Notas iniciais
Meninas um cap fresquinho para vocês.

POV Edward

Isabella nos olhava como se pudesse nos matar só com a força do seu olhar.

– Amor, o que foi?_ O noivo dela perguntou.

Será que se eu matasse ele aqui nesse fim de mundo eu seria preso?

Por um momento ela pareceu se assustar com o toque e a voz dele. Ela olhou assustada para a direção onde suas mãos a apertavam contra ele e depois olhou de volta para seu rosto.

Do nada seu olhar mudou se tornando decidido e ela se virou para nós de novo ante de se voltar para James e lhe beijar nos lábios.

– Parece que Alice resolveu fazer uma visita._ ela flou inclinando sua cabeça em direção de Alice.

A expressão dele era de total confusão. Acho que ele desistiu de tentar entender alguma coisa quando seus olhos me focalizaram. Vi seu olhar se escurecer por um segundo para em seguida ele forçar um sorriso para Alice e uma saudação formal a mim.

– Bom, amor, eu preciso ir, esse homem precisa de uma cirurgia agora. Nos vemos a noite no quarto.

Depois de beijá-la mais uma vez ele saiu e a vontade de matá-lo voltou com força total quando ela sorriu para ele.

Assim que ele e outro cara empurram uma maca até outra sala e a mesma se fechou Isabella se virou para outra mulher na sala que acho que era algum tipo de enfermeira.

– Eu já acabei aqui. Pode por favor, enfaixa-lo e dar os medicamentos?

– Claro Dra.

Isabella sem dizer nada saiu em direção a porta e foi seguida de perto por Alice. Eu que ainda estava no corredor fiquei olhando enquanto ela passava por mim como se eu não fosse nada e também passei a segui-la. Ela desceu calmamente os dois lances de escada e quando alcançamos o térreo ela saiu da área do hospital e deu a volta no prédio indo para uma área remota.

Assim que ela parou Alice também parou a uns dois passos dela e eu também estanquei aonde estava. Ela pareceu respirar fundo antes de se virar para nós.

Quando o fez eu vi em seus olhos que ela estava furiosa, mas também estava sofrendo:

– O que estão fazendo aqui?

– Bella... _ Alice tentou começar

– Por que o trouxe Alice? _ ela falou acusando Alice.

– Bella, me deixe explicar?

– Pensei que fosse minha amiga. Pensei que o odiasse.

– E o odeio. Odiava na verdade. Sei lá, é complicado.

– O que foi? Virou amiguinha dele agora?

– Ei. _ gritei chamando a atenção delas.

– Eu estou aqui. Não falem como se eu não estivesse. Alice me ajudou a achar você. Eu implorei a ela na verdade.

Ela se virou para mim ainda com os olhos vidrados de raiva.

– Por quê?

Suspirei e me aproximei lentamente dela.

– Por que fiquei desesperado quando cheguei ontem e não te achei. Por que você mentiu para mim quando disse que ia me esperar. Por que não vou deixar você fugir. Por que não sei viver sem você. Pode escolher qualquer uma dessas, pois todas são verdadeiras. _ falei olhando dentro dos seus olhos.

Isabella deu um passo para trás como se perdesse o equilíbrio momentaneamente.

– O que? _ ela sussurrou.

– Você pode fugir o quanto quiser de mim, mas saiba que estou disposto a passar o resto da minha vida correndo atrás de você se for preciso.

Ela fechou os olhos e começou a negar.

– Você não deveria estar aqui. Volte para casa.

– Não tenho nada me esperando lá. Tudo que eu quero, sonho e desejo esta aqui. Então é aqui que vou ficar. Melhor se acostumar.

Isabella parecia dividida entre o ódio por eu estar ali e pela surpresa das minhas palavras.

Sem saber o que fazer ela nos deu as costas e voltou em direção ao hospital.

Alice me olhou meio aliviada pelo pior já ter passado e meio irritada.

– Você deveria ir com calma.

Decidido respondi também já andando, mas em direção contraria a de Bella.

– Bella já conhece o meu lado de garoto cauteloso. Agora esta na hora dela conhecer o Edward homem decidido.

– Onde você vai? _ ela gritou atrás de mim.

– Conhecer, explorar. Te vejo a noite no hotel.

Não me virei pra ver se ela concordava com o que eu tinha dito. Não precisava da aprovação de ninguém. E isso era uma novidade em minha vida, uma vez que sempre busquei a aprovação dos outros.

Caminhei lentamente entre as pessoas daquele lugar. Algumas me olhavam como se eu fosse um artista de cinema, cochichando e apontando, outros apenas me ignoravam e a maioria parecia preocupada de mais com suas vidas para notar qualquer outra coisa passar por elas.

Quando dei por mim estava próximo ao que me parecia ser um conjunto habitacional. Era estranho. Totalmente diferente dos que eu conhecia ou se quer dos que já tinha estudado. Mesmo como exemplos errados.

Os ângulos eram tortos e desiguais. Eram uma verdadeira sorte aquelas paredes se manterem de pé.

Percebi que haviam janelas abertas e algumas estavam com roupas penduradas para o lado de fora, como se fosse um varal, o que significava obviamente que haviam pessoas morando ali.

Olhei mais criticamente para os prédios e um em especial me chamou a atenção. Ele estava inclinado cerca de 3 graus para a esquerda. Essa inclinação era absurda, ainda mais em um prédio feito sem ser projetado para aguentar tal força e ainda mais depois dos impactos que essa estrutura sofreu.

Fiz uma anotação mental de falar aquilo com Alice mais tarde. Continuei meu caminho de exploração quando vi uma criança deitada no chão chorando. Olhei em volta e não vi sinal de ninguém observando a criança. Preocupado me aproximei.

– Ei.. menino... esta tudo bem?

A criança começou a chorar mais alto e a falar no dialeto do lugar.

Eu não falava Tailandês, muito menos um dos mais de 50 dialetos usados em vilarejos como esse. Tentei ainda usar a mímica para me comunicar, mas nada estava funcionando, a criança só fazia chorar mais alto.

Com medo de que ela estivesse ferida ou doente, tentei pegá-la no colo para levá-la ao hospital, mas assim que passei meus braços em volta do menino o seu grito se tornou estridente e logo alguém que veio por trás de mim sem que eu percebesse me empurrava para longe.

Quando recuperei o equilíbrio e olhei em volta vi que meia dúzia de homens e mulheres me rodeavam e gritavam algo em sua língua gesticulando para que eu fosse embora.

Tentei explicar que eu só estava preocupado com a criança, mas era inútil, obviamente ninguém ali falava inglês. Preocupado com o menino que agora gritava ainda mais, fiz sinal com as mãos de que não queria machucar ninguém, mas antes de dar dois passos em direção ao menino me empurraram para longe outra vez.

Nessa hora veio correndo uma menina de uns 10 anos e o menino no chão abriu os braços para ela. Ela o aninhou entre os braços e começou e gritar em minha direção atiçando assim as pessoas contra mim. Comecei a andar para trás com as mãos estendidas como se me desculpasse mas a medida que eu me afastava eles iam gritando mais e mais.

Eu já estava muito assustando quando uma Alice esbaforida corre e fica na minha frente gritando algo como Penitente.

Ela repetia essa palavra inúmeras vezes e o povo foi se acalmando. Uns ainda agitavam os braços e gritavam, mas pararam de avançar em minha direção.

Alice mesmo sendo bem menor do que eu foi me empurrando de costas até que chegamos a uma esquina e nos viramos para ir embora bem rápido dali.

– Mas o que foi que você fez? _ ela perguntou me arrastando para longe.

– Eu vi uma criança chorando, só tentei ajudar. O que você estava dizendo? Fala tailandês?

– Não. Só sei essa palavra.

– E o que significa?

– Algo como desculpa. Algo que pedimos muito por aqui.

Continuamos andando e eu pensei um pouco antes de voltar a falar.

– Mas... eu só queria ajudar o menino...

Alice parou de andar e olhou para trás vendo se não vinha ninguém atrás de nós. Então ela se voltou para mim e suspirou antes de continuar..

–É muito complicado Edward. Mesmo os que estamos aqui tentando ajudar muitas vezes acabamos sem querer atrapalhando eles em algo ou só mesmo esbarrando na cultura diferente ou no modo de vida totalmente contrario ao nosso. Sem contar nos aproveitadores...

Ela agora parecia divagar, mas para ela mesma do que para mim.

– Calma, como assim Alice? Como eles ainda podem atrair aproveitadores? Eles não tem nada?

– Existe tipos de pessoas Edward que conseguem tudo, até mesmo tirar o pouco do que restou a um povo miserável como esse que aparentemente perdeu tudo.

Continuei olhando para ela incrédulo esperando que ela me explicasse algo.

Ela bufou e continuou.

– Você tem ideia de quantas crianças foram roubadas daqui nos últimos anos?

– Roubadas? _ eu quase gritei com a surpresa.

– Sim, roubadas. Órfãos, perdidos, feridos ou mesmo os que estavam com os pais e ainda tinham casa. Agora aqui as crianças são constantemente vigiadas, mesmo por estranhos.

– Mas..... _ eu estava muito confuso. _ Para que roubariam crianças? Quer dizer? Tem certeza?

– Acorda Edward. Trafico de órgãos, mão de obra escrava, pervertidos e até mesmo adoção ilegal. A Tailândia virou o paraíso para quem precisa de uma criança de forma rápida e silenciosa. Um país onde não tem estrutura alguma para cuidar das pessoas que sofrem a 4 anos também não tem fiscalização algumas sobre os órfãos que ficaram vagando por essas ilhas sem rumo. Hoje é só pegar uma criança dessa pela mão e sair tranquilamente do país que ninguém vai te perguntar nada.

Eu olhava estarrecido para ela. Como poderia haver esse tipo de gente no mundo? Como alguém conseguia machucar ainda mais um lugar marcado pelo sofrimento como esse?

Eu passei os últimos minutos me perguntando se haveria algo pior no mundo do que perder tudo que você tem e passar a vagar nas ruas como um fantasma, mas acho que com certeza ter seu filho, irmão ou mesmo parente roubado da noite para o dia e ver o descaso disso com certeza era pior do que qualquer coisa.

Lembrei de como as pessoas ficaram nervosas quando me aproximei do menino e de como o mesmo parecia em pânico com a minha presença.

– Foi isso então? A criança..... eles acharam que eu ia roubar a criança. _ falei percebendo o óbvio.

– Provavelmente sim.

Ela balançou a cabeça.

– Olhe, sei que sua intenção foi boa, mas tem que tomar cuidado aqui Edward. Esse povo agora desconfia de tudo e também não tem mais esperanças de acreditar nas autoridades, eles agora costumam fazer justiça com as próprias mãos, por favor, não vá acabar apedrejado no meio da rua.

Apenas concordei com ela e indiquei para que ela voltasse a andar.

Logo alcançamos o hotel ou o que quer que fosse aquele lugar.

– Eu vou descansar um pouco e você deveria fazer o mesmo. _ ela falou já subindo.

– Alice, quando Bella vai chegar. _ perguntei já subindo as escadas.

– Não tem hora para se sair do hospital Edward.

Fiz o resto do caminho até meu quarto em silencio e quando olhei para o colchão onde deveria dormir confesso que tive nojo de deitar.

Mas fechei olhos e me lembrei que a maioria naquele país talvez matasse para dormir em baixo de um teto e em algo macio ainda por cima, então joguei meus temores para o fundo da mente e me deitei. Assim que minhas costas tocaram o colchão eu percebi o quanto estava cansado. Dormi antes que percebesse.

...

Acordei meio atordoado sem saber direito onde estava.

Depois de abrir e fechar os olhos meia dúzia de vezes percebi que era real e não um sonho. Eu estava mesmo do outro lado do mundo atrás da minha Bella.

Levantei meio tonto e cambaleante. Além do cansaço eu não saberia dizer a quantas horas não comia nada.

Lembro de Alice insistindo para que eu levasse na bagagem algumas barras de cereais e alguns pacotes de biscoitos, na verdade ela encheu uma mala disso, então fui até a mala e a abri pegando uma das barras e a devorando em segundos. Eu estava mesmo faminto. Quando já estava na segunda barra ouvi vozes exaltadas vindas do corredor e fui como um verdadeiro fofoqueiro ouvir atrás da porta.

Ah, qual é, não me julguem, vai que eu abro a porta de cara e morro esfaqueado por algum louco daqui.

Mas assim que me encosto a porta percebo que uma das vozes é Alice então eu abro minimamente a porta e tento ser o mais silencioso possível. Pela pequena fresta eu consigo ver que Alice e James estão discutindo e consigo ouvir melhor o que falam também.

– Eu não acredito que tenha feito isso Alice. Como pode? Você é a melhor amiga dela?

– Eu não entendo James. Pra que tanto drama. Só vim com um amigo para cá.

– Não se faça de tola Alice. Eu já sei de tudo. Bella me contou.

– Bom, nesse caso sou eu que não sei de nada então. Pois não estou entendendo nada do que está falando. _ Alice dizia calmamente olhando para as unhas.

James deu um passo em direção de Alice mas parou antes de a alcançar. Ele parecia frustrado e fechou os olhos respirando fundo.

– Eu sei que você é ardilosa Alice e não sei o que esta aprontando, mas aviso que não vai dar certo. Bella vai se esquecer dele. Ela vai casar comigo, eu já estou providenciando tudo, vai ser antes do que você imagina, então nem você nem ele vão poder fazer nada entendeu? Nada.

Alice continuava olhando para as unhas e deu de ombros.

– Contanto que me mandem o convite e eu seja a madrinha podem casar até amanhã. Ainda não entendi o por que de todo o escândalo.

Ele a olhava indignado.

Como posso ter me enganado tanto com você? Pensei que fosse minha amiga, pensei que fosse amiga de Bella. É assim que agradece a tudo que ela fez por você?

Isso serviu para fazer Alice desistir do que quer que ela estivesse fazendo. Nessa hora eu vi seus olhos faiscarem de raiva e ela apontou o dedo na cara do James.

– Eu faço tudo pela Bella, mato um se preciso for para garantir a felicidade dela. Ela é mais do que minha amiga, mais do que minha irmã. O que ela fez por mim nem em mil anos eu posso pagar, então o melhor que posso fazer para recompensar é garantir a felicidade dela. E se você se enganou comigo só lamento, mas se serve de consolo eu também me enganei com você. Eu jurava que era você quem faria ela feliz. Mas o brilho que eu vi nos olhos dela por uma semana nem você nem qualquer outro colocou lá. Foi somente uma pessoa, e eu vou fazer de tudo para que aquele brilho volte para o olhar dela e se você a amasse de verdade iria querer o mesmo que eu em vez de ficar aí se enganando que pode fazer ela feliz quando esta claro que ela esta ao seu lado sim, com casamento marcado sim, mas mais infeliz do que nunca.

Então Alice virou as costas e foi embora.

Ainda vi James se virar e chutar com força a parede antes de também ir em direção as escadas e sumir do meu campo de visão.

Fechei a porta, mas antes de dar dois passos a abri de novo. Sai em direção ao quarto de Alice e bati na porta.

Em 5 segundos ela escancarou a porta com raiva, mas suavizou o olhar quando me viu ali parado.

– Ah, é você. O que quer?

– Onde é o quarto de Bella?

– Edward... não é uma boa hora, ela chegou exausta e já tivemos uma discussão. Parece que ela e James brigaram também....

– Alice. O quarto?

Ela só balançou a cabeça negativamente e suspirou.

– Espero que saiba o que esta fazendo. 205. No fim do corredor do andar de baixo.

– Obrigado.

Virei em direção as escadas e em meio minuto estava parado em frente a porta de Bella. Fiquei em silencio por alguns instantes tentando ver se ouvia vozes vindas do quarto, mas estava tudo silencioso e eu esperava que isso significasse que ela estivesse sozinha.

Bati e esperei.

– Eu estava de cabeça quente, desculpe Jam..........

Ela abriu a porta falando, mas a frase morreu em seus lábios assim que ela me viu.

– O que quer aqui? _ perguntou assustada.

– Quero conversar com você. _ falei a empurrando de leve e entrando no quarto.

– Ei, você não pode ir entrando assim.

Ela reclamou, mas já estava fechando a porta.

– Precisamos conversar Bella. _ fui direto ao ponto.

– Não, não precisamos. Eu preciso é que você vá embora para sua casa e me deixe em paz.

Ela foi categórica.

– Eu já disse que isso não vai acontecer. Nós vamos conversar. Se você não quiser hoje ótimo, eu posso esperar, hoje, amanhã, semana que vem ou ano que vem. Aqui, na África, Índia ou outro lugar qualquer. Eu sigo você para onde você for e espero o tempo que for para conversar com você. Para........

Eu expirei com força e dei dois passos em direção a ela fazendo um carinho eu seu rosto quando cheguei perto o suficiente.

– Para fazer você entender que eu amo você e não vou desistir de nós.

Ela deu um passo para trás.

– Nunca ouve um nós Edward.

– Ouve sim...... e foi tão forte. Aquela semana em que ficamos juntos Bella foi mais forte do que qualquer coisa que eu vivi em meus 23 anos. Você ..... o que eu sinto por você mudou minha vida.

– Você é uma criança mimada que quer desesperadamente o brinquedo que tiraram de sua mão, mas assim que o tiver de volta vai jogá-lo de lado e se esquecer dele, por que é isso que as crianças mimadas fazem. _ ela disse com raiva.

– Eu não sou mais essa criança mimada Bella. Eu mudei.

– Ninguém muda do dia para noite Edward. _ ela disse com desdém.

–Eu sei. Sei que ainda tenho muito que mudar, sei que ainda tenho um longo caminho pela frente para amadurecer e aprender. Mas eu já dei o primeiro passo Bella. Isso já é alguma coisa não é?

Ela me olhou por alguns segundos e depois caminhou até a porta e a abriu.

– Vá embora.

– Bella, me deixe...

– VÁ EMBORA!!!!!

Me senti derrotado. Me senti mal.

Do que adiantaria segui-la pelo mundo todo se ela nunca me ouvisse?

Fui em direção a porta, mas parei quando estava a sua frente.

– Sabe o que é mais hipócrita do que um bando de pessoas fazendo caridade sem realmente se preocupar com o próximo? É você fazer um discurso exigindo que todos repensem suas vidas e quando alguém resolve mudar você se nega a acreditar ou faz pouco caso dessa mudança.

Vi o choque em seus olhos e passei por ela. Mas antes que ela fechasse a porta eu voltei e a peguei pela cintura a trazendo para mim.

Beijei seus lábios com paixão e loucura, eu estava louco de saudades dela. Ela tremia em meus braços e timidamente começou a corresponder ao meu beijo até que nossas bocas se movessem desesperadas tentando obter mais e mais do outro, mas cedo de mais ela me afastou.

– Eu .... eu não posso, isso é errado. O James...

A interrompi.

– Eu te amo! Eu juro, eu amo você e vou te provar isso.

Falei pausadamente olhando dentro dos seus olhos.

– Pode me expulsar o quanto quiser da sua vida que eu vou voltar sempre, sempre tentando provar a você o quanto eu te amo.

Vi seus olhos brilharem.

– Eu não vou desistir de nós Bella.

Então virei as costas e sai sorrindo do quarto dela. Ela ainda me amava, ela ainda se importava e ainda se afetava com o que eu fazia.

Ia ser difícil,mas eu ia ter Isabella de volta para mim e quando acontecesse eu não a soltaria jamais.

Continua.....

Notas finais
E então? O que acharam? O Edward mudou mesmo não é? E a Alice esta mostrando que esta disposta a lutar pela felicidade da Bella não importe contra quem ela lute. Quero saber tudo que vcs estão achando da fic. No próximo cap teremos muita surpresa, muitas emoções.... fortes emoções. Uma briga, um acidente. Um novo amor nascendo, uma doença. Uma partida e uma chegada. O que será que vai acontecer no proximo cap? Alguém, arrisca um palpite? Até semana que vem. Bjs Dani PS: Quem quiser fazer parte da minha pagina do face onde posto spoilers, fotos e gifs da fic basta pedir que eu add... https://www.facebook.com/groups/1412653685617779/