How To Love Your Brother Like A Lover
2 Chapter 2 - No too bad here. Fucking place.
Notas iniciais
então eu n sei se ficou pequeno '-' pq.... okaya.
Fui andando com Mikey até que, uma mulher, já idosa, magra e de um ar gentil e amigável, nos parou.
- Venham queridos, me sigam. É difícil eu sei, mas vocês vão ficar bem.
- Não, está tudo bem. Eu estou bem — sorri fracamente. Mikey continuava observando tudo.
- Normalmente, aqui os garotos são separados por idade. E permanecem em quartos diferentes...
Ela percebeu meu olhar assustado, mas logo acrescentou.
-... Mas eu abri uma exceção pra você e Mikey. Vão dividir o mesmo quarto. E sorriu pra mim. Mikey finalmente olhou pra ela e se pôs ao meu lado.
- E sobre as regras? — Perguntou Mikey. Estávamos acostumados com as regras afinal, era em todo lugar. Na escola, casa, casa dos outros, casa dos amigos e afins. Isso que mamãe e papai não deixaram passar ileso em nossa educação. Portanto...
- Façam daqui sua segunda casa, aqui pode não ter uma disciplina muito rígida. — Surpreendi-me ao ouvir isso, Mikey também, ou ela estava louca ou estava sendo boazinha demais conosco só porque nossa situação era delicada.
- S-sério ? — Perguntei meio atônito com o que ela acabou de falar.
- Claro, venham, quero que conheçam uma pessoa muito especial.
E continuamos a andar. O lugar estava animado, parecia que os alunos estavam em recreio pois uns estavam cantando, e fazendo outras atividades. O garoto que ela chamou estava sentado no apoio de uma "casinha" bebendo com outros amigos. É realmente, aqui era diferente. Tenho que amar papai por isso.
- Robert! Robert venha aqui! — chamou ela. Recebeu um "Já vou" apressado de resposta e colocando o copo em qualquer lugar que eu não consegui vê.
O garoto se aproximou mais. Era loiro. Cabelos curtos e tinha um piercing na boca. Por alguma razão ele não estava de uniforme como todo mundo, estava com um moletom preto usando o capuz. Quando ele chegou até nós à mulher, que deduzi que seria a diretora pareceu não se importar.
- Gerard, Mikey, quero que conheçam o Robert Bryar, ele vai mostrar a vocês o seus dormitórios. — Sorriu ao dizer isso e logo se afastou.
- Oi, podem me chamar de Bob, odeio meu nome. — Sorriu.
- Oi... — Eu disse e cumprimentei com um meio sorriso.
- Oi Bob — Falou Mikey.
- Então queridas crianças, sigam-me.
Após entrar no prédio e subir algumas escadas. Eu percebi o quanto bonito era por dentro. Mobília elegante era bastante espaçosa também. Chegamos em um corredor estreito e começamos a subir as escadas.
- Então Gerard e Mikey o que vão fazer no fim de semana? — Perguntou Bob.
- Ahn... Estudar? — Eu respondi.
- Ta brincando hoje é sábado esqueceu, e além do mais. Não temos aulas nos sábados aqui. Quer sair pra alguma festa?
Ok onde eles organizam e fazem festa aqui, pensei.
— Ah, eu acho que não. — Respondi e sorri.
- Bom, então é aqui. Bob girou a maçaneta e adentrou o quarto. Era médio tinha 3 camas. E estava um pouco (pouco?) bagunçado.
- Obrigado — respondi em troca.
- Vou deixar vocês a vontade façam o que quiserem e ah... — Ele se agachou pegando algumas roupas que estavam espalhadas no chão e colocando em cima da sua cama. — Sintam-se em casa.
- Bem acho que vou indo. Mikey é sempre tímido assim? — Comentou Bob e sorrindo.
- Não ele só não te conhece direito. — Eu respondi por Mikey.
Mikey olhou pra mim e corou um pouco.
- Ta bem. Vejo vocês no jantar. E saiu.
Eu fui em direção da primeira cama que ficava junto da parede, Mikey ficou com a segunda, sendo assim então a de Bob era a terceira.
Deitei na minha cama. Era diferente. Lógico. Suspirei. Hoje é um dia negro. Deitei minha cabeça de lado e me estiquei um pouco na cama agora tava confortável. Comecei a pensar em várias coisas, até meus olhos se fecharem lentamente...
Acordei e estava escuro. Olhei no relógio eram 6h. Dormi uma hora, olhei o quarto em volta e não achei Mikey, até que vi uma luz vinda do banheiro, ele devia estar tomando banho afinal iríamos jantar daqui a pouco. Levantei-me e fui até o espelho em cima de uma bancada.
Meu deus odeio minha face quando acordo. Vamos ver, eu sou magro, cabelos pretos e curtos que caí em uma franja em cima da minha testa. Tirando isso eu até era um garoto bonito de 13 anos. Mikey estava começando a ficar do meu tamanho, ele ia ficar alto quando crescesce. Mais alto que eu talvez, isso é injusto pra uma criança de 10 anos. Pelo menos esse uniforme não era humilhante, era preto, modelo comum em algumas escolas, mas elas adotavam cores tão toscas, como laranga, azul etc. Esse era preto.
Suspirei e fui em direção a minha cama, tirei o casaco e a camisa ficando só de calça, deitei de novo, ia esperar Mikey sair do banho.
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