Humanidade: A Queda

4 Capítulo 4 - Dúvidas


Notas iniciais
Olha quem voltou mais cedo! *-* No dia internacional da mulher quero desejar a todas as mulheres, sejam leitoras, sejam escritoras, um ótimo dia e que cada dia mais vocês consigam conquistar o respeito que tanto merecem nessa nossa sociedade. Feliz dia da mulher e vamos ao texto. Capítulo novo e mais duvidas surgem para complicar ainda mais o mistério. Alguém desconfia de algo? Agradecimento especial a Isabela que está sempre nos comentários. Continue assim haha bjsssss :*

Capítulo 4 — Dúvidas

Me assustei com alguém batendo com força na porta, me levantei do colchonete com muito esforço, meu corpo parecia extremamente pesado, fui em direção a porta e de repente todas as lembranças me atingiram com força, infecção, acidentes, sangue, zumbis, Rebeca, Bob, Ana, Luís e mortes, muitas mortes girando e de repente caí no chão atordoado.

A porta foi arrombada e vi a silhueta de Luís, ele acordou Rebeca e entregou um facão a ela, falaram algo que não entendi e ela pegou as mochilas e correu com o facão em punho. Luís teve que me carregar, meu corpo pesava como se eu tivesse sido dopado e para piorar a casa tinha sido invadida por zumbis. Saímos com muita dificuldade pela porta dos fundos, Luís precisou me encostar na parede do corredor para ajudar Rebeca a liberar a passagem até o carro.

Em questão de poucos minutos estávamos todos dentro, zumbis tinham cercado o carro e Luís estava tendo dificuldades com a ignição, lembrei que faltava alguém e olhei que ali do lado do carro Ana batia na janela tentando entrar, Rebeca gritou e eu não soube se foi pelo fato da Ana estar com o rosto com sangue ou se foi pelo fato dos olhos estarem brancos, mas não tive nem tempo para entender pois Luís acelerou o carro e logo em seguida apaguei. Escuridão, acho que é nisso que todo o mundo está mergulhando.

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Droga, que saco! O Dani ficou doente e o Luís fica o tempo todo de olho em mim, não tenho como alertar do perigo, mas a verdade é que nem sei ainda o que é o perigo. Estou confusa e cheia de perguntas, sempre tive medo desse tal amigo do Dani, sempre muito esquisito, mas não tinha nada nele, exceto o óculos escuro e as mudanças de humor de ontem. Aquela cena de ontem faz meu corpo tremer sempre que lembro e não sei o que significa, o pior é que ele parece realmente preocupado com o Dani e como não posso fugir sozinha e nem com meu novo irmão, tenho que ficar aqui, mesmo que esse cara seja algum louco, pelo menos por perto eu cuido de Dani.

Poxa, o tadinho tá ruim, tá delirando de febre e muito quente, o corpo fraco, acho que teremos que parar em uma farmácia.

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Estava tudo certo, era o que Luís achava, pelo menos até ele descobrir que de alguma forma Daniel tinha sido infectado, ele deveria ser imune, mas também existia a possibilidade dele nunca ter sido infectado e o corpo dele estar enfrentando o vírus, talvez desde o início o corpo estivesse lutando contra o vírus e agora empregava seus últimos esforços para eliminá-lo. Esse momento iria mostrar se ele era mesmo o imune, Luís queria que Daniel se recuperasse, era sua última esperança, se ele apresentasse algum dos sintomas característico do vírus tudo estaria acabado para Luís.

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Já faz 2 dias que estamos viajando, nos abrigamos em uma casa durante uma noite e consegui uns remédios que dei para Daniel, caí no sono, mas em nenhum momento vi o Luís dormir, daria tudo para ver as olheiras profundas que devem estar no rosto dele, mas ele jamais tira aquele óculos, as vezes acho que ele está me vigiando, por trás daqueles óculos ele esconde quem ele é de verdade, talvez ele seja pior que os zumbis. Ou será que ele é realmente nossa única esperança no momento?

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Luís estava cada vez mais irritado com aquela pirralha que vivia segurando aquele ursinho de pelúcia azul. Ele deveria ter se livrado dela enquanto Daniel não recuperava a consciência, mas agora a todo momento o jovem recobrava a consciência e perguntava sobre ela, quase como se pudesse adivinhar os planos sombrios de seu amigo.

Para sua sorte Daniel estava melhorando, apesar de estar mais magro e com uma expressão abatida, ele finalmente estava se recuperando e isso devia ser um bom sinal, talvez ele fosse mesmo o imune que Luís tanto procurou, mas agora um pequeno resquício de memória tinha voltado e estava causando uma grande confusão, de alguma forma ele tinha resgatado uma lembrança da pirralha intrometida e de alguma forma a imagem dela estava ligada ao treinamento e ele não sabia como interpretar aquilo.

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Eu ainda estava preocupada, Dani estava melhorando, mas seu corpo ainda dava sinais de que estava lutando contra algo terrível, meu pai tinha me ensinado a notar sinais de doença, existiam sintomas e cada sintoma apresentava um sinal no corpo, a febre, as dores, o problema com sono, até mesmo problemas psicológicos se apresentavam de forma física e meu pai tinha me ensinado a ler a maior parte deles.

"O corpo é uma máquina incrível" ele me dizia, "Mas esta sujeito a falhas e problemas. O mundo está morrendo filha, as doenças estão se espalhando muito rápido, espero que você use suas habilidades e algum dia me substitua na empresa e faça algo bom para o mundo." e eu pegava uma xícara de chá e fingia que tinha algo, oferecia ao urso e sorria para meu pai concordando com tudo que ele dizia.

Por falar em meu pai, até agora ele não apareceu e ele disse que iria voltar, mas até agora nada e eu já estou com medo, ele pode estar por aí sozinho, ou pior, ele pode ter virado uma dessas coisas e a promessa que ele fez de voltar me assusta pela primeira.

Dani finalmente está melhorando, eu quero conversar com ele, mas o cara fica falando besteira quando acorda e o Luís está o tempo todo perto, quando a gente dorme ele nos tranca no quarto e aparentemente dorme, estou ficando com vontade de pular e gritar nesse quarto, a gente parece prisioneiro e prisioneiros sempre fogem.

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Eu não sei, mas tem algo muito errado acontecendo aqui, minha consciência parece que está voltando e cenas confusas surgem na minha mente e uma cena em especial me assusta demais: a Ana zumbi. Quando se está numa realidade onde a maioria das pessoas morreram e viraram monstros canibais é normal que esse tipo de coisa aconteça, você não pode se apegar a ninguém pois a qualquer momento essa pessoa pode morrer e virar um zumbi, mas ainda somos humanos e isso é algo que não dá pra evitar.

O grito de Rebeca e o meu choque ao lembrar da Ana são aceitáveis, mas duas coisas não se encaixaram naquele momento. A primeira delas e talvez não muito significativa foi o fato de Luís não ter esboçado nenhuma reação em relação a Ana zumbi, é claro que devido a minha situação eu não posso ter certeza se ele a viu ali, mas poxa, ele deveria saber o que tinha acontecido e mesmo assim continuava impassível e decidido a me tirar dali. Mas a segunda coisa que constatei foi a pior (já que a primeira não era uma certeza), até agora fico repassando mentalmente a cena e tentando me convencer de que aquilo não foi real e que eu já estava começando a delirar, mas cada vez que eu repasso a cena em minha mente, ela fica mais clara, tudo fica mais nítido e é com um terror genuíno que lembro da causa da morte de Ana, pois sempre que puxo a última lembrança dela eu posso ver os olhos brancos, os dentes famintos, o rosto contorcido de uma fome animal e um buraco logo abaixo da garganta, um buraco de bala e eu quase sou capaz de ver alguém atirando nela por trás, ela não morreu nas mãos de um zumbi, alguém a matou.

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Hoje pela manhã o Luís me chamou, ele sabe que eu vi ele matando a Ana e ameaçou matar o Dani e depois a mim caso eu contasse algo, sabe, ele nem tentou mentir ou sei lá, suavizar a história tipo nos filmes que eu assistia, eu preferia que ele tivesse mentido do que ter uma arma encostada na minha cabeça e ser obrigada a prometer pela minha mãe que eu não iria contar nada do que tinha ocorrido. O maldito não viu porém que meus dedos estavam cruzados e não sabia que a minha mãe, por quem eu tinha jurado, já estava morta. Luís 0, Rebeca 2, esse cara nem sabe jogar.

Passei o dia observando ele, tentando notar algo que pudesse me indicar uma doença, quem sabe uma psicopatia, mas fora a insônia e o sono leve que notei durante a noite, ele não demonstrava muita coisa, as mudanças de humor eu poderia associar aos acontecimentos que tínhamos passado, se eu pudesse examinar ele de perto eu poderia procurar por indícios físicos, mas eu estava morrendo de medo e não iria me aproximar, a não ser que fosse pra ver os olhos dele. Estou muito curiosa para ver o que ele esconde por baixo daqueles óculos. Pode ser só olhos vermelhos de um viciado, ou pode ser algo incrível.

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Luís tinha saído e trancado seus dois amigos em casa, passou por uma rua tranquila, matou 3 zumbis no caminho sem nenhum esforço e foi em direção à um pequeno mercado ali no bairro do Turu, se aproximou cuidadosamente e não percebeu nada de estranho, conseguiu arrombar a porta e entrou, pegou umas comidas, produtos de higiene e umas ferramentas, foi jogando tudo em uma pequena cestinha.

Pensava que não podia ficar mais ali, Daniel estava bem melhor e poderiam seguir viagem, ele estava com muita pressa e por isso não verificou o local que tinha entrado e se arrependeu ao escutar um clique "Não são zumbis" pensou antes de perceber que tinha sido cercado, "É apenas a pior parte do ser humano" encarou as quatro armas que eram apontadas para ele "Essa deveria ser a última esperança da humanidade. Sobreviventes. Mas parece que o vírus não fez uma boa seleção do que levar e acabou deixando esse lixo humano para trás" Luís observou com raiva os três homens e uma mulher que exibiam um sorriso cruel.

— Vamos pegar tudo que eles tiverem. Aí matamos esse e levamos a garotinha e o outro cara com a gente, eles vão nos satisfazer. — todos concordaram com risadas histéricas.

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Olhei bem para Daniel que dormia, estava descansando pois tinha passado a madrugada vomitando, por incrível que pareça ele já estava melhor pela manhã, mas vencido pelo cansaço acabou dormindo. Eu não consegui associar de forma alguma os sintomas e a duração deles com alguma doença, talvez eu tenha me distraído demais durante as aulas do papai, ou talvez...na verdade acho que lembro desses sintomas, a mamãe exibiu alguns desses de forma muito mais grave um pouco antes de virar zumbi, lembro que ela vomitou muito sangue pela sala antes de desmaiar e em seguida levantar já transformada.

Dani gemeu um pouco e começou a mexer as pálpebras, me afastei um pouco e peguei o facão embaixo da minha cama, foi quando ele abriu os olhos e bocejou.

— O que você está fazendo? — ele me olhou curioso.

— Nada. — abaixei o facão. — Só estava treinando.

Não havia nenhum sinal nele, os sintomas tinham ido embora de forma completamente misteriosa. Sorri, eu precisava planejar com ele nossa fuga urgente, foi quando de repente o olhar dele mudou, parecia que estava com medo de algo, mas não tinha nada de assustador aqui, o Luís nem estava no quarto. Ele fez sinal pra eu me aproximar e eu cheguei mais perto.

— Fuja. — ele sussurrou. — Fuja e não deixe ele te encontrar.

Dani estava delirando de novo, aff. Coloquei a mão na testa dele, mas nada de febre, ele revirou os olhos e dessa vez apontou para a janela.

— Nem pensar. — falei zangada. — Não vou te deixar aqui com aquele cara.

— Você precisa ir. É perigoso ficar aqui, eu vou te encontrar, mas você precisa fugir primeiro para eu poder despistar ele. — Daniel falou sério.

— Mas Dani. Eu sou uma criança, que merda, como vou enfrentar os zumbis lá fora? — comecei a chorar.

— Não tem muitos zumbis nessa área. Deve ter algum carro nas casas próximas, pegue um carro e vá o mais longe possível. — ele segurou meu rosto e olhou em meus olhos. — Eu sou seu irmão agora, vou te proteger, mas primeiro preciso que vá. Agora! Isso é uma ordem.

Olhei bem para a janela, estava com muito medo, não sabia se estava pronta para isso, mas eu precisava ter coragem. Suspirei fundo, peguei o facão em silêncio, peguei minha bolsa e fui em direção a janela, peguei uma cadeira e abri o ferrolho. Olhei bem para Dani.

— Te encontro no shopping São Luís. — pulei da janela e fugi.

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Eu ainda não tinha um plano certo, precisava segurar o Luís por tempo suficiente para que ela fugisse, talvez ele nem se importasse com ela, mas de qualquer forma eu ainda precisava descobrir o que ele queria comigo e como eu poderia impedir os planos dele. Estava cansado de tantas dúvidas e estava cansado de ser fraco. O mundo estava ruindo e eu não podia sobreviver com tantas dúvidas e medo me rondando, o mundo mudou e todas as pessoas que sobraram mudarão também.

Respirei fundo e levantei da cama, fechei os olhos e de repente algo me assustou. Um barulho de tiro.

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— Vocês jamais me venceriam em uma luta de mão limpa. — Luís presunçoso apontou para um deles. — E essa arma nem deve estar carregada.

O cara furioso apontou a arma para o alto e atirou. Ao mesmo tempo Luís girou acertando um chute na arma do que estava a sua direita, com um golpe preciso tirou a arma do que estava na esquerda e disparou na testa dele. Virou a tempo de chutar a arma do que estava na sua frente, enquanto o mesmo atirou acertando a mulher que estava por trás, um chute bem forte deslocou a mandíbula do cara a direita e com outro chute ele ouviu a costela do homem à sua frente se quebrar, se aproximou e antes que o cara caísse, Luís segurou a cabeça dele e girou quebrando o pescoço no processo.

Juntou suas coisas e o que tinha ido buscar e saiu calmamente do mercado, enquanto passava a mão em sua orelha e sentia um pouco de sangue escorrer, ele não tinha sido rápido o suficiente e isso quase levou sua vida, não cometeria esse mesmo erro novamente.

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Droga, caraca, isso foi um tiro. Tenho certeza e o Luís ainda não passou por aqui. Será que ele morreu? Se ele morreu eu vou voltar para onde Dani está. Droga, outro tiro, acho melhor eu esperar um pouco. Aquele cara correndo, aff, é o Luís, esse cara não morre, caramba. Vou esperar ele passar e aí eu entro nessa belezinha e vejo se ainda lembro como dirigir.

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Eu estava com muito medo, mas não deixaria nada me abater. Escutei um barulho vindo do lado da casa e quase que ao mesmo tempo a porta da sala foi aberta com violência, ele correu para o quarto e abriu a porta, se assustou quando não viu ninguém e eu saí de trás da porta a fechando e apontando uma faca para ele tentando me manter firme.

— Quem é você? — perguntei com a voz trêmula.

Ele se virou lentamente e não pude decifrar a expressão dele por trás dos óculos. Sangue escorria por seu rosto, parecia vir da lateral do rosto.

— Daniel, vamos...

— CALA A BOCA MERDA! RESPONDE, QUEM É VOCÊ?

— Você está fora de si cara, solta isso alguém pode se machucar.

— Eu nunca estive tão certo das coisas quanto hoje. — respondi furioso. — QUEM É VOCÊ?

— Sou Luís Arthur, teu brother cara.

— Você não terá outra chance. — falei deixando as lágrimas jorrar.

Ele se aproximou lentamente com as mãos para o alto até que a faca encostasse no peito dele.

— Vá em frente! Faça o que achar certo! — ele tirou o óculos e estava com os olhos fechados.

Minha mão vacilou por um momento e sua expressão parecia a de alguém que lembrava de algo.

— A garota. — ele sussurrou.

Com um golpe rápido ele tirou a faca da minha mão e deu um golpe com o cabo, na lateral da minha cabeça que me desnorteou. Saiu correndo da casa enquanto ouvíamos um barulho de carro sendo ligado.

Percebi que eu sangrava, andei cambaleando para fora de casa, Luís corria muito rápido, já eu olhei para baixo e vi o urso de pelúcia no chão. Segurei de costa para a casa e de repente algo me ocorreu, senti um estranho cheiro de podridão no ar e lembrei do barulho no lado da casa no mesmo momento que Luís entrou pela frente.

Me virei e me vi de frente para a morte, dessa vez não existia mais Ana, Rebeca e nem Luís para me salvar, eu estava fraco, sem força, tonto e sozinho com o inimigo.

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Luís corria atrás do carro, a garota dirigia incrivelmente devagar, ele já tinha corrido 4 quarteirões e virado para a direita percorrendo mais um quando algo o fez parar, um grito de puro horror e de dor, era um grito que ele tinha sido treinado para reconhecer, um grito de alguém sendo atacado.

— Daniel! — Luís parou pela primeira vez sem saber o que fazer enquanto o carro se afastava.

Notas finais
Notas finais da Rebeca: Gente! O que foi isso? Dani tadinho vive sofrendo e eu tenho que me virar pra sobreviver. Mas é como dizem, mulheres são mais espertas que os homens, ainda bem pois se não fosse por isso eu provavelmente já teria morrido e o Dani também. É isso gente, beijinhos e torçam por mim, não tô afim de virar zumbi não, eles são nojentos demais. Não que eu saiba, não é como se eu tivesse assistido filmes de zumbis escondida quando meu pai trabalhou. Será que ele vai ver isso? Aaaah, tchau e até a próxima. ♥♥♥♥