How Can I Not Love It?

34 Show em Sabaody?! Arrependimentos e tristezas!


Notas iniciais
Oi, pessoal! Os resultados do último capítulos foram ÓTIMOS, e eu fiquei muito feliz! Para que continue assim, comigo postando o mais rápido possível, é precise que vocês continuem me apoiando para que eu consiga terminar essa história que eu escrevo desde que eu tenho 12 anos. – por isso o início é meio bosta, não liguem não. - Esse capítulo vai ser bem quente em relação aos outros, então se você for menor de 18 anos, não conte aos seus pais. <.< ashahsahsahshah

Agência Romance Dawn; Sala do diretor geral; 21:03 PM

— Shanks, você tem ideia do problemão que vocês arrumaram? — dizia Thatch, segurando as têmporas.

— Tenho uma leve ideia… — o ruivo olhou de canto, tentando ao máximo não encarar o outro.

Thatch olhou para Luffy e Nami, esperando uma resposta vindo de ambos. Nami estava vermelha, não sabendo onde enfiar a cara, e Luffy estava com um biquinho para o lado, pois havia acabado de mentir dizendo que estava trânsito e por isso estavam atrasados.

Haviam marcado há horas atrás uma reunião com o diretor de market da Romance Dawn, e nem mesmo Shanks havia dado o ar da graça de aparecer. Haviam aparecido ali somente às nove da noite, e foram mandados diretamente para a sala do diretor geral, que era Thatch, e parecia bem irritado com a falta de compromisso principalmente de Shanks, que era o agente deles e o único maior de idade.

— Izou-san saiu daqui furioso, se dependesse dele tanto vocês quanto todos os outros da banda estariam fora daqui. — ralhou Thatch, suspirando. — mas não depende, a reunião vai ser remarcada e dessa vez não acontecerá nada.

Nami e Shanks sentiram os músculos relaxarem com a notícia.

— Então o que você quer com a gente? — Luffy indagou curto e grosso. — eu tô doido pra ir pra casa. — Nami sentiu vontade de esganar Luffy. Thatch já estava sendo extremamente paciente, e aquilo poderia deixá-lo irritado.

— Precisamos conversar sobre um show que vocês terão de fazer em parceria com o Cirurgião da Morte e Eustass Captain Kid. A proposta é perfeita para cessar todo esse alarde sobre os shows dos Chapéu de Palha serem inseguros. — ele pegou três cópias do papel e entregou aos três, sendo que apenas Shanks e Nami começaram a ler.

— Por que com eles dois? — Nami perguntou um tanto incomodada.

— Uma parceria num momento como esse não iria nada mal. Eles estão em 2º e 3º lugar no ranking dos Supernova mais famosos, com Monkey D. Luffy, o 1º e Roronoa Zoro, o 4º, todos reunidos, será um sucesso na certa.

— Thatch, eu sei que o incidente foi bem prejudicial para a Romance Dawn… — Shanks obteve um semblante sério. — mas acho que a Nami não está em condições de cantar, ela acabou de sair do hospital e subir no palco sem a vocalista feminina principal não seria nada bom pro estilo de formação dos Mugiwara.

— Oe! Não podemos cantar sem a Nami! — Luffy se exaltou, levantando da cadeira. — Nós não queremos fazer nenhum show agora, estamos com outros planos!

— Eu sei de tudo isso. — retrucou Thatch. — mas a situação de vocês, aqui dentro, é crítica. Nós, e principalmente eu, me preocupo muito com o bem-estar de todos os astros da Romance Dawn. Se dependesse exclusivamente de mim, vocês teriam pelo menos 2 meses de descanso, mas infelizmente não é isso que acontece.

Nami sabia que Thatch era um cara legal. Ele era amigo de Ace, e sempre fora um dos que mais defendia os Mugiwara dentro da agência, usando e abusando da posição para afrouxar o lado deles. Se ele estava insistindo tanto nesse show, era porque era de fato demasiadamente importante.

E não era ela que iria trazer problemas para a banda assim, em seu auge.

— Por mim, tudo bem. — disse repentinamente, atraindo atenção dos três. — eu posso cantar, posso subir no palco.

— Mas Nami, você ainda tá machucada. — Luffy disse preocupado.

— Não tem problema, é só não me mexer muito que deve ficar tudo bem. Além de tudo, temos o Chopper, ele vai ficar de olho em mim. — respondeu animada. — sem falar que esse show parece que vai faturar muito. — completou com simbolos de Berries nos olhos.

— Eu ainda não sei se… — Shanks começou a dizer, mas pareceu hesitante. — e se algo acontecer de novo? E se algo acontecer com um de vocês? Eu acho muito perigoso.

— Não vai acontecer nada, será no Arquipélago Sabaody, e a segurança do espaço de lá é impressionante. Nunca houve sequer um incidente lá, e diversos astros já se apresentaram sem problemas. — Thatch esclareu, parecendo chamar atenção de Luffy.

— Em Sabaody?! Faz tanto tempo que queremos ir lá! — o Monkey pareceu se animar. — se pela Nami tudo bem, é pra lá que nós vamos! Uhul!!

Luffy, Nami e Shanks continuaram lá por mais uma hora, acertando todos os detalhes do show. Ainda tinham que contatar os outros membros da banda, fazer o arranjo das músicas e retomar os ensaios – não precisava nem mencionar que todos se sentiam enferrujados. Por mais que fossem os grandes “Mugiwara”, se não ensaiassem arduamente, tudo dava errado. O ritmo, a métrica, um cantando na vez do outro, esquecimento da letra, num momento de nervosismo qualquer coisa poderia resultar em desastre total.

Mas estavam esperançosos. Viajariam para a ilha do Arquipélago Sabaody – uma das ilhas mais famosas que, apesar de estar nos arredores do Japão, ainda faz parte do país – enquanto Nojiko, Ace e Sabo resolviam o assunto da viagem para o Okinawa e fariam um dos melhores shows já existentes. Todos iriam amar, a popularidade da banda iria subir, e todos sairiam de lá satisfeitos e felizes.

Era, do fundo do coração, o que Nami queria. Mas ela nem imaginava que nem todos os seus planos sairiam como planejava.

(…)

Casa dos D; 22:17 PM; Corredor principal do segundo andar

— Ace, maldito! — Bonney batia a porta do quarto de Ace com tanta força que poderia quebrar a qualquer momento.

Depois de descobrir sobre o que os D. e os Mugiwara planejavam fazer – viajar para Okinawa – Bonney ficara irada. O que eles queriam? Suicídio? Por mais que tivessem muito dinheiro para contratar os melhores seguranças, os melhores carros blindados com a maior nova tecnologia, ainda era muito arriscado fazer uma viagem após um dos membros ter levado um tiro de um atirador misterioso.

Após muito pensar, decidiu vir pessoalmente até a casa dos D. e falar com Ace. Eles tinham uma amizade esquisita e ele certamente teria que ouvi-la. Esperava que houvesse alguém em casa além do mordomo e das empregadas, mas por algum motivo a casa se encontrava vazia. De certa forma, era até melhor; não gostaria que ninguém pegasse os dois conversando sobre potenciais acidentes e assassinatos.

Ouviu um “entra!” de Ace, com a voz levemente esquisita, e entrou no quarto.

— Oh! Você! — Ace exclamou claramente bêbados.

Com uma expressão de nojo, Bonney deu uma boa olhada no quarto. Nunca havia entrado no quarto de Ace, mas naquele dia parecia estar bem mais bagunçado e sujo que o normal. Haviam várias migalhas de diversos tira-gostos no chão, caixas de pizza, várias latinhas de cerveja no chão, puffs jogados nos cantos e o Nintendo de Ace estava ligado com ele sozinho tentando acertar os pinos no boliche virtual.

Era, obviamente, um cenário pós-festinha.

— Que porra de quarto é esse? — for a única coisa que conseguira dizer.

— Ah, não gostou? Eu mesmo que decorei. — ele respondeu com a voz embargada, largando o controle do Nintendo e indo até Bonney. Ele aproximou o rosto bem perto do dela, deixando-a constrangida.

— Sai de perto! — ela empurrou o rosto dele com a mão, fazendo-o cair de costas na cama atrás dele. — eu vim aqui pra conversar sério com você, mas nesse estado é impossível.

— O que é que tem? Eu tô totalmente sóbrio! — respondeu ele, ainda deitado na mesma posição, olhando atentamente o teto. — wow! O teto tá girando!

É, ele estava bem bêbado. Não tinha jeito, ela teria que ir embora e voltar outro dia.

— Bonney… — ele clamou ao perceber que ela se virava para ir embora. — vem cá… Eu preciso de você…!

— Você tá fedendo a cerveja. — reclamou a rosada, sem saber se ia até ele ou se continuava o caminho até a porta. Se fosse qualquer um outro, ela simplesmente ignoraria e iria embora, mas não era outro. Era Portgas D. Ace, e chamando-a daquela forma ela nunca conseguiria resistir. Bonney andou até ele, e sentou-se ao lado de seu corpo deixado na cama. — o que você quer?

— Um beijo.

Essas palavras vieram como uma flechada no coração de Bonney. Ela odiava bancar a garota apaixonada, mas já tinha aceitado que Ace havia tomado seu coração há tempos e não tinha nada que pudesse fazer sobre isso além de aceitar. Ela não deveria consentir ao pedido do D, — sabia disso e muito bem – não tinha nada contra a namorada dele e traição ia contra todos os ideais que carregava. Mas seu coração dizia que deveria beijá-lo, e como ela queria aquilo.

Quando seria a próxima vez que teria uma chance daquelas? Provavelmente nunca.

E então... O beijou.

A boca dele tinha um gosto de mistura de cerveja com pizza,e ela adorava as duas coisas, tornando tudo mais perfeito ainda. Os fortes braços dele, que antes estavam estirados na cama, devagar foram a envolvendo e puxando para cima de si, de forma que ficara de quatro em cima dele. O beijo se tornava cada vez mais quente e, por mais que ela não fosse a pessoa mais experiente nesse assunto, sabia muito bem o que a protuberância dura em baixo dela significava.

Bonney não tinha o costume de usar sutiã. Qualquer tipo que usasse causava irritação em sua pele e, nos momentos mais importantes, usava um top esportivo para tapar os seios. Mas por algum motivo, havia simplesmente desconsiderado a possibilidade de usar e fora até a casa de Ace apenas com uma blusa e short.

E ele percebera isso.

Em meio ao beijo, Ace passara a mão calejada sem nenhuma hesitação por dentro da blusa da rosada, rapidamente chegando aos seios fartos que tinha. Ela levara um susto no início – as mãos dele eram bem quentes – mas depois já não dava mais importância. Após seus lábios se descolarem para dar tempo de respirar, ele arrancara a blusa dela num segundo, deixando seu busto totalmente à mostra para ele. Ela tapou os seios com a mão. Era estranho estar assim, tão exposta na frente de um homem.

Lentamente, Ace tirou as mãos dela da frente, vislumbrando seus seios. Era impressionante como, mesmo bêbado, Ace conseguia ser gentil. E, ao Bonney pensar em como ele não estava tão selvagem quanto imaginava, ele tomou seu seio esquerdo com a boca.

— Ahh! — ela não conseguira conter o gemido.

Ele havia achado seus peitos lindos: eles eram enormes e seus mamilos tão róseos quanto seus cabelos. E, enquanto se deliciava com o seio esquerdo, suas mãos passeavam nos glúteos da cantora como se quisesse conhecer o local antes de realmente se estabelecer ali.

Seria uma noite e tanto.

(…)

Casa dos Roronoa; 11:01 PM

— Oi Zoro! Desculpe a hora, vim buscar o Toma. — disse Saga, após tocar a campainha e o esverdiado atender.

— Sem problema.

Zoro havia acabado de sair do chuveiro, e não tinha pudor nenhum em atender a porta sem camisa com uma toalha nas costas. O conhecia há anos e sabia que era assim mesmo, não havia como mudá-lo, mesmo que tentasse. Observou a sala do seu apartamento, e reparou que haviam muitos brinquedos espalhados pelo chão.

— Quanta bagunça… O Toma deve ter dado trabalho. — disse o homem de cabelos roxo, um tanto sem graça.

— Isso tudo a Tashigi consegue fazer sozinha em uma hora, é só alguém dar uma espada de brinquedo pra ela. — ironizou Zoro, fazendo Saga rir. Tashigi e Toma dormiam dentro da cabana de bolinhas de Tashigi, e, lentamente, para não acordá-los, o marimo retirou o garotinho dali e entregou nos braços de Saga.

— Eu queria falar com você sobre uma coisa. — disse ele. — semana que vem vai ter um show do Youkai Watch, e eu e a Maya pretendemos levar o Toma. Se estiver tudo bem por você, gostaríamos de levar a Tashigi-chan também.

— Hmm… — Zoro pensou por um instante, observando a pequena dormir. — por mim tudo bem, mas por que querem levá-la? A pirralha dá trabalho.

— Não fale desse jeito. — Saga riu de canto. — graças a ela o Toma está melhorando a cada dia, somos muito gratos e queremos retribuir. Pode ir conosco, se quiser, mas imagino que esteja ocupado.

— E como! Acabei de descobrir que logo logo haverá um show no Arquipélago Sabaody, sem falar que eu prometi para a Robin que a acompanharia na sessão de autógrafos do último livro que ela lançou. — bufou Zoro, coçando a cabeça de preocupação.

— Hmm… Essas ocupações aí não me parecem nada mal, passar um tempo com a cremosa… — brincou o outro, fazendo Zoro corar.

— Cremosa? Não invente coisas! — Zoro esbravejou.

Após uma longa risada, Saga foi embora, shippando firmemente Zorobin.

(…)

Casa dos D; 6:22 AM; Quarto de Ace

— Merda. — fora a única coisa que Bonney conseguira dizer após acordar nua ao lado de Ace.

Olhou para o lado, e Ace dormia pesado. Estava bêbado na noite anterior, e provavelmente não acordaria tão cedo.

O que ela tinha feito?

Havia feito sexo com Ace, isso tinha certeza, pois diferente dele, estava completamente sóbria no ato. O que deveria fazer? Acordá-lo? O que diria para ele quando acordasse? “Olha, eu sei que você tem namorada, mas eu fiz sexo com você bêbado mesmo assim!”?

Ela tinha que ir embora, tivera sorte de passar a noite ali sem ser percebida. O único que sabia da sua estadia ali era o mordomo Inazuma, e não sabia se ele já havia contatado aos donos da casa. O que pensariam dela? E se aquilo vazasse? Seria a notícia do momento: “Portgas D. Ace comete adultério”, daria uma manchete bem chamativa.

Assustou-se ao vê-lo se mexer. Ele estava com os cabelos negros grudados na testa por conta do suor, e em um ato afetivo, tirou as mechas dali, já que pareciam incomodá-lo. Ace pareceu gostar do carinho, já que sorriu levemente.

— Nojiko… — ele murmurou enquanto dormia.

É, aquilo doeu. Podia ter feito sexo com ela em um momento de necessidade e de falta de sobriedade, mas era com a outra que ele sonhava.

Era a outra que ele amava.

Pegou as roupas que estavam jogadas no chão, vestiu e saiu do quarto sem hesitar.

Koala, que havia acabado de acordar e se dirigia até a cozinha, deu de cara com Bonney saindo do quarto de Ace com uma expressão clara de quem quer chorar, e não soube o que fazer.

— Você… É a Bonney-san, não é? — fora a única coisa que conseguiu perguntar.

Bonney olhou-a nos olhos, ignorou-a e foi embora sem dizer uma palavra.

Agora havia feito a coisa mais errada que poderia ter feito em sua vida toda, e todos em breve saberiam disso. Havia uma testemunha.

Além de tudo, por conta de todos os problemas e decepções que rondavam sua mente, em nenhum momento sequer Bonney percebera que, ao fazer amor com Ace…

Não usara nenhum tipo de preservativo.

Notas finais
Depois dessa, é sempre bom lembrar, jovens: Usem preservativo! O que acharam do capítulo? O que será que vai acontecer em Sabaody? Vocês shippam Bonney e Ace ou Nojiko e Ace? A opinião de vocês é realmente importante, então aguardo ansiosa pelos comentários ♥