querida, sou Bob Mitchell – Isabella deu um sorriso doce pra ele, aqueles que qualquer um acreditaria que era apenas uma menina ingênua e indefesa, ela revirou os olhos com meu pensamento e apenas me limitei sorrir.
- Muito lindo esse lugar senhor...
- Só Bob, por favor! – ela sorriu – Linda menina Edward, ótima escolha – sorri e enlacei a cintura de Bella com um braço. Fiquei ainda mais feliz quando ela se aninhou ao meu corpo.
POV Bella
Edward pegou as chaves dos quartos e seguimos até lá.
- Muito bonito essa lugar Edward – comentei analisando a bela vista para a mata que tinha ali perto. O cheiro de animais selvagens era forte e sinceramente, o cheiro não era lá muito atrativo.
- Se acostuma com o tempo – falou rindo e vindo me abraçar por trás. Descansei minha cabeça em seu ombro.
- Dispenso a dieta – ele suspirou – mas quem sabe eu não te acompanho em algum veado? – ele ficou parado e me virei pra ele. A surpresa era gritante.
- Está falando sério? – disse incrédulo.
- Ah, eu sempre gosto de experimentar coisas novas e diferentes – dei de ombros.
- Por essa eu não esperava.
- Eu sei – ri e abracei sua cintura – vamos? – ele assentiu pegando na minha mão e saindo do quarto.
Já começava a escurecer, então foi mais fácil sair pelos fundos em direção à mata, já que os funcionários ficavam de olho em quem saia à noite, eram medidas de segurança contra desaparecimentos e ataque de animais. Seguimos até um precipício, a maioria dos animais ficam ali em baixo. Sorri. Pular de grandes alturas era algo que me excitava. Sem aviso pulei, levando Edward comigo em um abraço. A sensação de liberdade, o vento em meu corpo, era algo delicioso. Olhava a mata fechada cada vez mais perto e me preparei para levitar quando faltavam poucos metros para meu pouso.
Fazia alguns dias que não fazia magia alguma, apenas interligar minha mente com Edward e ler seus pensamentos, mas essas eram magias que não consumiam nada de energia, então eu fiquei um pouco receosa. Quando faltou uns três metros para que eu chegasse ao chão, disse algumas palavras e abracei meu vampiro pelo pescoço, sinto meu corpo flutuar e meus cabelos voarem para cima com o magnetismo que meu poder liberava. Sorri com o aceitamento de meu corpo ao feitiço.
- Linda – Edward sussurra sem querer. Sorrio para ele e desço vagarosamente ao chão.
O feitiço foi feito não só para eu flutuar e sim Edward junto, que se encontrava surpreso com a sensação que a flutuação causou em seu corpo.
- Gostou? – perguntei já sabendo a resposta, ele apenas sorriu e me deu um selinho, suspirei quando cedo demais ele se afastou e pegou minha mão.
“Vamos linda?” – sorri e assenti.
Corremos um pouco floresta adentro e Edward sentiu um rastro fresco de um animal que ele julgou ser um urso preto. Não chegava nem de perto com o cheiro delicioso e doce de sangue humano, mas era um pouco mais atrativo do que veados, que estava por toda a parte. Meu vampiro decidiu me mostrar o gosto de um animal carnívoro. Tudo bem que ursos não tem a dieta inteira baseada em carne, mas melhor do que um herbívoro, segundo o gostoso que segurava minha mão.
Percebi que ele leu minha mente e seus pensamentos desviaram um pouco da caça e partiram para um desfecho da caçada, digamos... muito prazeroso.
“Edward, se concentre, quanto mais rápido sugarmos esses ursos, mais rápido estarei em cima de você delícia” – ele rosnou e apressou o passo. Acompanhei rindo. – “Faça primeiro, verei como se faz” – ele assentiu e soltou minha mão – “Irei desconectar nossas mentes” – avisei e ele assentiu, seria muito mais fácil de ele se concentrar na caçada.
Logo que o cheiro ficou forte o suficiente, Edward calculou que estivesse no mínimo uns quarenta metros de distância e apressou o passo. Assim que avistou o animal, pulou em uma árvore ainda longe o suficiente para que o animal não o escutasse, mas mesmo assim o animal que andava tranquilamente parou, olhando para os lados, depois ficou de pé soltando um rosnado estranho. Assistia tudo encostada em uma árvore a uns cinco metros de Edward. Quando o urso relaxou e se colocou de quatro, Edward pulou habilmente em seu pescoço e num piscar de olhos fincou seus dentes no pescoço do animal. O urso tentava de todas as maneiras arrancar Edward de suas costas, mas sempre que ia atingi-lo, ele desviava.
Antes que me desse conta, meu corpo já reagia aquela cena. Os braços dele seguravam o animal com força, evitando que fosse derrubado com o desespero do bicho que se debatia. Era uma cena extremamente excitante. Minha mente pervertida começou a viajar naqueles braços fortes me apertando e sua boca devastando meu corpo. DEUS, eu estou ficando viciada nesse vampiro.
O animal começou a perder as forças e caiu no chão inerte. Quando a última gota foi sugada, meu vampiro quebra seu pescoço e se levanta. O que vi me desarmou. O negro que dominava todo seu olho estava brilhando e seus caninos expostos sujos pelo sangue recém-tomado, engoli em seco. Mas o que me fez bambear foi seu semblante, era algo que queimava, um caçador fanático que acabara de matar sua presa preferida, um animal enfurecido rosnando a plenos pulmões. Era a imagem da perdição.
30 Seconds To Mars — Hurricane
Mamães bicho tapem os olhos e ouvidos de seus filhotes, porque eu vou dar pra esse vampiro tesudo aqui mesmo!
Sem pensar duas vezes corri até ele pulando em seu colo, abraçando sua cintura com minhas pernas, e afundei minha língua em sua boca, beijando-o com todo o desejo que tinha em mim, o gosto de sangue em sua boca era presente, não era um gosto tão bom assim. Logo suas mãos se infiltraram em meus cabelos e em minha bunda, apertando-me com fome.
Antes que eu percebesse minha jaqueta tinha sido jogada para algum canto e estava sendo imprensada contra uma árvore. Seus beijos desceram para meu pescoço enquanto sua mão apertava meu seio por baixo da blusa, mas ainda por cima do bustier. Sem aviso seus dentes afundaram na pele da minha garganta e soltei um grunhido baixo de prazer rebolando em seu pau coberto.
Desci minhas pernas de sua cintura e abri sua calça, baixando sua cueca o suficiente para que seu membro pulasse a minha frente, completamente ereto. Segurei-o em minha mão e comecei um movimento de vai-e-vem. Edward rosnou largando meu pescoço e estocou involuntariamente em minha mão, sorri deliciada passando o dedo em meu sangue que tinha escorrido por meu pescoço e levei-o a boca sugando. Seus olhos rastrearam cada movimento com um gemido contido em sua garganta. Num movimento rápido ele me virou de costas para ele e com um puxão rasgou minha blusa para fora de meu corpo. Afundei meus dedos no tronco da árvore para tentar conter o tesão que queimava em meu corpo.
Logo sua mão abiu o botão da minha calça e desceu-a junto com a calcinha até a metade da coxa.
- Empina essa bunda pra mim – falou rouco e autoritário, gemi e obedeci.
Praticamente gritei de tesão quando ele desferiu um tapa forte em minha bunda rosnando, sem aviso ele entrou em mim em uma única estocada. Gritei ainda mais alto.
- AH EDWARD – seu corpo se inclinou para o meu mordendo meu ombro e deslizando suas mãos até meus pulsos segurando-os e puxando para que ficasse atrás de minhas costas. Ele segurou meus pulsos com uma só mão e com a outra fez meu corpo se inclinar mais.
- Feche as pernas – ordenou e obedeci.
Logo que fiz isso ele começou seu movimento entrando e saindo com rapidez e força. Seus rosnados e gemidos era ensandecidos juntamente com os meus. Com as pernas fechadas o atrito entre nossos sexos era muito mais intenso e eu estava adorando. Cada vez mais ele puxava minhas mãos para ele, me deixando arqueada.
No meio dos movimentos ele saiu lentamente e entrou com força, dando uma rebolada segurando minha cintura e logo depois deu um tapa na minha bunda enquanto eu gemia enlouquecidamente prevendo o orgasmo próximo.
- Você gosta quando apanha não é vadia? – gemi com as palavras, ele me deu outro tapa – me responda Isabella – saiu e entrou novamente com força.
- Huuuum, adoro, me bate com força gostoso, huuum – falei entre gemidos e ele rosnou começando a meter em mim como um louco dando tapas em minha bunda.
Edward sempre me levava ao inferno quando era autoritário desse jeito, meu corpo reagia de uma maneira enlouquecedora e luxuriante como nunca fez antes. Gemia, gritava e choramingava, tudo sem o meu consenso. Enlouquecia ainda mais quando fazia sua faixada de vampiro bonzinho cair, dando lugar a do louco por prazer e dominação, ficava excitada apenas em vê-lo dessas maneiras.
Senti meu corpo convulsionar e o calor tão conhecido se espalhar por todo meu corpo. Gemi ainda mais alto chamando por Edward que começou a movimentar ainda mais rápido e massagear meu músculo inchado e sedento por Edward. Contorci-me balançando minha cabeça pela sensação avassaladora em meu corpo. O prazer que sentia se tornava quase angustiante, piorando ainda o fato que minhas mãos estavam presas pelo aperto de ferro de Edward, me deixando sem controle do qualquer parte de meu corpo.
- Ah Edward, merda, MERDA – falei sem controle.
- Isso minha Bella, perca o controle – beliscou meu clitóris.
- Oh fuck! Assim, me foda forte, AAAH – sem conseguir me segurar mais gozei intensamente – AH DEUS, huuuuuuum – minha respiração vinha entrecortada e minhas paredes apertavam o membro de Edward cada vez mais forte.
- Ah, me aperta Bella, isso gostosa – gemeu e senti seu pau inchar e seu líquido gelado se misturar com o meu.
Saiu de dentro de mim, com protesto de nós dois e soltou meus braços enquanto me recuperava do intenso orgasmo, agarrando minha cintura para que eu não caísse. Virou-me de frente a ele e me beijou com carinho, passei os braços em seu pescoço agarrando seus cabelos, retribuindo o beijo tão gostoso. Afastamo-nos arrumando nossas calças e fui colocar minha jaqueta, já que estava apenas um tipo de sutiã.
- Adora rasgar minhas roupas, apressado – zombei e ele riu vindo até mim e abraçando minha cintura passando o nariz em meu maxilar.
- Pressa de ver esse corpo perfeito e toma-lo para mim – disse me dando um beijo no pescoço, me arrepiei inteira apertando-me mais a ele.
Fomos interrompidos por um rosnado ensandecido de outro urso. Soltamo-nos rapidamente e antes que eu pensasse pulei em cima do urso. Eu estava irritada por ter sido interrompida e faminta, ou seja, o animal duraria menos do que o previsto.
Derrubei o urso, deixando-o de costas para o chão. Rosnei juntamente com ele, que tentou me morder, mas desviei para trás com uma risada maldosa.
- Não vai conseguir – disse com veneno. O animal rosnou e me jogou para o lado com suas patas, ficando de pé. Escutei Edward rosnar e dar um passo para frente – NÃO! – gritei e ele parou.
O urso correu até mim e ficou de na minha frente, apenas sorri cínica e fiquei parada esperando pelo próximo ataque, que não demorou muito. O animal me deu um abraço que para qualquer humano seria fatal, o urso continuava me apertando sem ter o resultado esperado.
- Chega de brincar – rosnei me soltando e chutando o bicho para longe. Corri até ele agarrei seu pescoço e quebrei. Finquei meus dentes em seu pescoço e em poucos segundos não tinha mais sangue algum em seu corpo.
O sangue não era doce e delicioso, era algo mais pastoso e amargo, terminei com uma careta e me levantei da grama um pouco tonta, achei estranho, nunca fiquei tonta, fui tentar dar um passo a Edward e vacilei caindo ao chão, com a visão um pouco turva.
- Bella! – exclamou Edward correndo até mim me amparando antes que eu caísse – Bella, você está bem? – falou desesperado.
- Ugh – grunhi me soltando dos braços de Edward e caindo de joelhos vomitando todo o sangue tomado, Edward segurou meus cabelos, passando um braço um minha cintura, ajudando a sustentar meu corpo que parecia uma gelatina.
- Meu Deus – Edward falou desesperado enquanto meu corpo se tencionava vomitando o fluido violentamente. Era tanto sangue que chegava a assustar. Formava uma enorme poça com tudo que tinha saído do meu organismo a força. Meus braços vacilaram e se não fosse por Edward teria caído de cara no líquido – Bella – me chamou, não respondi, não tinha forças – BELLA, FALE COMIGO! – gritou em desespero.
Foi a última coisa que escutei antes de tudo ficar escuro e eu cair na inconsciência.
Notas finais
olá amoores, *esquiva do tomate podre*, eu sei que demorei, mas realmente estava ATOLADA de serviço, provas e trabalhos. Como eu digo, sinto falta de apenas estudar e dormir!
Maas, me dediquei esses FDS inteiros para terminar o cap,e julgo estar bem legal, provavelmente agora começara a desvendar alguns mistérios, então preparem-se!
Quem acompanha Empty Soul, pesso desculpas pela espera pelo POV Edward, mas está complicado arranjar tempo e cabeça para faze-lo, mas não desisti e já comecei a escreve-lo!
Acho que é isso, beeijos amores, até o próximo cap!
Fale com o autor