Notas iniciais
Olá pervinhas.....
Eu disse que voltava hoje.
Então? vamos ler mais um pouquinho?

Pov Edward.

Meu nome é Edward Cullen e tenho 23 anos.
Sou casado a 3 anos com Tânia Denaly Cullen. Filha de um amigo da família.
Eu a conheço desde os meus 15 anos. Ela é um ano mais nova que eu e eu sempre fui loco por ela. Na verdade pelo corpo dela. Ela, desde que a conheci com 14 anos já tinha um corpão. Seios fartos, bunda grande, cabelos loiros que iam até a cintura. Essa mulher já dava asas a minha imaginação desde a primeira vez que a vi. Mas ela nunca me deu bola, na verdade ela não parecia prestar atenção em garotos ainda, era muito bobinha.
Ela e sua família eram amigos da minha há muitos anos, mas moravam no Alasca por isso nos víamos pouco.
Na segunda vez que a vi foi no casamento da sua irmã mais velha, Kate estava se casando com Garret um antigo namorado e todos nós fomos até o Alasca para o casamento.
Ela estava então com 17 anos e noiva para meu desespero.
Estava ainda mais gostosa, eu bem que dei em cima dela, mas tudo que ganhei foram alguns olhares. Seu noivo que tinha cara de babaca nem percebeu nada, mas eu não tive oportunidade de tentar nada, fomos embora no fim da festa, meu pai que é médico tinha uma cirurgia marcada para dali a 2 dias, e ele ainda tinha que descaçar e se preparar.
No caminho de volta fui repreendido pelo meu pai. Ele me avisou que o seu amigo Eleazar era muito tradicional e religioso, que eu não deveria me meter com as filhas dele.
Na época não liguei muito para isso, afinal, ela esta lá no Alasca, quando eu a veria de novo certo?
Eu não era muito de namorar, tive apenas uma namorada firme em minha adolescência.
Era apenas de ficar e transar.
Eu gostava de sexo, mas como todo adolescente eu ainda estava descobrindo as coisas e as garotas da minha idade eram tão inexperientes quanto eu.
Sempre tive a fantasia de ter uma mulher mais velha para me ensinar, mas isso nunca aconteceu.
Eu adorava descobrir coisas novas, posições, brinquedos sexuais, tudo.
Mas certas coisas não da para se fazer com transas casuais. E eu já começava a cogitar arrumar uma namorada.
Bem nessa época para meu espanto Tânia aparece na minha faculdade.
Eu tinha 20 anos e ela 19.
Eu já estava no 2º ano e ela era caloura. Morava nos alojamentos.
Logo firmamos amizade e eu descobri que aquele seu noivado já tinha acabado há alguns meses, o namorado não concordava com ela vir estudar tão longe então decidiram terminar tudo e talvez reatar quando ela terminasse a faculdade.
Em menos de duas semanas de convivência já saíamos juntos.
Eu queria dar um passo a diante mas a mesma sempre pulava fora, no fim descobri que ainda era virgem.
Fiquei louco, eu poderia moldá-la do jeito que eu quisesse, era o sonho de todo cara.
A pedi em namoro e firmamos compromisso.
Meus pais não gostaram nada, disseram que compromisso com Tânia não seria como os outros namoros onde se termina a hora que quer, e mais uma vez ele me lembrou da família rigorosa que ela tinha, mas eu só pensava com a cabeça de baixo e não ouvi ninguém.
Com um mês de namoro tirei a virgindade dela.
Nosso namoro evolui muito depois disso, ela se soltou um pouco, ficou mais carinhosa e um pouco menos caretas com algumas coisas.
Aceitava e até gostava de ir em boates e barzinhos.
Mas no 3 mês de namoro ela engravidou.
E foi aí que o pesadelo começou, no mesmo dia que contamos aos meus pais vijamos para contar aos dela.
O seu pai Eleazar só faltou me bater. Acho que na verdade só não o fez por causa do meu pai que foi conosco.
Mas a Tânia não escapou de uma bofetada, ato que achei extremamente desnecessário. Sei que fomos irresponsáveis mas não era para tanto. Ambas as famílias eram ricas e eu estava ali assumindo minha responsabilidade de pai.
Eu só não contava com o fato que o pai dela exigisse que eu me casasse com ela. Isso foi um susto para mim.
No inicio me neguei completamente.
Estava irredutível. Tânia pediu e implorou, mas eu não mudava de ideia, eu só tinha 20 anos e casar nessa idade era a morte para qualquer adolescente.
Meu pai embora não concordasse com a história de casamento, sempre jogava em minha cara que tinha me avisado aonde eu estava me metendo, tudo aquilo era culpa minha.
Eu até dava razão para ele, mas permaneci irredutível até saber que Eleazar estava mandando Tânia para casa de uma avó na Irlanda que era para abafar a vergonha. Nessa hora me senti culpado e acabei aceitando casar com ela.
Nos casamos em um mês, mas no 4 mês de gravidez Tânia perdeu o bebe.
Foi um choque para todos, principalmente para mim que já estava gostando da ideia de ser pai.
Tânia pareceu um pouco aliviada com tudo, pois assim os boatos que ela casara gravida acabariam.
Com o tempo passamos a nos entender bem. Eu até gostava dela, não era amor, mas tínhamos companheirismo e respeito.
Ambos terminamos a faculdade. Eu era engenheiro e ela professora, só que ela preferiu não trabalhar depois de formada, não liguei muito pois vivíamos muito bem.
Ela era uma boa companhia, inteligente, educada, engraçada.
O único problema que tínhamos era o sexo.
O tempo passou e embora eu tenha tentando muito e ainda tento ela não muda a sua concepção do sexo. Para ela sexo se resume ao básico. Um bom papai e mamãe, na cama, em casa, no máximo em um motel e pronto.
Nada de posições, de palavras picantes, de brinquedos nada.
Aquilo era maçante para mim. As vezes tinha um orgasmo mais gostoso me masturbando do que comendo ela, aliás comer não, fazer amor. Era sempre assim que ela me corrigia.
E era devido a essa nossa divergência de opinião que tínhamos inúmeras brigas inclusive essa que estávamos tendo agora dentro do carro.

- Eu ainda não acredito que você teve a coragem de me dar aquilo Edward. _ ela falava indignada.
- E qual o problema de ganhar uma camisola transparente com uma calcinha fio dental?
- E você ainda pergunta? No meu aniversário? Na frente da minha mãe?
- Eu não dei na frente dela Tânia, na frente dela eu te dei um par de brincos, te dei a camisola no quarto ontem. Você que me deixou sozinho e foi correndo mostrar a ela, nem me deu tempo de explicar.
- Eu só queria mostrar o marido carinhoso que tenho.
- Você tinha que ter imaginado que se eu não dei na frente deles é por que eles não deveriam ver. _ falei como se fosse óbvio.
- Eu não imaginei que fosse me dar coisas vulgares logo no meu aniversário. _ ela falava indignada.
- Vulgar? O que tem de vulgar na porra de uma camisola sexy?
- Olha o seu linguajar comigo Edward! _ ela alertou furiosa.
- Cara você é muito ...... muito......
Eu nem conseguia terminar a frase.
- Muito o quê? Vamos, diga?
- Muito fria, muito puritana. _ falei com raiva e soquei o volante do carro.
Na hora ela se encolheu e vi lágrimas se formarem em seus olhos.
- Você queria que eu fosse como essas vadias que seus amigos te contam que eles pegam?
Ela perguntava esperançosa que eu dissesse não, mas eu estava tão cansado dessa vida sexual sem graça que eu tinha que falei a verdade.
- Sim, eu queria muito.
- Desgraçado. _ ela começou a me dar tapas dentro do carro.
- Se você queria uma vadia por que não foi procurar uma no puteiro em vez de namorar uma moça de família como eu? _ ela gritava e me socava.
Como estava no volante eu apenas recebia os tapas tentando sem sorte me encolher no canto.
- O que tem haver ser de família com ser fria? _ eu já estava tão cansado da minha vida que estava jogando tudo pro alto. _ As esposas dos meus amigos são de boa família tanto quanto você e fazem as vontades deles.
- Boas moças? Duvido tudo piranhas fingidas. Mulher decente não faz isso. Essas coisas nojentas que você gosta são pecados, é nojento e vulgar.
Explodi de raiva.
- Não é nojento, é sexy, gostoso, quente _ ia falando cheio de raiva e olhava para ela esquecendo de olhar a rua a minha frente. No meio da frase só vi seus olhos se arregalarem e ela apontar para frente.
- Edward! O sinal está vermelho!

Mas eu pisei no freio tarde de mais.
Tudo que vi foi um vulto na frente do carro, ouvi o cantar dos pneus e senti o baque no capo do carro.
Por um segundo tudo parou, eu só ouvia o silencio.
Então todo o tumulto começou, pessoas gritavam, saiam correndo dos seus carros e eu logo que acordei do transe fui fazer o mesmo.
Abri minha porta correndo e desci para ver o que tinha acontecido.
Uma pequena roda já se formava na frente do meu carro.
Tânia correu logo depois de mim e juntos fomos empurrando as pessoas.....
No chão, amparada por outra mulher uma mulher linda tentava se sentar.
- Quem foi o filho da puta que me atropelou? Ai merda isso dói.
Ela dizia segurando o braço que estava ralado e sangrava um pouco.
Achei melhor me identificar logo.
- Moça, por favor me desculpe....
Então me ajoelhei a sua frente e ela me olhou.
Nossos olhos se conectaram por alguns segundos.
Vi quando ela ofegou ao olhar para mim e não posso fingir que não fiz o mesmo.
Porra, ela era muito linda.
Tinha uma pele branca e sedosa, uma boca carnuda que foi feita para ser mordida, olhos e cabelos castanhos de um tom quente, aliás, tudo nela parecia muito, muito quente.
Então como se acordasse do seu transe ela sacudiu a cabeça e me encarou de novo.
- Foi você que me atropelou? Qual o seu problema seu animal? Não enxerga não? Olha o que você fez comigo seu cachorro filho da puta...
Eu me vi encantado com a enxurrada de palavrões que saiam da sua boca, acho que já fazia muito tempo desde que vi ou ouvi uma mulher como ela, se é que já vi alguma.
Tânia se abaixou ao lado dela.
- Senhora se acalme, por favor, foi um acidente, meu marido não teve a intenção.
A mulher se virou para ela e falou:
- Me acalmar, sou eu que estou no chão com dores, acho que tenho todo direito de estar revoltada.
- Eu sei, me desculpe, fui muito imprudente, me deixe ajuda-la.
Então eu e Tânia com muito cuidado a ajudamos a se levantar.
- Como se sente? _ perguntei a ela.
Ela me olhou como se eu fosse louco.
- Como se tivesse sido atropelada. _ falou o óbvio.
Mas então ela começou a rir. E não sei por que mais me vi rindo também, acho que foi de alívio por ver que nada sério aconteceu.
- Estou bem, acho que foi mais o susto... ai... e a merda desse braço que ralou no asfalto.
- Deixe eu dar uma olhada.
- Não precisa...
- Deixa eu ver logo._ falei pegando seu braço.
Meu pai era médico e eu tinha algumas noções de primeiros socorros. Mexi um pouco com seu braço mesmo com seus protestos de estar doendo.
- Não parece ter quebrado nada, foi só esse esfolado mesmo.
Ela ergueu as sobrancelhas e me falou.
- É mesmo? E você é medico por acaso? _ ela perguntava debochada.
- Não, mas entendo um pouco de primeiros socorros. _ ela me olhava um pouco intrigada.
- Mesmo assim acho melhor eu te levar até um hospital.
- Não precisa, estou bem, só vou até uma farmácia para limpar este braço.
- Nada disso, meu marido e eu vamos te levar ao hospital. _ Tânia entrou na conversa.
- Eu já disse que não precisa, eu sei que não foi nada demais.
- Mas eu faço questão, olha, eu te atropelei, o mínimo que posso fazer é te levar ao hospital. _ eu falava com muita autoridade
- Bom, tudo bem, já que fazem tanta questão.
Então eu a guiei entre a multidão e abria a porta de trás do carro para ela.
Em minutos já estávamos no hospital mais próximo.
Tânia e eu ficamos sentados enquanto ela preenchia a fixa sobre planos de saúde.
Ao final de toda burocracia a enfermeira mandou que ela se sentasse e esperasse.
- Isso é um absurdo, você foi atropelada e tem que esperar?
Tânia estava indignada, e não posso negar que também estava um pouco.
- Isto é uma emergência, estou andando, enxergando e falando, então não é tão grave assim, tem pessoas em pior estado para atender.
Olhei abismado para ela, ela falava como meu pai que era médico.
O telefone de Tânia tocou e ela se afastou um pouco para atender.
Aproveitei e me sentei onde ela estava sentada, ao lado da moça que agora sabia se chamar Isabela Swan.
- Eu queria ter te levado para o hospital Memorial, mas esse era o mais perto, sinto que esteja demorando.
- Por que me levaria até o Memorial? _ ela perguntou interessada.
- Tenho um parente que trabalha lá, seria atendida mais rápido.
- Sem problemas, já disse que me sinto bem, não me importo de esperar.
Então ela me olhou mais séria.
- Posso perguntar o por que de ter avançado o sinal? Já pensou se fosse com uma criança em vez de um adulto?
- Nem fale isso, estou até agora tremendo. Eu estava tendo uma briga com minha esposa no carro.
Então isso pareceu fazer sentido para ela.
- Entendo, mesmo assim seja mais prudente da próxima vez, eu procuro nunca brigar dentro de carros, já ví muitos estragos por causa disso.
- Já ia perguntar do que ela estava falando quando Tânia voltou.
- Avisei a sua mãe que não vamos mais almoçar com ela.
- Ah, por favor, eu não quero atrapalhar vocês, podem ir.
- De jeito nenhum vamos deixa-la aqui sozinha Isabela, foi nossa culpa.
- Por favor, é Bela, e eu não ligaria, mesmo.
- Mas nós sim. _ me meti. _ Aliás, você quer que avisemos alguém?
- Não, já liguei avisando meu namorado, logo ele chega.
- Desculpe perguntar, mas para onde você estava indo? _ Tânia perguntou.
- Na verdade estava vindo da academia.
- Ah, por isso estas roupas. _ Tânia parecia quase feliz por descobrir o motivo da roupa de Bela, na verdade eu já tinha reparado a muito tempo e estava amando aqueles trajes.
Ela vestia um top vinho e uma bermuda preta de lycra. Só, apenas isso. Tinha uma pequena bolsa com ela, mas do tipo que só cabia uma garrafa de água e um celular, mais nada.
- O que tem minha roupa?
-Ah, é um pouco........ intima, reveladora, não acha? _ Tânia perguntou como se fosse óbvio.
Quis esganar minha esposa, ela e o seu jeito reparador e acusador.
- Não, eu não acho.
Tânia apenas disfarçou e mudou de assunto.
- E o que faz na academia? Pilates? Ioga?
- Box tailandês.
- O que? _ Tânia faltou gritar.
-Algum problema?
- Isso é muito bruto, sem contar que você deve ficar cercada de homens...
Tânia deixou o assunto no ar.
- Bom, eu não acho bruto, eu gosto muito na verdade, e é ótimo para manter a forma, eu não tenho muito saco para coisas como pilates, ioga, musculação, acho tudo isso muito parado, eu gosto de movimento, agilidade. E quanto a ficar cercada de homens, bom, acho que a maioria das mulheres amaria ficar no meu lugar.
Isabela tentou soar provocadora e parece ter buscado entendimento em Tânia, mas a mesma só fez uma careta de repugnância o que fez Isabela olhá-la como se ela fosse um ET.
- Desculpe mas.... quantos anos tem Tânia?
- 22. _ disse simplesmente.
- Você não acha que é muito nova para ser um tanto..... preconceituosa?
A classe com que ela falou isso me deixou boquiaberto, ela não falou acusando, nem rebatendo, parecia uma mãe dialogando com uma filha.
- Não acho preconceito, fui criada com certos padrões de certo e errado e levo isso muito a sério. _ Tânia disse de forma defensiva.
- Bom, você ainda é muito nova. Você verá que na vida muitas vezes temos que fazer nossos próprios padrões em vez de nos guiar pelos padrões de nossos pais.
- Você diz como se fosse mais velha que eu.
Tânia disse bufando.
- Mas sou, tenho 26 anos.
Tânia e eu a encaramos boquiabertos.
Porra, ela parecia ter a idade de Tânia.
Logo o médico a chamou fazendo com que o assunto fosse esquecido.
Tânia e eu ficamos esperando no saguão de entrada do hospital enquanto Bela era atendida.
Depois de 40 minutos de espera ela veio em nossa direção.
- Pronto, tudo certo, eu disse que não tinha sido nada.
- E seu braço? _ perguntei preocupado.
Olhei o braço que agora estava enfaixado.
- Apenas escoriações. Nada de mais.
- Quer carona para casa?_ Tânia ainda se sentia culpada e tentava se redimir.
- Não, eu pego um taxi.
Então nessa hora as portas de entrada do hospital se abriram e um homem de terno e gravata entrou nervoso e veio em nossa direção.
- Bela? Graças a Deus, eu estava preocupado.
Então ele a abraçou tão forte que a ergueu do chão e atacou seus lábios em um beijo apaixonado.
O beijo era tão cheio de carinho que me deixou constrangido, afinal eu não tinha aquilo.
Quando finalmente se desgrudaram ele perguntou.
- Como você está amor?
- Estou bem, foi só o susto mesmo.
Então me fiz presente.
-Olá, sou Edward Cullen, fui eu quem atropelei ela.
E pelo olhar que ganhei do seu namorado percebi que deveria ter ficado de boca fechada.
Continua....

Notas finais
Meninas o que estão achando?
Esse foi o primeiro encontro desse casal que ainda vai soltar muitas faíscas por aqui.
No próximo cap teremos a cena do sexo na boate..... quem aí quer ver essa????
Sei que todas nós né..... bom, tudo que posso dizer é.....
VAI SER HOT.
Bjs
Dani