How it will be?
1 Capítulo Único
Notas iniciais
(Como será?)
Pov. Annabeth
Você está grávida! — Essa frase do médico continuava a se repetir na minha cabeça...
A 1 hora eu tinha ido no medico, mas eu ainda não conseguir processar.
Agora estava no nosso apartamento, Sentada no sofá. Tentando em vão saber como contar a Percy essa grande notícia.
Não me entenda mal, amo crianças, sempre quis um filho para me chamar de mamãe, mas se percy não gostar? E se eu não conseguir ser uma boa mãe?
Levantei-me e fui tomar banho, deixei que a água levasse todas as minhas incertezas, demorei mais do que o normal quase o equivalente ao tempo de Percy, levando em conta que ele é um filho de Poseidon.
Quando sai coloquei um short e uma blusa de percy, quando vesti senti aquele aroma de maresia investigar o quarto que instantaneamente senti muito mais calma.
O banho tinha me acalmado um pouco, mas nunca que ele iria me fazer bem tanto quanto estava me sentindo ágora, só o perfume dele me fazia sentir segura.
Lembro-me quando eu o conheci tinha acabado de matar o Minotauro e "perdido" a mãe.
“Você baba enquanto dorme"- ri com esse pensamento "Ótimojeito de começar uma amizade!”.
Depois disso ele me atormentava o tempo, não o suportava! Mas com o passar do tempo acabei desenvolvendo uma queda e agora o amo mais que tudo.
Não iria suportar perde-lo, o que seria de mim sem ele? Nunca que eu iria abortar. O pobrezinho não tinha culpa! Eu já o amava mesmo ele nem estando 2 semanas de gestação...
Ouvi o barulho da porta se abrindo e lá estava ele, Percy, com seus cabelos pretos bagunçados e seus olhos esmeraldas cansados e seu uniforme de trabalho de tratador de animais aquáticos, mas pensei que nunca o tinha visto mais bonito.
Ele veio na minha direção e me deu um beijo apaixonado.
— Como foi seu dia? – perguntei.
— Nada de mais – fez um gesto na mão de indiferença – mas me diz como foi no medico? Descobriu a causa dos enjoos?
Minha excreção deve teve ter denunciado que tinha descoberto por que ele chegou mais perto e me abraçou.
— Pode me contar, sabidinha. – disse quando se afastou um pouco e olhou nos meus olhos.
— Percy acho melhor agente se sentar primeiro – falei já o levando em direção ao sofá.
— Me conta Annie. É grave? – ele perguntou com cara de preocupado.
— De certa forma, sim. – então ele ficou desesperado e começou a passar a mão pelos cabelos deixando-o mais bagunçados – mas não quer disser que é ruim.
— Como assim? – falou ele com cara de confuso.
— Porque você não toma um banho e depois jantamos e conversamos sobre isso? – fiz minha melhor cara de “aceite, e não discute... por favorsinho.”, eu só queria mais tempo para raciocinar.
— Certo. Certo, mas só não discuto por que quero tirar logo esse uniforme, mas saiba sabidinha que você não me escapa depois do jantar. – ele se levantou e começou a ir em direção ao banheiro, mas parou no meio do caminho e disse – você que vai fazer a comida?
— Sim, porque? – perguntei
— Porque na ultima vez que você Foi fazer a janta, nós tivemos que apagar o pequeno incêndio que estava nossa cozinha. – falou ele com um sorriso irônico no rosto, Rolei os olhos.
— Prefere comida chinesa ou Pizza? — falei Irritada.
— Pizza, e de calabresa! – gritou devido a distancia
Pequei o numero da pizzaria que sempre pedíamos e pedi uma metade calabresa e metade Mussarela e o atendente me disse que chegaria em 15 minutos, então comecei a montar a mesa e fiz um suco de laranja.
Já que íamos comer uma comida gordurosa que pelo menos o que tomariamos algo saudável.
Passado o tempo de 15 minutos, tocam a campainha, pago o valor da pizza e a coloco na messa, Percy desse quase em seguida.
Provavelmente ele deve estar muito nervoso para saber o que está acontecendo comigo, pois demorou muito menos do que o normal no banho.
Jantamos brevemente, percy até tentou puxar papo comigo, mas desistiu quando percebeu que eu não estava prestando muita atenção, pois estava mais concentrada na conversa que teriamos depois do almoço.
Depois de satisfeitos deixamos a louça suja na pia, já resolvemos lavar no dia seguinte.
Fomos até nosso quarto e ele se na berrada da cama e eu ao seu lado.
Percy me olhou nos lhos com preocupação e segurou minhas mãos.
— Agora me conta. — pedio
— P-Perc-cy — comecei a gaguejar — e-eu est-tou... — parei e respirei fundo, fechando os olhos — grávida.
Passou alguns minutos e eu não me atrevia a abrir os olhos, ele também não falou nada, até que essa situação ficou insuportável e abri os olhos.
Percy estava paralisado, com uma expressão surpresa. Comecei sentir lágrimas rolarem pelo meu rosto.
— Se não quiser, eu vou entender... — comecei a falar, mas Percy me interrompeu, saindo do transe.
— Do que está falando, sabidinha, essa é a melhor notícia que eu já tive — ele limpou as lágrimas do meu rosto e me beijou, um beijo calmo e intenso — isso é maravilhoso! — Falou quando nos separarmos e exibindo um sorriso lindo.
— Você gostou? — perguntei confusa.
— E claro que sim. Você pensou que não ia? — abaixei meu olhar para o piso do quarto envergonha. — sabidinha, olha para mim. — Pedio mas eu não o fiz, então ele pegou meu queixo e me fez olhar nos seus. Olhos — Sempre juntos, annabeth. Nada nesse mundo vai me fazer me separar de você, Nem Hera, Nem o tártaro, Eu prometi, Sempre juntos.
— Desculpa, eu não sei por que pensei nisso, fiquei com medo de você se separar de mim, Me desculpa. — pedi.
— Ei, ei ta tudo bem. — ele colocou a mão na minha barriga e disse — olha filho, sua mãe pode fazer algumas coisas assim...meio estranhas — disse para minha barriga — mas pode apostar que ela vai ser uma otima mãe!
— Acha mesmo? — perguntei — mas se não conseguirmos, vai ser tudo diferente, teremos que nos mudar, já que aqui não ha espaço suficiente, nosso tempo será muito corrido e talvez nosso dinheiro não será suficiente. Alem de que ele será um descendente de Atena e Poseidon, terá que enfrentar monstros e perigos — falei com uma dor no coração.
— Vamos conseguir, eu sei que ele será praticamente um meio sangue, mas que lugar melhor do que o acampamento meio-sangue para treina-lo, ele será um grande herói, terá uma vida boa tanto quanto a nossa. – disse ele – e não precisa se preocupa com o dinheiro, pois eu fui promovidopara gerente, vou ganhar mais e trabalhar menos – ele disse e eu dei um soco no braço dele.
— Ai! Doeu!
— Era para doer, por que você não me contou antes? – fingindo ficar brava.
— Porque eu estava muito preocupado com a senhora e acabei esquecendo? — ele falou foi mais uma pergunta do que uma afirmação.
— Isso não é desculpa! – e fiquei de costas para ele.
— Ei! Sabidinha não fica brava. – pediu, mas eu não me virei. – Se não se virar eu vou atacar você.
— Com o que? Posso saber. – falei ainda de costas.
— Com isso... – e começou a fazer casquinha em mim.
Eu me dobrava de tanto rir, estava ficando até sem ar quando ele parou.Nisso nós já estávamos deitados na cama.
— Nunca... mais....faça...isso – disse ainda tentando recuperar o fôlego.
— Há vem aqui! – falou ele me abraçando de lado e me trazendo mais perto, ficamos alguns minutos nessa posição, até que eu quebrei o silencio.
— Percy, como você acha que ele será?
— Se for uma menina que tenha olhos cinzas iguais ao seu. – falou ele sonhador.
— E que tenha seu cabelo!E se for menino tenha seus olhos.
— E com seu cabelo, isso parece até um sonho, se me falasse a 4 anos atrás que hoje estaria casado com você e esperando um filho, não iria acreditar.
— Nem eu, mas eu disse para você que não vai morrer antes de mim, cabeça de alga! – ele riu e me beijou.
— Eu te amo Sabidinha.
— Eu também te amo, cabeça de alga.
Eu me acomodei melhor em seus braços e dormimos assim abraçados, mais felizes e sonhadores do que nunca.
(Alguns meses depois)
Eu estava na nossa nova casa, fazendo o meu almoço que era basicamente abacaxi com manteiga, estava tendo muito essas vontades de grávida, semana passada acordei as 1:38 da manhã com desejo imenso de cookies de chocolate azuis, percy teve que ir na casa de Sally e pegar uma fornada só para mim, mesmo eu falando que não era necessário, mas ele me contrariou alegando que não iria permitir sua filha nasça cara de cookie azul.
Eu já estava com 9 meses de gestação, estava me sentindo enorme, alem de quando completei 8 meses tive que parar de trabalhar na imprensa de arquitetura por estar grávida, agora não fazia mais nada a não ser ficar em casa sem ficar fazendo nada, pois também percy não deixavam eu fazer esforço fisico, é até surpreendente que ele me deixe ir ao banheiro sozinha, mas no tempo em que ele tinha mesmo que ir trabalhar, eu ficava em casa aperfeiçoando meus talentos colinarios que aumentaram consideravelmente e lendo.
Peguei a tigela com meu "almoço" , se pode chamar isso de almoço, e subi as escadas e entrei no quarto com porta amarela escrito Helena, nome que eu e Percy discutimos muito para escolher.
O quarto era praticamente quase todo roxo com intercalação de branco e Laranja, tinha um berço no canto e mobili com configuras dos símbolos dos Deuses, tinha uma coruja para Atena, um tridente para Poseidon, uma pomba para Afrodite, Um elmo para Hades, uma águia para Zeus entre outros... em frente ao berço, uma poltrona, do outro lado um guarda-roupa e no fundo do quarto uma janela com uma cortina de renda.
Tinha trabalhado muito nesse quarto para que ele ficasse perfeito, logo logo sua dona estará aqui, correndo e dando alegria para a casa — sorri acariciando o ventre protetoriamente.
Aí não! justo ágora? Não podia esperar percy chegar? — Senti um líquido escorrer nas minhas pernas e uma dor no abdômen.
O bebê ia nascer.
Pov. Percy
Hoje o dia estava particularmente demorando para passar. Não estava gostando de deixar annabeth sozinha por tanto tempo, principalmente no estado em que ela está.
Sempre que podia tentava ficar em casa, mas hoje tinha uma reunião com os donos do aquario em que eu não podia faltar, que já estava durando 2 longas e tediosas horas, principalmente para algem com hiperatividade como eu.
quando eu já estava quase enlouquecendo senti uma vibração em meu bolso, Agora vocês devem estar pensando nossa Percy que irresponsabilidade a sua, Meios-Sangues não podem usar celulares!
Mas pensem comigo minha esposa está grávida de 9 meses, podendo precisar de mim a qualquer hora nada mais justo que eu possa ficar a sua disposição, e também Leo tinha desenvolvido um celular menos detectáveisa aos monstros.
Atendi ao telefone.
— Alô! — disse sussurrando pata não atrapalhar a reunião.
— Vem logo pra casa, o bebê está nascendo!
— Annie? — Perguntei confuso.
— Sim, cabeça de alga. Preciso de você aqui AGORA! Estou entrando em trabalho de parto!
— Tudo bem! To indo pra aí! — falei desesperado e desliguei o celular em sua cara.
Me levantei da cadeira, pedi desculpa e sai correndo pela porta e entrei no elevador que como minha sorte é muita, tinha demorado para chegar, chegando ao estacionamento entrei no meu carro e sai em disparada para casa.
Em menos de 2 minutos já estava entrando pela porta da frente, encontrei Annabeth sentada sofá com uma cara não muito boa.
— A bolsa estourou! – ela disse quando me viu.
Fui e a peguei no colo e rapidamente a levei para o carro, quando fui coloca-la no banco do passageiro, ela soltou um grito de dor.
— Desculpe.- eu falei
— Tudo bem. não se esqueça da bolsa do bebê.
— onde está?? — Perguntou.
— Em cima da cama, no quarto de Helena.
Entrei em casa correndo e foi até o quarto de Helena, peguei a bolsa e rapidamente corri devolta para fora, entrei no carro e sai em disparada.
Quando chegamos ao hospital, a peguei novamente no colo e entrei.
— MINHA ESPOSA ESTÁ EM TRABALHO DE PARTO!!!! — Gritei quando entrei.
Um médico a colocou em uma maca, comecei a ir com eles, mas um enfermeira me barrou.
— Você é o pai? – me perguntou
— Sim!
— Vai entrar junto com ela?
— Sim! – respondi já ficando um pouco impaciente
— Você não pode entrar com essa roupa espere aqui, primeiro vou buscar uma roupa apropriada, pode ligar para os familiares se quiser. — E falando isso ela entrou em um porta e sumiu de vista.
pequei o celular e disquei o número da minha mãe e chamou 2 vezes antes dela atender.
— Alô.
— Mãe, Eutonohospital,éaAnnieentrouemtrabalhode...- eu falava muito rápido acho que ela não deve ter entendido nada!
— Calma me conta devagar, o que está acontecendo? — ela falou confusa.
— É o bebê, ela vai nascer!
— Olha filho, não se apavora, onde vocês estão??
— No hospital Santa Monica!
— Estou indo para aí. — ela ia desligar mas antes que o fizesse eu a chamei.
— Mãe você liga para o pai da Annie e avisa ele.
— Sim, e Percy...
— O quê?
— Estou orgulhosa de você, será um otimo pai!
— Obrigada, mãe. — E com isso ela desligou.
Logo que guardei o celular a mesma enfermeira voltou com embrulho e me entregou.
— Aqui vesti isso e depois pode entrar no quarto C6 –ela apontou para uma porta com C6 na porta – E será parto normal. – e com isso foi embora.
Fui até o banheiro e me troquei, sai e entrei no quarto que a enfermeira indicou, Ao entrar fui até annabeth e segurei sua mão, que quando me viu pareceu ficar mais calma.
— Pensei que não iria entrar.
— Claro que iria, sempre juntos, lembra? — eu disse sorrindo.
Ela sorriu de volta mas logo sua expressão virou de dor e ela gritou.
— Vamos annabeth, força! — Disse o médico.
Ela gritou cerrando os olhos com força, empurrando o bebê e apertando a minha mãe que com certeza já estava quebrada.
— Já estou vendo a cabeça, só mais um pouco! — falou o medico.
Após alguns minutos um chorro ecoou na sala e observei minha filha, que chorava nos braços da obstetra, que depois de enrola-la em uma manta veio em minha direção.
Peguei Helena nos braços, ela era tão linda, parecia muito a annabeth. com seu rostinho angelical, o formato do nariz, tudo!
— Percy... — Annabeth me chamou fraca.
Foi a até ela e coloquei Helena sem seu colo, que foi se acalmando por estar no colo da mãe.
— Nossa filha, Percy! – disse annabeth com lagrimas nos olhos – Ela é linda!
— Sim, sabidinha, e ela é idêntica a você! – eu disse sorrindo – não é princesinha? – falei para Melody, que abriu os olhos e me olhou pela a primeira vez, eles tinham a mesma cor que eu via toda vez que me olhava no espelho, verdes esmeraldas.
— Ela tem seus olhos cabeça de alga! – disse a annabeth e eu sorri em resposta.
Podia ter deuses, profecias e monstros tentando nos matar, mas nessa hora não nós importamos, nossa filha tinha nascido e nada mais importava.
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