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10 Sobre Asas
Notas iniciais
post por: ness
Íamos fazer uma apresentação em NYC, toda a equipe fora dessa vez, seria horas de voo até lá. Voos são extremamente cansativos, ainda mais quando você não tem sono, porque não há muito que se fazer. Mesmo o avião onde eu estava tendo wi-fi, televisão, eu me sentia entediado. Eu já havia tentado cochilar umas 5 vezes e nada, e ainda faltavam 3 horas para que o avião aterrissasse. Foi quando reparei que a das assistentes da Lou que sentava na poltrona ao meu lado também estava inquieta. Na verdade havia uma poltrona vazia entre nós, eu estava na da janela e ela na outra extremidade. Ela tamborilava os dedos no apoio do seu acento e olhava para os cantos. Branquinha, cabelo castanho, meio bagunçado, ondulado, ela usava uma camisa de manga longa um pouco folgada, que lhe caia no ombro, um short jeans meio desfiado, nike preto.
- Você não gosta de aviões? – resolvi puxar assunto. Ele me olhou, meio insegura se deveria responder.
- Um pouco, não me sinto muito bem fora do chão. – ela torceu o bico.
- Posso te fazer companhia – ela me encarou, me analisando – é que eu estou meio entediado e pelo visto – olhei em volta e depois para ela – somos os únicos acordados.
Ele repetiu o meu gesto, olhando em volta.
- Verdade – ela deu uma risada de leve. Nossa ela era tão lindas, já havia me pego a olhando várias vezes, até imaginando coisas que não deveria imaginar, mas era inevitável, ela era engraçada, meiga, estava sempre sorrindo, tinha um corpo bonito e um estilo fantástico, meio princesinha, meio desleixada, não era pra menos ela ser a garota de confiança da Lou. – Ansioso pela apresentação? – ela perguntou me arrancando dos meus pensamentos.
- É, um pouco, NY é sempre agitada.
- É, é uma cidade incrível pra se fazer algumas loucuras. Gosto de loucuras.
- Loucuras? – ela deu uma risadinha quando eu perguntei. Fiquei imaginando se as “loucuras” das quais ela tinha se metido envolviam álcool, sexo ou algo do tipo. Para Liam, melhor parar. Nós conversamos sobre várias coisas, sobre as comidas que ela gosta na cidade, os lugares legais que já havíamos vistos aqui.
- Eu posso dar uma olhadinha pela janela? – ela me pediu – Apesar de não gostar muito de aviões, a visão daqui de cima é mágica.
- Claro.
Eu soltei a proteção que me segurava a poltrona, afinal, segurança nunca é demais. Eu me ajeitava para passar para a poltrona do lado quando ela se inclinou sobre mim, com uma das mãe apoiada a minha poltrona e a outra esticada, na direção da janela.
- Não precisa sair não, eu só quero tirar uma foto.
Estávamos em uma posição um tanto quanto embaraçosa, os seios dela ficaram exatamente na direção do meu rosto, respirei fundo, mas disfarçadamente, não sei se a intenção dela era me provocar ou se isso era viajem da minha cabeça, eu a quis assim tantas vezes que pareceu uma ilusão minha. Ela abriu a janelinha e posicionou o celular para tirar uma foto, sem querer ela acabou desequilibrando eu caindo sentada em meu colo.
- Desculpa. – ela disse tentando se levantar e se arrumar na poltrona, toda desajeitada. Eu a segurei pela cintura, ela apoiou o outro braço na poltrona, me deixando entre eles. O olhar dela encontrou o meu e pude jurar que ela encarou a minha boca, não pude evitar em fazer o mesmo.
- Er… está meio estranho eu assim… er, sentada em você – ela disse meio sem jeito e corando.
- Eu não acho – disse sem nem pensar.
Ela piscou umas 3 vezes, me encarando. MAS QUE MERDA VOCÊ DISSE LIAM!!! Nem eu mesmo sei explicar, apensas, disse. E foi quando também não pude me conter, levei minha mão até seu rosto, o acariciando de leve, com a ponta dos dedos contornei a linha do seu queixo. Eu entrelacei meus dedos em seu cabelo, ia puxando-a para mim quando ela meio que hesitou.
- A gente não pode fazer isso aqui, tá ficando louco? – ela sussurrou e ameaçou se levantar, eu compulsivamente a segurei firme, uma mão em sua nuca, outra em sua cintura, a olhei firme nos olhos.
- Você não disse que gosta de loucuras – eu corri meus olhos por ela, pelo jeito como ela estava inclinada em mim, era pecado o que eu estava pensando, mas que se dane.
- Loucuras entre quatro paredes é uma coisa Payne, aqui já é meio que…
- Loucura – resolvi não deixa-la dizer ou argumentar sobre mais nada, a puxei sem permissão para um beijo que ela, menos mal, não hesitou. Pelo contrário ela se ajeitou na poltrona, depois passou as mãos pelos meus cabelos. Tentávamos controlar nossas respirações entre os beijos ofegantes e provocantes para não levantar suspeitas do que estávamos fazendo. Não quero nem pensar o que o Paul diria se nos pegasse assim, ou a Lou, ou o Niall, enfim. Apesar de estarmos nas penúltimas poltronas do corredor, era bom manter descrição. Mas cara aquilo seria complicado, uma loucura mesmo, ela me beijava com vontade. Em certo beijo, ela tinha meu rosto em suas mãos, ela foi descendo os lábios pelo meu pescoço. Eu usava apenas uma camiseta cinza, de tecido fino, minha pele estava em temperatura normal, já ela que usava uma camiseta de manga comprida, mesmo que de tecido fino também a deixara quente. O contado dos lábios dela quente em minha pele me causou arrepios intensos. Ela me dava leves mordidas pelo pescoço, aquilo estava me excitante em um nível que eu nem conseguir explicar.
Com cuidado eu ajeitei a poltrona para trás, a deixando inclinada, fui me ajeitando de modo que ela pudesse ficar em cima de mim, me certifiquei de que ninguém nos notara, ainda.
Ela veio pra cima de mim, passando a mão por debaixo da minha camiseta, ela a levantou até meus braços, eu a ajudei a completar o serviço me inclinando pra frente e tirando a camiseta. Ela começou a distribuir beijos pelo meu abdome e foi traçando um caminho húmido até o cos da minha bermuda, eu respirei fundo, era bom demais pra ser verdade, mas era verdade. Ele delicadamente abriu o fecho da minha bermuda.
- Mas o que você…
- Shiiiiiiiii Payne, você não quer uma loucura? – ela disse.
CARA ISSO NÃO ESTÁ ACONTECENDO!!! Mas na verdade estava, foi quando ela, me encarando, que foi talvez o detalhe que mais me excitou, começou a massagear o meu membro, e depois o pôs em sua boca. MEU DEUS AQUILO ERA INCRÍVEL, ela realmente sabia o que estava fazendo, sabe-se la as loucuras que essa garota já não aprontara em NYC. Ele era delicada mas firme, dócil mas provocante, sem querer acabei gemendo em um tom um pouco alto. Ele parou o que estava fazendo e veio com a mão em minha boca.
- Não faz barulho! – como se fosse fácil com ela fazendo essas coisas, decidi mostrar a ela como era fácil.
Em um movimento rápido eu a girei pela cinturar, e nos trocamos de posição, agora eu estava por cima dela.
Basicamente eu repeti os movimentos dela, tirei a camiseta que ela usava, e voltei a beija-la.
Passei a mão pela lateral do seu corpo, desci a mão pela sua cintura, e logo cheguei ao fecho do short que ela usava. Ela desceu o olhar até onde minhas mão estava e depois voltou a me encara, mordendo os lábios.
Eu abri o short e passei a mão pela lateral dele, o abaixando até a altura das coxas dela, ela usava uma calcinha roxa, com renda preta, delicada mas provocante. Eu comecei a beija-la para manter sua boca ocupada enquanto posicionei o um dedo na entrada de sua intimidade, ela se contorceu e mordeu o meu lábio inferior. Resolvi provoca-la e posicionei outro dedo dentro dela, ela ameaçou gemer e desse fez eu dei o troco.
- Shiiiiiiiiiii – eu disse roçando meus lábios na lateral esquerda de seu rosto. – sem barulhos lembra? – voltei a olhar para ela, ela fez que ia dizer algo, mas então ela se impulsionou mais contra os meus dedos.
Ela era quente, e por mais que eu a quisesse provocar, eu era quem não aguentava mais.
Por sorte ela facilitara o meus trabalho, já não usávamos quase roupas, então foi fácil começarmos.
Apoie meus braços um de cada lado dela, ajeitei suas pernas de modo que eu pudesse ficar entre elas. Iria realmente ser um desafio fazer aquilo numa poltrona, mas o modo como ela me encarava, convidativa, me desafiando, eu já não me importava com mais nada.
Decidi não enrolar nem dar aviso e a penetrei de uma só vez. Ela de imediato cravou os dentes nos lábios, reprimindo um gemido ou qualquer que seja o som que ela teria emitido. Ela enfiou o rosto no meu ombro. Esperei até que ela se acostumasse comigo dentro ela. Ela soltou o ar que prendia e se acomodou.
Eu comecei com movimentos leves de vai e vem, ela me puxou pra si nos começamos a nos beijar, nos mantivemos naquele ritmo por um tempo, mas era difícil controlar qualquer coisa, nossa respiração ofegante entre os beijos, tudo. Notei que a poltrona fazia um movimento enquanto eu aumentava a velocidade das estocadas, mas não me importei.
Ela pressionou mais o seu quadril contra meu membro. AQUILO ESTAVA SENDO INCRIVEL! Realmente, tudo o que é feito escondido, e em perigo, é bem mais gostoso.
Eu a tinha pra mim, ali, no meio de um avião, em pleno voou.
Nossos corpos já estavam em sincronia, logo tanto ela quanto eu chegaríamos lá, mas nenhum queria ceder, ela me desafiava e eu a retribuía.
Eu a senti se contrair em meu membro e senti que logo também não aguentaria pena.
Aumentei mais ainda as estocadas. Ela não conseguiu se controlar e pouco antes de ter seu orgasmo, ela soltou um gemido alto. Eu cheguei ao meu orgasmo pouco depois, arfando e me deitando sobre ela.
Ajeitei-me de modo que nós dois pudéssemos ficar na poltrona.
Ela me olhou pelo canto do olho e soltou uma risada leve.
- O que foi? – perguntei meio confuso.
- Amo as loucuras de NYC, já mencionei isso.
De repente escutamos alguém se aproximando. Ela me olhou com os olhos arregalados, talvez eu tenha feito o mesmo, o pânico de alguém nos pegar daquele jeito tomou conta de mim. Ela, mais esperta de abaixou ficando pouco visível entre a poltrona e minhas pernas, eu puxei rápido a bermuda e tentava ajeitar a camiseta quando vi niall por o rosto por entre a poltrona.
- Tá tudo bem?
- Nossa Nialler que susto. – menos mal, pior seria se fosse o Paul. Niall me encarava com uma sobrancelha arqueada, daquele jeito dele.
- Escutei um barulho, pensei até que fosse um gemido, mas ai vi que era você! Tá tudo bem mesmo né? – ele observou em volta.
- Tá, er… tá tudo de boa Niall. Eu só tava er… – vi por sorte meus fones ali do lado e os peguei – tô só ouvindo música. – sorri.
Ele por fim se convenceu e se virou para frente. Respirei fundo e fiz sinal para ela se levantar. Não faço ideia de como, mas ela conseguiu por a camiseta e o short de volta.
- Boa Payne. – ela piscou pra mim e voltou pra sua poltrona.
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- Liam? – senti alguém alguém mexer em meu ombro, com dificuldade abri os olhos, era Niall – Eu cara, acorda, já vamos decolar, seu preguiçoso.
- Nossa que horas são? – eu disse enquanto me ajeitava.
- Sei lá cara, mas a gente já chegou, tu dormiu o voo inteiro, nem sei como, eu to morrendo de fome nem sei … – eu já nem ouvia mais Niall, apenas olhei pra ela ao meu lado na poltrona, mexendo no celular e falando com a Lou. DROGA FOI MAIS UM SONHO.
Notas finais
e ai, gostaram?
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