How To Love Your Brother Like A Lover

55 Capítulo 55 - Turbulência no hotel


Notas iniciais
Oi não estou a fim de falar muito. Eu sou muito inteligente e trouxe o pen drive pra porra nenhuma, porque a fic está no meu pc ¬¬
Anyway.

Poucos minutos chegou Mikey, ele fechou a porta e se virou pra mim.

Avancei em seu pescoço já entrelaçando minhas pernas nele, beijei-o adentrando em sua boca, encontrando sua língua. Ele tirou a camisa, e passou as mãos pelas minhas coxas indo até a barra e desatacando-a, ajudei a tirar, mas ainda assim não desfazendo do beijo.

Voltei a me encaixar em seus quadris, Mikey se apoiou na pia e assim eu pude me ajeitar perfeitamente, eu ouvia suspiros vindo de sua boca, separei do beijo.

Ah meu Deus que quente. Fiquei a poucos centímetros da boca dele sentindo seu hálito depois voltamos a nos beijar.

Ele me colocou contra a parede.

Céus como meu irmão era gostoso.

Como o banheiro era pequeno, bem pequeno na verdade então ele me apoiou na parede e meus pés ainda ficaram em cima da pia. Ele segurou vorazmente minhas coxas.

Beijei seu pescoço chupando-o em seguida, até que...

Escutei uma batida na porta.

- O q-que? – Falei ofegante, olhei pra Mikey ele apenas me olhou desentendido.

- Está ocupado! – Falei.

- Por favor, peço que saia, pois estamos passando por uma turbulência agora – A voz falou.

- E agora?! Meu Deus. – Falei.

E a cena era meio que engraçada: eu estava assustado com medo de morrer de cuecas e um Mikey sem camisa entre minhas pernas, imagine se alguém decide abrir a porta por urgência?

Que cena, ou pior dois garotos menores de idades...

- Eu não vou sair daqui! – Falei.

- É uma turbulência normal, não precisa se preocupar talvez só dê umas balançadas, mas nada demais – Falou Mikey.

- Mas você não acha estranho que turbulência, é o mesmo que agitação o que quer dizer é uma “meia sorte” para uma suposta caída do avião? – Falei com uma voz fina.

Mikey me olhou assustado e deixou a cabeça cair em meu peito.

- Céus...

- Se acalma, olha, não vai acontecer nada – Abracei-o e desliguei a luz.

- Por que você fez isso?!

- Quero ficar de olhos fechados!

- FIQUE COM A LUZ ACESA, ESTOU TENDO PÂNICO!

- Está bem, mas silêncio – Acendi a luz e logo comecei a sentir um avião se movimentar.

- Ai meu Deus! – Meus olhos estavam cheios de lágrimas.

- Shiu, Gee. Quer parar?

Senti mais umas movimentações para o lado, isso demorou uns 10min só de medo. Até que uma contração foi tão forte que nós saímos do lugar onde estávamos e caímos no chão, Mikey caiu em cima de mim.

Eu apenas esperei tudo acabar. Decorreu mais uns longos minutos, quando escuto outra batida na porta, Mikey se assusta.

- Quem é? – Ele perguntou.

- Os senhores estão bem? A turbulência já acabou – Falou a aeromoça.

Gelei na hora, Mikey olhou pra mim pálido.

- Como ela sabia que tinha mais de duas pessoas aqui?! – Falei o mais baixo possível abafado.

- Eu não sei... – Ele sussurrou em duvida com uma mão na boca. Deu de ombros. — Simplesmente não sei.

- Talvez... Deva ser por que ela está acostumada a falar no plural... – Argumentei.

Fui até ele dando um beijo.

- Vamos sair daqui? – Falei.

- Depois de uma dessa estou com medo demais pra continuar. – Falou Mikey.

- Gerard, eu vou sair daqui e depois de uma hora dou o sinal e você sai está bem?

- Não vou ficar preso aqui uma hora!

- Tudo bem, mas tem que esperar alguns minutos...

- Está bem.

Ele vestiu a camisa e vestiu os sapatos, depois olhou pra mim e me beijou.

- Espere!

Acenei com a cabeça, ele abriu a porta e fechou.

Sentei no chão úmido, mas uma vez, suspirei.

Que viajem... Medo, adrenalina, perigo... Nossa!

Esperei o que pareceram séculos naquele banheiro já estava até simpatizando com a decoração...

Alguém bateu na porta.

- Gerard, sai logo!

Vesti minha calça rapidamente ajeitei os cabelos e abri.

- Nossa! Depois de horas ali dentro vi que aqui fora é realmente agradável... Ai que lindo – Cambaleei olhando pra um vaso de flores.

- Para, assim você está parecendo um bêbado!

Fomos até a os assentos onde encontro papai a beira de um ataque.

- ONDE ESTAVAM? QUASE MORRI, NÃO SABIA ONDE VOCÊ SE METERAM... E...

- PAI RESPIRA! ESTOU VIVO! CALMA! ARRÉ! – Falei.

Ele respirou.

- Tudo bem e o que vocês estavam fazendo?

Se pegando escondido de você?

- Anh... Estávamos com o Scott na verdade pai – Tentei soar convincente sorrindo. Ainda errei o nome do Danny. Eu sou relativamente foda em mentir!

Ele estreitou os olhos, mas se deu por acreditar.

- Não fujam mais dessa forma! – Dizendo isso voltou a se afastar indo de encontro a homens de terno.

- Tô com dor de cabeça vou pegar alguma coisa pra beber – Falei.

Mikey concordou com a cabeça, e se sentou.

Saí à busca por refrigerante de novo, da última vez que eu saí pra esse tipo de busca fiz papai ganhar uma promoção no emprego e conhecer uma das mulheres mais ricas do Suécia.

É acho que devia sair mais pra beber refrigerante.

Não aconteceu nenhum fato interessante enquanto eu pegava mais uma latinha, voltei e Mikey estava deitado dentro da cabine com duas camas ouvindo musica, me espremi para entrar.

Uma má ideia acabei derramando um pouquinho de refrigerante.

- Merda – Desisti e me sentei em outro canto.

12h20min da tarde. Enorme salão.

Estava tudo muito iluminado, garçons andando de um lado para o outro, e talheres que refletiam a luz do teto.

Sentei-me em uma mesa, poucas distâncias da de papai, Mikey na minha frente.

Tinha tomado banho, o dia foi relativamente cansativo. Não sei que ideia foi aquela de correr pelos corredores e bater na porta das cabines...

Eu visualizava todo o salão a procura daquele garoto, em vão.

Pensei que ele ao menos iria estar ali.

- Tem cada prato estranho, mas é perfeito! – Falou Mikey com o cardápio na mão.

- Querido vou ao banheiro já volto – Falei sorrindo.

Mikey apenas acenou com a cabeça.

Dei a volta pelo banheiro e vasculhei todo o salão, cheguei perto da mesa da presidenta... Olhei em todos os lugares. Nada dele.

Decepcionado, voltei a minha mesa.

Bufei.

- Que foi? – Falava Mikey comendo algum prato esquisito.

- Nada... – Falei apoiando a mão no rosto, e assoprando alguns cabelos que ficaram na frente do meu rosto.

- Não se preocupe querido. Tudo vai ficar bem – Ele falou acariciando meu braço.

Estávamos parecendo um casal! Revirei os olhos e beberiquei minha água em uma taça.

Na hora de dormir, nunca vi coisa tão complicada subir naquela cabine, porque era meio que um “depósito” onde tinha uma escadinha que levava até o “quarto” tinha duas camas um pouco separadas e se quisesse fechar era só fechar a “porta”.

Fiz tudo com grande dificuldade, mas consegui me ajustar. Tinha até uma mini TV no teto... Que não passava nada de bom.

Suspirei e Mikey se prensou junto a mim. Ele deu um beijo na minha testa, e depois um no meu pescoço, um na bochecha e terminando na boca.

- O que você está fazendo? – Perguntei com tédio.

- Matando você com o carinho, parece estar chateado.

Bufei.

- Um pouco... – Brinquei com a barra de sua camisa.

Ele beijou minha boca já adentrando com a língua. Correspondi sem pressa.

- Vou deixar você dormir – Falou Mikey, agarrando a minha cintura e fechando os olhos.

Olhei para a Tv, é meu dia realmente não tava legal...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.