Hunter
11 Capítulo 11 - Paixão Avassaladora
Notas iniciais
Bom é isso, então, boa leitura!
* e os lemons começam ;)
Saosin – Collapse
http://www.youtube.com/watch?v=z9y35d-wPEU
Beijei-o de uma forma violenta, colando nossos corpos chegando a ponto de quase virarmos um só, ele retribuiu o beijo da mesma maneira, voraz, agressivo. Pegou em minha cintura e nos virou, ficando em cima de mim, apertando minhas coxas com força, eu gemi, abraçando sua cintura com elas, o puxando pra mais perto, roçando nossas intimidades, ele rosnou arrancando o vestido de meu corpo, o rasgando.
Eu me sentia queimando, de raiva e prazer, eu queria mata-lo e entregar-me ao mesmo tempo.
Virei-nos de novo, ficando por cima e rasguei sua camisa, arranhando seu peitoral e barriga esculpidos, ele rosnou e voou me imprensando na parede do quarto, que rachou com a força.
- Eu te odeio – disse entre gemidos enquanto ele beijava meu pescoço. Eu sabia que não era essa a verdade, minhas palavras eram mentirosas, mas eu ainda não sabia o que se passava dentro de mim naquele momento, estava em um conflito interno, mas a única coisa que me vinha a mente era ele, e minha vontade louca tê-lo dentro de mim.
Ele lambia cada pedaço de pele que ele passava, arrepios eram enviados por minha espinha, transformados em gemidos roucos de puro desejo, ele voltou o caminho que tinha seguido, até minha boca, tomando-a com violência, agarrando meus cabelos com uma mão, puxando-os pra ele com força. Eu cravei minhas unhas em seus ombros, furando sua pele, deixando um filete de sangue escorrer, ele gemeu de dor, mas parecia mais que estava adorando aquilo.
Separei de sua boca e lambi o sangue que tinha escorrido, dos dois lados de seus ombros, enquanto ele me olhava alucinado, levantei minha cabeça, passando a língua nos lábios, limpando qualquer resquício de sangue que tenha sobrado em minha face, mal terminei de limpar minha boca e ele voltou suas mãos ao meu cabelo, puxando-os para abrir espaço pra sua boca serpentear em meu pescoço, mordendo forte sem perfurar a pele, foi descendo com suas mordidas, ainda segurando meus cabelos com força, provavelmente se eu fosse humana, já os teria arrancado do couro cabeludo a tempos. Ele desceu até meu colo, mordendo meu sutiã, arrancando de meu corpo, jogando-o depois em algum canto do quarto.
- Ooh Edward – gemi mais alto quando ele abocanhou meu seio sem aviso prévio, chupando com voracidade – desgraçado – eu xinguei quando ele parou de suga-los, estava tão bom. Ele foi subindo, lambendo o caminho e fincou seus dentes no meu pescoço, me dando uma mordida prazerosa, sugando meu sangue, me deixando ainda mais molhada.
Desci minhas mãos até o cós de sua calça soltando o botão e abrindo o zíper, a calça caiu deixando-o só de box. Comecei a massagear seu membro por cima do tecido, ele largou meu pescoço e jogou a cabeça pra traz rosnando alto. Não aguentei e o mordi, ele gemeu alto, apertando minha bunda com força, friccionando mais nossas intimidades, gememos.
Larguei de sua garganta, lambendo o corte, que já cicatrizava, ele tremeu. Pegou minhas pernas e cruzou-as em sua cintura, roçando sua excitação na minha, nós gememos alto com a fricção, que lançou uma onda de prazer imenso pra nós dois, ficamos nessa brincadeira enquanto beijávamos o corpo um do outro, lambíamos, chupávamos, nos arranhando por conta da luxuria que estávamos mergulhados.
- Porra Isabella – ele disse rouco de desejo – eu preciso de você agora – sua voz dessa vez saiu grossa, olhei em seus olhos, suas íris estavam negras, mostrando o desejo que estava lhe consumindo.
Nem pensei, rasguei sua boxer, ele minha calcinha e se enterrou em mim com tudo. Eu gemi alto, de dor, mais principalmente de prazer e alivio, e ele urrou.
Ele começou o movimento de vai-e-vem devagar, mas eu percebi que era pra se controlar. Eu não queria devagar, eu precisava de algo mais forte, mais selvagem. Apertei ainda mais minhas pernas, o fazendo meter mais fundo, o que pareceu despertar o animal dentro dele, que começou a estocar com força e fundo, finquei meus dedos na parede, deixando a marca de minhas mãos lá.
- OOOH Edw..ward, ma-mais – eu não conseguia falar direito, não saia nada coerente de mim. Ele rosnava, me apertando cada vez mais pra ele.
Quando estávamos quase atingindo nosso ponto máximo, meus olhos ficaram negros como a noite. Olhei pra ele mostrando meus caninos, ele fez o mesmo e, nos mordemos ao mesmo tempo, gemendo quando o sangue começou a fluir da pele perfurada. Edward metia tão rapidamente, que um humano nunca conseguiria chegar a esse ritmo. Não demorou muito explodimos nos corpo um do outro, foi a melhor sensação de toda minha existência, nem com James tive um prazer tão grande quanto esse que estava tendo.
Beyoncé — Halo
http://www.youtube.com/watch?v=gcMmRL6_r24
Encarávamo-nos, conversando silenciosamente, estávamos cumplices um do outro, toda raiva e luxuria tinha sumido, era apenas carinho, afeição e algo mais puro, o que seria?
Ele me acariciou o rosto, como se fosse algo delicado, quebrável, segurou meu rosto com as duas mãos e se aproximou de mim lentamente, selando nossos lábios suavemente, apenas roçando sua boca na minha, pra depois aprofundar o beijo, mas ainda continuando suave, desceu suas mãos pra abraçar minha cintura enquanto eu mantinha meus braços em volta de seu pescoço e nos levou até a cama, me deitando nela devagar, ficando em cima de mim, sustentando seu peso.
Nossos olhares não se desviavam um segundo, ele ainda estava dentro de mim, e foi nos olhando quando ele voltou a se movimentar lentamente, sem pressa, apenas aproveitando o momento e o outro. Nos beijávamos tranquilamente, apenas sentindo o gosto, a textura de nossas línguas, as sensações. Eu nunca me senti tão amada quanto agora, em seus braços, com seu corpo colado no meu, me tocando com tanto carinho e afeto, me sentia flutuar em um mar calmo de prazer.
Dessa vez nossos olhos não se desgrudavam, apenas quando nos beijávamos e foi assim até atingimos o clímax outra vez na noite.
- Eu acho que estou me apaixonando por você Bella – ele disse me olhando tão intensamente, que parecia ver minha alma. Eu sorri com aquelas palavras.
- Bella? – perguntei curiosa pelo apelido, jogando seu cabelo pra trás. Eu desviei do assunto, se apaixonar era algo que me doía muito ainda e assumir, se é que eu estava, seria muito difícil pra mim.
- Sim – abriu um sorriso indo em direção do meu pescoço – você é linda, bela – disse, falando lentamente bela, enquanto passava o nariz em minha pele, causando-me arrepios – não gostou? – voltou a me olhar.
- Amei – disse acariciando seu rosto – é que nunca me apelidaram antes, nem Zafrina, ela apenas me chamava de filha – por mais que eu estivesse me falando dela, eu não fiquei nem um pouco triste, eu nem conseguiria – eu realmente amei – sorri levantando a cabeça para capturar seus tão deliciosos lábios.
Ficamos conversando amenidades até o anoitecer, foi muito bom, há muito tempo eu não ficava tão a vontade com alguém, muito tempo mesmo.
POV Edward
Eu ainda estava extasiado pelo que tinha acontecido, foi tudo mais intenso do que eu esperava, nunca tinha chegado a um patamar dessa altura, seu gosto delicioso era inebriante, me deixava sem racionalidade.
Quando a penetrei na primeira vez, me culpei imensamente pela brutalidade, não era do meu feitio ser tão bruto daquele jeito, eu nunca tinha sido bruto com nenhuma mulher na cama. Mas ao ouvir seu gemido de dor me controlei e fui mais calmo, mas parecia que ela não queria nada calmo, colando ainda mais em sua intimidade, me fazendo bater no fundo. O animal de dentro de mim, guardado a tanto tempo, despertou, e comecei a meter como um louco. Ela estava gostando e pedindo mais de mim, eu estava sem minha razão, a única coisa que tinha em mente, era o quão gostosa, apertada e deliciosa ela era.
Depois de explodirmos em prazer um no corpo do outro pela primeira vez, o animal se aquietou bem pouco, mas consegui controla-lo, e a possuí novamente como eu deveria ter feito antes, com calma, na cama, aproveitando cada parte de seu corpo, sentindo seu gosto doce e fazendo-a sentir amada. Depois de nos perdermos em nossos prazeres, ficamos nos olhando, mostrando o que cada um sentia, e por conta de seu lindo olhar púrpura, que agora transbordava paixão, não segurei o que disse a seguir.
- Eu acho que estou me apaixonando por você Bella – falei com firmeza, seu sorriso cresceu a deixando radiantemente linda.
Ela desviou do que eu disse, apenas dizendo que gostou do apelido. Consegui disfarçar a decepção que me apossou.
Ficamos conversando até o anoitecer. Era muito bom ficar a vontade com outra pessoa que não fazia parte de minha família, e além de tudo, estava mais do que feliz de Bella ter cedido a mim, mais do que feliz, ela me atraía de uma maneira diferente de todos, era quase como se ela fosse um imã e eu o outro, me puxando a ela, e cada vez que eu chegava perto, mais difícil era de se separar, isso me assustava e me fazia questionar tudo que vivi.
Será que na verdade nunca amei Felícia como sempre pensei? Não, isso era impossível, o que sentia por ela era amor, era algo muito puro e claro, mas o que estava sentindo por Bella era forte de mais, quase tão forte quanto meus sentimentos por Felícia, eu estava em dúvida sobre tudo que eu achava que era.
Enquanto conversávamos, uma coisa me rodeou a cabeça. Bella não era virgem, isso era uma certeza, o que me encheu de dúvidas sobre o seu passado, além de ciúmes, por pensar em outro cara a tocando como eu tinha feito.
- Eu sei que essa é uma pergunta meio íntima — eu já imaginava a resposta, mas eu precisava escutar dela – tiveram muitos antes de mim? – disse meio receoso.
Ela ficou tensa, olhando o vazio, depois quando seu olhar voltou a me encarar, tinha um pouco de mágoa guardada e vergonha, mas aquela mascara de indiferença que eu tanto odiava estava lá.
- Edward – ela disse irônica mexendo em meu cabelo – eu tenho 1.809 anos – riu – não sou nenhuma santa pra ficar me guardando, e eu já tive um parceiro – sua voz saiu ácida – além de eu ser mulher, o que basicamente me faz conseguir uma transa fácil, assim – ela estalou os dedos.
Por mais que ela falasse ácida e com ar de superioridade, a estava mágoa muito presente em seu olhar. Eu sempre soube que sua indiferença era uma máscara, ou, um refúgio talvez, então ignorei seu comentário ridículo.
- O que aconteceu com seu parceiro? – disse a olhando intensamente, eu precisava saber a verdade em seu olhar sobre o que ela iria me dizer.
Seu semblante mudou pra uma raiva magoada, ela soltou um rosnado engasgado, se sentando na cama rapidamente, parou e respirou fundo e se virou pra mim estendendo a mão, com um semblante calmo, mas seus olhos a traiam.
- Vamos tomar um banho? – ela perguntou com um sorriso – não sei você, mas eu quero sair nessa noite linda como uma boa humana faria – disse ainda com a mão estendida, sorri em resposta pegando a sua mão.
Sky Ferreira – Obsession
http://www.youtube.com/watch?v=UZOp8xTKu0A
Bom se ela não queria falar no assunto, eu deixaria pra depois, então pra mudar o clima tenso que ficou instaurado no local, puxei sua mão, fazendo seu corpo nu cair sobre o meu.
- Vamos, depois de eu resolver uns assuntos com a senhora – disse beijando sua boca com avidez.
Ela correspondeu de imediato, mas parou logo em seguida, mas antes que eu pensasse em me mover, ela me paralisou.
- Esses assuntos podem ser resolvidos no banho também – ela disse dando uma piscadinha e se levantou andando sensualmente para o banheiro com o lençol enrolado no corpo, quando chegou à porta, me olhou sobre os ombros, soltando o lençol e me libertou do feitiço.
Antes de ela conseguir entrar no banheiro, meu corpo já estava colado atrás do seu.
Uma de minhas mãos foi para seu seio farto, brincando com seus mamilos intumescidos, enquanto a outra foi pra seu baixo ventre, a puxando contra minha ereção já formada, ela me provocou subindo e descendo sua bunda, massageando meu membro me fazendo soltar um gemido.
Ela se soltou de meus braços rapidamente, correndo pro box ligando a água.
- Você não vem? – disse rouca enquanto passava a mão com água morna no corpo. Ela virou de costas, mexendo no cabelo enquanto ele molhava, fui até ela quase voando, imprensando-a na parede com meu corpo fundido no dela.
Ela empinou a bunda, deixando minha ereção no meio dela de tão colado e duro que eu estava, minha mão se encaminhou até sua intimidade, tocando, sentindo, brincando, ela estava tão molhada que não segurei um urro de satisfação. Enquanto eu brincava com sua intimidade, ela empinava cada vez mais sua bunda pra mim, eu não consegui mais me segurar e a penetrei por trás, levantei uma de suas pernas, segurando o final de sua coxa ao lado de meu corpo, para um melhor acesso, e me deleitei de seu corpo perfeito mais uma vez naquele dia.
Depois de uma hora no chuveiro, conseguimos terminar o banho e nos arrumamos pra sair, mas antes passamos em sua casa para ela trocar de roupa.
Era cedo ainda pra irmos a uma balada, mas ela disse que iriamos em Seattle porque ela precisava caçar, depois disso iriamos a uma balada de uma antiga conhecida vampira.
Ela estava linda, seu vestido era preto tomara-que-caia, todo colado no corpo e muito curto, suas sandálias eram altas e vermelhas, e seu cabelo estava solto, caindo em cascatas selvagens até a cintura, a maquiagem eram marcante, seus olhos bem destacados por conta da sombra preta, e, aliás, seus olhos estavam verdes agora, não lilás.
- Seu olho mudou de cor por quê? – perguntei quando ela terminou de passar seu batom vermelho.
- Eu não posso andar por aí com meus olhos normais, chamaria muita atenção, então eu faço um encantamento, é muito simples – ela me deu uma piscada mudando a cor dos olhos, era fascinante – que cor prefere?
- Os seus são lindos – ela deu uma piscada – mas os verdes ficaram bons – sorri.
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