How To Not Love
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Pov- Natália
-Tédio...
-Naty só estamos no segundo dia de aula e você já está assim? – Me perguntou minha melhor amiga Carol.
-Carol não sei como você esta agüentando aqui esta um saco.
-Imagina quando estivermos no meio do ano, você vai estar morta.
-Exagerada.
-Realista baby isso sim.
-Ta ta, já chega, invejo a Gabi ela esta lá no bem bom e nos aqui.
-Ela só adiou a volta dela, mas de um jeito ou de outro ela estará aqui.
-Você tem razão, ei que tal irmos lá pra casa depois da escola?
-E o que faremos lá?
-Vamos fazer uma sessão de filmes e seriados.
- Só topo se começarmos por Teen Wolf.
-Ta pode ser, mas depois iremos ver a Órfã.
-Odeio filmes de terror.
-É por isso que eu escolhi esse filme.
-Sua má.
-Sei que me ama então não precisa se declarar.
-Nossa Natália como você é humilde em.
-Magoou.
-Ownt fica assim não factory girl.
-Nuca vai esquecer isso né?
Bateu o sinal anunciando o intervalo à parte do dia que eu mais amo, me levantei e puxei minha amiga comigo ate o refeitório esse que por sinal estava lotado.
-Olha Naty que gata – Ela falou apontando para uma loira com um estilo roqueira.
-Quem te vê assim nem fala que tu é hétero – Falei zombando dela.
-Poxa Naty só queria te ajudar.
-Oh valeu baixinha linda – falei beijando o rosto dela, depois fio reparar direito na loira encantadora, e nossa ela é muito linda, curvas perfeitas altura mediana cabelo loiro natural encaracolado nas pontas e pele alva trajando uma calça skinny preta uma blusa branca por baixo e uma xadrez por cima e um allstar preto.
Bom quanto a mim sou só uma garota de estatura mediana, cabelos pretos liso sou meio morena e não acho meu corpo muito definido, mas sou como a maioria das garotas comum.
Como sempre trajada com uma camisa do AC/DC, um short médio preto desfiado e um vans preto cano alto.
Minha amiga Carol é uma típica paty – não – paty morena cabelo castanho escuro encaracolado altura media baixa e trajando uma de suas roupas mais conhecidas um short médio curto uma blusa branca e um allstar preto cano médio.
-Naty para de babar.
-Não estou babando Carol.
-De que sala será que ela é?
-Não sei, mas você com certeza vai descobrir.
-Porque eu?
-Porque eu acredito no seu potencial.
-Isso não colou.
-Pelo menos tentei.
-Que tal assim eu posso até conseguir isso para você, mas em troca você sairá com a prima do Rodrigo para que eu possa sair com ele, tipo um encontro duplo.
-O que??
-Isso ou nada.
-Carolina você esta afim de fuder com a minha vida?
-Vamos Naty vai ser divertido.
-Ser assediada não é divertido.
-Ninguém mandou ser linda.
-Ok eu faço isso, mas saiba que terá volta.
Depois do intervalo tentei prestar atenção na aula, o que foi muito difícil graças a uma certa loirinha que não saia da minha cabeça, logo bateu o sinal anunciando o fim das aulas e eu já não agüentando fui a primeira a sair da sala.
Vi a mesma menina do refeitório andando apreçada com as mãos cheias de papeis e eu como não sou burra para desperdiçar tamanha oportunidade comecei a andar em direção a ela e como previsto tombamos de frente fazendo todos os papeis da mão dela cair na nossa frente.
-Me perdoe – falei me abaixando e catando alguns papeis.
-Da próxima poderia simplesmente olhar por onde anda.
-Bom claro – falei abaixando a cabeça e entregando os papeis que eu peguei.
-Ei desculpe fui muito grossa com você.
-Que isso eu que estava errada desde o começo.
-Bom obrigado por me ajudar, mas tenho que ir.
Ela se levantou e saiu correndo pelos corredores e eu só fiquei lá parada olhando para onde ela foi me cutucando e vi que era a Carol.
-O que você está olhando?
-Um anjo.
-Ãh? Ta ficando louca Naty?
-Esquece baixinha – Falei rindo.
-Nananinanão quando chegarmos a sua casa você ira me contar tudo esta ouvindo?
-Chata.
-Irritante.
-Baixinha.
-Insuportável.
-Tampinha.
-Ei ei parou de zoar com o meu tamanho dona Natália?
-Tudo bem anã vamos pra casa.
-Corre.
Depois disso só vi uma louca correndo atrás de mim e eu como não sou besta nem nada corri pra bem longe dela, mas quando fui virar para ver onde ela estava acabei tropicando no meu próprio pé e cai de cara no chão e minha amiga como é muito gente boa de vez de me ajudar só ficou lá rindo de mim.
Levantei-me sentindo muita dor e andei ate minha casa, chegando lá minha mãe vendo meu estado só me lançou um olhar de preocupação.
-Sem essa cara dona Lia eu to bem legal.
-Legal com a cara machucada?
-Sim vou lá em cima cuidar disso.
-Se meteu em outra briga Natália?
-Depois explico isso mamãe.
-Oi tia – Carol entrou cortando minha conversa com minha mãe.
-Carolina tudo bem?
-Já ouviu falar em campainha? Sabe é aquilo que tem ali do lado da porta do lado da frente e que se é usado para anunciar sua chegada e não pra ficar de enfeite.
-Eu sou de casa baby não fique brava pelo que houve já que a culpa não foi totalmente minha.
-A ta – Falei saindo de lá e indo em direção ao meu quarto para limpar o meu rosto, chegando lá fui para perto do espelho para ver o estrago, e vi o quanto fudido meu rosto estava, ralei a bochecha e ganhei um hematoma na testa.
Limpei-me e desci para beber algo, chegando à cozinha só vi a Carol sentada lá me esperando, fui ate a geladeira a abri e peguei um suco de morango e me servi tomando um pouco.
-Desculpa por isso morzinho – Ela falou passando os dedos de leve nos meus machucados, depois depositando um selinho nos meus lábios.
-Carol não faz isso se não te agarro aqui mesmo.
-Credo Naty, só queria te consolar, ei sua mãe falou que tem visinhos novos ai na frente e que é pra você ir lá dar as boas vindas.
-Então borá lá – Falei indo em direção a sala.
-Você tem que levar algo anta.
-Quê?
-Não se dá boas vindas sem algo para oferecer demonstrando educação Natália.
-Eu não tenho nada.
-Me deixa ver – Ela foi até a geladeira e ficou lá fuçando até vir com uma cara sapeca no rosto e com as mãos nas costas escondendo algo, depois que reparei o que ela tinha nas mãos, minha linda caixa de M&M’s e minha barra de diamante negro.
-Nada disso Carol me devolve isso, ela me ignorou e correu em direção à porta e eu só consegui alcançar ela quando a mesma já estava do outro lado da rua tocando a campainha, eu cheguei perto dela e do nada ela me entregou as coisas com um sorriso divertido.
A porta se abriu e de lá saiu à loirinha que virou minha cabeça hoje.
-Oi?
-Ér.. E.. Eu vim te dar as boas vindas aqui na rua – Falei gaguejando e entregando os chocolates a ela.
-Brigada, não sabia que tinha pessoas da escola nessa rua.
-Moro ali – Apontei pra casa da frente.
-Legal, querem entrar?
-Na.. – Nem terminei de falar e a Carol me cortou.
-Sim adoraríamos.
-Ela deu espaço e nós entramos na casa dela que por sinal é bem bonita, paro e espero ela se sentar para depois eu fazer o mesmo, ficamos nos encarando por um tempo ate que a Carol resolveu quebrar o silêncio.
-Então você é de onde?
-Sou de Seattle.
-Legal ta no segundo ano também?
-Não, tive que repetir o primeiro por causa da mudança.
-Entendi.
-Aceitam alguma coisa pra beber ou comer?
Balancei a cabeça negando e continuei a encarando até levar uma cotovelada.
-Você quer acompanhar nós duas numa sessão de filmes e seriados?
-Melhor não.
Levantei-me e comecei a andar até a porta a abrindo.
-A oferta está de pé e acho que você vai gostar.
-Então acho que aceito.
Sai e fui ate a porta esperando as duas lá fora, um minuto depois elas saíram e pararam do meu lado.
-Ah é mesmo nem me apresentei me chamo Valentina.
-Prazer me chamo Carol e aquela ali é a Natália – Falou a Carol apontando para mim.
-Prazer – Falei estendendo a minha mão e logo em seguida apertando de leve.
Fomos andando ate a minha casa, eu não estava com um bom pressentimento quanto a essa tarde e o clima não ajudava em nada também.
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