How to be a heartbreaker
11 Capítulo 11: How To Be A Heartbreaker
"Rule number one is that you gotta have fun
But baby when you're done
You gotta be the first to run
Rule number two: Just don't get attached to
Somebody you could lose
So le-let me tell you
This is how to be a heartbreaker"
Pov. Percy
Nessas últimas semanas, eu e Annabeth nos aproximamos bastante, parece que... Que nunca ouve esse dois anos de distância. É uma amizade natural e não consigo me manter muito afastado, ficar longe dela me deixa louco, e o pior é que sei que ela não desistiu e eu estou com medo, medo de não resistir à ela.
Nós andamos almoçando juntos, caminhando a tarde também- bem, as vezes-, andamos saindo juntos, o que é definitivamente engraçado. Como nesse exato momento, estou em frente a loira, esperando que o pedido chegasse para almoçarmos e voltarmos para faculdade.
– Por que está me olhando assim?
– Apenas pensando, loira. — Ela me olhou como se eu tivesse algum problema.
– É estranho pensar que você faz Faculdade de Direito e não Biologia Marinha. — Eu soltei um risada fraca com isso.
– Eu não queria trapacear, você sabe, ser um bom profissional devido as vantagens de ser um filho do Deus dos Mares. E além do mais, é de família. Avô advogado, tio e tia, tudo nesse ramo e se não é esse é Arquitetura ou Engenharia, e olha, não queria nenhum dos dois. — Disse com um sorriso.
– Está fazendo Direito por estar sobre pressão? O Jake estava... — Ela começo, mas a cortei.
– Olha, o Jake é um babaca e eu sei que está curiosa sobre essa rixa, mas vai ter que esperar até eu querer falar sobre isso e não, não é sobre pressão, é mais sobre... seguir passos de alguém que eu tenho como meu espelho. — Eu disse sério.
– Okay, desculpe, não queria te deixar bravo.
– Não deixou, loirinha. — Disse dando um sorriso de lado, o sorriso que as mulheres que caem no meu papo costumam chamar de "sorriso cafajeste".
– Não faça isso. — Ela disse séria.
– Isso o que? — Continuei com o sorriso.
– Não entre nesse jogo de sedução comigo, já que você não levará adiante. — Ela deu um sorriso rápido, porém sexy. Extremamente sexy. Vadia. Por que tão tentadora? — Não me lance esse sorriso.
– Que sorriso? — Mantia o mesmo em meu rosto.
– Esse sorriso "molha calcinhas".
– Sorriso "molha calcinhas"... — Eu me inclinei sobre a mesa, indo em sua direção, notei ela ficar um tanto quanto nervosa. Ainda com o sorriso cafajeste de lado — A sua está molhada? Caso esteja, posso seca-lá.
– Sem duvida nenhuma... Não. Não sou as garotinhas iludidas e fáceis que você pega, o jogo que você joga, é jogado a dois. — Ela disse com um sorriso sedutor.
– Isso foi um desafio?
– Não, desafio é quando duas pessoas querem o mesmo. E mesmo que fosse, você não teria chance contra mim.
– Abaixa a bola loirinha. Você irá perder feio. — Ela sorriu como se realmente me desafiasse. — Que vença o melhor jogador.
– Cuidado, tenho fama de conseguir tudo que quero.
– Cuidado, tenho fama de partir corações.
– Você não resisti a mim.
– Você irá penar se me quiser de volta.
– Adoro um desafio. — Ela disse, sorrindo.
Estou fodido.
***
Era uma manhã fria em Londres e não havia aula na faculdade, porém eu estava animado, então resolvi sair para correr.
Durante o caminho, parei em um Starbucks, eu estava abrindo a porta quando dou de cara com uma garota — bem gostosa, ainda mais com aquela calça de correr apertada, um blusa de moletom fina de frio , com uma camiseta de ginastica decotada, deixando um pouco de seu peitos a mostra- , quando olho para seu rosto vejo que é Annabeth.
– Está me seguindo, Chase?
– O perseguidor aqui é somente você.
– Ah, você sabe, sou seu fã número um.
– Mais tarde te dou um autografo.
– E se eu quiser mais, além de um simples nome em um papel?
– Depende do que você deseja, moreno.
– Você na minha cama. — Quando disse isso vi esperança, desejo, saudade e luxúria passar por seus olhos, mas bem, ela levou como se fosse uma brincadeira. Eu diria para ela que é uma, mas na verdade, realmente quero ela na minha cama.
– Não sonhe tão alto, manter os pés no chão é sempre o mais aconselhável. — Eu me aproximei de seu rosto. Ficando a uns 5 centímetros do seus lábios. Senti-a ficar nervosa.
– Eu sei que você adoraria estar na minha cama. — Ela virou o rosto, deixando-o próximo a minha orelha. Me arrepiei ao sentir sua respiração no meu pescoço passar para minha orelha, causando um formigamento, então ela sussurrou de forma louca e provocativa.
– E eu sei que você adoraria que eu nunca saísse dela. — Então ela se afastou e me lançou um piscadela, eu apenas sorri brincalhão enquanto ela saia do local.
Ela ainda irá me deixar louco.
Pov. Annabeth
Bem, eu e Percy nos aproximamos bastante, estamos realmente amigos agora. Porém, tem certos momentos em que ele fala algo ou agi de certo modo que faz parecer que ele quer algo mais, mas ele deixou claro no início que não queria, mas não consigo controlar a parte de mim que diz que ele pode ter mudado de ideia, mas minha razão fala pra levar tudo na brincadeira e é isso que eu faço.
Mas nesse exato momento, estou pensando no episodio da cafeteria. Ele me disse que queria na cama dele e ele disse de uma forma tão sexy e tentadora. Meus deuses, ele ainda me mata.
Chega de pensar nisso, Annabeth.
Bem, eu e ele iremos na inauguração de uma nova boate, aproveitar que é sexta e amanhã não tem aulas na Universidade. Eu estava terminando a maquiagem, uma maquiagem preta e chamativa, destacando meus olhos e um batom vermelho sangue, me deixando com uma expressão sexy. Só faltava colocar o vestido. O vestido era azul escuro, completamente garrado no corpo, fechado nas costas com um decote V na frente, deixando meus seis um tanto quanto expostos. Um scarpan preto, e fim, estava pronta. Não, não ainda, joguei perfume em certas partes do meu corpo. Agora sim, pronta. No momento que coloquei o vidro na mesinha, meu celular vibrou.
"Você tem 5 minutos pra descer. Contados no relógio.
Senão, fica para trás.
– Percy."
Eu sorri com a mensagem do moreno.
"Você não seria capaz disso.
Estou descendo."
Então peguei o celular, coloquei na bolsa com documentos e meu batom e desci. Quando cheguei lá fora, ele estava encostado no carro. Uma calça preta, uma blusa de algodão verde mais apertada, deixando seus músculos notáveis, e uma jaqueta de couro preto por cima. Ele me lançou um sorriso de lado, o sorriso que era meu, que ele sempre lançava apenas pra mim, o que, na minha opinião era o sorriso mais bonito. Sexy e cavalheiro ao mesmo tempo, um sorriso doce misturado com a tentação. Lindo.
– Uau, você está realmente gostosa, loira. Ops! Linda, me desculpe. — Eu gargalhei.
– Você também não está de se jogar fora, moreno. — Cheguei até ele, lhe dando um abraço e inalando seu cheiro de maresia misturado com seu perfume amadeirado, o cheiro que me enlouquecia e me deixava tão calma, ao mesmo tempo. Dei um beijo em seu pescoço, ele retribuiu o gesto, soltando uma gargalhada fraca. Então abriu a porta do carro pra mim.
– Vejo que o cavalheirismo ainda não morreu.
– Natureza dos ingleses.
– Depois você vai me explicar isso de ser inglês. — Ele apenas assentiu, dando a volta no carro e dando partida.
***
A balada estava realmente animada. Percy e eu dançamos algumas vezes e conversamos sobre coisas sem sentido ou banais.
– Vem, loira. Vamos pegar umas bebidas. — Eu apenas o segui.
As garotas no local faltavam comer Percy com os olhos, e me fuzilavam com os mesmo. Não as julgo, impossível não querer o moreno. Uma morena o olhava fixamente.
– Morena à esquerda. — Ele se virou na direção e mandou a garota um de seus sorrisos cafajestes, se virou para mim com o mesmo sorriso e disse.
– Ah, eu prefiro as loiras. — Então eu gargalhei e tomei um gole da cerveja que ele havia pegado. Ele sorriu de volta.
– Moreno à direita. — Ele disse apontando com a garrafa.
– Estou satisfeita com o que está na minha frente. — Sorri sedutora, ele jogou a cabeça para tás dando uma risada gostosa de se ouvir.
– Sorri para foto. — Ele disse e eu o olhei sem enter, então ele apontou para um fotografo que cobria o lugar. Ele passou o braço direito para minha cintura, com um aperto forte, coloquei minha mão direita em seu peito e sorri, enquanto ele fazia o mesmo. O cara disse obrigado e saiu.
– Ele irá demorar a postar no site dele a foto?
– Talvez. Venha aqui, vamos tirar uma e eu posto, melhor que esperar por essa ai. — Ele me puxou, mas eu o parei, encarei-o e disse.
– Você me tem em algum rede social pra me marcar por acaso?
– Oh! Verdade, havia esquecido isso. — Então ele começou a me seguir no instagram, me adicionou no Snap e no facebook. Peguei meu celular e fiz o mesmo.
– Tente ficar bonita para foto.
– Ficou bonita em qualquer momento.
Então ele tirou a foto, eu com as mãos em seu peito e um de seus braços em minha cintura.
– Quer que eu poste onde?
– Eu posto, só vamos tirar outra. — Então tiramos.
– Hey, eu disse que ia postar! — Reclamei enquanto via ele se preparando para colocar uma legenda no instagram.
– Posta essa ai, uai.
Então ele postou. Com a seguinte legenda "Tão gata, mas ao mesmo tempo tão louca, o cara que já teve a sua companhia jamais se satisfaz com outra." Ele provavelmente pensa que eu não me lembro, mas eu lembro, ele usou essa legenda em uma foto nossa, quando namorávamos. Eu sorri, eu conseguia me apaixonar mais por ele a cada instante e isso será minha ruína.
– Então minha companhia é boa? — Perguntei com um sorriso de lado.
– Cala a boca. — Ele disse virando o rosto, tentando esconder um mini sorriso.
Então pensei em que legenda colocar na nossa foto e fiz o mesmo que ele, coloquei uma legenda que já havia usado: "Eu sabia que você era problema quando você apareceu, o jeito como ele se move é uma completa tempestade." E pelo seu olhar, eu vi, ele se lembrava.
A morena continuava a olhar.
– Acho que ela não irá desistir tão fácil, ainda mais com você lançando sorrisos. Você dá esperanças e as tira, você é um ótimo destruidor de corações, mas eu sou melhor. — Ele gargalhou.
– Vamos fazer assim. Uma aposta. Quem tiver o melhor jogo de sedução vence.
– Não vou pegar todos os caras dessa boate.
– Não pegue, apenas seduza.
– Você não presta.
– Oi, gato. — A morena se aproximou, ele virou para ela e deu o sorriso molha calcinhas. Ela passou a mão pelo seu peito e não parecia me notar, começou a se aproximar e beija- lo nos pescoço, se esfregando nele. — O que você acha de nos divertimos um pouco? — Ele apenas a sentiu e antes de segui-la, me lançou um olhar do gênero "já volto". Meia hora depois ele estava de volta.
– Foi rápido.
– Ela não era tudo isso. — Eu sorri pra ele, não acreditando que ele realmente havia se tornado isso. Eu apontei pra cabeça na direção da morena que vinha ao encontro dele. Ele sorriu e disse — Agora o gran finaly.
– Oi moreno, vim te dar meu número.
– Acho que essa noite não vai rolar. — Ele respondeu.
– Por que não? Eu sei que você quer mais.
– Você é bonita, mas não o suficiente pra uma segunda vez. — E sorriu. Ela saiu bufando e ele se virou pra mim. — Para destruir corações. Regra número um: Você tem que se divertir, mas, baby, quando terminar, tem que ser a primeira a fugir. — Eu sorri sedutora para ele. Eu sabia essas regras.
– Eu sei as regras, vou te ensinar uma. — Tinha um cara que sempre gostou de mim no local, Joseph, Percy nunca gostou dele, porém o ruivo me viu e veio em minha direção.
– Annabeth, quanto tempo! Você sumiu desde quando ficamos. — Eu sorri de forma sexy.
– Como vai? — Ele sorriu, já caindo no truque.
– Melhor agora. O que acha de uma dança?
– Claro. — Então enquanto ele me puxava para pista, disse para que Percy esperasse. Nós dançamos e ele me beijou, eu retribui ele disse que estava com saudades, eu sorri e me desvencilhei de seus braços, indo de encontro ao Percy. Sentindo o ruivo me seguir.
– Qual é, Annabeth? Eu te beijo, digo que estou com saudades e você simplesmente virá as costas e vai embora?
– Não porque você sente saudades, Joseph, que também tenha que sentir. Foi bom, mas não vai passar daqui.
– E o que eu sinto por você? Como fica?
– Ai já não é mais problema meu. Você se apaixonou porque quis. — Ele me olhou incrédulo, balançou a cabeça negativamente e saiu. Me virei para Percy.
– Regra número 2: Só não se apegue a alguém que você pode perder. Então deixe eu te contar: isto é como ser uma destruidora de corações. Vocês garotos gostam de um pouco de perigo. Então nós levamos vocês a se apaixonarem por uma estranha, uma atriz dizendo "eu amo você". — Eu pisquei um olho pra ele. E ele sorriu, encantado e surpreso, ele também não acreitava no que eu havia me tornado, dava para ver.
– Você não presta.
– Você não presta. — Retruquei.
– Não lembro de dizer que prestava. — Ele sorriu de lado.
– Muito menos eu.
– Até o final da noite, eu te ensino a última regra, Chase.
– Estarei esperando, Jackson.
De repente, Percy já não me olhava mais, ele olhava para frente fixamente, com certa raiva, eu me virei na direção e eu entendi porque. Peter havia realmente vindo passar as férias em Londres. Peter terminou meu namoro. Percy irá mata- lo se ele vir até aqui. Eu rezava para que não viesse. Mas ele veio.
– Percy, Annabeth. — Ele disse formal, vindo me dar um beijo na bochecha, eu desviei e me afastei.
– Peter. — Foi a única coisa que respondi, com nojo na voz. Então ele olhou para o Percy e sorriu, erguendo a mão. Percy olhou pra sua mão, depois subiu o olhar para altura dos olhos de Peter, sorriu e irônico e disse.
– Babaca.
– Vejo que ainda guardar rancor. Um chifre não deve ser fácil de esquecer, incrível como ela escolheu a mim, não é mesmo? — Percy se aproximou dele e naquele momento eu jurei que ele iria bater em Peter, mas não, seus lábios começaram a tremer e ele jogou a cabeça um pouco pra frente rindo, rindo não, gargalhando. Então ele colocou a não direita no pescoço de Peter e o encarou.
– Quando você vai ser homem suficiente para admitir que não conseguiu a garota? Depois que eu fui embora talvez, mas cara, você não ganhou nada de mim e nunca vai ganhar, não quando for relacionado a ela. Um beijo forçado... Você é patético. Você me dá nojo. Mas darei um tempo a vocês. Até um dia, parceiro.
– Não precisa sair. — Disse segurando seu braço. — O que eu tenho a dizer a ele não é nada que você não possa ouvir.
– Vai querer conversar sobre nossa noite na frente dele, loirinha? — Perguntou Peter, provocando.
– Sobre a nossa noite? Aquela noite. — Eu me aproximei, ele assentiu. — Aquela noite na festa, em que você implorou por um beijo e eu dei? Naquela noite que você pediu uma chance após irmos pra cama? Naquela noite em que eu te dei um fora histórico? — Ele engoliu em seco.
– Naquela noite em que eu disse que você precisava ser o Percy para me ter, para me conquistar? — continuei. — Naquela noite em que eu disse que você não foi, não era e nunca será nada pra mim? Naquela noite em que você disse "eu te amo" e tudo que eu respondi foi "sinto muito"? Eu me lembro dela muito bem. — Ele tinha uma expressão devastada. Eu estava acabando com ele, de novo.
– Escuta bem, eu nunca vou sentir nada por você e mesmo que eu sinta, nunca será nada comparado ao que eu sinto por ele, porque você não é nada comparado a ele. Você é bonito, mas definitivamente, não é meu tipo, agora por favor, vá embora e esquece que eu existo. — Eu não lhe dei chance de resposta, apenas me virei de costas e fui até Percy.
– Regra número 3: Deixe o coração na sua bochecha, mas nunca em sua "manga". A menos que você queira provar da derrota. — Ele sorriu, e ia dizer algo. — Eu sei o que vai dizer e sobre o que quer falar. Mas falamos dele outra noite.
– Como quiser. — Ele me puxou pela mão em direção a pista. Nós dançávamos uma música agitada, nos corpos grudados, fazendo uma dança sensual e coques elétricos percorrerem meu corpo. A sensação de estar tão perto dele era incrível, era como estar prestes a dar o primeiro beijo, um confusão, mas uma confusão que você não quer abrir mão. A música acabou, nos fomos até o bar beber alguma coisa para irmos embora.
O caminho foi confortável, as vezes falávamos algo e as vezes não, até que chegamos a meu prédio. Porém, me surpreendi quando Percy saiu do carro, deu a volta no mesmo e abriu a porta do passageiro para mim. O olhei confusa e ele respondeu com um sorriso gentil:
– Faço questão de levar a senhorita até a porta de seu apartamento. — Eu lhe lancei um sorriso doce.
– Será uma honra.
– Então entramos na portaria, e cumprimentamos o Felix, que era o porteiro do segundo turno, afinal já eram 5 da manhã. Ele me levou até a porta do meu apartamento no último andar.
– Chegamos. — Eu disse. Ele apenas sorriu e se aproximou. Colocou uma das mãos em meu rosto e acariciou minha bochecha, o olhei sem entender, mas como resposta ele chegou seu rosto mais próximo ao meu, deixando 3 centímetros de distância, olhou em meus olhos e me beijou.
E então aquela explosão de sentimentos veio. O amor, o desejo, a saudade que eu estava dos seus lábios no meu, do seu toque na minha pele. Era maravilhoso, eu não me enjoaria disso nunca. Não me enjoaria dele nunca. Correntes elétricas corriam por meu corpo, passei um braço por seu pescoço, enquanto meus dedos bagunçavam mais ainda seus cabelos e a outra mão se encontrava em seu peitoral. A batalha de nossas línguas por espaço era incrível, deliciosa, minha lua favorita, sem duvidas.
Então ele se afastou e eu o olhei. Ele olhava dentro dos meus olhos quando disse:
– Regra número 4: Têm que parecer puro. Beijo de despedida na porta e deixe ela querendo mais. Isto é como ser um destruidor de corações.- Eu dei um sorriso, não acreditando no que ele havia feito.
– Boa, herói. Mas nós garotas fazemos o que quer que precise, porque não queremos nossos corações quebrados em dois. Então é melhor ser falsa, não posso arriscar me perder no amor de novo. Mas com você é impossível, porque não tenho meu próprio controle quando se trata de você, mas te garanto, você pode ser um destruidor de corações de primeira, mas não irá conseguir partir meu coração mais do que ele já esta partido. Ele está completamente quebrado.
Ele me olhava, sem dizer uma palavra. Então, ele me beijou de novo. E disse:
– Nós, garotos, também não queremos nossos corações partidos. E não importa o que eu sinta ou venha a sentir por você novamente, eu vou lutar contra tudo para impedir. Você me destruiu, não quero sentir isso nunca mais. — Eu o olhava, a dor no meu olhar devia ser nítida. — Boa noite, loira. — Ele me deu um beijo na testa e se virou, indo embora. Então eu disse:
– Boa noite, cabeça de alga. — Ele parou ao ouvir seu antigo apelido e olhou pra mim, eu sustentei seu olhar e então, ele sorriu e se foi.
Eu vou te ter de volta, pode apostar.
Fale com o autor