Hunter
18 Capítulo 18 - Me perdoa.
Notas iniciais
POV Edward
Já na porta do quarto, passei o cartão entrando e já tirando o terno, mas olho pra cima ao escutar o som de seu coração e sua respiração, os dois muito alterados.
– O que...?
– Como pode me deixar sozinha lá? – veio em meio segundo até mim e me deu um tapa na cara.
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– Você está louca? – segurei seu pulso antes de ela me bater mais uma vez.
– Me solta – falou com os dentes trincados, puxou o pulso, mas eu segurei.
– Cansou do garçom? – perguntei soltando seu pulso, ela rosnou e tentou me dar um outro tapa, mas desviei – Para com isso porra! – segurei suas mãos atrás de seu corpo, quando vieram me bater, e seu corpo acabou colando no meu, ela ergueu a cabeça e seus lábios entreabriram. Fiquei encarando-os durante um tempo e minha mente anuviou, sem pensar puxei-a pra mim colando sua boca na minha. Gememos com o contato e soltei suas mãos a deixando guia-las até meus cabelos, agarrando os fios.
Segurei sua cintura a puxando pra cima e ela logo abraçou meu corpo com suas pernas. Parei de andar quando seu corpo colidiu com a parede.
– Por que faz isso comigo? – falei enquanto beijava seu pescoço.
– Eu quero você – gemeu – só quero você.
– Por que fazer aquilo? – olhei em seus olhos.
– Eu só queria chamar sua atenção, só quero ter certeza que você também me quer tanto quanto eu – falou um tanto desesperada e eu apenas voltei a atacar seus lábios.
– Eu te quero e você sabe disso – disse encostando a testa na dela e fechando os olhos – não faça isso de novo, não fique longe.
– Não vou – ela pegou meu rosto com as mãos e levantando me fazendo encara-la – não consigo mais, me perdoa.
Suas palavras eram sinceras, eu podia sentir. Sem mais demora voltei a beija-la desesperadamente.
Saudades. Era isso que eu sentia e pelo visto ela também, porque nos meros roçares dos dedos dela em minha pele me fez tremer. Uma de minhas mãos entrou em seus cabelos agarrando com força, ela gemeu em minha boca com o toque, sorri, a outra desceu para a sua coxa apertando e alisando. Suas pernas me apertaram ainda mais, rebolando em meu membro por cima da calça e suas mãos deslizaram por meu ombro, deixei meus braços soltos, fazendo meu terno cair em um baque surdo.
– Não faz isso – falei com os dentes trincados, segurando sua cintura com força, para que ela parasse os movimentos, ela grunhiu em desaprovação.
– Deixa! – segurou meus pulsos, afastando um pouco seu tronco para que eu a encare-se, colocando uma de minhas mãos mão em seu sexo por cima da calcinha e outra em seu seio, gemi ao sentir, ainda por cima do tecido, seu bico durinho entre meus dedos e seu sexo quente e encharcado.
– Sinta como eu estou fervendo por você – arrebentou o mísero fio que passava por seu pescoço, puxando-o para lados opostos com suas mãos, gesto um tanto delicado. Afastei a mão para que o tecido deslizasse e sua pele alva e quente se revelasse, minha boca entreabriu com a vontade de tomar aqueles biquinhos rosados entre meus dentes, chupando e me deliciando com seu gosto maravilhoso, e foi o que eu fiz tendo como presente o seu gemido delicioso.
Ela segurou meus cabelos e me fez encara-la.
– Veja como meu corpo clama por seu toque Edward – numa puxada rasgava seu vestido e jogava em algum lugar do quarto, deixando agora TODO seu perfeito corpo a mostra, apenas a parte que mais emanava calor, como um vulcão, estava coberta por uma inútil renda preta minúscula. Sem esperar um segundo, arranquei aquela peça inútil, afundando dois dedos em seu calor.
– Oh assim... – gemeu rebolando em minha mão
– Bella... Tão molhada – praticamente rosnei as palavras em deleite. Meu dedão foi para seu músculo durinho, massageando-o.
Quando senti suas paredes morderem meus dedos e seus gemidos virarem quase lamúrias desconexas, tirei meus dedos, com gemidos de desgosto dela, chupando seu gosto maravilhoso. Ela rosnou e grudou seu corpo no meu, soltando suas pernas de minha cintura e ficando de pé.
– Tão vestido – e num puxão abriu minha camisa, arrancando todos os botões.
– Huum, está selvagem hoje bruxinha! – falei melosamente em seu ouvido, ela gemeu e deslizou as mãos de meu peito até meu ombro, agora nu, apertando e puxando seu corpo pra perto do meu. Agarrei sua cintura, arrepiando ao sentir sua pele em contato com a minha.
Suas mãos continuaram deslizando por meus braços, me fazendo contrair os músculo e arrancar um sorrisinho vitorioso dela, até eu ficar livre da camiseta, suas mãos voltaram para meu peito e depositaram um beijo lá, apertei mais meus braços ao seu redor. Seus dedos roçaram de leve, um caminho passando por minha barriga e parando no cós da calça, sua boca seguiu o mesmo caminho, parando frente a frente com meu membro, ainda escondido, e depositando um beijo em cima do tecido, minhas mãos foram pra parede, rachando um pouco pela força.
Antes que eu visse, ela já tinha me tirado o cinto e arrancado a calça fora, grunhi em expectativa e ela soltou um risinho, se abaixando e tirando meu sapatos e meias. Rosnei com a enrolação, ela apenas sorriu maliciosamente, subindo e segurando meu membro com suas mãos pequenas e macias, gemi quando ela passou a língua na pequena fenda que escorria o pré-gozo, arqueei os quadris querendo mais, ela apenas foi com a cabeça pra trás me sorrindo inocentemente, olhei-a em súplica.
– Peça – falou sem som algum, apenas movendo os lábios.
– Por favor Bella!
– O que Edzinho? – bombeou com a mão e eu arqueei os quadris novamente.
– Me chupa porra! – praticamente rosnei.
– Com prazer delícia – falou isso depois de lamber meu membro do começo ao fim, me fazendo arquear os quadris de novo, mas dessa vez ela deixou que me membro deslizasse por sua boquinha deliciosa.
– Ooh boquinha gostosa – falei entre gemidos.
Sua boca sugava meu membro, intercalando com lambidas, sua mão cobria o que não cabia, fazendo o movimento de vai-e-vem sincronizado com sua boca, eu gemia coisas desconexas e quando ela aumentos a força das sugadas e a velocidade do movimento praticamente urrei e senti o pó do concreto entre meus dedos. Merda.
Meu membro pulsava loucamente e senti que estava perto, então segurei seus cabelos e puxei pra cima, mas ela fincou as unhas em minhas coxas.
– Bella, eu vou... – então ela sugou com mais força e voltou o movimento em uma velocidade inumana, em segundos despejava todo meu gozo em sua boca – PORRA Isabella — ela tomou tudo, não deixando nem uma gota.
– Huum, que delícia – se levantou passando a língua nos lábios, enlouqueci.
Abaixei e passei as mãos nos meios de suas pernas, as abrindo e erguendo seu corpo. Suas coxas foram colocadas em cima de meus ombros e Bella estava em transe. Beijei seu centro e ela contorceu gemendo, sorri, ela segurou meus cabelos tentando uma aproximação de meu rosto em sua intimidade, mas apenas afastei, ela rebolou.
– O que você quer Bellinha? Eu não sei – falei inocente lambendo toda a extensão de seu sexo, ela pendeu a cabeça pra trás soltando um gemido languido em deleite.
– Ooooh Edward, mais... – ela veio com as mãos em meu cabelo, me puxando de novo com um pouco mais de força, quase não consegui me segurar, mas com esforço fiz.
– Me diga o que você quer Bella – falei mais grosso olhando em seus olhos, que em um segundo se transformou no olhar de uma caçadora, no anjo demoníaco que tanto me fascina.
– Quero sua língua me fodendo bem aqui – deslizou um dedo em sua entrada rebolando um pouco – lambendo aqui – sua outra mão saiu de meus cabelos e um dedo rodeou seu clitóris – Ah merda, me chupa gostoso – ela gemeu.
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– Ah sua diaba – falei num gemido e cai de boca em seu sexo, lambendo toda sua extensão e depois rodeando seu músculo durinho.
Ela se contorcia, meus dedos substituíram minha língua, enquanto a mesma desceu pra sua entrada, simulando uma penetração.
– Aaah sim, maais Edw..ard – ela gemia desconexa, rebolando em minha boca e puxando meus cabelos com força.
Às vezes alternava, deixando meu dedo a fodendo enquanto chupava e mordia de leve seu botãozinho. Sem muita demora ela explodia seu mel em minha boca.
– AAAAH EDWARD.
Era o sabor mais delicioso que já tinha provado, dava vontade de tomar pela eternidade. Suguei-a inteira, enquanto ela ainda tremia em meus braços.
– Manjar dos Deuses – lambi os lábios, ela sorriu maliciosamente ainda sobre o efeito.
Desci-a de meus ombros, beijando sua boca com avidez.
– Sua língua é uma delícia Edzinho – falou no meu ouvido enquanto descia beijos para o seu pescoço, fiz uma careta com o apelido ridículo – mas eu quero mesmo é sentir seu pau me fodendo – agarrou meus cabelos quando gemi e mordi seu pescoço – quero o sentir batendo no fundo e com força – rosnei e a virei de costas pra mim.
Colei meu corpo no seu e deslizei minhas mãos em seus braços, entrelaçando meus dedos nos seus, erguendo suas mãos a cima de sua cabeça, apoiando-as na parede, deixando apenas uma mão segurando. Passei um braço em sua cintura, puxando seu quadril pra trás, para que ela empinasse a bunda e se inclinasse um pouco.
– Mas você está mexendo com fogo bruxinha – ela gemeu e abriu as pernas, dei um tapa estalado em sua bunda, ela gemeu ainda mais alto jogando a cabeça pra trás – gosta de tapa safada? – perguntei mordendo seus ombros e infiltrando uma perna no meio das suas, esfregando minha coxa na sua intimidade, ela rebolou gemendo, parei ela grunhiu em protesto e tirei a perna. – Responda minha pergunta Isabella – dei outro tapa.
– AAh gosto – empinou ainda mais sua bunda.
– Que garotinha selvagem – desci minha mão que segurava a sua para seu sexo e comecei a estimulá-lo, ela gemia e tentava rebolar em minha ereção mais meu braço ainda rodeava sua cintura, impedindo-a de se mexer.
– Vem Edward – eu queria continuar a tortura-la com a espera, mas meu corpo a queria tanto quanto ela.
Sem aviso prévio, me enfiei dentro dela em uma única estocada, forte e funda, chegando a fazê-la perder as forças dos braços. Se eu não estivesse segurando sua cintura, provavelmente ela teria ido com seu rosto contra a parede.
– AAH CARALHO, Edward! — sai de dentro dela lentamente e voltei forte – Ooh – fiz essa brincadeira algumas vezes e já a sentia tremendo em meus braços.
Sai de dentro dela e deixei só a cabecinha, brincado em seu centro com meus dedos.
– Vem Ed – ela tentou me fazer entrar mais um pouco, mas não permiti.
– Fala quem é seu dono Isabella – estoquei fundo, fazendo-a gritar.
– Oh Deus.
– Com certeza não é ele – sai inteiro dessa vez – fale Isabella, fale quem é seu dono – fui com minha mão para seu seio e belisquei seu biquinho.
– Aaah Edward, é você meu dono, só voc... – mal ela terminou de falar e comecei a me enfiar nela como um louco rosnando de tanto tesão.
Segurava sua cintura com força com as duas mãos, entrando e saindo do seu interior em uma velocidade sobre humana. Bella estava tão entregue e seu corpo convulsionava tanto que se minhas mãos não segurassem sua cintura ela já estaria no chão.
– AAh Bella, diz quem te deixa louca desse jeito – falei deixando minha cabeça cair um pouco pra trás, mas logo colei nossos corpos, dando uma longa e intensa rebolada em seu interior, ela convulsionou intensamente e senti suas paredes me mordendo e seu mel escorrer logo em seguida.
– Vo... cê Edw.. OOOH – voltei a fazer os movimentos rapidamente e em segundos sentia meu pau pulsar incontrolavelmente e se libertar dentro dela, com um gemido alto ela gozou pra mim pela terceira vez naquela noite.
– Só minha, minha... – dizia em meio a gemidos, ainda estocando nela, tentando prolongar a sensação. Meu corpo estava tão colado no dela que praticamente formávamos um só. Estava a abraçando e meu rosto se encontrava no vão de seu pescoço, gemendo baixinho ainda com a sensação avassaladora passando pelo meu corpo.
– Só sua, sou inteiramente sua – ela disse entre arquejos.
E aquilo foi apenas o começo de nossa noite. Não sabia que horas eram apenas percebi que a claridade começava a invadir o quarto.
– Mais Edward... mais... – ela gemeu deitada na cama agarrando a cabeceira, enquanto eu segurava suas coxas, ajoelhado, dentro dela.
Acelerei os movimentos numa velocidade inumana.
– Aaah assim, uhuum...
– Me aperta gostoso.
Passei um braço em suas costas a erguendo e tomando sua boca, a segurando firme aumentando cada vez mais os movimentos, quando a sentindo vibrar em meus braços, percebi que meu corpo estava no mesmo estado. Senti meus olhos ficarem negros e meus caninos crescerem em minha boca. Um rosnado saía de meu peito. Ela estava igual.
Plumb – Cut– http://www.youtube.com/watch?v=diaHnF-zfEg
Olhamo-nos e no mesmo instante nos mordemos, ela meu ombro e eu seu pescoço. Mas algo estava diferente, me fazendo voar para longe colidindo contra a parede, meu rosnado abafava o barulho de coisas caindo no chão e se quebrando.
– O que...? – Bella falou meio atordoada caída na cama, consequência de eu ter me jogado para trás.
Meu rosnado aumentava gradativamente ao sentir o cheiro delicioso do sangue de Bella. O seu gosto e cheiro não estavam mais tolerantes e controláveis por mim, agora estavam quase iguais a de um humano, exceto por alguma coisa que não conseguia decifrar. Sentia o mostro faminto e descontrolado por sangue gargalhar e querer tomar conta de meu corpo. Trinquei os dentes.
– Por favor, estanque o sangue – implorei aflito tampando meu rosto com as mãos e parando de respirar.
– Me-meu sangue? – ela falou um pouco em choque e colocando a mão em cima de sua pele perfurada – O que está acontecendo?
Não falei nada, apenas entrei no banheiro fechando a porta, tentando diminuir o cheiro o que não aconteceu. Rosnei e tampei o ralo da pia, abrindo a torneira no máximo, quando encheu o suficiente afundei meu rosto.
Aos poucos senti o monstro se acalmar, então me ergui e enxuguei-me voltando para o quarto.
Bella chorava baixinho, encolhida abraçando seu próprio corpo, corri até ela aninhando em meus braços, trinquei os dentes com o sangue tão perto, mas consegui manter meu controle dessa vez.
– Não precisa ficar perto, eu sei que dói pra você – ela falou se afastando mais eu a apertei mais contra mim.
– Não! – sussurrei, ela me olhou e abaixou a cabeça chorando ainda mais se aninhando mais ao meu peito.
– Estou com medo Edward, não sei o que está acontecendo comigo – e um pânico entrou no meu ser com as suas palavras.
Algo estava errado com ela e pelo seu estado, não era algo pequeno. Apertei-a inconscientemente mais forte, sentindo aquele pavor subir em minha espinha, eu não queria perder alguém tão... importante pra mim, não novamente.
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