Notas iniciais
Meninas, mais um cap para vcs.
Espero que agora vcs parem de me ameaçar de morte.kkkkkkkkkkkkk
Boa leitura.

POV Edward

Eu estava finalmente voltando para casa.

Depois de 12 dias fora eu finalmente consegui resolver tudo. Os japoneses exigiram que eu terminasse o projeto lá mesmo. Mas acabou que deu tudo certo.

Finalizei o projeto e até consegui o apoio deles para uma ideia que tive. Eu mal podia esperar para encontrar Bella e lhe contar. Tenho certeza de que ela irá amar a ideia.

Mal o avião tocou o chão eu já comecei a pegar minhas coisas me preparando para descer. Liguei meu celular e para meu espanto havia ali uma mensagem de Rosalie.

“Estou no aeroporto te esperando. Não saia sem falar comigo!”

Estranhei o fato de ela estar ali. Nós havíamos combinado, ou melhor, eu havia informado a ela que iria direto do aeroporto para o apartamento de Isabella, eu precisava vê-la. Estava enlouquecendo de saudades.

Esperei todo o procedimento de aterrissagem se concluir e depois fui direto pegar minha bagagem.

Depois de cumprir toda a burocracia eu me dirigi para a saída e logo avistei Rose me esperando.

- Edward. _ ela falou já me abraçando.

- Oi prima. _ a abracei de volta. — O que houve para você vir me esperar? Algum problema?

- Tem sim, mas vamos nos sentar. _ ela me arrastou até uma cafeteria do aeroporto.

- O que foi Rose, desembucha logo o que a Tânia fez. _ eu falei me sentando.

- Não foi Tânia. _ ela disse baixo.

- Então?

- Bella.

- O que houve com ela? _ perguntei pela primeira vez realmente interessado na conversa.

- Ela... ela foi embora.

- Ela o que? _ eu gritei

- Calma Edward.

- Como calma? Como ela vai embora e você me pede calma? Como foi isso? Quando?

- Foi a 5 dias. E ela simplesmente foi.

- E você não tentou falar com ela? Não tentou impedir? _ perguntei já angustiado.

- Você sabe que ela não aceita falar comigo. Falei com ela no dia que ela foi embora. Avisei que ela estava sendo injusta com você. Mas ela nem me deu ouvidos. Só.... foi.

Eu não sabia o que fazer.

Eu sabia que teria muito trabalho pela frente antes de finalmente convencê-la a voltar para mim. Antes de ter uma segunda chance com ela. Sabia que teria que lutar muito e que corria um sério risco de perder, mas eu lutaria até o fim e já tinha até um plano traçado. Mas tudo se baseava em ela ainda estar aqui. E agora? Como eu faria? Por que eu não posso lutar por ela se eu nem sei onde ela esta. Como vou fazer para achá-la?

Levantei derrotado daquela cafeteria nem me preocupando em ver se Rose me seguia.

Antes de chegar a um taxi minha prima me alcançou e me guiou até o seu carro que estava ali estacionado em algum lugar.

- Vamos dar um jeito Edward. Vamos pensar em algo.

Ela tentava me animar enquanto dirigia para seu apartamento onde eu ainda estava hospedado.

Eu não sei ao certo como aconteceu, só sei que quando dei por mim eu já estava em baixo do chuveiro chorando. Chorei por tudo que eu perdi... por todas as burrices que fiz.

Ela havia me abandonado mesmo depois de me prometer que me esperaria e eu nem podia culpá-la por isso. Eu merecia isso e muito mais. O que eu fiz com ela não tinha desculpas e talvez nem perdão. Eu joguei fora o amor da minha vida por puro preconceito e infantilidade.

A verdade é que eu me descobri um pouco nessa viagem que fiz. Descobri que nunca cheguei a ser um homem de verdade, de certa forma ainda era aquele garoto que havia engravidado a namorada na faculdade. Eu meio que parei no tempo ali. Eu me preocupei tanto em ser quem eu deveria ser, um marido, um pai. Que não me dei conta de crescer para descobrir quem eu era na verdade. Eu era o marido, o provedor do meu lar, mas não era um homem. Não pensava por mim mesmo, sempre que tinha que tomar uma decisão eu me perguntava o que os outros pensariam ao invés de me perguntar o que eu deveria fazer.

Decidi desligar o chuveiro que nem sabia dizer a quanto tempo estava desligado.

Coloquei uma roupa qualquer e logo Rose batia a porta do banheiro me avisando que meu pai estava no telefone querendo falar comigo.

- Pai?

- Edward. Filho, como foi de viagem?

- Bem. _ disse quase sem voz.

- O que você tem Edward?

- Nada pai, só não estou muito a fim de conversar.

- Venha jantar aqui em casa hoje. _ seu pedido havia saído mais como uma ordem.

- Não é uma boa ideia...

- Estarei te esperando filho. _ e então ele desligou o telefone.

Virei-me para ir para meu quarto, mas antes avisei minha prima que hoje jantaríamos nos meus pais.

{...}

- Meu filho. Que bom que voltou. _ minha mãe disse me abraçando.

- Sentimos sua falta Edward, você nem nos ligou nesse tempo. Sua prima que nos mantinha informados. _ meu pai comentou meio que reclamando.

- Eu tentava resolver tudo o mais rápido possível pai. Queria ficar por lá o menor tempo possível.

Nos entramos e logo depois Emmet chegou com Rose. Ela havia ido buscá-lo já que o carro dele havia quebrado.

Nos sentamos na sala e começamos uma conversa agradável. Eu não prestava muita atenção ao que era dito e respondia meio que automaticamente as perguntas, mas até que estava tudo indo bem. Claro, isso até a soar a campainha.

- Mas quem será? Não estou esperando mais ninguém.

Minha mãe perguntou enquanto observava a empregada ir abrir a porta.

- Boa noite a todos. _ Tânia saudou entrando na sala.

- Tânia?

Todos perguntamos espantados.

- Ora? Por que o espanto? Não é natural eu vir jantar em família com vocês?

- Não quando meu primo já te pediu o divórcio. _ Rose falou acidamente.

Obviamente Tânia olhou com ódio para Rose, mas permaneceu em sua pose inabalável.

- Isso foi apenas um pequeno desentendimento de nossa parte. Tenho certeza de que ele já se esqueceu dessa besteira.

Ela falou caminhando até mim e se sentando ao meu lado.

Ela me lançou um sorriso doce e pousou sua mão sobre minha coxa.

- Engano seu Tânia. Eu estou mais certo do que nunca de que quero o divórcio. Falei tirando sua mão da minha perna. — E se puder nos lar licença, estamos jantando em família e você não faz mais parte dessa família. _ Falei firme e frio com ela.

Ela encarou a todos com olhos marejados e se voltou a mim mais uma vez.

- Como tem coragem de me tratar assim na frente dos outros? Você é meu marido. Deve-me respeito.

- Sou seu marido apenas no papel. Na pratica já deixei de ser a muito tempo e no coração e alma nunca fui.

Ela me olhou indignada e se virou para minha mãe com lágrimas escorrendo pela sua face.

- Não vai me ajudar Esme? Diga a seu filho que o lugar dele é ao meu lado. Em nossa casa. _ Tânia como uma boa menina mimada esperneava.

- Não vou me meter na vida do meu filho Tânia. Assim como não me meti quando ele decidiu casar com você sem lhe amar, mesmo eu sendo contra.

Tânia encarava minha mãe boquiaberta sem acreditar no que ouvia. Ela sempre achou que era a melhor das esposas, sempre achou que meus pais a amassem.

- Não gosta de mim para seu filho? Acha que não sou a mulher certa para ele?

- Eu não acho, eu sei que meu filho nunca lhe amou. E isso para mim já é o suficiente para ter sido contra o casamento de vocês.

- E o que você queria para seu filinho como esposa? _ Tânia desafiou minha mãe.

- Queria alguém que o fizesse feliz. Que o fizesse rir, gargalhar pelas maiores besteiras possíveis. Alguém que o ajudasse a enxergar o homem que ele poderia ser. Alguém que o ajudasse a amadurecer. Que fosse dura quando preciso, mas que também soubesse ser amável e o perdoasse quando ele admitisse seus erros. Queria uma mulher capaz de ama-lo mais do que a ela mesma assim como queria uma mulher que errasse e admitisse que errou, porque era apenas humana. Eu queria uma mulher de verdade Tânia e não uma criança mimada e fútil como você.

Acho que minha mãe despejou sobre Tânia TODA a indignação que ela sentiu por aquele casamento ali de uma vez só.

Tânia não sabia se olhava para minha mãe ou para mim. Acho que ela realmente se achava maravilhosa e que era adorada por todos.

- Sempre me enganei com vocês é isso? Sempre foram falsos comigo?

- Nada disso minha cara. Sempre a respeitamos assim como respeitamos a escolha do nosso filho como minha esposa já lhe disse. Mas isso não significa que nunca vimos o quanto você era e é mimada e fútil. Você sempre foi bem tratada por todos nós por ser filha de um amigo da família e por ser nossa nora. Bom, meu filho já decidiu que não a quer mais em sua vida. Isso não fará com que passemos a lhe tratar mal, ainda temos consideração por você e pelos anos de convivência, mas se insistir em atrapalhar a vida do meu filho, nós iremos esquecer até mesmo da amizade com sua família e vamos fazer questão de lhe manter o mais longe possível de todos nós.

Meu pai também deixou claro a sua posição perante Tânia.

Tânia me olhava indignada e ofendida. Eu sei que nada daquilo estava sendo fácil para ela, mas eu realmente não tinha cabeça para tentar ser suave ou gentil. Eu só queria que ela me deixasse em paz o mais rápido possível.

- Tânia, faça um favor a mim e a você mesmo. Vá para sua casa. Vá refazer sua vida. Vá procurar sua felicidade.

- Para deixar você procurar a sua também? _ ela perguntou com ironia.

- Eu já encontrei a minha felicidade Tânia. E já estou tentando achar um jeito de correr atrás dela.

- Ahh, mas eu sabia. Tinha que ter um dedo de mulher vadia nesse meio. Quer dizer então que você me largou por outra mulher?

- Eu não disse isso. _ falei tentando manter a calma.

- Como não. Acusou-me várias vezes de nunca ter sido feliz ao meu lado ou nunca ter me amado e agora me diz que já achou sua felicidade e vai correr atrás dela. Ora, posso ser mimada como me disse, mas não sou burra Edward. Tem outra mulher sim.

Nessa hora todos começaram a se meter na conversa. Rose exigia que Tânia fosse embora, minha mãe tentava contornar a situação, meu pai dizia para ela se acalmar e Emmet só assistia o circo pegar fogo.

Eu olhava aquilo tudo calado, mas minha paciência ia se perdendo aos poucos.

Bom, talvez nem tão aos poucos assim já que estourei quando ouvi a última frase dela.

- Quer dizer então que além de apoiarem o absurdo dele me abandonar também apoiam e acoitam o caso dele com essa vagabunda. Não sabia que você era uma alcoviteira Esme.

- Chega! _ eu gritei me levantando

Nessa hora todos pularam de susto e Emmet começou a gargalhar ganhando uma cotovelada de Rose.

- Tânia, faça um favor a você mesmo. Vá embora daqui de uma vez antes que eu perca o pouco respeito que tenho por você e a coloque para fora eu mesmo.

- Você... Você é um grosso, um estúpido. Não pode me tratar assim. Não pode me por para fora, tenho todo direito de estar aqui. Sou sua mulher. Sou eu quem tem que estar aqui e não uma vadiazinha qualquer._ ela disse entre dentes.

- Você. Não. É. Mais. Minha. Mulher. Vê se entende isso de uma vez. E eu não estou com nenhuma vadia e tampouco minha mãe é uma alcoviteira. Lave sua boca imunda antes de falar de minha mãe e da mulher que eu amo!

- Admite que tem outra mulher? _ ela perguntou chorando.

- Eu não tenho outra mulher. Eu amo outra mulher. Mulher essa que é tão honrada e honesta que se nega a estar comigo porque eu sou casado. Que mesmo me amando foi para longe de mim. Ela é tão ou mais honesta que você, tanto que para levá-la para cama eu tive que mentir para ela, tive que dizer que era um homem livre. E justamente por ser tão honesta assim é que eu a perdi quando ela descobriu tudo.

- Você... você me traiu?

- Céus Tânia. Eu traia você todas as noites.

Nessa hora ela abriu a boca chocada e minha família quase caiu do sofá com o espanto.

- Não te traia fisicamente, mas em minha mente. Era tão insuportável para mim ficar com você intimamente em nossa cama que eu sempre precisei fantasiar com outras mulheres. Nunca era você ali em meus braços. O fato de eu ter finalmente achado a mulher da minha vida e ter me relacionado com ela por uma única semana foi a menor das minhas traições. Eu te traia quando dizia que gostava de algo que você fazia, quando na verdade odiava. Te traia dizendo que pensava igual a você quando na verdade eu sempre te achei fútil e vazia. Eu traí você durante esses 3 anos de casamento e o pior, eu traí a mim mesmo nessa relação. Será que você entende agora que não existe sentido você insistir em algo que nunca existiu. Você não me conhece, você não pode dizer um único gosto meu porque eu nunca pude ser eu mesmo com você. Então pare com esse teatro, porque se você me amasse de verdade você teria feito a sua parte para esse casamento dar certo e você nunca fez isso.

Eu estava cansado de ser controlado em minhas ações. Eu estava ali lavando roupa suja na frente dos meus pais aos berros e não estava me importando nem um pouco com isso.

Agora meus pais me olhavam meio chocados enquanto Tânia me olhava completamente apavorada.

Rose parecia se segurar para dizer algo e Emmet continuava tentando segurar a risada. Ouvi ele sussurrar para ela que nossa família era melhor que novela mexicana e revirei os olhos para aquilo.

Lentamente Tânia se abaixou pegando sua bolsa e começou a caminhar para a porta da sala.

Nenhuma palavra foi dita por ela ou por mim, mas mesmo assim ela parou na porta e se voltou para mim.

- Eu..... você pode não gostar de como sou e me acusar de muitas coisas.... mas não pode dizer que eu não me importo. Eu nunca estive enganada, eu sempre te amei. Eu te amo e não vou desistir assim tão fácil de você.

Ela acabou de dizer e se virou indo embora. Me deixei cair no sofá fechando os olhos e bufando frustrado. Será que ela ainda iria me infernizar por muito tempo?

- Filho? Como está?

Ainda de olhos fechados eu respondi.

- Irritado, de saco cheio, sem paciência e triste, mas se disse que também estou mais leve você vai me entender mãe?

- Você colocou para fora tudo que pensa. Sempre ficamos melhor depois disso.

- Pode ser. _ falei esfregando meu rosto em um ato de nervosismo.

Olhei para todos que estavam parados me olhando como se eu fosse a atração da noite. Esperando qualquer movimento novo meu. E percebi que não queria ficar mais aqui.

- Sinto muito mais não quero mais ficar para jantar. _ falei já me levantando.

- O que vai fazer filho? _ perguntou meu pai preocupado.

- Não se preocupe pai, só vou dar uma volta.

Entrei no meu carro e logo comecei a andar sem rumo. Passei por diversos lugares até que me vi passando em frente ao hospital onde Bella havia trabalhado com meu pai. Parei o carro no estacionamento e logo fui para a recepção pedir informação.

- Por favor, a Dra. Alice Brandon esta de plantão essa noite?

- Sim senhor, mas não na emergência, ela esta responsável pela ala da pediatria essa noite.

- Tudo bem, eu tenho um assunto muito importante para falar com ela, será que eu posso ir até a sala dela para esperar?

Como ali todos sabiam que eu era o filho do Dr. Cullen logo me levaram para a sala da Alice.

Sentei ali e esperei pacientemente até que ela voltasse. Eu não sairia desse hospital hoje até descobrir o que eu quero.

Depois de mais ou menos uma hora esperando a porta se abre e uma Alice distraída entra pela porta olhando um exame em suas mãos. Como ela não havia me notado achei melhor me fazer presente.

- Boa noite Dra. Brandon.

- O que faz aqui? _ ela perguntou assustada e irritada.

- Vim conversar com você.

- Não temos nada para conversar, por favor, retire-se.

Ela falou dura e deu a volta em sua mesa indo se sentar e voltou a analisar o exame que estava em suas mãos.

Irritado eu tirei o papel de suas mãos e o joguei na mesa me levantando e alterando minha voz.

- Eu vim até aqui saber para onde Isabella foi e não pretendo ir embora até que você me diga.

- E se eu disser que não sei. Ela viaja pelo mundo a anos e eu sou apenas uma amiga. Ela não me dá satisfações para o que faz ou onde vai. _ Alice falou cruzando os braços em desafio para mim.

Bufando voltei a me sentar.

- Se você realmente não souber eu vou procurá-la.

Uma gargalhada escapou pelos lábios da medica.

- E vai começar por onde posso saber? O mundo é um lugar bem grande sabia?

- Sim eu sei, mas mesmo sendo grande tem apenas 4 continentes e eu vou procurar em cada um deles até achá-la.

- E por que vai se dar a esse trabalho?

- Por que eu a amor. E não vou descansar até provar isso a ela.

Acabei de dizer isso e vi um sorriso imenso e quase doentio nascer no rosto de Alice.

- Isso era tudo que eu precisava saber.

Ela se levantou pegando sua bolsa e tirando seu jaleco.

- Vai ficar aí sentado? Anda, vamos logo que nosso voo sai em três horas.

- Vôo?

Ela revirou os olhos.

- Anda coisa lerda, eu te explico no caminho.

Alice me arrastou para fora do hospital e me fez entrar no carro dela. Ela me pediu as coordenadas de onde eu estava morando e logo começou a dirigir.

- Será que dá para me explicar algo? _ eu exigi

- Eu não vou mentir, eu odiei você pelo que fez a Bella. Ainda odeio um pouco. Mas eu também nunca a vi tão apaixonada. Tão feliz como quando ela ficou com você. E depois tem o fato de seu pai ficar comentando no hospital o quanto o filho dele estava infeliz e que estava se separando. _ ela olhou para mim e prosseguiu. _ Ele até me confidenciou que você estava apaixonado por outra mulher e que estava disposto a tudo para reconquistá-la.

- E isso fez você querer me ajudar?

- Não, isso me fez pensar e decidir se eu deveria me intrometer ou não.

- E?

- E eu decidi que se você viesse hoje, no mesmo dia que chegou de viagem até o hospital fazendo um discurso parecido com o que você fez e me exigindo que dissesse onde ela estava eu iria ajudá-lo.

Ela finalizou estacionando em frente ao prédio de Rose.

- Eu vou esperar aqui. Suba e faça as malas. Tudo simples. Estamos indo para Tailândia. E só para sua informação. Você vai demorar. Bella é osso duro de roer.

Abri um sorriso enorme e me inclinei dando um beijo em sua bochecha.

- Mas vale a pena. Espere que eu já volto.

Pulei do carro e corri para o prédio disposto e ir atrás do meu amor até o fim do mundo.

Continua....

Notas finais
E então? O que acharam?
O Amor é lindo não é? Ir atrás dela nos quatro continentes? Não se fazem mais homens assim, aff.
Mas então? Ele demorou a tomar atitude, mas tb quando tomou foi incrível né?
O próximo cap vem na semana que vem.
Quem quiser fazer parte do grupo onde comento as minhas fics, solto spoilers e fotos dos cap basta me add que eu coloco no grupo. Mas atenção, o grupo é fechado, só entra quem eu add. E para isso precisam me add.
https://www.facebook.com/groups/1412653685617779/
Bjs e até o proximo post.

Beta: tipo ....não entendi muita coisa não kk...
Mas e agora .. Tailândia ? eu hein .....
Espero que a merda da Tania não apronte .....
Ate o próximo .....
Bjus