How To Love Your Brother Like A Lover

18 Chapter 18 - Hey meet my new friend!


Notas iniciais
AAAAAAAAAAAAAAAAH ESSE CAP É LEGAL WEE TA LEGAL
*------------*
VAI APARECER A.... A.........
AH MEU DEUS EU AMO ELA *-*
MAS ANTES XO FLAR: Novamente repito nenhum dos personagens aqui me pertence só o Danny e é meio a a meio eu peguei o nome dele de um cantor mais um ator então tecnicamente ele é meu e não meu MAS ELE SÓ VAI APARECER BEEEEEM LA PRA FRENTE ENTÃO TENHO Q FLAR DNV ¬¬
ENFIM NESSE VAI APARECER A ........ CES VAO SABER.
AH NAO VAO NAO '-'
ESQUECI QUE NAO DIGO O NOME OH GOD WHY 8-8
ENFIM................ PSE NÉ, MAS QUE SAIBAM Q ELA Q VAI APARECER NÃO É MINHA E ETC... QUANDO ELA APARECER CM O NOME EU FALO FLW? LÇKHFGÇLHKGFÇLJGKHJLÇGHKG
BAI.

- 10:00 da noite -

Passaram uns dias e eu me dei conta de alguma coisa... Caralho o aniversário do Mikey está perto, estamos no meio de agosto e como aqui as férias acontecem em períodos diferentes então... Faltavam algumas semanas para o aniversário dele.

Que diabos eu iria fazer, papai certamente lembraria e nós levaria para comemorar em casa. Sorri contente, em casa...

Faltavam poucos dias para acabar o mês, sai correndo da biblioteca e entrei no quarto pulando em cima da cama de Mikey, onde ele lia um livro.

- O que quer ganhar de aniversário? – Falei ofegante. Ele tirou o livro do rosto e falou.

- Ah, não sei... Meu aniversário está chegando né? É?

- Porra Mikey, nem lembra o dia do seu aniversário imagina se fosse o meu.

- É... Eu não sei o que quer me da? – Ele sorriu. Meu deus cada dia estava mais necessitado de um daqueles sorrisos. Acredite um Mikey sorrindo pra você de pijama é uma das coisas mais lindas.

- Uhm... Eu não sei era você que deveria me dizer né.

- Tá depois penso nisso – E voltou sua atenção para o livro escondendo totalmente a cabeça.

Tirei o livro e o beijei. Foi só um selinho rápido. Me afastei, precisava daquilo. Nos últimos dias não tinha acontecido nenhum contato entre eu e Mikey... Ele corou e ficou surpreso, mas depois voltou à atenção para o livro.

Bob praticamente se mudou do quarto, fazia dias que eu não via ele. Do nada me deu uma puta vontade de fazer uma coisa, peguei meu casaco e sai do quarto, parei na saída ao ouvir Mikey perguntando:

- Vai pra onde?

- Ah, só sair... É... Eu já volto – Não queria que Mikey fosse comigo.

Sai com passos rápidos e dei de cara com Bob subindo a s escadas, agradeci aos céus por ele está na minha vista não estava a fim mesmo de sair procurando ele por todo o prédio.

- Bob...

- Um... Que? – Ele me olhou como se tentasse focalizar uma pintura.

- Bob, tem cigarro?

- Uhm, claro... – Ele foi pegando um maço detrás da calça depois piscou os olhos como se estivesse acabado de sair de um transe como se alguém lhe acordasse – ESPERA... ESPERA AI... ESPERA... NÃO... O QUE VOCÊ VAI FAZER COM ISSO? – Interrogando-me.

- Fumar né.

- NÃO QUERO DIZER, CARA... Você tem realmente certeza disso... Gerard você? – Ele não sabia que palavras usar pra demonstrar espanto por isso falou coisa com coisa.

- Por favor, preciso de um é a minha primeira vez, do nada apareceu essa vontade e preciso saber, por favor, só um.

- Você parece tão meigo e delicado... Não vai sujar minha barra não quer... Você é certo seus pais...

Olhei surpreso primeiro porque primeiramente ele me chamou de meigo e delicado – um elogio — Eu nem achava isso - segundo eu vinha de uma família de certinhos, ok isso desanda um pouco as coisas, mas... Posso fingir que nada aconteceu, é.

- É, tá eu sei, mas só um... Não! Dois pro caso de eu gostar. Posso ter o segundo!

- Tá... Tá bem – Ele me entregou e depois pegou o isqueiro – Isso amigo, e primeiro caminho a gente ver o certo depois a entrada da porta você nunca sabe qual – Falou segurando no meu pescoço e depois subiu. Novamente digo: bêbados e suas palavras desconexas.

Me senti como uma criança com algo valioso nas mãos, meu coração pulsava de ansiedade, onde vou usar isso... Andei até ficar totalmente de fora do prédio, fazia uma brisa perfeita às árvores de balançando com o ritmo do vento e as poucas luzes acesas da escola, aquilo dava um ar amigável. Peguei o cigarro e fitei-o. Belo lugar, tô me sentindo em um ator famoso e suas cenas completadas... Sorri com o pensamento e me sentei em um lugar próximo. Meu deus como se mexia naquilo, e se eu me queimasse. Droga.

Okay, peguei o isqueiro deixando o cigarro reto e tentei ligar, estava com medo: E se o isqueiro me queimasse? Ah, Gerard cala essa... Merda... De boca, você é mesmo sensível. Com dificuldade acendi e coloquei perto do cigarro, consegui. Acendi! Vivas!

Aquilo era meio difícil de manusear, mas consegui pôr na boca. Caramba tossi de primeira era forte e ruim pra caralho, meu deus como eu sonhei com isso e achei bom? È eu sonhei que estava fumando no sonho, mas ah no sonho era mais legal.

Continuei afinal não me restava opção, sim restava jogar aquilo fora. Mas eu queria ir fundo mesmo. Era ruim, mas a cada tragada consegui me acostumar, sabe não foi tão ruim assim... Minha boca ficou com um gosto estranho...

Vi uma movimentação nas árvores, não conseguia ver direito, mas podia jurar que tinha alguém lá. Ah merda, agora que eu morro, fiquei mais uns minutos olhando e fumando, tentando me acalmar não vi nada demais até que... Vi a movimentação de novo. Ok meu coração começou a bater mais rápido agora tinha alguém lá, agora se mexeu mais e vi uma pessoa saindo de dentro das árvores, estava de capuz... Momento tenso em que vi a pessoa andar muitos passos e se aproximar de mim, não conseguir sair dali. E meu lindo coração não parava de bater, minhas pernas estavam sem forças. Deus como amo minha coragem, quando o estranho veio até mim e parou na minha frente mexi minhas pernas desconfortavelmente, engoli em seco, mas continuei a minha tragada. Depois essa pessoa tirou o capuz.

Nunca suspirei tão aliviado.

- Hey... É você – A figura sorriu feliz a me ver, foi o que eu percebi.

Era a mesma garota que eu conheci, ou “meio” conheci na festa que fui com Bob. Era “meio” conhecida nem sabia seu nome. Era linda, de cabelos castanhos e amigável.

- OI – Forcei o sorriso mais convincente ainda não tinha me liberado do choque por completo. Ela se sentou ao meu lado ficando de frente e com as costas curvadas.

- E ai como é que tá, garoto-que-vi-naquela-festa?

- Desculpe se te fiz medo, é que sua cara estava tão engraçada tive que rir debaixo do capuz era um tipo de cara séria e sedutora, mas ao mesmo tempo devia estar pensando “Ok não perca o foco continue a nadar e relaxe todos estão contentes em vê-lo” – Ela gargalhou.

Tive que rir não me segurei, ela tinha quebrado o clima tenso. Era normal isso afinal já tínhamos conversado antes, só que não foi bem uma conversa, e se me lembro bem eu quase estava bêbado.

- Você fica extremamente engraçado de pernas cruzadas sabe... Meigo demais – Ela sorriu e estreitou os olhos de modo que ficaram junto de suas bochechas, dava vontade de apertar, ela era fofa e Okay quantas vezes nesse dia ainda vão me chamar de fofo, meigo, delicado e sei lá o que... Falta o diretor ainda?

- Por favor, não aguento as pessoas me chamando assim – Ri.

- Né – Ela gargalhou de volta, ah isso me acalma, o som da risada dela.

- Então, o que faz aqui – Tirei um pouco de pó inútil no final do cigarro com o dedo, me senti foda com aquilo, acho que estava pegando jeito.

- Ah, nada demais só andando dessa vez sabe, eu gosto de ficar dentro da floresta uma vez já dormi lá acredita?

- Sério, como foi? Caramba espera, não me diga. Okay me diga isso deve ser estranho – Sorri.

- Ah eu não liguei muito para as plantas nem nada do tipo só fiquei realmente com medo dos bichos, prometi que ia sair dali, mas o sono foi mais forte e venceu.

Me inclinei apoiando meu cotovelo na grama mas ainda sim prestando atenção no que ela dizia.

- Eu iria embora, mas vi uma pessoa sentada na parede e fui ver quem era, percebi que era você e decidi ir em frente porque na boa eu estava já morrendo de rir dentro do capuz por causa daquela sua cara – Ela riu.

- Ah fala sério eu tive medo, quase tive um ataque você queria me ver morto – Sorri colocando o cigarro na boca.

- É parece que temos hábitos estranhos e comuns – Falei.

- Ah, isso não é estranho. Quer dizer, sei lá. A maioria das minhas colegas nem notam quando eu saio.

- Você parecia mais magra quando te vi a última vez... – Falei analisando-a porque na boa, como eu descobri que era a mesma garota? Ela parecia mais cheia... Não gorda, mas agora ela parecia uma magra normal antes parecia mais "anoréxica". Sem contar o fato que elas têm bochechas tão fofas, dá vontade de querer apertá-las eternamente.

Ela olhou pra mim com surpresa ainda sorrindo. Aí notei algo: normalmente não é legal dizer isso para uma garota. E eu nem conhecia ela direito... Merda, mas eu era assim com tudo mundo não importa se conheci ontem ou hoje, portanto me apressei em dizer.

- Não, me desculpa, quer dizer... É...

- Não, tudo bem, sério? Cara você tem problemas por notar isso agora – Ela riu.

É ela realmente era diferente.

- Tomou alguma coisa? Eu acho que aquela noite eu estava um pouco chapado... Por isso – Ri.

- Deve ter sido, ai que idiota – Ela revirou os olhos. Gostei dela, amo xingamentos, a partir dali acho que seríamos amigos, afinal ela era engraçada adorava isso.

- Então me conte o que tem feito nos últimos dias. – Questionei, já tinha terminado meu cigarro e agora estava totalmente apoiado na grama e com as duas mãos apoiadas no queixo.

- Ah, foi tudo bem. Nada de novo acontece lá dentro, ás vezes venho em uma das festas do Bob, eu realmente gosto daquela galerinha, pois é diferente e coisa que eu aprecio, pois todas as minhas “amigas” – ela fez sinal de aspas – são tão toscas e chatas... Elas me chamam de estranha por a maioria dos meus amigos serem homens, mas eu não ligo. Isso tem nome: b e s t e i r a.

Sorri com aquilo.

- Tudo bem então, contra as regras – Arrumei um apelido.

- Mas chega de falar de mim, fale-me do você.

- Ah... Sabe...

Então começamos a conversar sobre várias outras coisas, legais, ás vezes chatas, e assuntos interessante, ás vezes eu ria tão alto que tinha medo de alguém ver. Duvido muito, me sentia como um daqueles adultos que fica até tarde conversando na varanda da casa. Olhei no relógio e levei um susto.

- MEU DEUS 2:50 HORAS... WHAT? COMO ASSIM?

Ela gargalhou.

- É mesmo, nem notei, se passou rápido, enfim acho que você quer dormir né.

Sorri.

- Cala a boca. Então a gente se ver qualquer dia?

- Qualquer dia, até breve então...

- Não diga “até breve”! Até parece um adeus.

- Então tá garoto chato, até qualquer hora... De qualquer dia – Ela sorriu.

- Tchau – Falei por fim sorrindo.

- Tchau – Ela colocou o capuz acenou dando outro tchau e começou a andar. Opa... Pera... Esqueci de algo... Mas o que não... Algo importante e necessário. Lembrei: o nome dela.

Iria gritar, mas ela estava longe demais e se misturou com as árvores.

- Mas que droga! – Bati na parede.

Entrei no prédio, céus como aqui estava quentinho. Lá estava uma brisa fria, levei choque térmico ao entrar aqui.

Fui até meu quarto subindo as escadas.

Encontrei um Mikey dormindo e a luz do abajur acesa, eu estava com cheiro de cigarro ainda.

Tirei minhas vestes e deitei. Ah, se toda noite fosse assim... E dormi .

Notas finais
hahahahha, palmassssssssss.
nota: o gee n vai se envolver cm ela blz? caso tenham ataque de ciumes, peguei ela pq precisava de amigos né.
e ela é bem legal >.
bai.
adios.