How to Train your Brave Dragon

1 Prólogo - I Will Be Here


Notas iniciais
Procure no youtube: I Will Be Here - Phill Collins

Capitulo 1

O áspero som das lâminas de aço e ferro chocando-se em meio a tempestade a qual caia naquela primeira madrugada de verão misturava-se com os gritos de batalha, vickigs erguiam seus machados e espadas, vestindo com orgulho seus helmos, do outro lado,os três lordes lutávamos bravura ao lado de seu rei.

O grito de um relâmpago abafou o do rei que investia com agilidade e bravura sua espada contra o machado do líder Vicking, os dois líderes , mesmo completamente sujos pela lama e com graves ferimentos em toda a extensão corporal desprovida de vestimentas ou armaduras não se davam por vencidos, até que um som alto e agudo vindo do Porto fizera com que as tropas de bárbaros finalmente recuassem.

Fergus os segue a cavalo, até ver que os mesmos deixavam as terras junto de seus barcos, ele grita em vitória, partindo em alta velocidade no lombo de seu alazão de volta ao castelo, porém assim que o poderoso rei urso cruzou a ponte de pedra, o medo instalou-se em seu peito.Ele sobe as escadas,gritando por sua esposa, encontrando a encolhida junto a cama do casal, ao seu lado Maudie segurava panos molhados de sangue,e mais uma coisa, sua esposa já não mantinha mais a barriga protuberante a qual uma grávida de oito meses deveria manter.

-Elinor… -ele chama-a preocupado.

A esposa ergue os olhos castanhos ao marido, os mesmos completamente vermelhos, ela funga ao lado de Maudie e lhe pede que os deixassem em paz.

-Era uma menina… eles levaram na… eu não pude fazer nada…- a rainha chorava inconsolada.

Fergus cai de joelhos contra o chão de pedra do quarto, um grito de derrota enroupe de seu peito enquanto lágrimas de desistência começam a cair dos belos olhos azulados do rei.

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Stoick suspirou com pesar e irritação, ele olha pra o pacote choroso nos braços de uma das mulheres de sua tripulação, ela era uma verdadeira beleza, como qualquer princesa deve ser, cabelos vermelho alaranjados selvagens como o próprio fogo, olhos de um azul mais claro que o próprio céu sem nuvens, a pele era clara porém era possível se notar as pequenas sardas de criança.

-O que pretende fazer com ela senhor?- pergunta a mulher, Tristeza, a qual estava a cuidar da pequena.

-Nós a criaremos como uma de nós, e quando o tempo chegar, ela irá retornar à sua terra, e matará o rei e a rainha.- o líder astuto fala áspero.- Até lá, sei que perdeste um filho Tristeza, por tal razão você ficará encarregada da criança.

-Por que não ficas o senhor?- ela pergunta em um tom melancólico.

-Pois eu não possuo leite.- ele fala sarcástico.- além disso, já tenho meus próprios problemas , Hiccup está cada vez mais parecido com Valka…- o líder bufa de tristeza e irritação.

-Como a chamaremos senhor?- pergunta Tristeza.

-Um nome o qual fará com que a mesma sinta se diferente, a qual a faca perceber que não é uma de nós, a chamaremos de Merida.

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You Will Be in My Heart — Phill Collins

Tristeza chega em sua cabana, e larga suas bagagens perto da porta, a Vicking de cabelos negros ascende a lareira, e vai em direção à cozinha preparar o jantar, quando estava quase terminando, o choro da criança a fez correr até o berço improvisado.

-oh Sh Sh querida, está tudo bem, não vamos te fazer mal.- o bebê grunhiu um pouco, porém tratou logo de calar seu choro, formando um pequeno biquinho.- eu já vou preparar sua mamadeira, depois tomaremos um banho quente e te poremos uma roupinha mais aconchegante certo minha Merida?-a mulher sorri amavelmente a criança.

E assim se fez, Tristeza alimentou a, banhou a e a vestiu, ela então a põe ao seu lado na cama, observando o bebê adormecer lentamente.Ela sorriu, começando a cantarolar uma canção de ninar ao bebê, fazendo com que a nova filha finalmente entregasse se ao sono.

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Merida já estava com seis messes, e Tristeza tinha de admitir, a garota era extremamente inteligente, com quatro meses ela já aprendera a sentar e engatinhar, e com seis então, não parava mais quieta dentro de casa, Tristeza fora forçada a ter de esconder suas armas, principalmente os arcos.

Ela estava brincando com o bebê nos jardins, quando a mesma começa a tentar balbuciar algumas palavrinhas.

-o que foi meu amor?, você quer papa?- ela pergunta preocupada com o bebê.

-Ma …- a garotinha toca com as mãos no rosto da mulher.- Mama… mama!- ela então da um "beijo" mordida de gengiva no nariz da mulher.

Tristeza riu, uma lágrima caindo de seus olhos, ela abraça o bebê, beijando lhe a testa e os olhinhos com delicadeza, depois que seu filho morrera de hipotermia, Tristeza não pode mais ter filhos, e pensava nunca mais ser capaz de sentir o mesmo sentimento que tivera com o mesmo, porém a mesma se enganara, Merida havia se tornado seu mundo em menos de um ano.

Não demorou muito para que a mesma começasse a se preocupar com o futuro da menina.

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Tristeza era agora chamada de Tristeza a sorridente, ela sorria ao carregar o embrulho de cabelos volumosos e avermelhados, Merida agora tinha dois anos, e era uma espoleta, nunca parava quieta, Tristeza a poe no chão, e a mesma corria na direção do ferreiro Gobber, puxando sempre um arco e flecha, e brincando de flechar dragões nas paredes, hoje porém seria um dia diferente.

Tristeza ignorou os olhares ao seu redor, e disse a "filha":

-Gobber, pode entrega lá a encomenda?- pergunta a mulher, rindo ao ver a filha saltar meio metro de altura quando o ferreiro lhe entregou seu primeiro arco.-Feliz aniversario meu amor.

-Obigada mama! Obigada Obigada!!- a menina começa a pular no mesmo lugar, segurando o arco com força contra o peito.-Gobbe, pode me ensina agola?, pode pode?- ela pede com os olhinhos de filhote.

-Claro, apenas me dê tempo para fechar aqui ok princesa?- Gobber sorri, acariciando os cachos da menina, ela sempre fora muito gentil consigo, e o mesmo não entendia o por quê de todos tratarem na de maneira tão fria na vila.

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Mais tarde, mais um ataque de dragões enroupe em meio a madrugada, Tristeza estava preocupada, Merida ainda não havia voltado de seu treinamento com Gobber, a mulher sai de casa e parte para o local de treinamento de arco e flecha, vendo um dragão, um Monstrous Nightmare sobre sua filha, ao lado, Gobber segurava sua mão a qual sangrava sobre a grama.

Tristeza grita jogando se contra a besta, ela consegue cortar lhe as assas porém o Monstrous Nightmare incendiara-se consigo, Tristeza olha para o penhasco, e para sua filha, ela com a pele em carne viva fala então:

-Merida, eu quero que você seja sempre forte e valente, nunca abaixe a cabeça para ninguém entendeu o que eu disse?, você é uma menina maravilhosa e eu te amo muito!, cresça e seja uma ótima líder!- ela vira se então para Gobber o qual já previa o que a mulher estava a planejar.- Gobber… cuide dela… por favor… cuide de minha filha…

Gobber não teve chance de responder, pois então Tristeza jogou se do penhasco junto do Mounstrous Nightmare, ouve um alto guinchado de dor, seguido do grito de desespero de Merida, a menininha de agora seis anos cai sentada sobre a grama, chorando compulsivamente, chamando por sua mãe.

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Merida encontrava se sentada sozinha em meio a cabana de sua mãe, por mais nova que fosse, já sabia tomar conta de si mesma, e sabia muito bem que nenhum orfanato iria a querer, todos a achavam estranha, tanto pro sua aparência, quanto por seu nome.

A ruiva remexia em alguns baús, quando encontra a foto da mãe, ela então senta se, abraçando a porta e chorando inconsolavelmente, até que o som de alguém batendo na porta lhe fez levantar.

Ela atende, e surpreende se ao ver o filho do líder a sua porta, Hiccup, o inútil, Merida enrugou a testa, odiava quando essas pessoas davam nomes tão terríveis assim, afinal, aos seus olhos, Hiccup era muito esforçado, principalmente por estar sendo treinado por Gobber.

-Olá Merida … eu queria te chamar pra brincar, eu sinto muito por sua mãe, e eu sei que ninguém daqui realmente presta atenção em você, assim como não prestam em mim e… você está chorando?

A menina nega, abaixando a cabeça em silêncio, porém Hiccup ergue a novamente, limpando seus olhos.Merida cora, e lhe dá um tabefe no rosto.

-Bem… acho que isso foi…- ele começa descontente, quando do nada a ruiva segura sua mão, e o puxa correndo.-Hey!

-Não era você que queria brincar?- ela pergunta divertida.- Vamos!, uma corrida até a praia!

E foi assim, que tudo começou...

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Notas finais
Comments?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.